Bradesco vê mais crescimento e menor pressão sobre cotação em 2019

Por: SentiLecto

– O Banco Bradesco atualizou suas previsões para a economia de Brasil e passou a calcular crescimento maior do Produto Interno Bruto em 2019 e diminuição da taxa de cotação tanto neste quanto no próximo ano. A equipe de economistas chefiada por Fernando Honorato Barbosa colocou na balança os fatores a favor e contra o crescimento econômico e deduziu que os positivos estão se sobressaindo, o que justificava ter aumentado a previsão de expansão no próximo ano para 2,8 por cento, de 2,5 por cento antes. O banco chama a atenção para a melhora nas condições financeiras, com destaque, entre outros, para o crescimento do PIB no terceiro trimestre mais próximo de 0,5 por cento, queda do risco-país e apreciação da cotação, “levando as condições financeiras novamente para um platô expansionista – ainda que inferior ao do início do ano.” Os fatores negativos mencionados foram a perspectiva de desaceleração da economia argentina e obstáculos fiscais nos estados e ausência de conseqüência expansionistas como o FGTS e PIS. “É importante evidenciar que a melhora das condições financeiras e menor risco é dependente da implementação de uma agenda de reformas consiste com o endereçamento dos principais desafios do país”, argumentou o Bradesco. Em 2 anos, o Bradesco também diminuiu sua previsão para a taxa de cotação a 3,70 reais tanto em o final de 2019 quanto e 3,80 reais, respectivamente. “Os fundamentos das contas externas ainda mencionam um ‘valor justo’ para a moeda abaixo de R$/US$ 3,70, mesmo diante da maior incerteza mundial, mas esses platô dependem de uma maior alocação vinda dos estrangeiros e da progressão da agenda de reformas.” O banco não promoveu mudanças nem nas projeções de inflação –4,4 por cento neste ano e 4,25 por cento em 2019–, e também conservou a previsão sobre a trajetória da taxa de juros, considerando como mais provável o começo da elevação do Selic no segundo trimestre em passos de 0,25 ponto percentual, com a taxa atingindo 8 por cento ao final do próximo ano. Economistas de mercado escutados semanalmente pelo Banco Central esperam uma inflação de 4,40 por cento em 2018 e 4,22 por cento no ano seguinte. A estimativa para a taxa de cotação é de 3,70 reais neste ano e 3,80 no fim de 2019. A pesquisa Focus mostra, ainda, expectativa de Selic a 8 por cento no fim do ano que vem.

