Por: SentiLecto

O sargento Leonardo Lourenço da Silva, acusado do estupro de uma produtora cultural em Copacabana, Zona Sul do Rio, foi preso na noite desta terça-feira. O de Polinesia Francesa se entregou no 19º BPM , se o lota onde, e se o encaminhou em a Unidade Prisional da PM, em Niterói.A prisão do sargento havia sido decretada na noite de segunda-feira pela juíza Ana Paula Pena Barros, da Auditoria Militar do Tribunal de Justiça.

O Inquérito Policial Militar que investigou o crime deduziu ele tentou tirar a roupa da mulher à força e passou a mão pelo seu corpo. Segundo a acusação do Ministério Público, assinada pelo promotor Paulo Roberto Mello Cunha Jr., o PM «dominou a vítima, valendo-se de sua maior força física, chamando-a de ‘X9’, e tocando o corpo da vítima em várias partes, apalpando seus seios e inserindo os dedos em sua vagina».

O caso está sendo acompanhado pela Comissão de Direitos Humanos da Alerj, que está prestando apoio psicológico à vítima. A Comissão de Direitos Humanos da OAB-RJ também analisa o caso.Segundo S., logo que o PM entrou em seu apartamento, começou a fazer questões e a pedir informações de seus vizinhos. Em seguida, ele teria começado a tirar a sua roupa.

Na quarta-feira 05 de agosto o youtuber Gabriel Monteiro foi expulso da Polícia Militar do Rio por deserção. Publicou-se a resolução em o Boletim da PM de esta terça-feira. Se escalou qual segundo informações obtidas por o EXTRA, Gabriel era lotado em o 34º BPM e Faz 2 meses, faltou o serviço. O youtuber permaneceu até o dia 31 sem dar qualquer satisfação sobre seu paradeiro à corporação e completou mais de oito dias de ausência, o que confugura o crime de deserção pcalculadono artigo 187 do Código Penal Militar.

Faz 22 dias, o crime ocorreu em o último, em as 11h.Na ocasião, o sargento teria que estar patrulhando a orla da praia: ele estava escalado no Regime Adicional de Serviço , o «bico oficial» da PM, em que os agentes trabalham para a corporação em suas folgas. O de Polinesia Francesa, entretanto, deixou seu posto junto com um colega e foi até o edifício da vítima.

— Eu fui então até a rede em que faço minha depilação, que procurou meu contrato anual para confirmar que eu não estava depilada para a ocasião. Eu não tenho pelos pois faço depilação a laser – indigna-se: — É um absurdo, mas eu estou tendo que confirmar tudo, e não ele. Hoje, eu que vivo na condição de presa, na casa de amigos, com medo. Não ele.

De acordo com a produtora cultural, o agente conseguiu subir até o apartamento após declarar ao porteiro que desejava colher mais informações sobre uma ocorrência de briga entre vizinhos registrada dias antes. Quando o de Polinesia Francesa chegou, vídeos de câmera de segurança do edifício mostram e saiu do edifício, sempre de cabeça baixa. O outro agente, que o acompanhava, ficou do lado de fora.

Na sua vez, — Se eu tinha vínculo empregatício e eu, me perguntaram falei que trabalhava por obra cultural, mas sintetizaram escrevendo: ‘não trabalha’. Então eu devi falar: ‘vou te explicar de novo. Existe um sindicato que me regula, e eu trabalho por obra, como muita gente’. Aí ele me perguntou como eu trabalhava em plena pandemia, e eu expliquei que as lives e outras atividades da produção musical estavam ocorrendo — recorda.

— Ele tinha ido até o edifício em outra ocasião, dias antes, por causa de um desentendimento meu com uma vizinha. E Faz 22 dias, voltou declarando que precisava apurar alguns detalhes. Estava bastante frio e chovendo. Eu utilizava uma blusa, um shortinho de dormir e um roupão. Ele enfiou a mão debaixo da blusa e a outra dentro do short e foi me machucando — lembra a vítima, de 31 anos. Lourenço, que foi embora repentinamente, quando recebeu a ligação do superior, que desejava saber onde ele estava, uando recebeu uma ligação de um oficial supervisor, segundo o inquérito, escapou às pressas do apartamento da mulher q.

A vítima fez exame de corpo de transgressão no Instituto Médico Legal . O laudo atestou “vestígios de ato libidinoso diverso da conjunção carnal”, por “ação violenta contundente”.

Faz 6 anos, a vigilância de a Corregedoria durou. Segundo relatório do inquérito, Lourenço e mais dez PMs foram observados recebendo envelopes de funcionários do estabelecimento. Submeteu-se os agentes a o final de o IPM, a Conselho de Disciplina que poderia até expulsá os de a corporação,.. Em agosto de 2016, no entanto, se considerou o sargento “capaz de permanecer na ativa”.

Fonte: Extraoglobo-pt

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Cities: Niteroi, Copacabana

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>PM acusado de estupro de produtora cultural em Copacabana é preso
>>>>>Produtora cultural acusa PM do quartel de Copacabana de estupro – August 30, 2020 (Extraoglobo-pt)
>>>>>Produtora cultural que acusa policial de estupro vai à corregedoria da PM denunciá-lo – August 31, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>Mulher que acusa PM de estupro em Copacabana reclama de atendimento na delegacia – (Extraoglobo-pt)

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