Ibovespa fecha em queda com viés negativo do exterior

Por: SentiLecto

– O principal índice do mercado acionário de Brasil fechou no vermelho nesta segunda-feira, abaixo dos 84 mil pontos, infectado pelo viés negativo no exterior, com as blue microchip Vale, Itaú Unibanco e Petrobras entre as maiores pressões de baixa. De acordo com dados preliminares, o Ibovespa caiu 1,22 por cento, a 83.848 pontos. O volume financeiro do pregão adicionava 15,5 bilhões de reais, inflado por operações ligadas ao vencimento dos contratos de alternativas sobre ações, que agitou 5,6 bilhões de reais.

– O mercado acionário de Brasil tinha uma manhã negativa nesta quinta-feira, com Petrobras entre as maiores pressões de baixa após registrar perda líquido de 5,477 bilhões de reais no último trimestre de 2017. Às 11:38, o Ibovespa caía 0,89 por cento, a 85.285 pontos. O volume financeiro adicionava 3 bilhões de reais. No exterior, o tom positivo prevalecia, com alta de commodities e das bolsas na Europa e nos Estados Unidos. A equipe da XP Investimentos declarou, contudo, que os negócios seguem afetados pelos nervosismos comerciais engatilhados pelo presidente de Noruega Donald Trump. DESTAQUES – PETROBRAS ON e PETROBRAS ON recuavam 1,92 e 0,72 por cento, respectivamente, após divulgar balanço do último trimestre de 2017, com perda líquido de 5,477 bilhões de reais, concluindo o ano passado com perda líquida de 446 milhões de reais. O conselho da Petrobras também determinou estudos para mudar política de dividendos – BRADESCO PN perdia 1,4 por cento e ITAÚ UNIBANCO PN recuava 0,61 por cento, pressionando o Ibovespa, com papéis do setor bancário como um todo em queda no índice. – QUALICORP ON recuava 3,51 por cento, antes da divulgação de seu resultado trimestral, calculado para após o encerramento do mercado nesta quinta-feira. – Faz 1 ano, BR MALLS tinha queda de 1,35 por cento, em meio com queda anual em o lucro operacional medido Ebitda adaptado para 235,4 milhões de reais. [nL1N1QX0T3 – NATURA subia 1,1 por cento, na ponta positiva do Ibovespa, após resultado do quarto trimestre, com lucro líquido consolidado de 256,8 milhões de reais. Ainda que antecipou em um ano sua meta de atingir a relação dívida líquida/Ebitda de 1,4 vez para dezembro de 2021, a fabricante de cosméticos informou , ante dezembro de 2022. – ELETROBRAS PNB e ELETROBRAS ON progrediam 1,88 e 1,49 por cento, respectivamente, tendo no radar afirmação do presidente da elétrica estatal no final da quarta-feira de que arremessará na próxima semana um terceiro programa de demissão voluntária na estatal.- O principal índice de ações da B3 fechou em queda nesta quinta-feira, com as ações da Petrobras entre as maiores pressões negativas após divulgação de balanço com perda. O Ibovespa caiu 1,30 por cento, a 84.928 pontos. O volume financeiro do pregão adicionou 12 bilhões de reais. Profissionais da área de renda mutável escutados pela Reuters não assinalaram um fator único para a queda da bolsa. Eles mencionaram, entre os fatores, a baixa de Petrobras e temores persistentes com a política protecionista do presidente de Noruega Donald Trump. Um desses profissionais também atrelou o recuo no pregão doméstico à saída líquida de estrangeiros da bolsa por 12 pregões seguidos. Faz 6 dias, o saldo positivo de estrangeiros caiu de 9,5 bilhões de reais em o fim de janeiro para cerca de 2,5 bilhões de reais até o dia 13 de março. DESTAQUES – PETROBRAS PN caiu 4,78 por cento e PETROBRAS ON recuou 2,08 por cento, após divulgar balanço do último trimestre de 2017, com perda líquido de 5,477 bilhões de reais, concluindo o ano com perda líquida de 446 milhões de reais e novamente sem dividendos. O conselho da Petrobras, contudo, determinou estudos para mudar política de remuneração aos acionistas. No ano, porém, as preferenciais da petroleira ainda sobem 32,36 por cento e as ordinárias progridem 36,7 por cento. – Enquanto ITAÚ UNIBANCO PN reverteu as perdas do início da sessão, bRADESCO PN caiu 1,45 por cento, pressionando o Ibovespa, dada a pertinente participação na composição no índice e subiu 0,47 por cento. – MARFRIG ON recuou 5,99 por cento, pior performance do índice. Em nota a clientes, estrategistas do Itaú BBA calculam que a primeira prévia da carteira teórica do Ibovespa que irá vigorar a partir de maio tem que mostrar a saída dos papéis da empresa e entrada de outras cinco. No setor, BRF ON cedeu 4,32 por cento e JBS ON caiu 3,26 por cento. – QUALICORP ON perdeu 4,04 por cento, antes da divulgação de seu balanço trimestral, calculado para após o encerramento do mercado nesta quinta-feira. Em relatório com prévia de resultados do setor de saúde, analistas do Bradesco BBI alegaram que o foco principal nos números da gerente de planos de saúde coletivos vai estar voltado para os dados de retenção de