Falta de consenso no Cade dificulta aprovação de fusão Kroton/Estácio, declaram fontes

Por: SentiLecto

– A falta de consenso entre os membros do Conselho Administrativo de Defesa Econômica sobre os medicamentos para fusão entre Kroton Educacional e Estácio Participações cria entraves à aprovação do acordo, dFaz 20 dias, ddeclararamem esta pessoas com conhecimento direto de as negociações.Uma delas declarou à Reuters, que noticiou que as conversas entre executivos das cempresase seus advogados com a conselheira Cristiane Alkmin Junqueira Schmidt, relatora do caso no Cade, haviam se intensificado e que ela teria sinalizado como rmedicamentoa venda da Anhanguera, cadquiridaem 2013 pela Kroton, que a Kroton, inclusive já está comunicando os principais acionistas de que o negócio pode ser reprovado pelo órgão antitruste. Segundo essa mesma fonte, a Kroton sugeriu se desfazer de 250 mil estudantes em educação presencial e à distância , mas alguns conselheiros do Cade consideram a oferta insuficiente e pedem medidas mais fortes, além de pré-requisito que garantam a característica do ensino após a combinação das operações. O Cade informou mais tarde nesta quarta que o julgamento do caso entrou na pauta do colegiado da próxima quarta-feira, 28. O órgão tem até o fim de julho para deduzi o caso. Em caso de deferimento, como por conta de eventual pedido de vista, pode ser necessário convidar uma sessão extraordinária do colegiado durante o recesso de julho para concluir o julgamento. Além dos aspectos técnicos, as negociações esbarram ainda na instabilidade gerada pela crise política, que se agravou após as delações de executivos da JBS envolvendo o presidente Michel Temer, de acordo com as duas fontes. “Teve muita interferência política tanto de um lado quanto do outro”, contou uma delas, adicionando que a citação do Cade na gravação entre o empresário Joesley Batista e Temer colocaram a dinâmica de análise da autarquia em evidência. A segunda fonte, que também acompanha as negociações, reconheceu que o ambiente político tem instituído “obstáculos complementares” para aprovação do acordo. Ela adicionou, contudo, que a Kroton já endureceu o medicamento proposto e que a solução ainda não excede 15 por cento da receita combinada das companhias, descartando a chance de alienação da marca Anhanguera. Procuradas, Estácio e Kroton não desejaram comentar. O Cade informou que não se pronunciaria sobre caso ainda em análise. Do ponto de vista técnico, a segunda fonte considera que a aprovação da fusão é possível, especialmente após a portaria do Ministério de Educação que regulamenta o credenciamento e a oferta de cursos de ensino superior à distância. Entidades do setor realçam que o novo marco regulatório privilegia instituições com concepção acima da média, ao condicionar a criação de novos polos EAD à qcaracterísticado ensino ofertado, o que dtem que repercutirna dinâmica concorrencial do segmento à distância. Uma terceira pessoa familiarizada com o processo no Cade alegou que o novo marco regulatório para EAD exibido pelo MEC tende a “mudar o rumo das resoluções do Cade”. Se a aprovou por acionistas de as empresas em agosto de 2016, a compra da Estácio pela Kroton por 5,5 bilhões de reais e mandada ao Cade no fim do mesmo mês. Concorrentes e grupos de defesa do consumidor criticaram a operação que, se autorizada, instituirá uma instituição de ensino superior 10 vezes maior que o segundo maior do mercado. Faz 6 meses, superintendência-geral de a autarquia divulgou parecer classificando a operação como complexa, alimentando expectativas de que poderia usar o prazo máximo de 330 dias para avaliar de o acordo, em dezembro a. Nquanto as da Kroton perderam 7,3 por cento, em meio a especulações sobre a possível rejeição do acordo em meio à falta de consenso entre os conselheiros do Cade, as ações da Estácio despencaram 13,87 por cento nos dois últimos pregões, e.

