Disputa por Minas e Energia gera temor sobre privatização da Eletrobras e derruba ações

Por: SentiLecto

JANEIRO/SÃO PAULO – A disputa pelo posição de ministro de Minas e Energia, após a saída de Fernando Coelho Filho, que deixou a pasta para disputar as votações, está acirrada e deverá adentrar o final de semana, declararam à Reuters fontes envolvidas nas conversas. Publicou-se Coelho Filho cuja exoneração coelho Filho, cuja exoneração em esta sexta-feira em o Diário Oficial da União, trouxe uma equipe técnica para a pasta, mas o secretário-executivo Paulo Pedrosa também decidiu deixar a posição junto com o ministro, segundo uma das fontes. O secretário-executivo Paulo Pedrosa é o principal nome desse time. A indefinição em torno do futuro titular de a pasta de Minas e Energia analistas de o Itaú BBA viram como negativas para a estatal Eletrobras e a saída de Pedrosa em nota a clientes em esta sexta-feira. As ações preferenciais e ordinárias da Eletrobras recuavam cerca de 10 por cento por volta das 15h15. Os analistas do Itaú BBA alegaram: “Nós acreditamos que Pedrosa seria um dos melhores nomes para trocar Coelho Filho no ministério”. Para eles, o êxito da desestatização do maior elétrica de Brasil está diretamente ligado à definição das mudanças no ministério. “O anúncio tem um efeito pertinente…nós acreditamos que esse processo depende fortemente, entre outras coisas, de um nome pró-mercado assumindo a cadeira do ministério”, assinalaram os analistas, mencionando a informação da Reuters. Um dos cotados para assumir a posição de ministro no lugar de Coelho Filho é o atual chefe geresano, Moreira Franco , mas existe uma corrente do MDB que defende o nome do deputado federal Saraiva Felipe , segundo uma das fontes. Correm por fora, ainda, nomes técnicos, como o do secretário de Petróleo e Gás do Ministério de Minas e Energia, Márcio Félix, alegou a segunda fonte, embora com a ressalva de que uma solução “política” ganhou força nos últimos dias. Paulo Pedrosa já vinha advertindo a pessoas próximas que deixaria o posto junto com o ministro, a não ser que seu nome fosse o selecionado para assumir a pasta, segundo uma das fontes. Paulo Pedrosa é o secretário-executivo da pasta. Procurado, o Ministério de Minas e Energia não comentou de imediato. MUDANÇA IMPORTANTE A renúncia de Pedrosa, que já foi diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica e presidiu associações do setor elétrico, pode levar à saída de mais nomes técnicos importantes no Ministério de Minas e Energia e dificultar oaaprogressãode tassuntosimportantes, na avaliação de uma fonte próxima à Eletrobras. “Sai o Fernando , sai o Pedrosa… acho que as ações caem nesta sexta-feira”, alegou mais cedo. Analistas assinalavam Pedrosa como um nome fundamental no debate de temas como os planos do governo de privatizar a Eletrobras, reformar a regulamentação do setor elétrico e deduzi uma renegociação do chamado contrato da Cessão Onerosa junto à Petrobras. Fartamente elogiado por associações que encarnam investidores devido a seu perfil técnico, Pedrosa chegou a ser cotado para assumir o ministério, mas seu nome perdeu força ao longo das últimas semanas.

