Expectativa para Selic este ano permanece em 6,5%; mercado vê dólar e inflação mais altos

Por: SentiLecto

– se conservaram as expectativas para a taxa básica de juros em a pesquisa Focus com economistas que ainda diminuíram as projeções de crescimento, que ainda diminuíram as projeções de crescimento e aumentaram as contas para a inflação e o dólar este ano, depois que o Banco Central mencionou piora no mercado externo e recuperação “mais gradual” da economia de Brasil neste ano. O mercado continua vendo que a Selic concluirá este ano a 6,5 por cento e 2019 a 8 por cento, mesmo cenário do grupo que reúne os que mais acertam as previsões, o chamado Top-5. Na semana passada, o BC conservou a taxa básica de juros em 6,50 por cento ao ano como esperado, mencionando, segundo experts, que não tem que mexer tão cedo na Selic. Os investidores aguardam agora a ata do encontro a ser divulgada na terça-feira em busca da mais pistas sobre o pensamento do BC. Os experts consultados no Focus aumentaram a projeção para o dólar neste ano pela segunda semana seguida, a 3,65 reais, de 3,63 reais antes. Em 1 ano, a conta permaneceu em 3,60 reais, para 2019. Em relação ao Produto Interno Bruto , as estimativas padeceram fortes diminuições — para 2018, os experts passaram a ver crescimento de 1,55 por cento e, para 2019, de 2,60 por cento, ante 1,76 e 2,70 por cento respectivamente antes. Para a inflação, a estimativa de alta do IPCA chegou a 4,00 por cento em 2018, de 3,88 por cento na semana anterior, com a conta para 2019 permanecendo em 4,10 por cento.

– O Banco Central conservou nesta quarta-feira a taxa básica de juros em 6,50 por cento ao ano, como esperado e pela segunda vez seguida, mencionando piora no mercado externo e, ao mesmo, recuperação “mais gradual” da economia de Brasil neste ano após a greve dos caminhoneiros. O BC em comunicado, em meio ao movimento que levou à forte valorização do dólar nos últimos meses aalegou “O Copom ecompreendeque dtem que pautarsua atuação com foco na evolução das projeções e expectativas de inflação, do seu balanço de riscos e da atividade econômica”.”Choques que produzam ajustes de custos relativos devem ser lutados somente no efeito secundário que poderão ter na inflação prospectiva”, adicionou. Trinta e seis de 37 economistas esperavam que o Comitê de Política Monetária conservasse a Selic agora, propondo que repetidas declarações do BC de que não havia “relação mecânica” entre a cotação e a política monetária restringiram as apostas em altas de juros, mesmo após o dólar atingir as máximas em dois anos, acima do platô de 3,90 reais. – Os custos dos alimentos e dos combustíveis dispararam em junho mais do que o esperado como resultado da greve dos caminhonheiros e pressionaram com força a prévia da inflação oficial brasileira, com a maior alta para o mês em 23 anos. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 agilizou a alta a 1,11 por cento em junho, sobre 0,14 por cento em maio, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística nesta quinta-feira. Foi a maior progressão para junho desde 1995 e ficou acima da expectativa em pesquisa da Reuters com experts de alta de 1 por cento. Nos 12 meses até maio, o índice subiu 3,68 por cento em junho, contra 2,86 por cento no mês anterior e estimativa de 3,52 por cento. Essa é a primeira vez desde janeiro que o IPCA-15 vai acima do piso da meta oficial de inflação, de 4,5 por cento pelo IPCA com margem de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Faz 1 mês, a pressão sobre os custos veio como resultado de a paralisação de os caminhoneiros em o final que afetou o fornecimento em todo o país de alimentos, combustíveis e outros insumos. que afetou o fornecimento em todo o país de alimentos, combustíveis e outros insumos. Em junho, informou o IBGE, os grupos Alimentação e bebidas, Transportes e Habitação responderam a 91 por cento pela alta do índice. Faz 1 mês, os custos de alimentos subiram 1,57 por cento após variação negativa de 0,05 por cento. Os destaques ficaram para os custos de batata-inglesa , cebola , tomate , entre outros. Faz 1 mês, já o custo de a gasolina progrediu 6,98 por cento após alta de 0,81 por cento em maio, encarnando o maior efeito individual em o índice e levando o grupo Transportes a subir 1,95 por cento em o mês, sobre queda de 0,35 por cento em o mês anterior. Faz 1 mês, em o grupo Habitação, a alta foi de 1,74 por cento, sobre 0,45 por cento com destaque para a progressão de 5,44 por cento em a energia elétrica diante da bandeira tarifária vermelha platô 2. Os conseqüência da greve, entretanto, têm que ficar concentrados em junho, com a ampliação dos custos voltando a ser contidos pelo desemprego ainda aumentado e habilidade ociosa alta, diante do quadro de atividade econômica mais fraca do que o esperado. Na noite passada, o Banco Central decidiu conservar a Selic em 6,50 por cento como esperado e pela segunda vez seguida, mencionando piora no mercado externo e, ao mesmo, recuperação “mais gradual” da economia de Brasil neste ano após a greve dos caminhoneiros. Com isso, segundo experts escutados pela Reuters, o BC mencionou que não tem que mexer tão cedo na Selic.- O principal índice acionário da B3 caía nesta quinta-feira, com a volta da precaução no exterior dando um intervalo no movimento de recuperação visto nos dois pregões anteriores. Às 11:37, o Ibovespa caía 1,53 por cento, a 71.020,5379387 pontos. O giro financeiro era de 2,2 bilhões de reais. Após um intervalo na aversão a risco, os receios em torno de um combate comercial entre Estados Unidos e China voltaram a afliçãozinha sobre os mercados mundiais. Enquanto em Wall Street, o S&P 500 tinha perda de 0,5 por cento, o índice de ações de mercados emergentes MSCI cedia 0,98 por cento. “O quadro internacional volta a ser mais negativo, com volatilidade em alta, e precaução com o combate comercial”, escreveram analistas da Guide Investimentos em nota a clientes. Localmente, o Banco Central conservou a taxa básica de juros na véspera, conforme esperado, e deixou em aberto quais seriam seus próximos passos. A equipe do Credit Suisse em nota a clientes escreveu: “Caso aconteça uma maior danificação no cenário base e a remoção da frase, o BC deu espaço para um ciclo de aperto monetário ‘para as próximas reuniões, o Comitê vê como adaptada a manutenção da taxa de juros no platô corrente’ diminuiu o comprometimento do Banco Central em conservar os juros no nível atual”. Para os economistas do banco, se a alta do dólar frente ao real persistir, o Copom deve começar a normalizar a Selic mais rápido que o esperado. No entanto, a equipe realça que a projeção de inflação para 2019 está distante do limite superior da meta e o modelo do banco menciona que o dólar deveria subir acima de 4,30 reais, conservando as outras variáveis estáveis, para que a inflação ficasse acima do telhado da meta. DESTAQUES – PETROBRAS PN e PETROBRAS ON caíam 2,78 e 3,07 por cento, respectivamente, em dia de fraqueza para os custos do petróleo no mercado internacional e tendo ainda no radar a aprovação pela Câmara dos Deputados do texto-base do projeto de cessão onerosa, mas com o deferimento da eleição dos destaques da matéria. – VALE ON cedia 1,91 por cento, em meio ao pessimismo em torno dos receios com um combate comercial entre EUA e China. – ITAÚ UNIBANCO PN recuava 1,17 por cento e BRADESCO PN perdia 2,24 por cento, pressionando o índice devido à esignificativaparticipação desses papéis em sua composição. A sessão era negativa ainda para os demais bancos, com SANTANDER UNIT em baixa de 2,49 por cento e BANCO DO BRASIL ON caindo 2,07 por cento. – ELETROBRAS PNB caía 5,37 por cento e ELETROBRAS ON perdia 4,59 por cento, liderando a ponta negativa do Ibovespa, após a Câmara dos Deputados não votar na véspera o requerimento de urgência para o projeto sobre as distribuidoras. – CESP PNB, que não faz parte do Ibovespa, recuava 3,81 por cento, após a Polícia Federal e o Ministério Público Federal deflagrarem operação para satisfazer 15 mandados de prisão como parte de um inquérito de superfaturamento em obras do Rodoanel Viário Mário Covas, em São Paulo, que teria como um dos principais alvos da operação, segundo o portal de notícias G1, Laurence Casagrande Lourenço, ex-presidente da estatal paulista responsável pelas rodovias do Estado, a Dersa, e atual presidente da Cesp.