– Faz 5 meses, o principal índice de a Bovespa operava em o azul em esta, após fechar em a véspera em o menor platô desde o começo de janeiro, mas com investidores ainda cuidadosos diante do cenário político conturbado. Às 11:46, o Ibovespa subia 0,59 por cento, a 61.127 pontos. O giro financeiro era de 1,97 bilhão de reais. A espera por uma solução da crise que atinge o Planalto desde a divulgação de conversa entre um dos sócios da JBS e o presidente Michel Temer tem deixado o mercado volúvel, com receios, principalmente, sobre o efeito da crise no andamento das reformas no Congresso Nacional. O governo padeceu na terça-feira uma derrota ao ter o parecer oficial do senador Ricardo Ferraço sobre a reforma trabalhista recusado pela Comissão de Assuntos Sociais do Senado. O cenário também não foi positivo para Temer na Justiça, que recusou sua queixa-crime contra o empresário Joesley Batista que, em entrevista à revista Época no final de semana, chamou-o de “chefe de organização criminosa”. A equipe da H.Commcor em relatório a clientes escreveu: “A preocupação do mercado agora habita no possível fim da governabilidade de Temer”. DESTAQUES – PETROBRAS PN tinha alta de 1,77 por cento e PETROBRAS ON ganhava 1,23 por cento, em uma tentativa de recuperação após a queda da véspera, em sessão também de ganhos para os custos do petróleo no mercado internacional. [O/R] – VALE PNA subia 3,08 por cento e VALE ON tinha alta de 2,88 por cento, após as perdas da véspera e em sessão de ganho para os contratos futuros do minério de ferro na China. – JBS ON progredia 1,83 por cento, entre os destaques positivos do Ibovespa. Os papéis da companhia têm padecido forte volatilidade desde a delação de seus executivos, com o mercado à espera de novidades sobre vendas de ativos. Na véspera, a companhia informou um plano de desinvestimento no valor de 6 bilhões de reais. – BRADESCO PN subia 0,87 por cento, auxiliando o tom positivo do índice devido ao peso das ações em sua composição. ITAÚ UNIBANCO PN, também de forte pertinência no índice, tinha movimento mais contido e subia 0,51 por cento. – ESTÁCIO PARTICIPAÇÕES ON caía 6,52 por cento e liderava a ponta negativa do Ibovespa, diante de receios quanto à fusão com a KROTON ON, que perdia 2,82 por cento. Segundo reportagem do jornal Valor Econômico, a chance de veto da acordo é debatida pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica e exclusivamente Cristiane Alkmin é em defesa da operação com limitações, sendo a principal delas a venda da Anhanguera, comprada pela Kroton em 2014. Cristiane Alkmin é a relatora do caso. – ALPARGATAS PN, que não faz parte do Ibovespa, subia 1,76 por cento, tendo como pano de fundo a expectativa pela venda da companhia, controlada pela holding J&F. Nesta quarta-feira, o jornal Valor Econômico noticiou que a J&F recebeu propostas de fundos de investimentos pela Alpargatas, incluindo os fundos Carlyle e Advent. Na semana passada, fontes declararam à Reuters que a Cambuhy Investimentos e a GP Investments estão entre as ecompanhiasde investimento que consideram fazer uma oferta pela fabricante de roupas edesportivase de calçados.

