Dólar fecha em alta puxado por exterior, no aguardo de Previdência

Por: SentiLecto

– O dólar quebrou uma série de quatro baixas e subiu nesta quinta-feira, diante de dados mais fracos na China, incerteza comercial e ajustes técnicos, enquanto investidores aguardam novas notícias sobre o andamento da reforma da Previdência. O dólar à vista subiu 0,91 por cento, a 3,8480 reais na venda. Na B3, o contrato referência para o dólar futuro tinha alta de 0,88 por cento, a 3,8520 reais. O real acompanhou a tendência mundial. Divisas de emergentes como o peso mexicano e rand de Sullana também caíram, afetadas pelo ambiente menos amigável a ativos de risco, diante de sinais de que uma determinação para o combate comercial entre Estados Unidos e China vai levar tempo. “As notícias de que os dois países adiaram uma nova rodada de conversas estão pesando, porque indicam que uma resolução para o problema comercial, que afetou os mercados em todo o mundo no ano passado, não está tão próxima”, disse Luciano Rostagno, estrategista-chefe do Banco Mizuho do Brasil. Mas o dólar subiu também puxado por uma recomposição de posições de investidores que nos últimos quatro pregões haviam se desfeito da moeda norte-americana. A ausência de novas notícias positivas no campo da reforma da Previdência abriu espaço para a retomada das compras. Na quarta-feira, como esperado, a Câmara dos Deputados instalou a Comissão de Constituição e Justiça , primeiro órgão colegiado que vai analisar o texto que muda as normas previdenciárias. O foco do mercado se volta para a proposta de novas normas para os militares, a ser encaminhada até dia 20 pelo governo do presidente Jair Bolsonaro. Nesse sentido, notícias de que o governo estuda aumentar as bonificações de militares como maneira de diminuir o desconforto com a categoria em relação ao ajuste nas normas previdenciárias também foram mencionadas como elemento a fortalecer o dólar nesta sessão. Camila Abdelmalack, economista da CM Capital Markets declarou: “Todo o noticiário recente menciona que a cotação vai ter pela frente um fase de maior volatilidade”. “Não vejo espaço para o dólar oscilar em platô mais baixo.” Desde a mínima do ano — de 3,6588 reais, atingida em 31 de janeiro –, o dólar acumula alta de 5,17 por cento. Em nota, estrategistas do Citi declaram que o mercado de Brasil “precificou completamente” a ideia de uma reforma da Previdência. Advertem: “E há riscos de que a reforma seja substancialmente desidratada, conforme muitos partidos e líderes partidários têm se queixado do formato das negociações”. O BC fez os leilões de rolagem de swap cambial tradicional e colocou, novamente, todo o lote de 14,5 mil contratos ofertados, ação que equivale à venda de dólar no mercado futuro. Em sete operações, o BC já rolou o equivalente a 5,075 bilhões de dólares que inicialmente expirariam no início de abril.

