BC regulamenta recebimento de remessa do exterior direto em reais

Por: SentiLecto

– O Banco Central regulamentou nesta quinta-feira o recebimento de remessas do exterior em reais, diretamente em conta corrente ou conta poupança, sem necessidade de operação de cotação. A medida, que visa a facilitar a operação para destinatários no Brasil, entra em forcita em 1º de novembro e vale somente para transferências pessoais que envolvam crédito de até 10 mil reais, informou o BC. Com a mudança, todos os preços da operação podem ficar por conta de quem mandar os recursos. Atualmente, quem recebe o dinheiro precisa convertê-lo em reais, tendo que negociar a taxa decotaçãoo com a instituição autorizada e arcar com ospreçoss. Em função do trâmite, até que ser deduzido o processo o destinatário fica sem saber quanto efetivamente vai embolsar. “A nova sistemática é facultativa. As instituições que desejarem operá-lavão adotaro políticas em seu relacionamento com a instituição remetente dos recursos do exterior, inclusive em relação à prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo, equivalentes àquelas atualmente exigidas pela regulamentação cambial sobre as relações internacionais entre bancos correspondentes”, derealçou BC.

– O Banco Central conservou nesta quarta-feira a taxa de juros no seu piso histórico, de 6,5 por cento, mas assinalou que aso haja piora do quadro, a atual política monetária estimulativa pode mudar à frente c conforme as incertezas ligadas às elvotaçõesêm guiando uma escalada do dólar frente ao real. O comunicado do Comitê de Política Monetária do BC declarou: “Caso o cenário prospectivo para a inflação no horizonte pertinente para a política monetária e/ou seu balanço de riscos, esse estímulo começará a ser removido gradualmente exibam piora”. No documento, o BC dimiuniu a projeção de inflação para 2018 pelo cenário de mercado a 4,1 por cento, sobre 4,2 por cento antes. Em 1 ano, a estimativa subiu a 4,0 por cento, contra 3,8 por cento anteriormente, para 2019. Em pesquisa Reuters, 39 de 40 economistas já esperavam que a taxa ficasse inalterada nesta reunião do Copom, a última antes da definição do próximo presidente brasileiro. O único voto dissidente, do Societe Generale, calculava elevação de 0,25 ponto percentual, a 6,75 por cento. – O Banco Central conservou nesta quarta-feira a taxa de juros no seu piso histórico, de 6,5 por cento, mas assinalou que aso haja piora do quadro atual, pode subir os juros à frente c conforme as incertezas ligadas às elvotaçõesêm guiando uma escalada do dólar frente ao real. “O Copom reitera que a conjuntura econômica ainda prescreve política monetária estimulativa, ou seja, com taxas de juros abaixo da taxa estrutural. Caso o cenário prospectivo para a inflação no horizonte pertinente para a política monetária e/ou seu balanço de riscos, esse estímulo começará a ser removido gradualmente exibam piora”, declarou o comunicado do Comitê de Política Monetária do BC. Em pesquisa Reuters, 39 de 40 economistas já esperavam que a taxa fosse conservada pela quarta reunião consecutiva do Copom, a última antes da definição do próximo presidente brasileiro. O único voto dissidente, do Societe Generale, calculava elevação de 0,25 ponto percentual, a 6,75 por cento. [nL2N1VZ23R] A mudança na comunicação do BC, embora esperada, encarna uma postura mais firme em relação à eventual elevação dos juros depois de o BC ter optado por se abster de dar sinalizações diante do atual nível de incertezas. [nL1N1UY09I] No comunicado, a autoridade monetária também passou a ver um cenário menos favorável para a inflação. Agora, avaliou “que diversas medidas de inflação subjacente são encontradas em níveis apropriados, inclusive os componentes mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária”. Em agosto, pontuara que essas medidas de inflação subjacente seguiam “em níveis baixos”. Em outra frente, também avaliou que os riscos para uma inflação mais alta se aumentaram, com referência à ddanificaçãodo cenário externo para emergentes e à frustração sobre a copermanênciae reformas econômicas no país. A preocupação de que o ganhador da corrida presidencial não consiga implementar uma agenda de reformas econômicas para reequilibrar as contas públicas e estabilizar o endividamento magnificaram o conseqüência das perdas em mercados emergentes sobre o Brasil, levando o dólar para perto de suas máximas históricas frente ao real. O fortalecimento da moeda norte-americana pode aumentar os custos de importados e agilizar a inflação, embora o desemprego aumentado e a alta habilidade ociosa das companhias deva restringi esse repasse. Nesta quarta-feira, o BC repetiu que se eles afetarem outros custos ou expectativas, a política monetária só reagirá aos movimentos cambiais. Também voltou a cogitar que os conseqüência desses choques podem ser mitigados pelo grau de ociosidade na economia e pelas expectativas de inflação ancoradas nas metas. O BC reduziu a projeção de inflação para 2018 pelo cenário de