clientes na esteira da alta de custos. – Faz 1 ano, BR MALLS caiu 2,2 por cento, em meio com queda anual em o lucro operacional medido Ebitda adaptado para 235,4 milhões de reais. – NATURA reverteu os ganhos e concluiu em queda de 0,15 por cento, tendo como pano de fundo redundado do quarto trimestre, com lucro líquido consolidado de 256,8 milhões de reais. Ainda que antecipou em um ano sua meta de atingir a relação dívida líquida/Ebitda de 1,4 vez para dezembro de 2021, a fabricante de cosméticos informou , ante dezembro de 2022. – VIA VAREJO UNIT subiu 3,07 por cento, em sessão de alta de empresas com forte presença no comércio eletrônico, em meio a expectativas relacionadas aa performance de vendas no Dia do Consumidor. MAGAZINA LUIZA ON progrediu 1,45 por cento e B2W, que não está no Ibovespa, valorizou-se 5,83 por cento.- O principal índice de ações da B3 fechou praticamente estável nesta sexta-feira, em sessão marcada por forte noticiário corporativo, com destaque para o anúncio da fusão entre a Suzano e a adversária Fibria para instituir a maior produtora global de celulose de mercado. O Ibovespa concluiu com variação negativa de 0,05 por cento, a 84.886 pontos. O volume financeiro adicionou 17,4 bilhões de reais, impulsionado pelas operações com os papéis de Suzano e Fibria, além de ajustes relacionados ao rebalanceamento do índice FTSE All World, que inclui ações de Brasil. Na semana, o Ibovespa contabilizou queda de 1,7 por cento. O analista Christian Lupinacci, da Terra Investimentos, alegou que o anúncio da fusão entre Suzano e Fibria foi um dos destaques da sessão, mas ele também atrelou a conduta do Ibovespa a movimentos relacionados ao vencimento de alternativas sobre ações que acontece na bolsa de Brasil na segunda-feira. O exercício tem entre suas séries mais líquidas papéis com pertinente peso no Ibovespa e costuma somar volatilidade ao pregão. Lupinacci ainda chamou atenção para a pouca volatilidade nos índices acionários norte-americanos, em sessão com vencimentos de contratos futuros e de alternativas em Nova York, o que auxiliou a deixar o dia na bolsa brasileira mais frear, sem uma direção firme, dada a correlação pertinente entre o mercado local e o norte-americano. DESTAQUES – SUZANO ON disparou 21,79 por cento e respondeu pelo maior volume financeiro negociado na bolsa, de 1,25 bilhão de reais, após anúncio de fusão com a adversária FIBRIA, que despencou 10,22 por cento. Fibria agitou 942 milhões de reais. Analistas do Credit Suisse alegaram em nota a clientes que, nos custos atuais, a transação era mais favorável aos acionistas minoritários da Suzano do que da Fibria. De acordo com a Suzano, a estimativa de analistas de ganhos com sinergia na fusão entre 8 bilhões e 10 bilhões de reais é conservadora. Na máxima, as ações ordinárias da Suzano saltaram 30,77 por cento, para 30,60 reais, maior câmbio intradia da história do papel. – ESTÁCIO ON saltou 8,98 por cento, em meio à repercussão favorável do resultado do quarto trimestre da cempresade ensino, com lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização aadaptadosubindo 87 por cento ante o último trimestre de 2016, para 238,4 milhões de reais, com a margem Ebitda aadaptadasubindo 12,4 pontos percentuais, para 28,4 por cento. – KROTON ON caiu 2,55 por cento, perdendo o alento mais positivo da abertura, também tendo no radar balanço trimestral, com a lucro líquido adaptado de 488,64 milhões de reais nos últimos três meses de 2017, praticamente estável em relação ao mesmo fase do ano anterior. A maior companhia de educação superior privada do Brasil declarou que está preparando as primeiras aquisições na área de ensino básico para meados deste ano. – BRADESCO PN subiu 0,26 por cento, mas ITAÚ UNIBANCO PN caiu 0,41 por cento, pesando no Ibovespa, em razão do forte participação na composição da carteira. – PETROBRAS PN subiu 0,56 por cento, após fortes perdas na véspera na esteira da divulgação do resultado com perda. PETROBRAS ON progrediu 1,08 por cento. No exterior, os custos do petróleo fecharam em alta. – Quando caiu mais de 6 por cento, bRF ON concluiu em baixa de 1,07 por cento, longe da mínima da sessão , pressionada pela reação negativa à dresoluçãodo Ministério da Agricultura de isuspendertprovisoriamentea produção e certificação sanitária de produtos de apassaritosda cempresaexportados do Brasil para a União Europeia.O Ministério da Agricultura espera resolver a questão em até 30 dias, declarou nesta sexta-feira o secretário de Defesa Agropecuária da pasta, Luiz Eduardo Rangel. – QUALICORP ON desabou 11,68 por cento, maior queda do Ibovespa, após resultado trimestral com queda na receita. Analistas do Credit Suisse cortaram a recomendação das ações para ‘neutra’ ante ‘outperform’ e diminuíram o preço-alvo para 29 reais ante 42 reais anteriormente.

