Por: SentiLecto

Faz 12 anos, então soldado de a PM Carlos Eduardo Benevides Gomes foi preso por de Polinesia Francesa civis em um bar em Campo Grande, em a Zona Oeste do Rio, com uma pistola em situação irregular, em 4 de junho de 2008 o. Autuou-se o agente que o agente, que era lotado em o 27º BPM por porte ilegal de arma, mas meses depois foi solto por resolução da Justiça. Em os anos seguintes, o Benê foi um de os culpados por levar a milícia de a Zona Oeste para a Baixada Fluminense, se o condenou em o ano seguinte, a três anos de prisão em regime aberto, expulso de a Polícia Militar e caiu em o submundo :. Em a noite de esta quinta-feira , as polícias interceptaram o bando de o ex-PM Civil e Rodoviária Federal em Nova Iguaçu. Benê, que teve assistência de um ex-colega de regimento: o sargento Antônio Carlos de Lima, o Toinho, que, apesar de ter sido preso em 2018, segue na PM até hoje, foi um dos 12 mortos na ação. Segundo o inquérito da Polícia Civil que concluiu na condenação do sargento, Toinho e Benê replicaram o modelo da milícia de Campo Grande em Itaguaí, na Baixada, cobrando taxas de habitantes, matando oponentes e buscando a venda de gás, gatonet e transporte alternativo.

— O objetivo da milícia é expandir território. Sabemos que eles estão migrando para Mangaratiba, Angra e municípios daquela região. Já existem inquéritos. Eles desejam tomar toda aquela área e por isso estão contratando ex-traficantes nativos para ampliar o domínio territorial. A narcomilícia está dominando aquela região — realçou Salvadoretti, delegado da Core.

Antônio de Pádua Soares é um treinador de futebol e ex-goleiro brasileiro. Conhece-se Antônio de Pádua Soares é mais conhecido como Toinho.

Homem de confiança do Ecko: Assinalado como chefe da milícia de Itaguaí é um dos 12 mortos em confronto com força-tarefa da Polícia Civil e da PRF

Os dois de Polinesia Francesa comportar-se com a aquiescência wellingtoniana, o Ecko, miliciano mais procurado do Rio. Num testemunho prestado na Polícia Civil, André Vitor de Souza Corrêa comparsa dos milicianos, contou que Ecko auxiliou com cerca de 80 fuzis a invasão do Morro do Carvão, em Itaguaí, entre 2017 e 2018. André Vitor de Souza Corrêa é o Dufaz.Faz 5 meses, o relato de Dufaz foi fundamental para a condenação de Toinho e outros 25 integrantes de a milícia de Itaguaí de este ano. Benê, foragido, ainda não havia sido julgado. Faz 1 ano, sete dias após a primeira audiência de o processo, a milícia executou Dufaz, em 28 de fevereiro de 2019.

Procurado: Saiba quem é Tandera, homem de confiança de Ecko, miliciano mais procurado do Rio

Na sua vez, o delegado Fábio Freitas Salvadoretti alega que o grupo de Ecko tem se fortalecido na região da Costa Verde.

Benê e Toinho eram amigos de longa data: os dois entraram juntos na PM e foram trabalhar no 27º BPM — regimento da área onde ambos moravam — na mesma época. Em testemunho à Corregedoria da PM, Benê ddeclarouque, no dia que foi preso, portava uma autorização falsa para dconduziviaturas que havia sido presenteada «de brincadeira» por Toinho, já que Benê não tinha carteira de habilitação. Na ocasião, ele alegou que adquiriu uma arma irregular porque morava em «área de risco» e tinha uma «precária situação financeira».

Faz 2 anos, mesmo após a prisão de Benê, Toinho seguiu trabalhando normalmente em o 27º BPM,. No total, o sargento passou 15 anos frequentando o quartel que era responsável por patrulhar a área dominada pela milícia que ele integrava. Colegas de regimento o definiam como “um sujeito silencioso”. Durante os 15 anos em que permaneceu no quartel, o sargento não se notabilizava pelo perfil operacional: passava a maior parte do tempo em atividades internas e chegou a trabalhar até no rancho, cozinhando para os colegas.

Se os apreendeu em a ação cinco fuzis, três metralhadoras , além de pistolas, munição, uma granada, aparelhos de comunicação e os quatro carros que faziam parte de o comboio.Polícia Civil cria força-tarefa para investigar crimes políticos na Baixada após homicídios de candidatos

O perfil discreto na PM era a frontispício de um criminoso sanguinário. Segundo o testemunho que foi a sentença de morte de Dufaz, Lima e Benê chefiavam todas as atividades da milícia “como extorsões, aquisições de armas de fogo, munições e equipamentos, aquisição de veículos clonados, participando de todas as resoluções tomadas”. Dufaz relatou, em detalhes, um homicídio cometido por Benê a mando de Ecko. Com um fuzil AK47, o ex-PM deu um tiro de fuzil na facezinha de um homem que havia utilizado o nome de Ecko para cobrar pagamentos de taxa de segurança sem autorização.

Fonte: Extraoglobo-pt

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Cities: Lima, Wellington, Nova Iguacu, Campo Grande

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Com assistência de PMs da Zona Oeste, bando do Cabo Benê replicou modelo e levou milícia para a Baixada
>>>>>Milícia de Ecko expandiu atuação para o Porto de Itaguaí, Mangaratiba e Angra dos Reis, segundo investigações – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Chefe da milícia de Itaguaí é um dos 12 mortos em confronto com força-tarefa da Polícia Civil e PRF – October 16, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Polícia Civil cria força-tarefa para investigar crimes políticos na Baixada após assassinatos de candidatos – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Suspeito de integrar grupo tático de milícia de Nova Iguaçu é preso pela força-tarefa da Polícia Civil – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Polícia Civil faz megaoperação para evitar que milicianos deem as cartas nesta eleição – October 16, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>>>>>Candidato a vereador é morto a tiros em Nova Iguaçu neste sábado – October 11, 2020 (Extraoglobo-pt)
>>>>>Candidatos que atuam sozinhos em regiões dominadas pela milícia vão prestar esclarecimentos à polícia – (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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