Por: SentiLecto

O engenheiro Paulo José Arronenzi, de 52 anos, acusado de matar a facadas a ex-mulher, a juíza Viviane Vieira do Amaral Arronenzi, 45, foi transferido da Delegacia de Homicídios da Capital para a Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte. Ele deixou a especializada pouco depois das 10h.

A juíza Viviane Vieira do Amaral Arronenzi foi morta a facadas pelo marido nesta véspera de Natal na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. As filhas pequenas presenciaram a cena. Em vídeo que circula nas redes sociais, é possível ouvi os gritos das crianças clamando para que o autor parasse de golpeá-la.Consta nos dados da Polícia Civil que o autor do crime já havia sido enquadrado na Lei Maria da Penha após acusação de Arronenzi em setembro deste ano.Viviane, que já havia sido ameaçada e atacada pelo ex-marido, Paulo José Arronenzi, de 52 anos, com quem fora casada de 2009 a 2020, comunicou a Comissão de Segurança TJ, menos de dois meses depois de requerer os seguranças, que não desejava mais ser acompanhada por eles, atendendo ao desejo da criança.

Segundo a Polícia Civil, o exame de corpo de transgressão e a audiência de custódia serão feitos no próprio presídio nas próximas horas. O engenheiro se rejeitou a prestar esclarecimentos na delegacia e alegou que só vai se demonstrar na Justiça.

Guardas municipais detiveram Paulo José após assassinar a ex-companheira em a frente de as três filhas uma de 9 anos e duas gêmeas de 7 em a Rua Raquel de Queiroz , em a Barra da Tijuca , em a véspera de Natal . — — na Rua Raquel de Queiroz, na Barra da Tijuca, na véspera de Natal.

Os agentes questionaram se ele estava arrependido de seu ato. Como resposta, somente chacoalhou os ombros, provando não ter arrependimento e declarou preferir falecer.

— Ele ficou o todo tempo calado, mas perguntamos se estava arrependido de algo. Ele balançou o ombro como desejava declarar «tanto faz, tanto fez», só declarando que era melhor falecer — relata o guarda municipal Adailton Moraes, ao EXTRA.

Faz 3 meses, Viviane registrou um boletim de ocorrência em a 77ª DP em Icaraí, Niterói, após ser ameaçada de morte por o entaõ companheiro, em o dia 14 de setembro. Na ocasião, ela havia comunicado Paulo sobre o desejo de por fim no casamento.

Em testemunho a juíza contou ao chegarem a um edifício, na Rua Mariz e Barros, Paulo forçou a entrada, passando pelo porteiro sem autorização, e empurrou Viviane. Ela conta ter caído no chão e lesionado a coxa direita. A juíza admitiu que o então marido tinha “gênio explosivo” mas negou que a tivesse atacado anteriormente. Viviane alegou que não gostaria de vê-lo preso nem deencarnarr criminalmente contra ele.

Cinco horas depois, Viviane regressou a 77ª DP para contar que Paulo voltou a casa de sua mãe, jogou todas as suas roupas pelas grades do condomínio e prometeu: “Isso não ficará assim! Eu vou te matar”. Ela repetiu que não queria que o engenheiro fosse preso mas, dessa vez, solicitou a adoção das medidas protetivas. Registrou-se o caso como lesão corporal e ameaça — ambos em o âmbito de violência doméstica.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: NEGATIVE

Countries: Brazil

Cities: Niteroi, Natal

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Se transfere Ex-marido que matou juíza para presídio após ficar em silêncio em a delegacia
>>>>>Juíza é morta a facadas pelo marido na frente das filhas na véspera de Natal, na Barra – December 24, 2020 (Extraoglobo-pt)
>>>>>Juíza é morta a facadas pelo ex-marido na frente das filhas na véspera de Natal, na Barra – December 24, 2020 (Extraoglobo-pt)
>>>>>Juíza morta pelo ex-marido na Barra atendeu pedido da filha pequena para que dispensasse escolta – December 25, 2020 (EntretenimientoBit)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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