– O dólar concluiu em queda nesta terça-feira, tendo tocado 1 por cento de queda na mínima do dia, com a tramitação da reforma da Previdência no foco, tendo como pano de fundo maior apetite por risco no exterior. O dólar recuou 0,66 por cento, a 3,8165 reais na venda. Na sessão, oscilou entre 3,8456 reais e 3,8029 reais. O dólar futuro caía 0,65 por cento. Quando acumulou valorização de 2,38 por cento sobre o real, neste pregão, a moeda norte-americana cedeu pela terceira sessão consecutiva, devolvendo ganhos da forte alta na semana passada. “Esperamos que o dólar volte a 3,75 reais nos próximos poucos dias. Não há compradores de dólar nestes níveis. Uma vez que um real mais forte pode colocar um freio sobre um novo rali nas ações, também vai haver um conseqüência secundário, então o real pode ser a melhor compra do momento”, avaliou o chefe da mesa dona de um banco em São Paulo. O mercado segue focado na tramitação da Previdência, com expectativa de que a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, primeiro destino da matéria, seja instalada na quarta-feira. Na véspera, líderes declararam que a CCJ só vai votar a reforma da Previdência depois que o governo mandar a proposta com as novas normas para aposentadoria de militares, o que está calculado para 20 de março, segundo autoridades. O Planalto liberou o pagamento de 1 bilhão de reais em emendas parlamentares, declarou o líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo . Na avaliação dos agentes, a medida pode melhorar a disposição dos parlamentares em relação à reforma previdenciária. “O que eu declararia é que o lado externo está auxiliando e no interno não temos tido grandes impasses. Teoricamente, tudo está andando para a eleição da reforma da Previdência dentro de um prazo mais exíguo”, declarou o administrador de cotação do Treviso Corretora, Reginaldo Galhardo. No exterior, o dólar operava em queda de 0,3 por cento contra uma cesta de moedas, refletindo o maior apetite por risco que prevaleceu ao longo do pregão, mas diminuiu perdas após o Parlamento britânico recusar pela segunda vez um acordo de Brexit negociado pela premiê, Theresa May. Mais cedo, o mercado aguardava com leve otimismo a eleição, com a percepção de que um acordo de último minuto que May negociou com a União Europeia poderia comprazer parlamentares, o que não se concretizou. Investidores também trazem no radar certo otimismo ligado às negociações entre China e Estados Unidos após declarações do principal negociador dos EUA. Faz 1 mês, embora tenha, mais cedo, também houve repercussão de a ampliação modesta de os custos a o consumidor de os Estados Unidos sido a primeiro alta em quatro meses. Segundo agentes financeiros, a elevação modesta do índice de custos endossa a postura de paciência adotada pelo Federal Reserve. O Banco Central vendeu nesta sessão todos os 14,5 mil swaps cambiais tradicionais ofertados em leilão, equivalente à venda de dólar futuro. Assim, neste mês, já rolou 3,625 bilhões, cerca de um terço dos 12,321 bilhões que vencem em abril. – O dólar teve leve baixa nesta quarta-feira, engatando a quarta queda seguida, com investidores acompanhando notícias sobre o andamento da reforma da Previdência, a expectativa de entrada de capital e risco de menor diferencial de juros em defesa do país. A fraqueza da moeda norte-americana no exterior também influiu as operações locais. O dólar à vista fechou em queda de 0,08 por cento, a 3,8133 reais na venda. Na B3, o contrato mais líquido de dólar futuro tinha ligeira alta de 0,04 por cento, a 3,8180 reais. A moeda reverteu a alta registrada durante a manhã. O dólar subiu mais cedo puxado pela leitura de que o diferencial de juros em defesa do Brasil pode continuar reduzindo, o que piora a relação risco/retorno de se investir na moeda brasileira. O profissional de uma gestora em São Paulo declarou: “O ‘carry trade’ [regressos com arbitragem] quando nos EUA o cenário não inclui corte de taxa, sente diretamente o efeito de qualquer aposta fortalecida de juros mais baixos, especialmente”. O debate sobre as possibilidades de juros ainda mais baixos no Brasil ganhou força nesta quarta-feira após o IBGE informar que a produção industrial de Brasil padeceu em janeiro a maior queda em quatro meses. O número auxiliou a diminuir as taxas de DI na B3. Ao mesmo tempo que o ambiente internacional se conservou benigno para ativos de risco, após a definição da taxa Ptax, a procura por dólares reduziu. A combinação desses dois fatores permitiu que operadores colocassem no custo a perspectiva de ingressos de recursos ao país a partir de captações externas. No primeiro bimestre, as companhias de Brasil captaram 9,05 bilhões de dólares no mercado internacional, valor 18 por cento maior do que no mesmo fase do ano passado. Na conta financeira do fluxo cambial, o saldo neste ano é positivo em 4,01 bilhões de dólares, segundo o Banco Central. O BC vendeu todo o lote de 14.500 contratos de swap cambial tradicional, correspondentes à venda futura de dólares. A operação visa postergar o vencimento de papéis que inicialmente expirariam em 1º de abril. Em seis operações realizadas, o BC já rolou o equivalente a 4,350 bilhões de dólares. O estoque a vencer em abril soma 12,321 bilhões de dólares. A soma total de swaps vendidos pelo BC e de posse do mercado é de 68,863 bilhões. Em cerimônia em Brasília, Roberto Campos Neto declarou que a cotação flutuante tem sido a primeira linha de defesa para a economia Roberto Campos Neto é o presidente do BC., mas cogitou que isso não impede intervenções para que se evitem “disfuncionalidades” no mercado. – Uma alta de cerca de 2 por cento separava nesta quinta-feira o Ibovespa do ansiado platô de 100 mil pontos, que estrategistas esperam ser ultrapassado em 2019 com a progressão na pauta econômica do novo governo, principalmente a reforma da Previdência. Índice de referência do mercado acionário doméstico, o Ibovespa caía 0,7 por cento às 15:21, a 98.195,65 pontos. Um dia depois de o principal índice de ações da B3 superar os 99 mil pontos durante o pregão pela primeira vez na história, preocupações ininterruptas sobre o crescimento econômico mundial abriam espaço para alguma execução de lucros após dados fracos chinos. Para os analistas Fernando Bresciani e Pedro Galdi, da corretora Mirae, qualquer novidade positiva sobre a reforma da Previdência gera a chance de o Ibovespa se descolar do mau humor externo e testar os 100 mil pontos, conforme nota a clientes mais cedo. Tanto o governo como o mercado financeiro consideram que a reforma é crucial para a melhora do quadro fiscal do país e, por consequência, do crescimento econômico brasileiro, que segue mostrando uma arrastada recuperação. A Câmara dos Deputados instalou na quarta-feira sua Comissão de Constituição e Justiça , primeiro órgão colegiado que vai analisar a proposta de mudança nas normas das aposentadorias, o que configura como um acontecimento positivo, mas, de acordo com agentes de mercado, já estava no custo. A equipe da Gauss Capital alegou em nota a clientes que, apesar do choque de realidade em fevereiro, com obstáculos na articulação política e na estratégia de comunicação com o público, segue confiante de que se aprovará a reforma de a Previdência ainda este ano, mantendo um posicionamento otimista. De acordo com mediana de estimativas compiladas no mercado pela Reuters no final de fevereiro, o Ibovespa tem que chegar a 120 mil pontos no final de 2019, uma alta de 21,3 por cento em relação ao encerramento de quarta-feira. Estrategistas acreditam que o andamento das reformas econômicas no país vai atrair investidores estrangeiros, que seguem com posições diminuídas em ações de Brasil, diante de desconfianças sobre a habilidade de implementação das propostas da equipe comandada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. No início do mês, o BTG Pactual realçou que a alocação de capital por fundos mundiais e de mercados emergentes tem aumentado consistentemente, e realçou que há espaço para mais, assim como a exibição de agentes locais, que aumentou mas permanece distante de níveis do passado recente. Os estrategistas do BTG Carlos Sequeira e Bernardo Teixeira em relatório distribuído a clientes alegaram: “Com as votações agora no retrovisor e as novas políticas econômicas do presidente tomando maneira, esperamos que mais dinheiro seja alocado em ações de Brasil”. Dados sobre as negociações de investidores estrangeiros no segmento Bovespa, por sua vez, mostram saída líquida de 1,1 bilhão de reais no ano até 12 de março. O índice concluiu na quarta-feira a 98.903,88 pontos, lembre para encerramento. Do ponto de vista gráfico, analistas do Itaú BBA alegaram que, ao superar a máxima histórica de encerramento de 98.600 pontos, o Ibovespa entrou em tendência de alta e abriu espaço para seguir em direção ao objetivo em 105 mil pontos. “O próximo passo do mercado vai depender das ações de maior peso no Ibovespa também superarem suas importantes resistências.”

