Por: SentiLecto

A Delegacia de Homicídios da capital pretende indiciar Thiago da Silva Folly, o TH no Complexo da Maré, pela morte do menino Kauã Vitor da Silva, atingido na cabeça na madrugada desta quinta-feira por um disparo de arma de fogo feito por um jovem recentemente aliciado por criminosos da região. O TH é chefe do tráfico de drogas da Vila dos Pinheiros. A polícia tem que indiciar também o jovem autor do tiro. Mas, segundo a DH, informações ainda não confirmadas dão conta de que traficantes assassinaram ele após o tiro que teria , que teria sido acidental.

Faz 5 meses, mais uma calamidade tirou a vida de um menino em uma comunidade de o Rio. Kauã Vitor da Silva, de 11 anos, faleceu após levar um tiro na cabeça na madrugada desta quinta-feira, dia 25, no Complexo da Maré, na Zona Norte. Ajudou-se o garoto em a Unidade de Pronto-Atendimento da Maré, e levado por volta das 2h ao Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro da cidade. No entanto, ele não resistiu aos ferimentos e morreu.Faz 5 meses, mais uma calamidade tirou a vida de um menino em uma comunidade de o Rio. Kauã Vitor da Silva, de 11 anos, faleceu após levar um tiro na cabeça disparado por um adolescente na madrugada desta quinta-feira, dia 25, no Complexo da Maré, na Zona Norte. Se ajudou o garoto em a Unidade de Pronto-Atendimento da Maré, e levado por volta das 2h ao Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro da cidade. A Secretaria Municipal de Saúde confirmou que ele não resistiu aos ferimentos e faleceu esta manhã.

– Estamos investigando o suposto homicídio do autor do tiro. E indiciaremos TH dentro do princípio da teoria do domínio final do fato. Ou seja, o criminoso chefe daquela comunidade responde por todos os crimes acontecidos na região – explicou o delegado titular da Delegacia de Homicídios da capital, Daniel Rosa. – E ainda vamos tentar escutar parentes da vítima.

O diretor do Departamento Geral de Homicídios e Proteção à Pessoa , delegado Antônio Ricardo, ddeclarouque a polícia pretende fazer uma reprodução simulada do crime no local onde aocorreu na Vila dos Pinheiros. Para isso, por conta da resolução do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal , de proibir operações policiais em comunidades durante a pandemia, deverá comunicar ao Ministério Público do Rio, num prazo de até 72 horas após a realização da reprodução, as justificativas para a ação policial.

Uma testemunha acusou o delegado Duarte de ter mudado o testemunho que ela prestou na DHNSGI no dia do crime. A testemunha é uma adolescente que presenciou o momento em que se baleou o amigo. Ela alegou, no segundo testemunho que deu sobre o caso, ao Ministério Público do Rio, que a versão que deu sobre os fatos na DH não bate com o que se o registrou em o papel: segundo a testemunha, diferentemente do que consta no testemunho, ela não alegou que viu criminosos na casa no dia em que João Pedro foi morto.

– Não vamo medir esforços para investigar esse crime. Vamos indiciar o chefe do tráfico local pela morte dessa criança e fazer uma reprodução simulada – declarou o delegado.

Na manhã desta quinta-feira, uma equipe do Grupo Especializado em Locais de Crimes da DH da Capital foi até o Hospital Municipal Souza Aguiar para tentar escutar parentes do menino, cujo corpo ainda está lá. Se o encontrou mas ninguém .

A polícia pede a quem estava próximo do local do crime que faça uma acusação anônima através do telefone 2333-6393, da DH, que atende 24 horas.

No testemunho que a testemunha prestou em 18 de maio, assinado por Duarte e por ela, consta que a menor «viu através da cortina criminosos armados com armas longas, pulando o muro e entrando dentro de casa». A versão beneficia os três agentes da Core investigados pelo crime, pois corrobora os relatos que eles deram — todos afirmam que trocaram tiros com traficantes dentro da casa.

Uando o outro jovem passou a manusear uma arma que disparou, parentes do jovem contaram a policiais militares de plantão na clínica que ele brincava próximo à sua casa, na Vila dos Pinheiros, q atingindo a cabeça do menino.O Disque-Denúncia oferece R$ 1 mil por informações que levem à captura de TH, de 31 anos. São atribuídos a ele pelo menos dez crimes, entre os quais tráfico de drogas, assassinatos e corrupção de menores.

A nota prossegue: «A Secretaria de Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro reafirma seu compromisso com a garantia da liberdade e direitos dos cidadãos de bem que vivem oprimidos por organizações criminosas atuantes em comunidades, como o caso do Complexo da Maré, e comportar-se com todo o rigor para retirar de circulação esses bandidos».

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Delegacia de Homicídios vai fazer reprodução simulada no local do tiro que matou garoto de 11 anos na Maré
>>>>>Delegado é afastado de reprodução simulada do caso João Pedro – June 24, 2020 (Extraoglobo-pt)
>>>>>Menino de 11 anos morre após ser baleado na cabeça no Complexo da Maré – June 25, 2020 (Extraoglobo-pt)
>>>>>Menino de 11 anos morre após ser baleado na cabeça por adolescente no Complexo da Maré – June 25, 2020 (Extraoglobo-pt)

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