Na segunda-feira 11 de junho – Após a greve dos caminhoneiros, que abalou o fornecimento e afetou diversos setores da economia, o mercado passou a assinalar que o Brasil aumentará menos de 2 por cento neste ano e, pela primeira vez em quase cinco meses, diminuiu as estimativas para 2019. Pesquisa semanal Focus do Banco Central divulgada havia mostrado que as projeções de crescimento do Produto Interno Bruto neste ano haviam recuado a 1,94 por cento, ante 2,18 por cento no levantamento anterior. Em 1 ano, as contas haviam sido a 2,80 por cento, suspendendo 18 semanas seguidas em que as estimativas haviam ficado em 3 por cento, para 2019. O Focus também havia mostrado que o mercado esperava menor expansão na produção industrial para 2018 e 2019, a 3,51 e 3,20 por cento, respectivamente. Até então, as contas estavam em 3,80 e 3,50 por cento. Faz 1 mês, a greve de os caminhoneiros havia e, além de afetar em repleto a economia, também havia levado o governo a anunciar medidas para diminuir os custos de o diesel com aumentado preço fiscal que também tem potencial para arranhar a confiança de os agentes econômicos,. As contas para a inflação neste ano haviam voltado a ser aumentadas pelava quartseguida. A alta do IPCA havia sido calculada agora em 3,82 por cento em 2018 e em 4,07 por cento em 2019, sobre 3,65 e 4,01 por cento, respectivamente, nanterior. Para a taxa básica de juros, não havia havido mudanças nas expectativas de que a Selic concluiria o ano a 6,5 por cento, indo a 8 por cento no final de 2019, mesmos cálculos do Top-5, grupo dos que mais acertavam as previsões. Para a cotação, também não havia havido mudanças. O mercado havia continuado vendo o dólar a 3,50 reais tanto no fim de 2018 quanto de 2019, após intensa volatilidade nos mercados ne forte atuação do BC

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Expectativa para Selic este ano permanece em 6,5%; mercado vê dólar e inflação mais altos
>>>>>BC mantém taxa básica de juros e diz que recuperação da economia será ‘mais gradual’ após greve – June 20, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>IPCA-15 sobe 1,11%, maior alta para junho em 23 anos, com greve dos caminhoneiros – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Ibovespa cai com volta de aversão a risco no exterior, após dois dias de ganhos – (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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