Governo central tem déficit primário de R$16 bi em novembro, mas deve satisfazer meta com folga em 2018

Por: SentiLecto

– O governo central, formado por Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social, teve déficit primário de 16,206 bilhões de reais em novembro, revertendo dado positivo visto um ano antes, que havia sido impulsionado por receitas extraordinárias com leilões. O resultado, divulgado nesta quinta-feira pelo Tesouro, veio pior que o rombo de 15,4 bilhões de reais projetado para o mês por analistas, segundo pesquisa da Reuters. Faz 1 ano, o superávit havia sido de 1,261 bilhão de reais, em novembro de 2017. Mesmo assim, o governo segue no percurso de satisfazer com folga a meta de déficit primário, fixada em 159 bilhões de reais para este ano. Faz 1 mês, o déficit de o governo central adicionou 88,473 bilhões de reais, recuo de 17,9 por cento, já descontada a inflação, sobre igual etapa de o ano passado, de janeiro a novembro. Em 12 meses, o saldo negativo foi a 111,0 bilhões de reais. O governo já vinha repetindo que via boa margem para satisfazer o objetivo, auxiliado por recursos empoçados, ou frear, que se os liberaram para pagamento, mas que não foram executados pelas pastas na Esplanada por uma série de amarras e vinculações. Faz 1 mês, o empoçamento ficou em 12,2 bilhões de reais, assinalou o Tesouro que realçou, que a folga ” não reduz o desafio fiscal brasileiro cuja superação passa,, necessariamente, por reformas que estabilizem a dinâmica de as despesas compulsórias, em novembro e pela geração de resultados primários positivos que coloquem a dívida pública bruta do governo geral em trajetória decrescente”. Em outra frente, o órgão indicou em nota que a realização de gastos compulsórios neste ano também deve ser menor que a programada, redundando numa diferença que pode ser superior a 10 bilhões de reais ao fim de 2018. O Tesouro declarou: “Junto com o empoçamento, redundaria em um excesso de meta de resultado primário entre 20 e 30 bilhões de reais para o governo central”. Este vai ser o quinto déficit primário consecutivo do país quadro agravado pela ininterrupta alta de gastos compulsórios, com destaque para os ligados na Previdência e na folha de pagamento. O quinto déficit primário consecutivo do país é fruto do forte descasamento entre receitas e despesas.Faz 1 mês, OVEMBRO De um lado, a receita líquida caiu 10,4 por cento, em termos reais, a 99,377 bilhões de reais, afetada por a forte base de comparação, já que em o mesmo mês de 2017 houve o ingresso de 12,1 bilhões de reais por o leilão de quatro usinas hidrelétricas. As despesas, por sua vez, tiveram uma ampliação real de 5,4 por cento em novembro sobre igual mês do ano passado, a 115,583 bilhões de reais, influídas pela concessão de créditos extraordinários associados à política de ssubvençãoao diesel. Faz 1 mês, enquanto Tesouro e BC exibiram um resultado positivo em 1,762 bilhão de reais, o rombo de a Previdência foi de 17,968 bilhões de reais, em novembro.