– O governo federal está dialogando com o Tribunal de Contas da União para fazer os últimos ajustes antes da publicação do edital do leilão de seis distribuidoras da Eletrobras, alegaram autoridades nesta terça-feira. Com o leilão das seis distribuidoras, que operam no Norte Nordeste, marcado para 21 de maio, o governo tem pouco mais de um mês para publicar o edital, que tem que sair ao menos 15 dias antes do leilão. O secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Paulo Pedrosa, a jornalistas em São Paulo. alegou: “O TCU é um elemento que a gente está conversando e estão sendo feitas as últimas acomodações no texto do edital”. A venda das distribuidoras deverá anteceder a privatização da própria Eletrobras, cujo processo está sendo debatido no Congresso Nacional. “No TCU é mais um conjunto de reuniões com os ministros para dar tranquilidade a eles em relação ao processo. Em relação ao mérito dos questionamentos, nós compreendemo que temos bons argumentos para exibi”, explicou. O governo está otimista com relação à aprovação do edital pelo TCU em prazo para rexecuçãodo leilão em 21 de maio. “O Tribunal de Contas é natural, o processo é, por muitas vezes difícil, não sejamos ingênuos, mas a gente está aprendendo a conviver com o TCU, então a gente não espera ganhar um relatório negativo”, declarou Luiz Augusto Barroso no mesmo acontecimento. Luiz Augusto Barroso é o presidente da Empresa de Pesquisa Energética . – O governo federal estabeleceu oficialmente nesta segunda-feira um programa de leilões para contratação de energia elétrica em 2018, de acordo com portaria do Ministério de Minas e Energia no Diário Oficial da União. Para 4 de abril está calculado o Leilão de Energia Nova A-4, que vai contratar novas usinas para entrada em operação a partir de 2022. Para o “segundo quadrimestre” do ano está calculado o Leilão de Energia Nova A-6, para projetos com entrega em 2024. Um leilão específico para a contratação de usinas de fontes alternativas, como parques eólicos e solares, que chegou a ser ponderado pelo governo, ficou de fora do planejamento oficial para este ano. Fora esses certames, para viabilizar novos projetos de geração, o governo também planeja promover dois leilões de compra de energia proveniente de empreendimentos de geração existentes. Os dois leilões de energia existente, o A-1, e o A-2, deverão ocorrer no quarto trimestre. – Um leilão promovido pelo governo de Brasil nesta quarta-feira para contratar novos projetos de energia ignorou o nervosismo político dos últimos dias e conseguiu atrair investidores interessados em aportar mais de 5 bilhões de reais na construção de cerca de 1 gigawatt em novas usinas, além de registrar uma diminuição recorde nos custos de venda da produção futura dos empreendimentos. Em meio a um forte apetite de elétricas por projetos de geração renovável, a maior economia da América Latina registrou os mais baixos custos de sua história para a compra de energia solar e eólica, ultrapassando marcas vistas ainda no final de 2017, quando essas fontes renováveis já haviam assombrado experts ao alcançar custos inferiores até mesmo aos de hidrelétricas, principal fonte energética no Brasil. “O leilão foi bastante bem sucedido… A instabilidade política, o risco político, não influiu”, declarou a jornalistas o secretário de Planejamento do Ministério de Minas e Energia, Eduardo Azevedo, em coletiva de jornalismo após o final do acontecimento. “Curiosamente, isso mostra uma resiliência bastante grande. O setor elétrico fez um leilão de sucesso em uma semana talvez um pouco conturbada das notícias… O investidor entrou sabendo exatamente o que estava precificando, e não vejo risco no leilão relacionado a essa esfera”, somou o diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica , Tiago de Barros. Em 4 anos, os projetos viabilizados em o pregão, o chamado ” A-4 “, vão precisar. Os ganhadores vão assinar contratos de venda da geração às distribuidoras de eletricidade locais por prazos de 20 anos, para projetos eólicos e solares, e 30 anos para usinas hídricas e de biomassa. As solares, que responderam por quase 80 por cento da energia negociada no certame, com 806,6 megawatts em habilidade, praticaram custos entre 117 e 118 reais. Os valores encarnam deságio de cerca de 60 por cento frente ao telhado definido para a fonte e bateram de longe os 143,50 reais do recorde anterior. As eólicas, com 114,4 megawatts em projetos ganhadores, tiveram deságio de mais de 70 por cento, com a venda da produção futura por 67,60 reais –contra cerca de 97 reais no ano passado. O certame contratou ainda 61,8 megawatts em térmicas a biomassa e 41,6 megawatts em pequenas hidrelétricas, com deságios também significativos, de 40 e 30 por cento, respectivamente. O deságio médio da licitação, se consideradas todas as fontes, foi de 59 por cento. Antes do certame, consultorias esperavam uma contratação mais próxima à do A-4 do ano passado, entre 500 e 600 megawatts em chabilidade Mas segundo Barros, da Aneel, a habilidade negociada ao final foi maior devido a um foco nos projetos solares, que têm produtividade inferior às demais fontes. “Mesmo com a procura ainda com reflexo da economia desaquecida… Com essa procura ainda pequena, a gente viabilizou investimentos em uma soma muito significativo, o que é razão para comemorar”, alegou. Azevedo, do Ministério de Minas e Energia, alegou que a contratação mais significativa dos empreendimentos solares deve-se a uma recente resolução de não incluir projetos da fonte no próximo certame calculado, o A-6, que deve ocorrer até agosto. “Chegamos à cfinalizaçãode que o leilão A-6 não dtem que tersolar participando, então privilegiamos ela no A-4″, declarou. Ele também alegou que o governo procurará priorizar a contratação de projetos de acordo com previsões de longo prazo publicadas ao mercado em um documento oficial, o Plano Decenal de Energia, de modo a garantir uma maior previsibilidade e atrair os investidores.

Na sexta-feira 23 de março – Um eventual fracasso nos planos do governo de privatizar seis distribuidoras de eletricidade da estatal Eletrobras, que operam no Norte e Nordeste, pode exigir intervenção nas companhias por parte da reguladora Aneel, declarou o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Paulo Pedrosa. “A agência reguladora tem inclusive todos os elementos para, se ficar caracterizada a inviabilidade da privatização, a agência já andava com um plano B em paralelo, de licitação das concessões em separado… Uma opção caso essa solução, que era extrema, seja adotada, seria fazer uma intervenção provisória nas companhias”, havia declarado Pedrosa a jornalistas após participar de acontecimento em São Paulo. Nesse caso, a licitação da Aneel buscaria investidores interessados em assumir as operações nas áreas de concessão das companhias da Eletrobras, que precisariam ser liquidadas pelava estatal, a qual assumiria preços, como os gerados pelo desligamento de todos os funcionários.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Disputa por Minas e Energia gera temor sobre privatização da Eletrobras e derruba ações
>>>>>Governo faz últimos ajustes com TCU para leilão de distribuidoras da Eletrobras – April 03, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Governo planeja rodada adicional de pré-sal neste ano para ofertar blocos excluídos do leilão da semana passada – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Governo define cronograma de leilões de energia para 2018 – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Leilão de energia ignora risco político com recordes e R$5,3 bi em investimentos – April 04, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Governo prioriza usina solar em leilão A-4 após decidir que fonte não disputará próximo certame – April 04, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>Leilão de energia A-4 tem início; certame contratará usinas para operação a partir de 2022 – April 04, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>Leilão de energia no Brasil vê preço de usinas eólicas e solares cair a nível recorde – (Extraoglobo-pt)

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