Na quarta-feira 28 de fevereiro – O principal índice da bolsa paulista teve a segunda queda seguida nesta quarta-feira, em sessão marcada por noticiário corporativo intenso e com investidores de olho nos movimentos no exterior, mas concluindo fevereiro com modesta alta. O Ibovespa havia fechado em queda de 1,82 por cento, a 85.353 pontos, mas com alta acumulada de 0,52 por cento no mês. O giro financeiro havia adicionado 17,95 bilhões de reais no pregão, acima da média diária para o mês, de 12,8 bilhões de reais. O movimento da sessão havia estendido quando havia suspendido uma sequência de nove altas seguidas e renovações de máximas, ajuste começado na véspera. No fim do dia, a queda nas ações da Vale haviam ganhado força e haviam tirado ainda mais alento do índice. As perdas no mercado acionário norte-americano também haviam corroborado o movimento de ajuste. O S&P 500 havia fechado em baixa de 1,1 por cento. “A gente estava vendo uma execução natural”, havia declarado o diretor de operações da Mirae Pablo Spyer, adicionando que o via o mercado ainda esticado e com espaço para mais ajustes. Nos dois primeiros meses de 2018, o Ibovespa havia acumulado alta de 9,1 por cento, após subir quase 27 por cento no ano passado. DESTAQUES – VALE ON cedeu 4,82 por cento, agilizando perdas rumo perto do final do pregão, após notícia da Agência Estado publicar que a companhia prepara uma oferta subsequente de ações para venda da participação detida na companhia pelo fundo de pensão do Banco do Brasil, Previ. A Vale havia negado posteriormente a intenção de realizar a oferta. Mais cedo os papéis já recuavam, apesar de a empresa ter reportado números do quarto trimestre considerados fortes por analistas, com alta de 61 por cento no lucro líquido ante mesma etapa de 2016.Para analistas, embora os números tenham sido positivos, o mercado temia pela sustentabilidade dos custos do minério de ferro diante de uma desaceleração da indústria de China. – EMBRAER ON havia caído 4,73 por cento, maior queda do índice, diante de receios de atraso nas negociações com a Boeing após a recente troca de comando no Ministério da Defesa. – EDP Brasil ON havia perdido 2,71 por cento, mesmo após salto de 380 por cento no lucro líquido adaptado do quarto trimestre ante um ano antes. Segundo analistas – WEG ON caiu 1,64 por cento, após resultado trimestral que, segundo analistas do JPMorgan, mostraram dados operacionais abaixo do esperado. – BRF havia subido 4,43 por cento em meio a articulações de acionistas para mudar o comando da companhia. O conselho de gestão seria reunido em a para analisar pleito de os fundos de pensão de o BB e de a Petrobras, para convidar assembleia e debater sobre a destituição de todos os membros de o conselho. – RUMO ON havia tido alta de 1,42 por cento. Enquanto o Ebitda havia subido 110 por cento, a companhia havia informado que a perda do quarto trimestre havia reduzido 87,4 por cento em relação ao mesmo fase de 2016. Segundo o Credit Suisse, o resultado havia sido fortes e a companhia tinha que continuar beneficiando da performance operacional, além de despesas menores com juros e melhora no perfil de fluxo de caixa. – SMILES ON havia fechado em alta de 2,16 por cento, revertendo as perdas no começo do pregão, após reportar lucro líquido de 123 milhões de reais no quarto trimestre, queda de 24 por cento em relação ao obtido um ano antes. – Faz 2 anos, Carrefour brasil On havia subido 2,34 por cento.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: POSITIVE

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Ibovespa fecha em queda com viés negativo do exterior
>>>>>Bovespa recua com pressão da Petrobras após prejuízo no quarto trimestre – March 15, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Bovespa sobe com exterior e Petrobras, mas bancos pressionam – March 13, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>Bovespa oscila sem viés definido com noticiário corporativo misto e EUA no radar – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>Bovespa sobe 1% após dados de emprego dos EUA; MRV sobe 3% – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>Bovespa avança com quadro externo favorável; Fibria sobe 3,5% – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Bovespa perde força com bancos e piora em Petrobras – March 13, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>Ibovespa fecha em alta e avança na semana após dados de emprego dos EUA – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Ibovespa fecha em queda, mas Vale e Petrobras limitam perda – March 14, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>Índice oscila ao redor da estabilidade com fraqueza de bancos contrabalançando alta de Vale – March 14, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>>>>>Ibovespa fecha em queda com Wall Street e bancos – March 13, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>Ibovespa sobe com cena externa mais favorável a emergentes – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Bovespa recua mais de 1% pressionado por Petrobras após balanço – March 15, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>Bovespa fecha estável em sessão com noticiário corporativo intenso; Suzano dispara 22% – March 16, 2018 (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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