ONS diminui projeção de carga de energia em janeiro; conserva previsão de chuva favorável

Por: SentiLecto

– O Operador Nacional do Sistema Elétrico estima que a carga de energia do sistema interligado brasileira terá que fechar janeiro com progressão de 0,6 por cento ante o mesmo mês do ano passado, um recuo frente a uma projeção na semana passada de alta de 1,2 por cento, segundo relatório nesta sexta-feira. Já as previsões para a chuva na região das hidrelétricas, principal fonte de energia brasileira, seguem praticamente inalteradas e favoráveis, segundo o ONS. Enquanto em o Nordeste a previsão subiu para 47 por cento, se conservou estimativa de precipitações em o Sudeste, em 105 por cento de a média histórica , ante 42 por cento anteriormente.

– Chuvas surpreendentemente positivas no começo de 2018 têm impulsionado uma virada de expectativas entre experts em energia, que agora assinalam a chance de uma recuperação mais rápida nos reservatórios das hidrelétricas, principal fonte de energia brasileira, com efeito direto nos preços da eletricidade. O cenário mais favorável tem que permitir que as contas de luz dos brasileiros sigam ao menos durante todo o primeiro trimestre com a chamada bandeira tarifária verde, que significa condições favoráveis de geração e não gera preços complementares para os consumidores. Na reta final de 2017, a bandeira tarifária foi vermelha, impactando os consumidores com um custo extra de até 5 reais a cada 100 kilowatts-hora em eletricidade. Na época, havia previsões de que um fase de chuvas abaixo da média histórica poderia levar à cpermanênciadas cobranças acomplementaresem 2018. “Acredito fortemente que janeiro, fevereiro e março vão ter bandeira verde, ainda mais se continuarem esses afluxos… vai acalmar a conta, ao contrário do que estava ocorrendo no último trimestre de 2017″, declarou à Reuters o diretor comercial da Energética Comercializadora, Laudenir Pegorini. Enquanto a bandeira verde, já anunciada pela Agência Nacional de Energia Elétrica para janeiro, não traz preços extras, as bandeiras tarifárias geram cobranças complementares quando no platô amarelo ou vermelho. “A perspectiva do mercado é que nos próximos meses vamo ter bandeira verde. Para sair disso teria que mudar completamente o cenário hidrológico”, reforçou o presidente da FDR Energia, Erik Azevedo. GRANDES CONSUMIDORES As chuvas acima da média na região das hidrelétricas do Sudeste e uma melhoria em um quadro hídrico até então crítico no Nordeste também impactaram os preços no chamado mercado livre de eletricidade, em que grandes clientes, como indústrias, negociam contratos com geradores ou comercializadoras ao invés de serem atendidos por distribuidoras de energia. Contratos de energia para o primeiro trimestre do ano têm sido negociados atualmente a cerca de 145 reais por megawatt-hora, contra 220 reais na reta final de 2017, declarou o sócio da comercializadora Compass, Gustavo Arfux. Declarou: “A condição de janeiro por a chuva está encaixando e a gente, enquanto está favorável está vendo os custos caírem”. A mudança no cenário de custos tem gerado liquidez no mercado de eletricidade, com companhias buscando fechar contratos para aproveitar a diminuição dos câmbios, alegou o presidente da plataforma de eletrônica de negociação de energia BBCE, Victor Kodja. Segundo ele, a BBCE já negociou cerca de 1.277 megawatts médios em contratos em janeiro, contra somente 400 megawatts no mesmo mês do ano passado e uma média de 2 mil megawatts por mês ao longo de 2017. “As chuvas vieram acima da expectativa do mercado e isso gerou uma certa volatilidade… os custos variaram muito, caíram de maneira expressiva, e isso trouxe até uma movimentação para a plataforma que não é habitual nessa época do ano”, alegou. Enquanto no Nordeste houve uma recuperação para 50 por cento da média, as precipitações na área das hidrelétricas do Sudeste até a terça-feira encarnaram 101 por cento da média histórica para o mês de janeiro e 156 por cento da média no Sul , contra níveis entre 20 e 30 por cento na maior parte de 2017, segundo dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . Números da CCEE ainda mostram que as chuvas têm possibilitado uma recuperação mais rápida que a calculada nos reservatórios do sistema elétrico brasileiro, que podem fechar janeiro com 34 por cento da habilidade de armazenamento, contra menos de 24 por cento no início do mês e 27 por cento nesta semana. Faz 1 ano, a habilidade de armazenamento fechou em quase 38 por cento. Faz 11 meses, o Brasil teve bandeira verde em janeiro e fevereiro, em o ano passado. Faz 10 meses, consumidores enfrentaram bandeira amarela, em março.- A indústria de cimento no Brasil diminuiu ritmo de queda nas vendas no ano passado e estima para este ano crescimento de 1 a 2 por cento em meio às expectativas de aprogressãodo PIB, rdiminuiçãode desemprego e melhora no crédito para construção de moradias. Faz 1 ano, as vendas de o setor caíram 6,4 por cento, para 53,8 milhões de toneladas, o terceiro ano seguido de retração de uma indústria que tem habilidade instalada de cerca de 100 milhões de toneladas. “Observamos uma sensível melhora nos últimos meses, o que levou a uma diminuição expressiva do tombo anual. Faz 2 anos, a indústria de o cimento registrou uma queda de 11,5 por cento em o consumo “, declarou em comunicado em a jornalismo Snic Paulo Camillo Penna, em 2016. Snic é o presidente da associação que reúne fabricantes do insumo no país.Apesar da expectativa de crescimento das vendas neste ano, a performance não vai ser suficiente para reverter a queda de 24 por cento padecida pelo setor nos últimos três anos, segundo a entidade. Faz 1 mês, a venda de cimento em o país caiu 6,4 por cento sobre um ano antes, para 4,05 milhões de toneladas, pressionada por recuo em todas as regiões de o país, em especial em o Nordeste, onde a queda registrada foi de 13,5 por cento, considerando somente dezembro. O Nordeste também é destaque de queda no acumulado de 2017, exibindo retração de 11 por cento nas vendas de cimento, para 11,5 milhões de toneladas. Enquanto as vendas no Sudeste caíram 4,7 por cento, o Norte teve recuo de 10 por cento no ano, a 2,76 milhões de toneladas , no Sul houve baixa de 4,5 por cento e no Centro-Oeste as vendas reduziram 5,3 por cento no ano passado. Faz 1 ano, a exportação, que encarna uma fração de o volume negociado por o setor, também caiu, recuando 71 por cento, para 46 mil toneladas. – Embora sua progressão tenha retardado com os setores financeiro e de saúde pesando enquanto investidores aguardavam o começo da temporada de resultados, o S&P 500 estendeu sua sequência de triunfos para 2018 nesta segunda-feira. O setor de saúde teve a pior performance do S&P nesta segunda-feira, e investidores estava cuidadosos em colocar dinheiro em ações de bancos antes das companhias começarem a temporada de resultados do quarto trimestre nesta semana. “Tivemos um grande movimento na semana passada e todo mundo sabe que os resultados estão vindo. Quando há uma bateria de dados fundamentais nas próximas semanas, as pessoas não desejam ir bastante além “, declarou Michael O’Rourke, estrategista-chefe de mercados na JonesTrading em Greenwich, Connecticut. O Dow Jones caiu 0,05 por cento, para 25.283 pontos, o S&P 500 ganhou 0,17 por cento, para 2.748 pontos e o Nasdaq subiu 0,29 por cento, a 7.157 pontos. Os três principais índices iniciaram 2008 com os mais fortes quatro primeiros dias de negociação em mais de uma década, segundo dados da Reuters. O Dow teve o início mais forte desde 2003, e a Nasdaq e o S&P 500 tiveram o melhor começo desde 2006. Historicamente, os cinco primeiros dias de negociação em janeiro podem ser um indicador da direção do mercado para todo o ano, de acordo com o almanaque de operadores de ações. O índice do setor de saúde do S&P 500 caiu 0,4 por cento. Na semana passada, subiu 3,2 por cento. As concessionárias de serviços públicos foram o setor de maior ganho em percentagem, recuperando-se do que perdeu semana passada, junto do setor imobiliário.

