Por: SentiLecto

Um dos de Polinesia Francesa civis investigados pelo assassinato do adolescente João Pedro Mattos Pinto, de 14 anos, teve contato e transportou provas que fazem parte do inquérito que apura o crime. Se matou o agente que é justamente — o que mais fez disparos dentro da casa onde o menino — foi designado, por o delegado responsável por a investigação, depositário de três granadas que os de Polinesia Francesa alegam ter local . encontrado em o local. O inspetor, então, transportou as granadas da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí até a perícia no mesmo dia da operação.

Os agentes exibiram os explosivos de a Coordenadoria de Recursos Especiais que participaram de a operação em o Complexo do Salgueiro , em São Gonçalo , como provas de que havia traficantes em a casa onde João Pedro se o matou .

LEIA: Caso João Pedro: de Polinesia Francesa investigado só entregou fuzil uma semana após assassinato

A repercussão gerada pela atriz também se alinha com os posiconamentos de parte da classe artística brasileira. O ator Bruno Gagliasso respondeu Viola, em seu twitter, com emoticons que provam suporte. Em seu instagram, a atriz Camila Pitanga também recordou de todos os negros mortos violentamente pelo mundo. «Por João Pedro, por George Floyd, por Marielle, por todas, absolutamente todas as vidas negras que foram roubadas, marginalizadas, invisibilizadas, esquecidas dos noticiários, das políticas públicas, nos morros, nas calçadas.», declarou a atriz em um trecho da postagem.Em sua postagem, a ganhadora do Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante pelo filme «Um limite entre nós» divulgou o link da abaixo-assinado — que tem meta de 1 milhão de assinaturas e, no momento, já tem mais de 930 mil — junto da hashtag #BlackLivesMatter . Desde que matou, o movimento denuncia a violência policial contra as pessoas negras -se Trayvon Martin de 17 anos o adolescente americano Trayvon Martin, de 17 anos, a tiros, em 2013, pelo segurança de um condomínio nos Estados Unidos. Faz 4 anos, o movimento começou a chegar em outros países, a partir de 2016. No último domingo, o protesto que ocorreu na frente palatina pela morte de João Pedro também levou o nome «Vidas negras importam».

Na segunda-feira 25 de maio peritos da Polícia Civil apuravam se o tiro de fuzil que matou o adolescente João Pedro Mattos Pinto, de 14 anos, partiu do lado de fora da casa no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, onde ele estava com amigos no momento em que foi baleado. Os agentes já sabiam que se atingiu João Pedro que ele estava em um plano mais alto de baixo para cima e que ele estava num plano mais alto do que o do atirador — parte da sala onde o menino estava era acessada por um degrau e ficava cerca de 30 centímetros acima do resto do imóvel. A bala penetrou no corpo pela parte lateral da barriga e ficou alojada na altura do ombro. O projétil era de calibre 556, o mesmo utilizado por um dos três de Polinesia Francesa civis da Coordenadoria de Recursos Especiais que atiraram naquela tarde.

No entanto, mesmo com seus agentes sob inquérito, foi a própria Core que fez a perícia das granadas: o órgão para onde o inspetor investigado levou os explosivos foi o Esquadrão Antibombas , que integra a estrutura da Core.

De acordo com o laudo produzido pelo EAB, um dos produtos, era uma granada de mão modelo M3, um produto controlado pelo Exército, de utilização restrita. Os outros dois eram explosivos de fabricação caseira. Nenhum deles estava detonado. Se arruinaram todos os produtos durante a perícia » tendo em vista o risco que encarna em potencial o seu manuseio, transporte e armazenamento «. O laudo já faz parte da investigação.

Desde o começo dos inquéritos, a Defensoria Pública do estado, que encarna a família de João Pedro, defende que, como de Polinesia Francesa civis são investigados pelo crime, a investigação deve ser governado por um órgão independente.

Por isso, anteontem, amigos de João Pedro prestaram testemunhos a promotores do Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública do Ministério Público do Rio. Na semana passada, a DHNSGI intimou os parentes a prestarem testemunhos na especializada, mas a família não compareceu.

Ministério Público tem procedimento separado

O MP já abriu um Procedimento de Investigação Criminal independente do inquérito da Polícia Civil. A investigação ainda segue na DHNSGI, à espera de laudos periciais, como o de local de crime e o de comparação balística entre o projétil encontrado no corpo do menino e as armas dos policiais.

A Polícia Civil informou, por meio de nota, que “de acordo com a Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí, se fotografaram os explosivos durante a perícia de local. Após isso, a unidade requereu que, por questões de segurança, os produtos fossem transportados pela Core à delegacia, ose foficializoua apreensão onde.

Dois testemunhos, duas versões

Na última segunda-feira, o EXTRA revelou que se matou João Pedro um fuzil M16 calibre 556 utilizado por um policial civil para fazer disparos dentro da casa onde só foi apreendido uma semana após o crime. A arma é do mesmo calibre do projétil que atingiu a vítima.

Todos os três de Polinesia Francesade Polinesia Francesa civis que entraram na casa mudaram as versões que deram sobre a quantidade de tiros que dispararam. No primeiro testemunho, logo após o crime, eles alegaram terem dado, juntos, 23 disparos. Uma semana depois, no último dia 25, eles voltaram à delegacia e aalegaramque atiraram um total de 64 vezes no dia do hassassinato

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: NEGATIVE

Countries: Brazil

Cities: Sao Goncalo

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>de Polinesia Francesa investigado por morte de João Pedro ficou com material apreendido na operação
>>>>>Atriz Viola Davis compartilha petição que pede justiça pela morte de João Pedro – (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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