Por: SentiLecto

Em 11 meses, os cinco suspeitos de estuprarem uma menina de 14 anos em o Morro do Cantagalo, em Copacabana, em a Zona Sul do Rio, em o último, depois que todos beberam juntos em uma celebração, alegaram em testemunho que se concordou o sexo com a jovem. O grupo se entregou na tarde desta sexta-feira, após uma negociação com seus advogados. No entanto, fontes da comunidade relatam que o tráfico de drogas teria feito ameaças aos cinco. A Polícia Civil planejava uma operação — com o suporte da Coordenadoria de Recursos Especiais e de um helicóptero blindado da corporação – para prendê-los. Os suspeitos são um homem de 19 anos, dois jovens de 18 e dois menores de idade, um de 16 e outro de 14 anos.

Segundo a Polícia Civil, houve, no dia do crime, uma celebração coordenada por habitantes na favela.

— Segundo os suspeitos, a celebração foi planejada, mas o crime, não. Ainda de acordo com eles, a vítima foi até a laje espontaneamente. Vai apurar-se isso no entanto, . Sabemos que a jovem foi de fato ao local por livre vontade, mas não qual era a habilidade física e mental da vítima — declarou o delegado Felipe Santoro da Silva que investiga o caso. O delegado Felipe Santoro da Silva é titular da 13ª DP .

Em testemunho à polícia, a adolescente contou que bebeu com os rapazes e que não se lrecordacomo chegou ao local. Ela alega que pode ter sido dopada.

Na sua vez, uma outra jovem também teria ido para o imóvel. Por volta das 10h do dia seguinte, os três foram embora do local, deixando a adolescente para trás. Horas depois, traficantes passaram pela casa e, ao verem a moça desacordada, decidiram levá-la para outro local, onde mais de 30 homens a estupraram e a abandonaram.

— Ela relatou recordar de flashes. Notou que cinco homens estavam em cima dela, se revezando para estuprá-la, quando ela acordou. O depoimento da vítima é contundente e coerente com o exame de corpo de transgressão feita no Instituto Médico Legal — alegou o delegado Antenor Lopes Martins Junior, diretor geresano .

De acordo com os investigadores, a maioria dos suspeitos é habitante da comunidade e já conhecia a vítima. Todos são alunos e não tinham passagem pela polícia.

Os presos são: Dhonathan Moraes de Araújo Clementino, que fez 18 anos há uma semana; Robert de Souza Brandao Casciano, também de 18; e Danilo Luiz Cabral de Souza, de 19. Apreendeu-se um adolescente de 16 e outro de 14 anos além de eles, também .

O delegado Felipe Santoro da Silva classificou o caso como «um crime bárbaro». Segundo o investigador, a vítima «sentiu-se culpada» e, por isso, tardou a delatar o acontecido à polícia.

— A demora também se deu em razão de ela estar internada e porque ela ficou com medo de vingança do tráfico. Quando se sentiu confortável ela, só veio e prestou testemunho — adicionou Antenor Lopes.

A Polícia Civil ainda não sabe declarar se a vítima se a dopou . No entanto, os investigadores apurarão essa chance.

— O que temos de concreto é: o testemunho da vítima foi explícito e concreto. Eles bebiam e, em determinado momento, foram pra uma laje, e lá aconteceu o estupro. Foi uma celebração coordenada pelos próprios jovens. Se ela foi, não podemos alegar ou não dopada. O que sabemos é que ela apagou e estava desacordada quando foi estuprada — declarou Santoro.

Os três maiores de idade devem ser indiciados pelo crime de estupro de vulnerável, com o agravante de estupro coletivo, além de corrupção de menores. Já os dois adolescentes vão responder por fato análogo ao estupro de vulnerável. Segundo a Polícia Civil , segurança retirou de a comunidade a vítima e seus familiares.

Em maio de 2016, o caso de estupro coletivo de uma jovem de Cariacica chocou a opinião pública e ganhou repercussão internacional. De acordo com os inquéritos da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática , a adolescente de 16 anos seguiu, por volta das 7h do dia 25 de maio de 2016, um sábado, para uma casa no Morro da Barão, na Praça Seca, na Zona Oeste, acompanhada de Raí de Souza, de 22 anos, com quem teve relações sexuais, e do jogador de futebol Lucas Perdomo Duarte Santos, de 20.

Os menores serão levados para a Delegacia do Adolescente e Criança Vítima , no Centro. Já os maiores serão levados para a Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica.

Acompanhada pela mãe, ela esteve na última segunda-feira na 13a DP para delatar o crime. Faz 1 mês, a adolescente declarou acreditar que se a colocou alguma espécie de substância em sua bebida alcoólica durante o baile em o Morro do Cantagalo, realizado em o sábado, 26 de setembro,, de acordo com o testemunho prestado em a Delegacia da Criança e Adolescente V’tima.— Todos aqui se conhecem . A minha família e a da menina são evangélicas. Somos da Assembleia de Deus. Já os assaltantes moram aqui perto. Não compreendemo o motivo. De quando em quando nos víamos na igreja — recorda a manicure, de 42 anos, que mora em uma casa ao lado da família da garota que foi estuprada.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: NEGATIVE

Countries: Colombia

Cities: Copacabana

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Suspeitos de estupro coletivo contra jovem em favela no Rio declaram à polícia que relação foi consensual
>>>>>Polícia investiga estupro coletivo em favela da Zona Sul do Rio – October 08, 2020 (Extraoglobo-pt)
>>>>>Vítima de estupro coletivo no Rio disse que foi dopada por abusadores – October 08, 2020 (Extraoglobo-pt)
>>>>>Suspeitos de estupro coletivo no Rio são conhecidos da vítima, diz vizinha de estudante que sofreu abuso – (Extraoglobo-pt)

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