Na segunda-feira 05 de junho – O julgamento da fusão entre a Kroton Educacional e a Estácio Participações pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica foi protelado para o dia 28 de junho, após a relatora do caso na autarquia sinalizar duros medicamentos para aprovação do acordo, declararam à Reuters fontes com conhecimento direto do atema A expectativa era de que o negócio fosse julgado na sessão de 7 de junho, mas o caso não constava na agenda divulgada pelo Cade para o dia. Como o prazo para a autarquia julgar o caso se concluiria em 27 de junho e a próxima sessão neste mês aconteceria somente no dia 28, o Cade havia devido prorrogar por 30 dias a data limite para julgamento, havia explicado à Reuters um advogado especializado em atemasconcorrenciais. Mais cedo, a pilar Radar publicada no jornal O Globo havia declarado que o deferimento havia sido feito a pedido da Kroton. Procurada pelava Reuters, a companhia havia informado que não se pronunciaria a respeito. As conversas entre os executivos e seus advogados com a conselheira Cristiane Alkmin Junqueira Schmidt, que era relatora do caso no Cade, se haviam intensificado nas duas últimas semanas, haviam declarado à Reuters duas fontes próximas das negociações. Segundo elas, a relatora estaria adotando postura dura nas negociações e já teria sinalizado medicamentos mais amargos que a venda de todo o ensino à distância da Estácio para aprovar a fusão entre as ecompanhias Uma dessas fontes havia contado à Reuters que a conselheira c havia chegado a propora venda da Anhanguera, acompradapela Kroton em abril de 2013, ou até mesmo de toda a marca Estácio. Tanto Kroton quanto Estácio não haviam desejado comentar o tema. “Só faria sentido uma solução que injetasse um participante capaz de concorrer com a Kroton”, havia comentado o advogado especializado em temas concorrenciais. De acordo com ele, além da venda de ativos, o Cade ainda tinha que cobrar compromissos comportamentais, como pré-requisito de característica de ensino, para liberar o negócio. Havendo acordo entre as partes, a companhia resultante da fusão teria entre seis e oito meses para se desfazer dos ativos escolhidos como medicamento, explicou o advogado. Faz 9 dias, a aquisição de a Estácio pelava Kroton por 5,5 bilhões de reais havia sido e submetida a o Cade em o dia 31 de aquele mesmo mês. Concorrentes e grupos de defesa do consumidor haviam criticado a operação que, se autorizada, instituiria uma instituição de ensino superior 10 vezes maior que o segundo maior participante do mercado. Faz 6 meses, superintendência-geral de a autarquia havia divulgado parecer classificando a operação como complexa, alimentando expectativas de que poderia usar o prazo máximo de 330 dias para avaliar de o acordo, em dezembro a. Às 16:15, as ações da Estácio caíam 7,5 por cento, liderando as baixas do Ibovespa, enquanto as da Kroton recuavam 3,8 por cento.

Públio Papínio Estácio, conhecido como Estácio foi um poeta da Roma Antiga.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Falta de consenso no Cade dificulta aprovação de fusão Kroton/Estácio, declaram fontes
>>>>>Bovespa ensaia recuperação e sobe 0,6%, mas cautela com cena política persiste – (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

Id Entity Positive Negative Named-Entity Total occurrences Occurrences (appearances)
1 Cade 90 0 ORGANIZATION 11 o Cade: 7, O Cade: 2, (tacit) ele/ela (referent: O Cade): 2
2 Kroton 0 0 ORGANIZATION 8 (tacit) ela (referent: a kroton on): 1, a kroton on: 1, a Kroton: 6
3 Reuters 0 0 ORGANIZATION 8 Reuters: 1, a Reuters: 7
4 por_cento 0 0 NONE 8 2,82 por_cento: 1, 0,87 por_cento: 1, 1,83 por_cento: 1, 6,52 por_cento: 1, 0,51 por_cento: 1, 1,76 por_cento: 1, 7,3 por_cento: 1, 13,87 por_cento: 1
5 eu 0 20 NONE 6 (tacit) eu: 6
6 operação 0 100 NONE 5 a operação como complexa: 2, a operação: 2, operação: 1
7 Kroton 0 0 PERSON 5 Kroton_Educacional: 1, Kroton: 4
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9 bradesco pn 130 0 OTHER 4 itaÚ unibanco pn também de forte relevância em o índice e: 1, bradesco pn: 1, pn: 2
10 companhias 80 0 NONE 4 ambas as companhias: 1, as companhias: 1, a empresa: 2