– Faz 2 meses, a dívida pública federal brasileira aumentou 1,69 por cento sobre outubro, a 3,827 trilhões de reais, entrando finalmente em a pausa estabelecida como meta para 2018 a um mês de o ano acabar, informou o Tesouro Nacional nesta quarta-feira. Pelo Plano Anual de Financiamento , o alvo a ser perseguido pelo governo é de uma pausa entre 3,78 trilhões a 3,98 trilhões de reais para o estoque geral da dívida. Faz 2 meses, ela ainda estava em 3,763 trilhões de reais, em outubro. A dívida pública em o último mês puxou a progressão mobiliária interna que teve expansão de 1,59 por cento , , a 3,680 trilhões de reais , em função da emissão líquida de 34,49 bilhões de reais e apropriação positiva de juros de 23,20 bilhões de reais. A ampliação de 4,27 por cento da dívida externa na mesma base de comparação também cooperou, indo a 146,96 bilhões de reais. O movimento teve como pano de fundo a alta do dólar frente ao real. No último mês, a moeda norte-americana teve valorização de 3,58 por cento, após dois meses consecutivos de retração, refletindo preocupações com o crescimento mundial. Faz 2 meses, quanto em a composição de a dívida, os títulos que variam com a Selic, encarnados por as LFTs, continuaram com maior peso em relação a o total, com fatia de 35,40 por cento, acima do platô de 35,27 por cento mas dentro da faixa de 33 a 37 por cento estabelecida como meta para o ano. Enquanto isso, os títulos prefixados subiram a 32,86 por cento da dívida geral, sobre 32,51 por cento no mês anterior e uma meta de 32 a 36 por cento para o ano. Já os papéis indexados à inflação viram sua participação dreduzia 27,72 por cento, ante 28,31 por cento em outubro, sendo que a referência para 2018 é de 27 a 31 por cento. Faz 1 mês, a participação de os investidores estrangeiros em a dívida mobiliária interna caiu a 11,74, ante 11,97 por cento um mês antes, divulgou ainda o Tesouro. – Faz 2 meses, a dívida pública federal brasileira aumentou 1,69 por cento sobre outubro, a 3,827 trilhões de reais, entrando finalmente na pausa estabelecida como meta para 2018 no penúltimo mês do ano, informou o Tesouro Nacional nesta quarta-feira. Pelo Plano Anual de Financiamento , o alvo a ser perseguido pelo governo é de uma pausa entre 3,78 trilhões a 3,98 trilhões de reais para o estoque geral da dívida. Faz 2 meses, o estoque adicionava 3,763 trilhões de reais, em outubro. Questionado se a demora para ingresso na meta do PAF mencionava que o Tesouro tinha sido bastante conservador ao traçar seus objetivos, Roberto Lobarinhas afastou essa leitura. Roberto Lobarinhas é o coordenador de Operações da Dívida Pública. Declarou: “Eu acho que não se trata de ter sido conservador, se trata de o Tesouro ter esboçado uma série de cenários possíveis para o ano e ter chegado próximo a concluir o ano dentro desse cenário calculado”. Em 1 ano, ele alegou que o PAF não terá que trazer ” grandes novidades ” em termos de estratégia, pontuando que as diretrizes permanecem as mesmas, por exemplo, em termos de prefixação e alongamento de a dívida, para 2019. Ainda que o cumprimento do plano vai depender das condições de mercado, lobarinhas declarou , como de praxe. A dívida pública de a dívida total em o último mês puxou a progressão mobiliária interna que teve expansão de 1,59 por cento em novembro , , a 3,680 trilhões de reais , em função da emissão líquida de 34,49 bilhões de reais e apropriação positiva de juros de 23,20 bilhões de reais. A ampliação de 4,27 por cento da dívida externa na mesma base de comparação também cooperou, indo a 146,96 bilhões de reais. O movimento teve como pano de fundo a alta do dólar frente ao real. No último mês, a moeda norte-americana teve valorização de 3,58 por cento, após dois meses consecutivos de retração, refletindo preocupações com o crescimento mundial. [nL2N1Y51DI] Lobarinhas realçou que a presença novembro marcou ele de volatilidade , tanto em o mercado externo e um “pouco também” no mercado doméstico, tendo o combate comercial como “assunto central”. Declarou: “Um outro fator que também merece destaque é a queda no custo do petróleo, que impactou negativamente moedas de mercados emergentes e nós não fomos exceção a essa norma”. Faz 2 meses, quanto em a composição de a dívida, os títulos que variam com a Selic, encarnados por as LFTs, continuaram com maior peso em relação a o total, com fatia de 35,40 por cento, acima do platô de 35,27 por cento mas dentro da faixa de 33 a 37 por cento estabelecida como meta para o ano. Enquanto isso, os títulos prefixados subiram a 32,86 por cento da dívida geral, sobre 32,51 por cento no mês anterior e uma meta de 32 a 36 por cento para o ano. Já os papéis indexados à inflação viram sua participação dreduzia 27,72 por cento, ante 28,31 por cento em outubro, sendo que a referência para 2018 é de 27 a 31 por cento. Faz 1 mês, a participação de os investidores estrangeiros em a dívida mobiliária interna caiu a 11,74, ante 11,97 por cento um mês antes, divulgou ainda o Tesouro. Lobarinhas pontuou que a despeito dessa queda, em termos de volume os estrangeiros acumulam até novembro um crescimento de 15,8 bilhões de reais em seu estoque no ano, suspendendo saídas verificadas nos anos fechados de 2017 e 2016 . Declarou: “Acho que é resultado importante ter havido acréscimo no estoque desses investidores não-residentes, sobretudo após os resultados que tivemos em 2016 e 2017″. “Eles ampliaram o estoque, só que ampliaram em uma velocidade menor que em outros grupos, daí a participação ter diminuído”, completou. – O BNDES aprovou em dezembro dez operações, envolvendo 7,6 bilhões de reais, para investimentos em distribuição de energia elétrica em nove Estados do país, informou o banco nesta quarta-feira. Os financiamentos serão destinados para distribuidoras dos grupos Equatorial Energia, Neonergia e CPFL, controlada pela de China State Grid, segundo o banco de fomento. Os empreendimentos beneficiados estão localizados em Pernambuco, Maranhão, Bahia, Pará, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraná e Rio Grande do Sul. A Equatorial vai receber 2,56 bilhões de reais, que serão destinados na Centrais Elétricas do Pará e na Companhia Energética do Maranhão, no triênio 2018-20, para atualização tecnológica atendimento ao crescimento da base de clientes, expansão do sistema e aprimoramento da operação e da característica do serviço. Atualização tecnológica é contenção de perdas comerciais. BNDES declarou que 2,47 bilhões de reais vão ir para a Neoenergia, para investimento nas distribuidoras da Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia, da Companhia Energética de Pernambuco e da Elektro Redes, que opera em São Paulo e no Mato Grosso do Sul. O banco declarou: “Os recursos serão investidos em abastecimento de energia, diminuição do nível de estresse sobre o sistema elétrico e ampliação da disponibilidade com o abastecimento de cargas complementares das distribuidoras em suas respectivas áreas de atuação”. Já o grupo da CPFL vai receber 2,6 bilhões de reais para investir em cinco distribuidoras em São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul, visando atender o crescimento de consumidores e da procura de energia.