Na sexta-feira 29 de dezembro – O Operador Nacional do Sistema Elétrico calcula que as chuvas em áreas de hidrelétricas do Sudeste alcançarão 95 por cento da média histórica em janeiro, segundo boletim divulgado nesta sexta-feira. No Sul do país, as precipitações tinham que ser mais fortes e atingir 124 por cento da média, enquanto no Nordeste estavam calculadas em 50 por cento da média. Em paralelo, o ONS calculava uma ampliação de 1,9 por cento na carga de energia do sistema interligado nacional em janeiro de 2018 na comparação com igual mês de 2017.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: POSITIVE

Countries: Brazil

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>ONS diminui projeção de carga de energia em janeiro; conserva previsão de chuva favorável
>>>>>Chuva surpreende e conta de luz pode ter 1° tri de bandeira verde, sem taxa extra – January 10, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>Venda de cimento no Brasil reduz queda em 2017 – (Extraoglobo-pt)
>>>>>S&P mantém vivo rali do ano novo, Dow cai – January 08, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>S&P 500 supera 2.700 pontos com avanço de tecnologia; Dow e Nasdaq batem recordes – January 03, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>Wall St começa 2018 com ganhos; tecnologia lidera – January 02, 2018 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>>>>>Índices acionários dos EUA caem na última sessão de um ano forte – December 29, 2017 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>Índices dos EUA fecham em alta com recuperação nas ações de tecnologia – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>Índices de Wall Street sobem apoiados por ganhos dos setores financeiro e de tecnologia – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>Índices acionários europeus registram melhor ano desde 2013 com tecnologia e mineração – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Dow fecha acima de 25 mil; Wall St. estende rali do ano novo – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>S&P 500 e Nasdaq registram melhor semana em mais de um ano – January 05, 2018 (Extraoglobo-pt)

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