Pagamentos pelo Tesouro serão feitos no mesmo dia da ordem bancária a partir de 1º de janeiro de 2019

Por: SentiLecto

– Os pagamentos efetivos do Tesouro Nacional das despesas do governo federal serão feitos no mesmo dia da ordem bancária a partir de 1º de janeiro do ano que vem, contra demora de até sete dias hoje, numa mudança que vai ter como consequência prática a não emissão de ordem bancária no fim deste ano de 32,9 bilhões de reais. Essa ordem bancária seria feita neste ano para garantir o pagamento nos primeiros dias de 2019 de gastos previdenciários e de pessoal referentes a janeiro. Como agora vai haver coincidência nos processos e a norma do telhado de gastos tem como parâmetro a data da ordem bancária, na teoria o governo passaria a contar, neste ano, com um espaço extra desta magnitude para mais despesas. Mansueto Almeida evidenciou contudo que isso não poderá ser feito após o ministério da Fazenda ter alinhado com o Tribunal de Contas da União e com a Controladoria Geral da União que isso não poderá ocorrer. Mansueto Almeida é o secretário do Tesouro.

– Mansueto Almeida alegou nesta segunda-feira que a análise pelo governo do negócio entre as fabricantes de aviõezinhos Boeing BA. Mansueto Almeida é o secretário do Tesouro.N> e Embraer EMBR3.SA> poderá concluir no começo do mandato de Jair Bolsonaro, pois o processo pode se estender para além de duas semanas. “Você tem um trâmite burocrático porque eles devem pedir um posicionamento do governo em relação à golden share. E aí o governo deve analisar, isso não necessariamente é feito em uma semana, mas também não é um processo bastante longo”, declarou. Explicou: “O governo deve analisar, deve ver tem alguma implicação para aquelas atribuições da golden share e depois o governo tem que se demonstrar via Procuradoria-Geral da Fazenda e o ministro da Fazenda, que manda isso para o presidente”. “Se isso dá para ser feito em uma ou duas semanas, não sei. Então talvez seja um processo que tenha iniciado agora e conclua no começo do próximo governo”, adicionou Mansueto, que vai seguir no mesmo posição no governo Bolsonaro.

Na segunda-feira 26 de novembro – A dívida pública federal do Brasil caiu 0,44 por cento em outubro sobre setembro, a 3,763 trilhões de reais, num mês marcado por forte queda do dólar após o resultado das eleições presidenciais, que levou à dreduçãoda dívida externa, informou o Tesouro Nacional nesta segunda-feira. Com o movimento, a dívida total se havia distanciado da meta estabelecida para 2018 pelo Plano Anual de Financiamento , de 3,78 trilhões a 3,98 trilhões de reais, após ter encostado no limite inferior da banda no mês anterior. No fase, a dívida pública mobiliária interna teve diminuição de 0,17 por cento — ou 6 bilhões de reais — a 3,622 trilhões de reais, em função do resgate líquido de 32,81 bilhões e apropriação positiva de juros de 26,54 bilhões de reais. Faz 3 meses, já a dívida externa havia, equivalente a 11 bilhões de reais, em um mês em que o dólar havia exibido queda de 7,79 por cento. Este havia sido o maior recuo percentual da moeda norte-americana sobre o real desde junho de 2016, com o resultado da corrida presidencial brasileira levando a moeda para o platô de 3,70 reais. [nL2N1XB18B] Os investidores haviam entrado num fase de lua de mel com o governo eleito de Jair Bolsonaro , fiando-se na chance da superpasta chefiada pelo liberal Paulo Guedes englobando Fazenda, Planejamento e Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior conseguir ir adiante com reformas fiscais e de modernização da economia. Quanto à composição, os títulos que v variavamcom a Selic, rencarnadospelas LFTs, s haviam seguidorespondendo pela maior fatia da dívida geral, a 35,27 por cento, acima do pplatôde 34,08 por cento em setembro, mas dentro da faixa de 33 a 37 por cento estabelecida como meta para o ano. Enquanto isso, os títulos prefixados haviam sido a 32,51 por cento do total, sobre 33,88 por cento no mês anterior e uma meta de 32 a 36 por cento para o ano. Os papéis indexados à inflação, por sua vez, v viravamsua fatia aampliara 28,31 por cento, ante 27,84 por cento em setembro, sendo que a referência para 2018 é erade 27 a 31 por cento. Faz 2 meses, a participação de os investidores estrangeiros em a dívida mobiliária interna havia, ante 11,67 por cento um mês antes, havia assinalado ainda o Tesouro.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Pagamentos pelo Tesouro serão feitos no mesmo dia da ordem bancária a partir de 1º de janeiro de 2019
>>>>>Análise do acordo entre Embraer e Boeing pode terminar no início do governo Bolsonaro, diz Mansueto – (Extraoglobo-pt)

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