Na terça-feira 18 de dezembro – Os pagamentos efetivos pelo Tesouro Nacional das despesas do governo federal serão feitos no mesmo dia da ordem bancária a partir de 1º de janeiro do ano que vem, contra demora de até sete dias hoje, suprimindo a possibilidade das chamadas “pedaladas fiscais”. Em coletiva de jornalismo, Mansueto Almeida havia alegado que a mudança teria como consequência prática a não emissão de ordem bancária no fim deste ano de 32,9 bilhões de reais. Mansueto Almeida é o secretário do Tesouro. Essa ordem bancária seria feita para garantir o pagamento nos primeiros dias de 2019 de gastos previdenciários e de pessoal referentes a janeiro. Como agora haveria coincidência nos processos e a norma do telhado de gastos tem como parâmetro a data da ordem bancária, na teoria o governo passaria a contar, neste ano, com um espaço extra desta magnitude para mais despesas. Mansueto havia evidenciado, contudo, que “nenhum centavo” dessa abertura poderia ser utilizado após o ministério da Fazenda ter alinhado com o Tribunal de Contas da União e com a Controladoria Geral da União que isso não poderia ocorrer. A mudança na sistemática de pagamento seria neutra para o resultado primário, já que o pagamento efetivo já estava calculado somente para o ano seguinte, mas implicaria crescimento dos restos a pagar processados no valor de 32,9 bilhões de reais. Isso aconteceria somente nesta virada e não se repetiria nos anos seguintes, havia realçado Mansueto. Ele também havia assinalado que o Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal seria sensibilizado pelos pagamentos do governo tão logo eles aconteçam, o que ampliaria a clareza em relação ao acompanhamento dos gastos públicos por quaisquer interessados em acessar o sistema. Ao mesmo tempo, o dinheiro só sairia da Conta Única do Tesouro Nacional no dia do pagamento em questão da ordem bancária, o que faria com que deixe de ficar parado no Banco do Brasil, como ocorria antes. Com isso, o BB deixaria de ganhar cerca de 35 milhões de reais ao ano, havia estimado o Tesouro.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Governo central tem déficit primário de R$16 bi em novembro, mas deve satisfazer meta com folga em 2018
>>>>>Dívida pública federal cresce 1,69% em novembro e entra em meta estabelecida para 2018 – December 26, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>Dívida pública federal cresce 1,69% em novembro e entra no intervalo da meta de 2018 – December 26, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>BNDES aprova R$7,6 bi em financiamento para distribuição de energia em dezembro – December 26, 2018 (Extraoglobo-pt)

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