mercado a 4,1 por cento, sobre 4,2 por cento antes. Em 1 ano, a estimativa subiu a 4,0 por cento, contra 3,8 por cento anteriormente, para 2019. Na pesquisa Focus mais recente, feita pelo BC junto a uma centena de economistas, a expectativa é de que a inflação vai fechar este ano em 4,09 por cento, indo a 4,11 por cento no ano que vem. O centro da meta oficial do governo para 2018 é de 4,50 por cento e, para 2019, de 4,25 por cento, sendo que para ambos os anos há margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. – O Banco Central conservou nesta quarta-feira a taxa de juros no seu piso histórico, de 6,5 por cento, mas assinalou que aso haja piora do quadro atual, pode subir a Selic à frente c conforme as incertezas ligadas às elvotaçõesêm guiando uma escalada do dólar frente ao real. “O Copom reitera que a conjuntura econômica ainda prescreve política monetária estimulativa, ou seja, com taxas de juros abaixo da taxa estrutural. Caso o cenário prospectivo para a inflação no horizonte pertinente para a política monetária e/ou seu balanço de riscos, esse estímulo começará a ser removido gradualmente exibam piora”, declarou o comunicado do Comitê de Política Monetária do BC. Em pesquisa Reuters, 39 de 40 economistas já esperavam que a taxa fosse conservada pela quarta reunião consecutiva do Copom, a última antes da votação do próximo presidente brasileiro. O único voto dissidente, do Societe Generale, calculava elevação de 0,25 ponto percentual, a 6,75 por cento. A mudança na comunicação do BC, embora esperada, encarna uma postura mais firme em relação à eventual elevação dos juros depois de o BC ter optado por se abster de dar sinalizações diante do atual nível de incertezas. No comunicado, a autoridade monetária também passou a ver um cenário menos favorável para a inflação. Agora, avaliou “que diversas medidas de inflação subjacente são encontradas em níveis apropriados, inclusive os componentes mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária”. Em agosto, pontuara que essas medidas de inflação subjacente seguiam “em níveis baixos”. Em outra frente, também avaliou que os riscos para uma inflação mais alta se aumentaram, com referência à ddanificaçãodo cenário externo para emergentes e à frustração sobre a copermanênciae reformas econômicas no país. A preocupação de que o ganhador da corrida presidencial não consiga implementar uma agenda de reformas econômicas para reequilibrar as contas públicas e estabilizar o endividamento magnificaram o conseqüência das perdas em mercados emergentes sobre o Brasil, levando o dólar para perto de suas máximas históricas frente ao real. O fortalecimento da moeda norte-americana pode aumentar os custos de importados e agilizar a inflação, embora o desemprego aumentado e a alta habilidade ociosa das companhias deva restringi esse repasse. “Uma depreciação razoável, acima do platô atual, poderia levar o Banco Central a comportar-se ampliando a taxa de juros. Essa depreciação não vista como provisória. Ou seja, desde que o mercado avalie com ceticismo a execução de um ajuste fiscal no Brasil”, alegou o economista-chefe do Santander, Mauricio Molan. Ele ressalvou, contudo, que o cenário do Santander é de que não vai haver alta de juros até o fim do ano. Em 1 mês, a próxima reunião de o Copom ocorrerá de outubro, após a possível execução de o segundo turno de o pleito presidencial, em 28 de outubro. Para a economista-chefe da Rosenberg, Thaís Zara, o BC fez um seguro para subir os juros, se necessário, embora não tenha mencionado este percurso como o mais provável. “A mutável chave nessa resolução vai ser a cotação: se ele progredir bastante mais do que os 4,15 reais admirados no cenário de juros e cotação constante, a projeção para 2019 tende a se afastar bastante do centro da meta, levando-o a comportar-se”, completou ela, em nota a clientes. Nesta quarta-feira, o BC repetiu que se eles afetarem outros custos ou expectativas, a política monetária só reagirá aos movimentos cambiais. Também voltou a cogitar que os conseqüência desses choques podem ser mitigados pelo grau de ociosidade na economia e pelas expectativas de inflação ancoradas nas metas. No cenário com juros constantes no platô atual e dólar constante a 4,15 reais, o BC passou a ver a inflação subindo 4,4 por cento em 2018 e 4,5 por cento em 2019, passando do centro da meta no último caso. O alvo oficial perseguido pelo governo para o IPCA neste ano é de 4,50 por cento e, para o ano que vem, de 4,25 por cento, sendo que para ambos os anos há margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. Considerando o cenário de mercado, contudo, o BC reduziu a projeção de inflação para 2018 a 4,1 por cento, sobre 4,2 por cento antes. Em 1 ano, a estimativa subiu a 4,0 por cento, contra 3,8 por cento anteriormente, para 2019. Na pesquisa Focus mais recente, feita pelo BC junto a uma centena de economistas, a expectativa é de que a inflação vai fechar este ano em 4,09 por cento, indo a 4,11 por cento no ano que vem.