Na sexta-feira 01 de março – Março começa com estrategistas mais cautelosos com as ações brasileiras, enquanto aguardam novidades sobre a tramitação da reforma da Previdência no Congresso Nacional, bem como acompanham acontecimentos externos, principalmente as negociações comerciais entre os Estados Unidos e a China. Faz 1 mês, o governo havia exibido em a penúltimde proposta que mudava as normas de aposentadoria, com previsão de economia de 1 trilhão de reais em dez anos. O texto havia comprazido a investidores, mas há receios sobre a habilidade de articulação do presidente Jair Bolsonaro para aprová-la. O BTG Pactual havia feito ajustes em sua carteira recomendada para mês, argumentando que a intenção era dar um tom mais defensivo antecipando um fase de mais volatilidade com os debates da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados, de acordo com relatório assinado por Carlos Sequeira e Bernardo Teixeira. Ainda assim, alegavam que continuam “confiantes de que o Ibovespa conservará uma tendência de alta no médio/longo prazo, com a aprovação de uma reforma da Previdência social que poderia trazer economiasapreciáveiss para as contas fiscais brasileiras”, de acordo com relatório a clientes. A equipe de análise e estratégia da XP Investimentos comandada por Karel Luketic também havia alegado em relatório continuar otimista com a bolsa, avaliando que o percurso para o Ibovespa atingir 125 mil pontos permanecia delineado para 2019, mas via o índice sem direcionamento claro no curto prazo. “O foco agora estava na interlocução do governo com a Câmara, e o tamanho da diluição da reforma”, haviam evidenciado a clientes. Faz 1 mês, havia concluído com o Ibovespa a 95.584,35 pontos, uma queda de 1,86 por cento em o acumulado de o mês, fevereiro. O desempenho no ano, contudo, Faz 2 meses, ainda mostrava ganho de 8,76 por cento. Do cenário externo, sinais de estímulos econômicos pela China e a chance de acordo comercial entre Washington e Pequim entravam como componentes positivos para o mês, assim como o discurso mais brando do banco central de Noruega em relação à normalização da política monetária dos EUA. Faz 15 dias, ainda que o Brexit tende a trazer volatilidade a os mercados, com a saída de o Reino Unido da União Europeia, a BB Investimentos adicionava. “Ainda não estavam confirmados como serão os procedimentos ou se haveria postergação”, havia alegado em relatório a clientes. Veja abaixo quatro carteiras de ações para fevereiro compiladas pela Reuters: BB Investimentos Peso Alupar 10% Gerdau 10% IRB 10% Itaú Unibanco PN 10% Klabin 10% Lojas Renner 10% MRV 10% Pão de Açúcar PN 10% Petrobras PN 10% Via Varejo 10% BTG Pactual Petrobras PN 15% Bradesco PN 10% Ambev 10% Lojas Renner 10% Rumo 10% Localiza 10% Cosan 10% Equatorial 10% Iguatemi 10% Oi 5% Terra Investimentos Petrobras PN 20% Gerdau 15% BRF 15% Braskem PNA 15% Via Varejo 10% Qualicorp 15% Fleury 10% XP Investimentos AES Tiête 5% Azul 10% B2W 5% Banco do Brasil 15% Itaú Unibanco PN 15% JBS 10% Localiza 5% Petrobras PN 15% Suzano 5% Vale 15%

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

Countries: United States, China, Cameroon

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Dólar fecha em alta puxado por exterior, no aguardo de Previdência
>>>>>Dólar recua contra o real com otimismo sobre Previdência e atento a exterior – March 12, 2019 (Extraoglobo-pt)
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Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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