Limite de R$ 1,5 milhão para compra de imóvel com FGTS vai ser válido somente para contratos novos

Faz 1 mês, o governo aumentou o limite de valor de imóveis que podem ser adquiridos com o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e o novo telhado agora é de R $ 1,5 milhão em o Rio Vale recordar que essas condições do financiamento pelo Sistema Financeiro Habitacional são somente para imóveis novos. Nesta sexta-feira, o Ministério do Planejamento elucidou que a medida exclusivamente vai valer para novos contratos.

— A única exigência que a Medida Provisória indica é ter conta inativa até dezembro de 2015. Por isso, se há contestação da rescisão do contrato de trabalho, na Justiça, não há limitação para o saque da conta pelo trabalhador.- O Conselho Monetário Nacional aprovou nesta quinta-feira a elevação para 1,5 milhão de reais do valor máximo dos imóveis residenciais que podem ser financiados no âmbito do Sistema Financeiro de Habitação . Destina-se o novo valor provisória o novo valor, provisória, somente para imóveis novos, em todas a regiões de o país, e vai ter vigência entre 20 de fevereiro de 2017 e 31 de dezembro de 2017. Na avaliação do governo, com a mudança, os mutuários vão passar a ter acesso às taxas de juros mais baixas, aplicáveis ao SFH, e também poderão agitar os recursos de suas contas vinculadas do FGTS para o pagamento de parte das prestações ou para a amortização dos financiamentos. No começo deste mês, a Reuters já havia antecipado que o governo teria que destinar uma cota do FGTS para compra de imóveis com valor limite de até 1,5 milhão de reais, atendendo parcialmente às dprocurasda indústria de construção. – A resolução de aumentar, pela segunda vez em poucos meses, o limite de custo de imóvel que pode ser comprado com recursos do FGTS do comprador atende à dprocurado setor da construção civil, que viu despencar o número de unidades vendidas e de empreendimentos ciniciadosnos últimos dois anos. O segmento de imóveis para as classes média e alta – diretamente beneficiadas pelo novo telhado de R$ 1,5 milhão – foi o mais prejudicado pela crise, que atingiu de maneira bastante menos intensa o nicho para as classes mais baixas, atendidas especialmente pelo programa Minha Casa Minha Vida. A crise provocou perda forte à renda das famílias e uma piora substancial das condições dos financiamentos, com maior rlimitaçãodos bancos e juros mais elevados. A carência dos recursos da poupança, uma das principais fontes de financiamento habitacional para a classe média, também auxiliou a frear o mercado imobiliário no segmento. Segundo dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário , 2016 fechou com queda de 38,3% nos financiamentos habitacionais com recursos da poupança, na comparação com o ano anterior. A soma caiu de R$ 75,5 bilhões para R$ 46,6 bilhões; o número de unidade contratadas despencou 41,5% no fase. Na tentativa de animar o setor, um dos mais dinâmicos da economia, o governo reajustou no início deste mês os parâmetros do Minha Casa Minha Vida, com elevação do limite de venda dos imóveis para R$ 240 mil e ampliação do programa às famílias com renda de até R$ 9 mil. Se o anunciou só, a ampliação do limite da valor da imóvel a ser financiado com recursos do FGTS para R$ 1,5 milhão fazia parte do pacote de medidas para o setor e em esta quinta-feira. A ideia é permitir que os compradores utilizem o saldo da conta para dar como entrada na compra de um imóvel mais caro. Para o consultor José Urbano Duarte , o conjunto de medidas vai auxiliar a melhorar as condições do mercado como um todo: — Somente a elevação do telhado SFH teria conseqüência num nicho bastante específico e restrito do mercado. O positivo é que é mais uma medida que se adiciona a outras no Minha Casa Minha Vida divulgadas e em implementação, que tem o mesmo foco: melhorar as condições de compra de um imóvel, via financiamento — declarou ele. O mercado agora espera que a equipe econômica e os órgãos de defesa do consumidor cheguem a solução para enfrentar o problema do distrato , que também ampliou com a crise.

Na sexta-feira 03 de fevereiro – Para tentar reanimar o setor imobiliário, o governo estuda ampliar o limite do valor do imóvel que pode ser financiado pelo Sistema Financeiro Habitacional . O telhado poderia chegar a R$ 1,5 milhão nas cidades onde o valor da moradia era mais alto como Rio de Janeiro, em São Paulo, em Minas Gerais e no Distrito Federal, segundo fontes escutadas pelo GLOBO. Ou seja, o mutuário poderia utilizar o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço para dar entrada em habitações até esse limite de custo. há pouco mais de dois meses, o governo já tinha revisado os limites para o SFH. Faz 3 meses, o Conselho Monetário Nacional havia decidido que o telhado para a utilização de FGTS em a compra de imóveis subiria de R $ 650 mil para R $ 800 mil, em novembro. Nas quatro maiores capitais, o valor havia passado de R$ 750 mil para R$ 950 mil. No entanto, a avaliação dentro da equipe econômica era que a medida havia sido insuficiente para animar o setor. Dentro do governo também havia ganhado força a ideia de que a construção civil era o jeito mais rápido de melhorar os índices de emprego porque o setor era intensivo de mão de obra e respondia depressa aas vantagens dados. Também havia averiguado-se que os valores dos imóveis nessas capitais ainda estavam defasados em relação ao mercado e com a chance de retomada da economia, os valores precisariam de um novo reajuste. Quem tinha que tomar a resolução era o conselho. A reunião estava marcada para o fim deste mês. No entanto, o CMN podia fazer um encontro extraordinário para adotar a medida. — O Conselho Monetário Nacional devia debater verba do Fundo, pois isso aumentava a necessidade de recursos — havia declarado uma fonte a par do tema. O debate do CMN seria intensa. Quando começarem a sacar os recursos das contas inativas a partir de março, o FGTS tinha que ter uma grande perda de receitas.

Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão é um ministério do Poder Executivo do Brasil.

Isso quer dizer que os mutuários com contratos antigos — que não utilizaram o FGTS na época da compra porque o limite de valor era menor — não poderão utilizar o Fundo de Garantia para quitar ou amortizar as prestações

— Se o trabalhador está contestando, por exemplo, uma demissão por justa causa e obtiver uma resolução favorável na Justiça, ele também deve receberá os valores da nova rescisão contratual e a correção de FGTS na conta que estava inativa — explica o advogado Ruslan Stuchi, do escritório Stuchi Advogados.

As vendas enquadradas nas normas do Sistema Financeiro de Habitação têm juros mais baixos. O limite atual é de 12% ao ano. Aplicam-se as normas de o Sistema de Financiamento Imobiliário em os casos de imóveis cujo custo é maior do que o telhado de o SFH, que costumam ter juros mais altos,, já que são de livre negociação entre os consumidores e os bancos.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Limite de R$ 1,5 milhão para compra de imóvel com FGTS vai ser válido somente para contratos novos
>>>>>Trabalhadores com ações judiciais poderão sacar conta inativa de FGTS – (Extraoglobo-pt)
>>>>>CMN eleva temporariamente a R$1,5 mi valor máximo de imóveis financiados pelo SFH – February 16, 2017 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Aumento do valor do imóvel para R$ 1,5 mi com uso do FGTS é aprovado por Conselho Monetário – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Elevação de limite de imóvel financiado com FGTS beneficia setor civil – February 16, 2017 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Ajustes no ‘Minha casa, minha vida’: setor imobiliário prevê lançamentos – February 12, 2017 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>Mudanças no ‘Minha casa minha vida’ visam geração de emprego – (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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