Presidente declara que BC do Japão sinalizará fim de estímulo se alta de custos agilizar

Por: SentiLecto

– Quando as condições para atingir a meta de custos se tornarem sólidas, haruhiko Kuroda alegou que irá telegrafar aos mercados como planeja concluir a política monetária ultrafrouxa. Haruhiko Kuroda é o presidente do banco central do Japão. Mas declarou que quando o Banco do Japão pode diminuir seu forte programa de estímulo, é prematuro discuti, com a inflação ainda distante da meta de 2 por cento. Uando a inflação agilizar para 2 por cento e as condições para atingir nossa meta gradualmente se encaixarem”, kuroda à câmara alta do Parlamento nesta terça-feira ddeclarou “Vamos comunicar os detalhes sobre como planejamos econcluirq .Ele declarou: “Por enquanto, não achamos que as condições estão espalhadas para considerar o momento específico para um fim”. “O Banco do Japão, que tem várias ferramentas para enxugar o excesso de fundos e pode aprender com outros bancos centrais a diminuir calmamente o estímulo, declarou Kuroda, não irá concluir sua política ultrafrouxa antes que a inflação escopo 2 por cento. Faz 1 mês, o núcleo de a inflação a o consumidor em o Japão retardou pelo segundo mês seguido, realçando a visão de que a inflação fraca vai impedir o banco central de diminuir o estímulo em breve. Mas autoridades do banco central começaram a avaliar formas de se afastar das políticas da época da crise dado o ampliação do preço de um afrouxamento estendido, como o que taxas baixas demais está provocando a instituições financeiras, declararam fontes. REUTERS CMO CV

– Faz 1 mês, a alta de o núcleo de o índice de custos a o consumidor de o Japão retardou pelo segundo mês seguido, mostrando pouco da força inflacionária necessária para alcançar a meta de 2 por cento do banco central. A fraqueza da inflação em abril é particularmente uma má notícia para o banco central, que esperava que as companhias correriam para aumentar os custos no começo do novo ano comercial. A desaceleração, que ocorreu na esteira de dados do primeiro trimestre mostrando que a economia pode ter atingido seu pico, pode desencorajar autoridades do Banco do Japão a sinalizar sua intenção de concluir a política monetária ultrafrouxa, declaram analistas. Marcel Thieliant, economista sênior da Capital Economics declarou: “A moderação generalizada nas pressões de custos em abril realça que o Banco do Japão não vai ser capaz de apertar a política monetária em breve”. Faz 1 mês, o núcleo de o índice de custos a o consumidor, que inclui produtos de petróleo mas exclui os voláteis preços de alimentos frescos, subiu 0,7 por cento ante o ano anterior, contra expectativa de alta de 0,8 por cento. Isso após progressão de 0,9 por cento em março, marcando o segundo mês seguido de desaceleração apesar dos recentes ganhos nos custos do petróleo que aumentaram as contas de eletricidade e gasolina.

Na sexta-feira 27 de abril – O banco central do Japão conservou a política monetária mas descartou um programa que havia determinado para atingir a meta de inflação, em um movimento imprevisto que analistas declaram ter o objetivo de conservar sob controle as expectativas do mercado por mais estímulo. Haruhiko Kuroda havia advertido para os riscos de baixa que ofuscavam o cenário de custos, tais como a relutância das companhias em aumentar salários, realçando os desafios para erradicar a mentalidade de deflação. Haruhiko Kuroda é o presidente do Banco do Japão. Economistas declaravam que a minguante convicção que as autoridades têm sobre sua habilidade de governar os custos ao consumidor estava por trás da resolução do banco central de retirar as referências sobre o fase em que a inflação tinha que atingir a meta de 2 por cento. “Existia uma incerteza apreciável sobre as perspectivas, embora não haja desafios ao nosso compromisso de alcançar nossa meta de custos o mais cedo possível”, havia declarado Kuroda em entrevista àoijornalismo Ele havia reconhecido as percepções públicas de que os movimentos futuros dos custos não estavam mudando tanto quanto ele esperava, declarando que as expectativas de inflação no médio e longo prazo entre as companhias e as famílias não estavam agilizando. Kuroda havia realçado que a omissão de um programa para a meta tem o objetivo de impedir que os mercados apostem em um afrouxamento complementar cada vez que o Banco do Japão protelar o momento para atingir a meta de custos. Economistas declaravam que a medida tem o objetivo de instituir uma estrutura melhor para o banco central se comunicar com os mercados. Como esperado, o Banco do Japão conservou a promessa de guiar a taxa de juros de curto prazo em -0,1 por cento e o rendimento do título de 10 anos em torno de zero.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Presidente declara que BC do Japão sinalizará fim de estímulo se alta de custos agilizar
>>>>>Inflação no Japão desacelera em abril pelo 2º mês seguido e fica longe da meta – (Extraoglobo-pt)

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