Por: SentiLecto

O sargento PM Alan Marques de Oliveira, acusado de ser mandante do homicídio do jornalista e pré-candidato a vereador Leonardo Soriano Pereira Pinheiro, o Léo Pinheiro, tem o suporte do tráfico de drogas para eleger sua mulher vereadora, revela o inquérito da Polícia Civil. Faz 5 meses, executou se Pinheiro a tiros de este ano em Araruama, em a Região dos Lagos. A cirurgiã-dentista Elisabete Faria Abreu concorre pelo DEM a uma vaga na Câmara Municipal da cidade. A cirurgiã-dentista Elisabete Faria Abreu é mulher de Oliveira.

Segundo a polícia, Pinheiro foi morto porque sua pré-candidatura ameaçava a votação da mulher da PM, já que ambos tinham os mesmos bairros como redutos. De acordo com o testemunho de uma testemunha à 118ª DP , antes de ser morto, Pinheiro recebeu ameaças de traficantes da área que aafirmaramque «asomenteum pré-candidato poderia atuar no bairro, e o candidato chegado deles seria o Alan Marques». A Justiça decretou a prisão do PM, e se o capturou em este sábado.

— A ação de hoje tem como objetivo identificar pessoas que estão interferindo no pleito eleitoral deste ano. É o caso. Nessa investigação tivemos um tripé para atuar: inteligência, inquérito e ação. Investigamos o procedimento, conseguimos uni provas, preparamos a inteligência para fechar com as prisões de hoje. Pedimos ao judiciário que consentiu com as prisões e diversos mandados de busca e apreensão e conseguimos fechar essa ciclo. Agora, vai caber ao judiciário julgar os autores desse ciclo — declara o delegado Renato José Mascaranhas Perez, titular da 118ª DP.

Pinheiro, que era filiado no partido Patriota e conservava a página «A Voz Araruamense» nas redes sociais, conquistou popularidade com o projeto social «Casa da Família», no bairro de Bananeiras, onde morava o PM. O imóvel era uma espécie de centro social, em que eram feitos acontecimentos para a comunidade, como distribuição de alimentos. Testemunhas alegaram à polícia que a casa havia sido cedida a Pinheiro por traficantes. Em fevereiro de 2020, os criminosos determinaram que o pré-candidato devolvesse as chaves do imóvel e deixasse o local, argumentando que o candidato que poderia atuar no bairro era aquele apoiado pelo sargento Marques. Outra testemunha testemunha relatou à polícia que a chave da «Casa da Família» foi entregue ao PM após ser devolvida por Pinheiro.

Na resolução que determinou a prisão de Marques, o juiz Rodrigo Leal Manhães de Sá, da Vara Criminal de Araruama, alegou que há «indícios de envolvimento dos delatados com o tráfico e com a milícia».

O inquérito do crime, entretanto, Faz 10 dias, só foi deduzida com o testemunho de uma testemunha-chave prestado em a delegacia de a cidade em o último. No relato, o homem conta que presenciou o momento em que o PM Marques, lotado no 35º BPM , chama Cleisener Vinicio Brito Guimarães, o Kekei — também preso neste sábado —para «matar alguém». Na ocasião, a testemunha declara ter visto que os dois estavam «em uma Fiat Palio Modelo Pit Bull, 4 portas, cor preta, sendo que ambos saíram com roupas camufladas, toucas ninja e fitas adesivas para modificar a placa do veículo». A caracterização bate com o veículo utilizado no crime e os trajes do atirador, descritos por testemunhas oculares. O homem ainda contou que, ao regressarem da realização, o PM e seu cúmplice deram detalhes sobre a dinâmica do crime: «mandaram a vítima se ajoelhar e efetuaram três tiros na cabeça dela».

No dia do crime, Léo Pinheiro fazia uma entrevista no bairro Parati para a página que quando Marques e Guimarães chegaram ao local, conservava na internet. Kekei, que em seguida a dupla escapou, saltou do veículo, obrigou que o repórter ajoelhasse e o executou. Neste sábado, os agentes apreenderam duas armas, dois carros e um jetski, que foram encontrados nas casas dos presos.

O sargento Alan Marques é um personagem conhecido na política de Araruama. Faz 4 anos, ele tentou se eleger vereador por o PSD, em 2016, mas conseguiu somente 787 votos. Dois anos depois, o PM se candidatou a deputado estadual. Desta vez pelo Avante, Alan obteve somente 2.399 votos e também não se elegeu.

Procurada, a Polícia Militar não desejou informar em qual regimento Alan está lotado atualmente. A corporação restringiu-se a declarar que vai abrir um Inquérito Policial Militar para apurar o comportamento do agente.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY NEGATIVE

Countries: Portugal, Nigeria

Cities: Lagos, Guimaraes

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>PM preso por homicídio de jornalista tinha suporte do tráfico para eleger mulher, revela inquérito
>>>>>Polícia prende dois suspeitos de matar jornalista, pré-candidato a vereador em Araruama – October 24, 2020 (Extraoglobo-pt)

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