Na segunda-feira 10 de setembro – O Banco Central informou que fechou acordo com a autoridade monetária de Hong Kong para cooperação na área de fintechs, buscando especialmente o incentivo à inovação em serviços financeiros e o asuporteà expansão local de emcompanhiasnovadoras de outras jurisdições. ” esperávamo uma cooperação frutífera com Hong Kong, que era um dos principais centros de tecnologia financeira na Ásia”, havia alegado Ilan Goldfajn em nota no jornalismo. Ilan Goldfajn é o presidente do BC.”O acordo de colaboração implicava o compartilhamento de experiências e melhores práticas, e nos permitiria não somente monitorar mudanças tecnológicas nos mercados financeiros de uma perspectiva mais extensa, mas também ajustar o ambiente regulatório para modelos de negócio inovadores”, havia adicionado ele. Mais cedo neste ano, o BC havia regulamentado as fintechs de crédito, que poderiam atuar como Sociedades de Crédito Direto , realizando operações com recursos próprios, ou como Sociedades de Empréstimo entre Pessoas , que conectavam investidores a tomadores de recursos. Em entrevista recente na Reuters, Otávio Damaso também a havia afirmadoque o BC d devia regulamentaraté dezembro o funcionamento do chamado “open banking” e a abertura de contas correntes de companhias por canal digital, como parte dos esforços para incentivar a concorrência no sistema bancário brasileiro. Otávio Damaso é o diretor de Regulação do BC.O open banking dava o poder de acesso e manejo de dados bancários aos clientes, em vez de ser posse dos bancos como era hoje. Desde que tenham tecnologia, na prática, isso abria espaço para que adversárias ou fintechs ofereçam serviços como financiamento e cartão de crédito, por exemplo para se conectarem ao banco no qual o cliente tem conta.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: POSITIVE

Countries: Brazil

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>BC regulamenta recebimento de remessa do exterior direto em reais
>>>>>BC mantém juros em 6,5%, diz que pode retirar estímulo gradualmente à frente – (Extraoglobo-pt)
>>>>>BC mantém juros em 6,5%, diz que pode subir juros se quadro piorar – (Extraoglobo-pt)
>>>>>BC mantém Selic em 6,5%, diz que pode subir juros se quadro piorar – September 19, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Presidente do BC do Japão diz que não vai remover estímulo até alcançar meta de inflação – (Extraoglobo-pt)

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