– As perspectivas do mercado para a inflação neste ano voltaram a cair, enquanto os economistas que mais acertam as previsões passaram a ver a Selic mais, com recuo nas contas para a alta dos custos gerenciar baixa em 2019, na primeira pesquisa Focus do Banco Central realizada após o triunfo de Jair Bolsonaro na votação presidencial. O levantamento divulgado nesta segunda-feira mostrou que a expectativa agora é de uma inflação de 4,40 por cento em 2018 ante 4,43 por cento estimados na semana anterior, com os custos gerenciar subindo 7,55 por cento, de 7,68 por cento anteriormente. Em 1 ano, a expectativa para a alta de o IPCA permaneceu em 4,22 por cento, com a inflação de os gerenciar em 4,80 por cento. O centro da meta oficial para este ano é de 4,50 por cento e, para 2019, de 4,25 por cento. A margem de tolerância para ambos os anos é de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. Se adaptou a perspectiva em o Focus, para o dólar este ano a 3,70 reais de 3,71 reais anteriormente, permanecendo em 3,80 reais para 2019. Para a economia, não houve mudanças nas projeções de um crescimento do Produto Interno Bruto neste ano de 3,36 por cento e de 2,50 por cento em 2019. Esta foi a primeira pesquisa realizada semanalmente pelo BC junto a mais de 100 economistas com projeções feitas depois do segundo turno da votação à Presidência da República, no dia 28 de outubro. Bolsonaro defendeu compromisso com a responsabilidade fiscal, em discurso ecoado pelo economista Paulo Guedes, que vai comandar o Ministério da Fazenda no novo governo, alegando que vai buscar zerar o déficit fiscal e vai colocar a reforma da Previdência como prioridade. Ainda que não mudou a perspectiva de que a Selic concluirá este ano a 6,5 por cento e 2019 a 8 por cento, o levantamento do BC mostrou. O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, também vê a taxa básica de juros a 6,5 por cento em 2018, mas Em 1 ano, diminuiu a conta a 7,5 por cento, de 7,88 por cento em a mediana de as projeções. – O Banco Central alegou nesta terça-feira que a inflação acumulada em 12 meses deve Em 1 ano, se aumentar, recuando então em direção à meta ao longo do próximo ano, conforme ata do Comitê de Política Monetária divulgada nesta terça-feira. O BC, contudo, não provou preocupação com a esperada progressão de custos na economia, numa indicação de que o movimento não deve levá-lo a subir os juros tão cedo apósoatriunfoa de Jair Bolsonaro na corrida presidencial terdiminuídoo temores de uma alta do dólar sobre o real. O BC no documento, indicando que vai seguir acompanhando essa trajetória declarou: “Ajustes de custos relativos parecem ter contribuído para aumentar a inflação para níveis compatíveis com as metas em contexto com expectativas ancoradas, o que não deveria constituir risco para a manutenção da inflação nesses níveis após deduzidos os referidos ajustes”. No documento, o BC também alegou que já teria que estar claro que não há relação mecânica entre choques que produzem ajustes de custos relativos e a política monetária, razão pela qual irá excluir esta mensagem a partir da próxima reunião do Copom, “com o entendimento que isso não deveria ser interpretado como mudança de sua maneira de condução da política monetária”. Na semana passada, o BC conservou a taxa básica de juros em seu piso histórico de 6,50 por cento ao ano e cogitou que houve alguma melhora em seu balanço de riscos, corroborando apostas no mercado de que não vai subir a Selic num horizonte próximo, embora tenha conservado a porta aberta para fazê-lo se houver piora no quadro inflacionário. Repetiu-se a mensagem em a ata em esta terça-feira. Em pesquisa Reuters, 40 de 42 economistas já esperavam que o BC deixasse os juros inalterados, o que aconteceu pela quinta reunião consecutiva do Copom, a primeira após a execução das votações presidenciais. Jason Vieira em nota avaliou: “Reforçamos nossa projeção de manutenção da atual taxa até ao menos o primeiro trimestre de 2019, quando finalmente serão conhecidos em sua compleição a nova equipe econômica e os planos de governo que podem animar a economia ao ponto de se necessitar a retirada dos estímulos”. Jason Vieira é o economista-chefe da Infinity Asset. Na ata, o BC foi um pouco mais direto sobre o quadro que passou a ver ao assinalar que, em relação ao cenário doméstico, houve diminuição de incertezas, que produziu redução dos prêmios de risco embutidos nos preços de ativos brasileiros. ” contribuiu para diminuição do grau de assimetria no balanço de riscos para a inflação. Não obstante essa melhora, os membros do Copom deduziram que os riscos altistas para a inflação seguem com maior peso em seu balanço”, alegou o BC, em referência ao risco de frustração das expectativas sobre a permanência de reformas na economia e de danificação do cenário externo para economias emergentes. Faz 2 meses, o BC havia declarado pela primeira vez que aso houvesse piora de o cenário inflacionário, poderia subir a Selic em a frente c conforme incertezas ligadas em as votações e um movimento mundial de aversão a risco pressionavam a cotação a os valores mais altos desde a criação de o real, em setembro.gora, a chance de eventual ampliação de juros seguiu na mesa, mas parece mais distante com o agradecimento que o balanço de riscos mudou para melhor. Ao longo das últimas semanas, os mercados provaram forte alívio com o favoritismo e posterior triunfo de Bolsonaro à Presidência do país, pelo fato de o capitão da reserva ter sido abraçado como o candidato reformista no embate com o petista Fernando Haddad. Faz 2 anos, a moeda norte-americana teve a maior queda percentual ante o real desde junho de 2016, para o platô de 3,70 reais, em outubro. O recuo do dólar frente ao real pode baratear importados e insumos da indústria e agricultura, reforçando a perspectiva de inflação lenta nos próximos meses. Apesar de o IPCA em 12 meses ter subido para acima do centro da meta deste ano, de 4,5 por cento, o chamado núcleo da inflação, que não leva em conta componentes voláteis, tem ficado contido, em meio à lenta recuperação econômica e desemprego eaumentado BC na ata valiou: “No que tange à inflação subjacente, nos últimos meses suas diversas medidas se eaumentarama partir de níveis considerados baixos, atingindo níveis que o Comitê julga apropriados – ou seja, de modo geral consistentes com as metas para a inflação”,.Na mais recente pesquisa Focus, feita pelo BC junto a uma centena de economistas, as perspectivas para inflação neste ano voltaram a cair, a 4,40 por cento, ao mesmo tempo em que os economistas que mais acertam as previsões passaram a ver a Selic mais diminui em 2019, a 7,5 por cento, ante 7,88 por cento anteriormente. Para o ano que vem, a projeção geral dos economistas é de um IPCA em 4,22 por cento, praticamente no centro da meta, que é de 4,25 por cento em 2019. Considerando a manutenção da Selic em 6,5 por cento e o dólar constante a 3,70 reais, o BC calcula um cenário parecido, com inflação de 4,4 por cento para 2018, 4,2 por cento para 2019 e 4,1 por cento para 2020, sendo que para o último ano o centro da meta de inflação é de 4,0 por cento. Em todos os anos, a margem para a meta é de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. O Bradesco, em nota a clientes, calculando estabilidade da Selic até o fim deste ano e elevação a 8 por cento ao fim de 2019 alegou: “As projeções de inflação divulgadas no documento estão bastante próximas das metas no médio prazo, propondo um quadro relativamente benigno para a variação de custos”.- A Selic tem que permanecer inalterada não só no encontro de política monetária de dezembro, segundo mostram as apostas majoritárias no mercado de juros, como também em todo o ano de 2019, avaliou o banco Itaú Unibanco em novas projeções macroeconômicas divulgadas nesta sexta-feira. A instituição aumentou suas estimativas para o crescimento do Produto Interno Bruto no próximo ano e ainda diminuiu as contas para a inflação oficial e déficit primário. A aposta para a taxa de cotação também ficou menor, mas em 2018. “Dado o excesso de habilidade na economia, a visão do Copom de que os riscos para a inflação são menos assimétricos e suas previsões próximas do alvo para nos próximos anos, acreditamos que a política monetária pode estar em curso para hibernar no nível atual por algum tempo – salvo choques inesperados”, escreveu a equipe de economistas liderada por Mario Mesquita. Agora, o banco calcula que a Selic vai subir para 8 por cento somente em 2020, ao invés do segundo semestre do ano que vem, como calculava antes. Embora os economistas tenham, para o PIB, a previsão do Itaú Unibanco é de uma progressão mais rápido em 2019, de 2,50 por cento, de 2 por cento antes, sustentado por condições financeiras mais expansivas cogitado que esse cenário melhor depende da aprovação de reformas estruturais pelo Congresso. O IPCA teve sua previsão para 2019 revisada para 4,2 por cento, de 4,3 por cento antes, bem perto do centro da meta de 4,25 por cento ao ano, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. O IPCA é o índice que baliza a meta perseguida pelo Banco Central. A previsão para o déficit primário caiu para 1,3 por cento do PIB no próximo ano, de 1,5 por cento, em meio à expectativa de receitas extraordinárias. “Entretanto, a sustentabilidade da dívida exigirá melhorias nas reformas que diminuam os gastos fixos, como a reforma da Previdência”, insistiu a instituição. Já no caso do dólar, o banco diminuiu a 3,75 reais o dólar no final deste ano, de 3,90 reais antes, “refletindo a percepção do mercado de menores incertezas rondando a implementação de reformas”. Em 2019, no entanto, a instituição conservou o nível de 3,90 reais anteriormente calculado.

