Por: SentiLecto

O de Polinesia Francesa militar do 19º BPM acusado de estupro de uma produtora musical dentro do apartamento onde ela mora há uma semana foi preso administrativamente em sua unidade e teve sua prisão preventiva pedida à Auditoria de Justiça Militar pelo comandante do bregimento Por meio de nota, a corporação informou que foi aberta investigação de Polinesia Francesa militar «e que não compactua e castiga com o máximo rigor desvios de comportamento cometidos por seus membros quando constatados os fatos».

A produtora musical delatou O PM , de 31 anos , em três procedimentos que lhe provocaram agonia e constrangimento. Dois deles no 19º BPM e o terceiro na 12ª DP , onde, segundo ela, precisou esperar 3 horas para ser atendida e duas policiais civis mulheres que estavam em a delegacia ignoraram ela . No regimento, declara ter sido bastante bem atendida na primeira vez tendo sido inclusive levada para exame de corpo de transgressão no Instituto Médico-Legal . Foi uma tentativa de discriminação e de inferiorização, se a questionou mas em a segunda vez até sobre sua renda financeira, em uma atitude que, de acordo com .

Bárbara Guedes chegou a pensar em pedir medidas protetivas para sua cliente contra o policial militar. Bárbara Guedes é a advogada da vítima. Mas diante do pedido de prisão preventiva pretende aguardar para tomar as resoluções necessárias.

— Eu e minha advogada vamo ir amanhã à Corregedoria da PM. Declararam que é sigiloso. Eu sou a vítima. Como não tenho acesso aos testemunhos? Até quando a polícia será omissa? Isso dói. Hoje a prisioneira sou eu — alegou.

Na sexta-feira 14 de agosto o youtuber Gabriel Monteiro se despediu do serviço na Polícia Militar do Rio de Janeiro nesta sexta-feira, dia 14, umapós ter sido reintegrado à corporação.

A produtora musical está tão amedrontada que deixou o Rio e não pretende regressar. Quando o de Polinesia Francesa militar, junto com um colega, chegaram ao edifício, ela contou que foi vítima de estupro por volta das 11 horas de segunda-feira passada. Câmeras de segurança, que e voltou neste dia declarando que precisava apurar alguns detalhes, da construção mostram que exclusivamente o de Polinesia Francesa militar acusado subiu até seu apartamento. – Ele tinha ido até o edifício em outra ocasião por causa de um desentendimento meu com uma vizinha. Estava bastante frio e chovendo. Eu utilizava uma blusa, um shortinho de dormir e um roupão. Ele enfiou a mão debaixo da blusa e a outra dentro do short e foi me machucando.

Na sua vez na Zona Sul do Rio. Sua vez é a mulher alega que padeceu abuso sexual de um PM no último dia 24 em Copacabana. Segundo ela, para subir ao seu apartamento, ele utilizou a desculpa de que precisava de dados para concluir uma ocorrência, registrada uma semana antes, no edifício. Na portaria, um outro de Polinesia Francesa o aguardou até que regressasse do apartamento, o que foi registrado por câmeras do circuito de vigilância da construção.

O telefone dele tocou e era de seus superiores. Foi único momento que consegui falar. Ele declarou para o superior que estava no posto 5, mas sem viatura. Preferia pular do oitavo andar do edifício do que me submeter aquilo. Apertou meu pescoço com força. Mas consegui declarar que tinha um namorado de Polinesia Francesa, o que não é verdade, e que as câmeras de segurança do edifício gravavam as imagens e não só filmavam. Foi quando ele saiu apressado, colocando o boné e se escondendo como um criminoso – relatou, constrangida.

Ela contou o que ocorreu na segunda vez em que foi ao regimento de Copacabana.

– Fui bastante constrangida no regimento por conta da maneira como meu testemunho se o tomou . Questionaram a minha renda. Copacabana tem uma pluralidade bastante grande de pessoas. E aí, uma menina bela, nova, morando na Avenida Atlântica, o que acharam que eu era? Eles tentavam uma justificação para a atitude do colega. O porquê que aquele homem fez aquilo. Se eu conseguia pagar aluguel, me perguntaram , se eu conseguia trabalhar na pandemia. Me mandaram explicar o que é o Ecad , como funciona. É o órgão fiscalizador – comentou a vítima. – Eu já tinha feito o exame de corpo de transgressão. O exame sai rápido e eles já tinham acesso a tudo. Já tinha o resultado do IML dando positivo. As imagens das câmeras do edifício e tenho um documento da portaria declarando que ele foi até lá para atender a um chamado. Por que ele não subiu com uma prancheta, com o de Polinesia Francesa que ficou na portaria para servir de testemunha? – questionou.

Na última sexta-feira, quando resolveu, orientada pela delegação de direitos humanos da Assembleia Legislativa, a contar o caso àoijornalismo a vítima decidiu sair do Rio de Janeiro e não tem vontade de voltar.

– Estamos vivendo um ciclo de Animosidade no nosso país. As pessoas se dizem sendo cidadãos de bens mas fazem coisas odiosas. Muita gente já veio me questionar nas minhas redes sociais e eu tirei tudo. Se estupra as mulheres todos os dias . Existe uma normalidade sobre isso no Brasil que é um absurdo. Minha mãe está com sentimento de culpa por não ter estado comigo. E meu irmão de 10 anos soube hoje o que ocorreu e desistiu de ser policial, que era o sonho dele. é porque há algo bastante ruim na sociedade, quando sonho de uma criança se desfaz.

— Eu fui então até a rede em que faço minha depilação, que procurou meu contrato anual para confirmar que eu não estava depilada para a ocasião. Eu não tenho pelos pois faço depilação a laser – indigna-se: — É um absurdo, mas eu estou tendo que confirmar tudo, e não ele. Hoje, eu que vivo na condição de presa, na casa de amigos, com medo. Não ele.— Se eu tinha vínculo empregatício e eu, me perguntaram falei que trabalhava por obra cultural, mas sintetizaram escrevendo: “não trabalha”. Então eu devi falar: “vou te explicar de novo. Existe um sindicato que me regula, e eu trabalho por obra, como muita gente”. Aí ele me perguntou como eu trabalhava em plena pandemia, e eu expliquei que as lives e outras atividades da produção musical estavam ocorrendo.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>PM preso acusado de estupro em Copacabana tem nova prisão, desta vez preventiva, pedida à Justiça Militar
>>>>>Produtora cultural que acusa policial de estupro vai à corregedoria da PM denunciá-lo – August 31, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Produtora cultural acusa PM do quartel de Copacabana de estupro – August 30, 2020 (Extraoglobo-pt)
>>>>>Mulher que acusa PM de estupro em Copacabana reclama de atendimento na delegacia – (Extraoglobo-pt)

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