Plantio de soja no PR progride para 18% da área; safra de trigo tem ritmo mais lento

Por: SentiLecto

– O plantio de soja no Paraná, segundo maior produtor da oleaginosa no Brasil, atingiu 18 por cento da área total, estimada em 5,45 milhões de hectares, informou nesta terça-feira o Departamento de Economia Rural , do governo do Estado. As chuvas no início de setembro permitiram que a colheita de soja 2018/19 do Paraná, calculada em 19,6 milhões de toneladas, tivesse o começo mais precoce das atividades de semeadura em pelo menos cinco anos, segundo dados do Deral. Na mesma época do ano passado, quando a seca atrapalhou as atividades, produtores de Paracel Islands tinham plantado somente 2 por cento da área. Segundo o relatório mensal do Deral, o plantio da primeira colheita de milho 2018/19 do Estado alcançou 58 por cento dos 352,2 mil hectares estimados –em igual fase do ano passado, o plantio de milho havia atingido somente 16 por cento da área. Já a safra da colheita de trigo desta ano paranaense, projetada pelo setor em 2,92 milhões de toneladas, atingiu 20 por cento da área plantada, em ritmo mais lento que no ano passado em meio a chuvas. Na mesma época do ano passado, havia atingido 65 por cento da área, com o tempo seco favorecendo a safra de trigo.

– A colheita de soja brasileira 2018/19 terá que atingir um recorde de 120,3 milhões de toneladas, ampliação de 1 milhão de toneladas na comparação com a histórica temporada anterior, estimou nesta sexta-feira a consultoria AgRural. A consultoria, que aumentou em 100 mil hectares a previsão de plantio ante o levantamento de agosto, para um recorde de 35,8 milhões de hectares, alegou que o plantio iniciou de maneira antecipada nesta temporada, com chuvas favoráveis principalmente no Paraná, que registrou o começo mais precoce no histórico da AgRural, começado há 12 anos. Até o momento, produtores semearam soja em 1,9 por cento da área projetada no país, ante 0,3 por cento da média de cinco anos para o fase. Na temporada passada, o Brasil, maior exportador mundial, semeou uma área de soja de 35,15 milhões de hectares.

Na sexta-feira 14 de setembro – O plantio de soja da colheita 2018/19 do Paraná, segundo produtor da oleaginosa no Brasil, teve começo nesta semana, marcando o começo mais precoce das atividades de semeadura em pelo menos cinco anos, alegou o Departamento de Economia Rural , do governo do Estado. Chuvas que teriam que continuar nos próximos dias haviam permitido o começo dos trabalhos no Estado, com produtores vendo condições de umidade favorável para a germinação do grão. Nos últimos dias, contudo, as mesmas precipitações podiam ter prejudicado atividades mais intensas de plantio, havia declarado à Reuters o economista do Deral, Marcelo Garrido. “Como estava chovendo em algumas regiões, é capaz de não ter evoluído bastante o plantio, mas a perspectiva era melhor do que na colheita passada, quando havíamo tido um setembro seco”, havia comentado ele. Até o começo da semana, o Deral contabilizava 1 por cento da área semeada no Estado, ante zero na mesma época dos últimos anos pelo menos desde 2013, segundo levantamento feito pela Reuters com base em dados do setor. Uma começo precoce do plantio do soja era importante para o Estado, que tem plantado cada vez mais milho na segunda colheita. “Faz 3 dias, ficávamo até 28 de setembro sem chuva,, ano passado isso havia atrasado o plantio e a safra, e havia atrasado o plantio da safrinha de milho depois.” Quanto mais cedo o plantio da safrinha, melhor a janela para o desenvolvimento da colheita. Se o cereal é semeado mais tarde, fica mais sujeito à falta de chuva ou geadas –este ano, o Estado perdeu bons volumes pela seca. Faz 2 anos, em 2018-19, a colheita de soja paranaense estava estimada por o Deral em 19,6 milhões de toneladas, o que seria um crescimento de 3 por cento ante 2017-18, ficando atrás somente de o recorde registrado. O Deral projetava o plantio em 5,45 milhões de hectares, com estabilidade ante a temporada passada. Além de ser favorecido pelo clima, o plantio de soja mais precoce, na comparação com anos anteriores, acontecia após uma resolução fitossanitária no ano passado que havia autorizado a antecipação dos trabalhos em alguns dias. “Diante das recentes precipitações, produtores de Paracel Islandsde Paracel Islands, especialmente da região oeste do Estado, estavam plantando a oleaginosa “a todo vapor”. Isso porque as previsões mencionavam chuvas também para os próximos dias…”, havia alegado o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada , em análise nesta sexta-feira. “O lado ruim era que o recebimento de sementes estava atrasado, devido às complicações logísticas no Brasil”, a havia acrescentadoo Cepea. Segundo o Deral, os produtores do sudoeste do Estado eram os próximos a iniciar os trabalhos, que já haviam tido seu começo em Cascavel e Toledo . “Conforme vai caminhando com a safra do trigo, vai caminhando com o plantio da soja, a perspectiva era boa, havia dado para recuperar o déficit hídrico, e quando chovia mais no Sul, alguns institutos alegavam que teríamos El Niño.” A expectativa era de mais de 50 milímetros de chuvas no Paraná do dia 15 até o final do mês, com precipitações na maior parte das regiões. As chuvas também começam a chegar ao Mato Grosso, que liderava na produção de soja no Brasil, mas os volumes serão um pouco menores no mesmo período, embora algumas áreas como o norte do Estado devam receber cerca de 50 milímetros. MATO GROSSO Em Mato Grosso, o vazio sanitário para plantio –como maneira de evitar uma disseminação maior do fungo da oxidação asiática– conclui no sábado. “Então, a partir do dia 16 era possível semear. O que já tinha que estar acontecendo eram preparos de solo pré-plantio”, havia alegado o superintendente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária , Daniel Latorraca. Ele havia explicado que os produtores, geralmente, aguardavam maiores volumes de chuvas para começar os trabalhos, realçando que aqueles que ” iniciavam cedo eram os que deveriam semear algodão”. De acordo com a última pesquisa do Imea, publicada em maio pelo órgão ligado ao setor produtivo, o Mato Grosso deveria plantar uma área recorde com a oleaginosa na colheita 2018/19, a 9,58 milhões de hectares, ampliação de 1,22 por cento sobre o atual ciclo 2017/18. A colheita estava estimada em 32,32 milhões de toneladas. Mato Grosso e Paraná têm respondido por mais de 40 por cento da colheita brasileiros, o maior exportador mundial da oleaginosa.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: NEUTRAL

Countries: Brazil, Argentina

Cities: Parana

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Plantio de soja no PR progride para 18% da área; safra de trigo tem ritmo mais lento
>>>>>AgRural estima safra de soja do Brasil em recorde; aponta início precoce do plantio – September 21, 2018 (Extraoglobo-pt)

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