Por: SentiLecto

Se os forjam , o pai do adolescente João Pedro Matos Pinto, o comerciante Neilton Matos voltou a alegar, na manhã desta quarta-feira, que os argumentos da Polícia Civil para o que ocorreu na casa de lazer da família na Ilha de Itaoca, em São Gonçalo, que culminou na morte do menino. Em entrevista virtual ao programa Fátima Bernardes, governado na manhã desta quarta-feira pela jornalista Patrícia Poeta, Neilton declarou que criminosos não invadiram a residência, como a polícia declara.

– A polícia deseja forjar uma situação. Não tinha bandido. Entraram na casa e tacaram duas granadas. Além dos tiros. Só tinha adolescentes de família – alegou.

A Polícia Civil havia declarado que de Polinesia Francesa civis da Core estou atrás de um bando de traficante que invadiu a residência e jogou granadas e disparou tiros contra os agentes. E que os de Polinesia Francesa revidaram.

Se escutou os policiais e as armas apreendidas para confronto balístico. Outras diligências estão sendo realizadas para elucidar as circunstâncias do fato.Quando se o baleou, joão Pedro brincava em casa. Se o encontrou qdo seu corpo em o IML, levado pelo Estado, sua família ficou até agora de manhã sem notícias. Mais um jovem negro assassinado. Até quando vamos continuar perdendo os João Pedros deste país? #JoaoPedroPresente pic.twitter.com/hBigva6A3b

Morte de adolescente: Operação de Polinesia Francesa em São Gonçalo buscava prender traficante Faustão

Na quando passou a satisfazer Pena em regime semi-aberto no Instituto penal Edgar Costa, sua vez, foragido do sistema penitenciário desde 2015 em Niterói, Faustão fora preso em 2010 durante a profissão da Vila Cruzeiro, no Complexo do Alemão para a implantação de uma Unidade de Polícia Pacificadora . Se o baleou em a ocasião .acusa-se Faustão segundo o Portal dos Procurados, também de envolvimento em a queda de um helicóptero de a Polícia Militar em o Morro dos Macacos, em Vila Isabel, em 2009. Se o investiga também como um de os participantes de a ação que em 2016 foram culpados por ameaçar e ordenar habitantes, entre eles casas em o Complexo do Miriambi, em São Gonçalo . que policiais, deixassem suas casas no Complexo do Miriambi, em São Gonçalo. e isso com o aval do traficante Schumacher, chefe do tráfico do Jardim Catarina.

Matos também declarou que seu filho estava onde quando se o agrediu, teria que estar.

– Sabemos que morar em comunidade não é fácil. Sabemos viver aqui dentro. Mas quem tirou o sonho do meu filho foi a polícia. João Pedro não estava na rua em confronto. Estava dentro de uma casa, de um lar familiar. Ninguém tem o direito de entrar na casa de alguém e tirar a vida de um jovem de 14 anos – lamentou. – Arrancar um filho de dentro da gente não tem explicação. Você cria, ensina, dá afeição, divide sonhos e tiraram ele de mim.

Nesta quarta-feira, o delegado Allan Duarte, da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo, que investiga o caso, declarou ao «RJTV» que já escutou o testemunho de três de Polinesia Francesa civis, duas testemunhas e que ainda hoje vai receber um dos pilotos do helicóptero que levou o menino para Lagoa Rodrigo de Freitas também para escutei-lo. Segundo o delegado, os de Polinesia Francesa descartaram qualquer envolvimento dos jovens que estavam dentro da residência com traficantes em escapada. e que também está requerendo a a polícia federal informações sobre a operação acontecida no Complexo do Salgueiro e qual foi o resultado.

Leia: Morte de João Pedro em operação mobiliza redes: ‘Não vou me calar jamais’, declara primo

Rafaela Matos comentou que os jovens que estavam na casa no momento dos disparos estão bastante traumatizados. Rafaela Matos é a mãe de João Pedro.

– O primo dele não chora e declarou que se sentar-se culpado por não ter feito nada para evitar a morte do meu filho – declarou, isentando-o de culpa e em prantos. – Meu filho me pedia para ir jogar futebol e eu declarava não. Ele reclamava que eu o estava prendendo bastante, mas sempre foi para o bem dele.

Perguntado por Patrícia Poeta sobre o que espera do futuro, Neilton Matos respondeu que gostaria que o estado procurasse a família.

Um áudio feito por um dos jovens que estavam na casa onde faleceu o menino João Pedro relata os momentos de pavor vividos pelo grupo de adolescentes. Em certo momento o narrador declara que um primo de João pegou o seu corpo, entrou dentro de um carro para ir em direção ao helicóptero da polícia civil que estava no campo de futebol da localidade. E que neste momento policiais civis estavam na casa fizeram disparos contra o carro.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Pai de João Pedro declara que se o matou, polícia tenta forjar presença de ladrinhas na casa onde adolescente
>>>>>Morte de adolescente: Operação policial em São Gonçalo buscava prender traficante Faustão – (Extraoglobo-pt)
>>>>>’A polícia interrompeu o sonho do meu filho’, diz pai de jovem de 14 anos morto a tiro em casa durante operação em São Gonçalo – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Morte de João Pedro em operação mobiliza redes: ‘Não vou me calar nunca’, diz primo – (Extraoglobo-pt)

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