Brasil é preparado para integrar centro de pesquisas de o Atlântico em os Açores

Por: SentiLecto

O Brasil está se unindo ao esforço para a construção de um Centro Internacional de Pesquisa para o Atlântico nos Açores, que pode começar a operar em 2019, segundo declarou à Agência Efe o ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab.

– O Brasil vai assinar na próxima semana com Portugal e outros 10 países memorando de entendimentos de colaboração visando a instalação de um centro internacional de pesquisas sobre o Atlântico no arquipélago de Açores. O projeto, liderado por Portugal, vai ter uma base para pesquisas espaciais, instalações para medição de radiação atmosférica e para estudos oceanográficos e de pesca. O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, que encarnará o Brasil na assinatura declarou: “O Brasil tem que participar principalmente das pesquisas ligadas a energia, estudos do oceano, mudanças climáticas e comentário da Terra”. Além de Brasil e Portugal, participam das tratativas Angola, Argentina, Cabo Verde, Colômbia, Estados Unidos, Índia, Nigéria, Espanha e Uruguai, além da Comunidade Europeia. Segundo o ministro, ainda não está definido o investimento que o Brasil vai fazer no projeto. “Vamo assinar o memorando em Florianópolis, e aí com mais formalidade começam a sair essas definições”, declarou. O documento a ser assinado aprofunda a colaboração em pesquisas no Atlântico Sul e tropical, bem como em outros mares austrais.

Na quarta-feira 08 de novembro Líder e estrela da seleção de Argentinade Argentina, Lionel Messi havia avaliado que preferia evitar enfrentar a Espanha na frase de grupos da Copa do Mundo da Rússia-2018, colocando o país como favorito ao título ao lado de Brasil, Alemanha e França.

A criação desse centro é uma iniciativa portuense, assim como Angola, Argentina, Cabo Verde, Colômbia, Estados Unidos, Índia, Nigéria e Uruguai.

Kassab declarou em entrevista à Efe que representantes desses países e da Comunidade Europeia se rvão reunirna próxima semana em Florianópolis para ddebateressa iniciativa, que pretende valer-se da posição “estratégica” do arquipélago pde Portugaldos Açores no meio do omarAtlântico.

O objetivo do encontro é debater a formalização desse Centro Internacional de Pesquisa para o Atlântico, batizado como AIR Center e que vai congregar diversas instituições científicas dos países participantes.

Embora ainda não esteja estabelecida uma data para o começo das operações do AIR Center, segundo Kassab o “programa” que se debateu até agora assinala para “um prazo de 16 meses”, o que leva ao ano de 2019.

O ministro declarou: “Desejamo uma colaboração internacional efetiva, articular as forças de diversos países e promover a troca de experiências e conhecimento em vantagem da civilização “.

Segundo Kassab, a ideia é adicionar à iniciativa pesquisadores das áreas de ciência, tecnologia e inovação para “promover um olhar realmente integrador do conhecimento” em campos como a mudança climática, energia, ciências oceânicas, espaciais e, com uma maior ênfase, realizar estudos específicos sobre o Atlântico.

O ministro de Ciência e Tecnologia evidenciou que se trata de um projeto “fundamentalmente científico, mas também econômico”, pois se vão promover estudos sobre o potencial de o Atlântico em minerais e outras riquezas.

O governo de Brasil, de fato, já investiu cerca de US$ 70 milhões em pesquisas no mar Atlântico, com as quais tenta determinar o potencial econômico de jazidas minerais situadas fora da sua plataforma continental.

A Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos autorizou esses trabalhos , que , de acordo com a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar que data de 1994 , , regula a concessão de áreas de pesquisa e eventual exploração em as águas internacionais.

Em função do resultado dessas pesquisas, que incluem estudos de efeito ambiental, o Brasil poderia buscar reservas de ferro, manganês e cobalto situadas a 1.500 quilômetros do litoral do Rio de Janeiro, em uma zona alheia a sua jurisdição marítima.

Até hoje, o IBSA autorizou essas espécies de operações em águas internacionais a um pequeno grupo de países que, além do Brasil, incluem Rússia, Noruega, França, China, Alemanha, Japão e Coreia do Sul, entre outras nações.

Fonte: EfeGeneric

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Countries: Brazil, Norway, Angola, United States, Russian Federation, Portugal, Nigeria, India, Colombia, China, Cape Verde, Argentina

Cities: Franca, Florianopolis

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Brasil é preparado para integrar centro de pesquisas de o Atlântico em os Açores
>>>>>Brasil vai integrar centro de pesquisas do Atlântico nos Açores – November 17, 2017 (Extraoglobo-pt)

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