Na segunda-feira 29 de outubro – O mercado aumentou as perspectivas para a produção industrial neste ano e no próximo enquanto os economistas que mais acertam as projeções na pesquisa Focus do Banco Central voltaram a aumentar a conta para a taxa básica de juros em 2019, em cenário que ainda não incorporou o resultado das votações presidenciais. A pesquisa divulgada havia mostrado que agora a expectativa era de um crescimento da produção industrial de 2,71 por cento em 2018 e de 3,14 por cento em 2019, ante 2,67 e 3 por cento respectivamente antes. Com isso, as contas para o PIB haviam sido adaptadas para cima a 1,36 por cento e 2,50 por cento, altas respectivamente de 0,02 e 0,01 ponto percentual. O levantamento ainda não havia levado em consideração o resultado da votação presidencial em que Jair Bolsonaro havia saído vitorioso, dado que havia sido fechado na sexta-feira. O capitão da reserva do Exército, de 63 anos, havia sido eleito presidente da República e em seu primeiro pronunciamento havia prometido respeitar a Constituição, fazer um governo democrático e unificar o Brasil. Para a inflação, a projeção de 2018 havia passado a 4,43 por cento, de 4,44 por cento, enquanto que para 2019 havia permanecido em 4,22 por cento. O centro da meta oficial para este ano era de 4,50 por cento e, para 2019, de 4,25 por cento. A margem de tolerância para ambos os anos era de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. No Focus, a perspectiva para o dólar este ano havia caído a 3,71 reais, de 3,75 dólar no levantamento anterior, mas para o ano que vem havia continuado em 3,80 reais. Ainda que não havia mudado a perspectiva de que a Selic concluiria este ano a 6,5 por cento e 2019 a 8 por cento, o levantamento semanal com uma centena de economistas havia mostrado. O Top-5, grupo dos que mais acertavam as previsões, também continuava vendo a taxa básica a 6,5 por cento este ano, mas para o próximo havia aumentado a estimativa a 7,88 por cento na mediana das projeções, de 7,75 por cento antes.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Bradesco vê mais crescimento e menor pressão sobre cotação em 2019
>>>>>Economistas reduzem projeção para inflação este ano a 4,4%, com pressão menor de administrados, mostra Focus – November 05, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Ilan defende câmbio flutuante e reservas para proteger economia brasileira de choques externos – November 04, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>Ex-ministro Joaquim Levy é sondado para equipe econômica de Bolsonaro – November 02, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>Inflação em 12 meses deve ter pico no 2º tri de 2019, mas depois convergir à meta, diz BC – November 06, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>Itaú revisa estimativas e agora prevê Selic inalterada em 6,50% em 2019 e mais crescimento – November 09, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Inflação em 12 meses deve ter pico no 2º tri de 2019, diz BC em ata do Copom – November 06, 2018 (Extraoglobo-pt)

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