Ficamos também desapontados com crescimento da economia, declara Campos Neto

Por: SentiLecto

– O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse nesta quinta-feira que houve decepção em relação aa performance recente da economia e evidenciou a necessidade de endereçamento da questão fiscal no país para o regresso do investimento. “Nós indicamo na ata e indicamo na linguagem oficial que ficamos também desapontados com o resultado do crescimento. Inclusive indicamo o vocábulo ‘retomado’, o que significa que a gente acha que ele foi parcialmente suspendido”, declarou ele, em audiência na Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional. Campos Neto alegou que não existe país de inflação e juros baixos que tenha o cenário fiscal desarrumado. Após as votações, existia a expectativa de que o quadro fiscal seria depressa enderaçado no Brasil, realçou ele, adicionando que o mercado está no processo de esperar as reformas. “Incertezas continuam no ar, isso explica um pouco esse adiamento da decisão de investir”, afirmou.

– Roberto Campos Neto sublinhou nesta quinta-feira que a aprimoramento do cenário fiscal é fundamental para eventual corte dos juros básicos, ao assinalar que o último ciclo de afrouxamento se deu na esteira da aprovação da norma do telhado de gastos, que restringiu o crescimento das despesas na inflação. Roberto Campos Neto é o presidente do Banco Central.Ele a parlamentares, ao participar de audiência pública na Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional. alegou: ” mostra o quão importante é o cenário fiscal para a queda de juros”. Durante sua fala inicial, Campos Neto repetiu mensagem recente do BC, de que o processo de recuperação gradual da atividade econômica padeceu interrupção no fase recente, mas que o cenário básico da autoridade monetária admira sua recomeçada adiante. Mesmo com a piora da economia, o balanço de riscos para inflação segue simétrico na avaliação do BC.

Na segunda-feira 22 de abril – A estimativa de crescimento econômico do Brasil neste ano voltou a ser diminuída com força na pesquisa Focus que o Banco Central divulgou nesta segunda-feira, com um ritmo esperado para a indústria bem mais fraco. O levantamento semanal havia assinalado que a expectativa para o Produto Interno Bruto em 2019 agora era de um crescimento de 1,71 por cento, de 1,95 por cento nanterior, na oitavseguida de diminuição. O cenário para a produção industrial em 2019 havia padecido forte piora, com as contas para o crescimento do setor passando a 1,70 por cento, de 2,30 por cento antes. Em 1 ano, a perspectiva para o PIB também havia sido piorada, com os analistas consultados vendava agora uma expansão de 2,50 por cento, 0,08 ponto percentual a menos do que em o levantamento anterior. Entretanto, o crescimento da produção industrial havia permanecido sendo calculado em 3 por cento. Em relação à inflação, o levantamento m havia mostradoque agora a expectativa é erade uma alta do IPCA em 2019 de 4,01 por cento, de 4,06 por cento antes. Para o próximo ano permanecia o cálculo de inflação de 4 por cento. O centro da meta oficial de 2019 era de 4,25 por cento e, de 2020, de 4 por cento, ambos com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. Ainda que o cenário para a política monetária não havia mudado apesar do cenário de crescimento mais fraco, a pesquisa semanal com uma centena de economistas havia mostrado com a taxa básica de juros Selic calculada este ano no atual piso histórico de 6,5 por cento, indo a 7,5 por cento em 2020. Essa era a mesma perspectiva adotada pelo Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY NEGATIVE

Countries: Brazil

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Ficamos também desapontados com crescimento da economia, declara Campos Neto
>>>>>Campos Neto ressalta que melhoria do cenário fiscal é importante para eventual queda nos juros – May 16, 2019 (Extraoglobo-pt)

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