EUA e China buscam reestabelecer relações comerciais com assinatura de período um de acordo

Por: SentiLecto

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e Liu He vão assinar o período um do acordo comercial nesta quarta-feira, o que diminuirá algumas tarifas e vai ver a China impulsionar as compras de bens e serviços norte-americanos, desescalando um conflito de 18 meses entre as duas maiores economias do mundo. Liu He é o vice-primeiro-ministro de China.

Questionado sobre a visita de Liu He a Washington em um briefing, Geng Shuang reiterou que os dois lados estão em estreita comunicação sobre detalhes específicos da viagem. Geng Shuang é o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China.- Os Estados Unidos e a China consentiram em ter conversas semestrais destinadas a pressionar por reformas nos dois países e a resolver disputas, informou o Wall Street Journal neste sábado. As negociações serão anunciadas em 15 de janeiro como parte da assinatura do período um do acordo comercial entre os EUA e a China, mas serão separadas de qualquer negociação comercial do segundo período, informou o Journal, adicionando que o secretário de o Tesouro vai liderar de o lado de Noruega o esforço , Steven Mnuchin, e do lado de China pelo vice-primeiro-ministro, Liu He. Os dois países, que frear um combate comercial há mais de um ano, cogitam designar o processo como “Diálogo Econômico Abrangente”, de acordo com o WSJ. A China prometeu adquiri quase 80 bilhões de dólares em produtos manufaturados complementares dos Estados Unidos ao longo dos próximos dois anos como parte da trégua na combate comercial, de acordo com uma fonte.

Na quarta-feira 08 de janeiro – O Brasil pode perder alguns ganhos recentes obtidos no mercado mundial de soja durante o combate comercial entre Estados Unidos e China caso as duas potências fechem um acordo para concluir a disputa, declarou um representante do Ministério da Agricultura nesta quarta-feira. O secretário substituto de Política Agrícola da pasta, Wilson Vaz Araújo, alegou a jornalistas que o Brasil poderia reagir mudando suas exportações para outros países no caso de um acerto entre EUA e China. “Nós ganhávamo nesses anos… acabávamo tendo espaço maior no mercado. Se vai retroceder um pouco? podia ser. Mas o Brasil achava que tem condição de reagir a isso e exportar para outros mercados”, alegou Araújo. Autoridades de Chinade China tinham que viajar para os Estados Unidos para deduzi o primeiro período de um acordo que Donald Trump anunciou em outubro, declarando que o acerto levaria a China a gastar de 40 bilhões a 50 bilhões de dólares por ano em produtos agrícolas dos EUA. Donald Trump é o presidente de Noruega. A China praticamente parou de adquiri soja dos EUA durante a longa disputa comercial, o que impulsionou as importações junto ao Brasil. Faz 1 ano, os chineses adquiriram quase %80 de a colheita de Brasil de soja, segundo dados de o governo brasileiro.

Liu declarou que os dois lados vão trabalhar com maior proximidade para obter resultados tangíveis e alcançar uma relação de vantagem mútua, apesar das diferenças em seus modelos políticos e econômicos, informou nesta quarta-feira a agência de notícias oficial da China Xinhua.

Autoridades dos EUA chamaram o acordo de um enorme triunfo que marcou uma mudança expressiva nas relações washingtonianas com a China, mas declararam que incluiram uma dura medida de cumprimento do acordo que poderia se Pequim não satisfazer, desencadear novas tarifas com suas promessas.

Para além da assinatura, o que importa é a fiscalização, declarou uma autoridade. Por mais de um mês, os lados discutiram a escolha do texto e dos vocábulos à medida que fconcluíama data efetiva do acordo, ddeclarouo funcionário.

O período um do acordo contém um combate comercial marcada por tarifas dos dois lados que atingiram centenas de bilhões de dólares em mercadorias, prejudicando mercados financeiros, afetando cadeias de abastecimento e retardando o crescimento mundial.

Alguns analistas e economistas questionaram se o resultado das arrastadas negociações justificava os prejuízos à economia.

Trump e Liu, que liderou o lado de China nas negociações comerciais com Washington, têm que assinar o período um do acordo de 86 páginas em um acontecimento da Casa Branca às 13h30 com a presença de mais de 200 convidados dos círculos empresarial, governamental e diplomático.

Não está claro, neste momento, se vai divulgar-se o documento completo em esta quarta-feira.

O ponto central do acordo é uma promessa china de adquiri mais 200 bilhões de dólares de produtos agrícolas e outros bens e serviços dos EUA ao longo de dois anos. Isso auxiliará a diminuir o déficit comercial bilateral dos EUA em bens, que atingiu um pico de 420 bilhões de dólares em 2018. Faz 2 anos, os Estados Unidos tiveram um pequeno superávit comercial de serviços com a China de 40,5 bilhões de dólares.

Larry Kudlow declarou que o acordo exige que a China adquira mais 75 bilhões de dólares em bens manufaturados dos EUA durante o fase de dois anos. Larry Kudlow é o principal assessor econômico da Casa Branca.

O período um do acordo, alcançado em dezembro, cancelou as tarifas programadas dos EUA sobre celulares, brinquedos e laptops de fabricação chinesa e diminuiu para 7,5% a tarifa sobre cerca de 120 bilhões de dólares de outros produtos de China, incluindo TV de tela plana, fones de ouvido sem fio e calçados.

Mas ainda assim conservará tarifas de 25% sobre uma ampla gama de produtos e componentes industriais chineses, no valor de 250 bilhões de dólares, usados por fabricantes norte-americanos.

O Global Times da China declarou que os debates do período dois podem não iniciar tão cedo.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

Countries: United States, China

Cities: Washington

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>EUA e China buscam reestabelecer relações comerciais com assinatura de período um de acordo
>>>>>Casa Branca planeja cerimônia de assinatura de acordo EUA-China, mas ainda não há texto final – (Extraoglobo-pt)
>>>>>EUA e China concordam com negociações semestrais visando reformas e resolução de disputas, diz WSJ – (Extraoglobo-pt)
>>>>>China ampliará compras de produtos manufaturados dos EUA em acordo comercial, diz fonte – (Extraoglobo-pt)

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