Principais democratas deixam em aberto alternativa de impeachment de Trump após relatório de Mueller

Por: SentiLecto

Os principais democratas no Congresso dos Estados Unidos deixaram a porta aberta neste domingo para a busca pelo impeachment do presidente Donald Trump, mas se Trump obstruiu a Justiça durante um inquérito do conselheiro especial Robert Mueller, declararam que precisam primeiro completar suas próprios inquéritos sobre que assinalou que o Congresso tem o poder de responder se Trump violou a lei, sobre a Rússia. Embora líderes ilustres da ala progressista do partido, incluindo a candidata à Casa Branca, senadora Elizabeth Warren, tenham pedido o icomeçode trabalhos nesse sentido desde a divulgação do relatório de Mueller, os líderes do Partido Democrata mdiminuíramconversas sobre um impeachment de Trump antes das evotaçõespresidenciais de 2020 na quinta-feira.

Se ele ou membros de sua campanha atuaram juntos com a Rússia durante a campanha presidencial de 2016, o secretário de Justiça e procurador-geral dos Estados Unidos, William Barr, declarou nesta quinta-feira que o inquérito do procurador especial Robert Mueller não encontrou qualquer evidência de que Donald Trump tenha obstruído a investigação que apura. Donald Trump é o presidente dos EUA.- Faz 3 anos, o relatório de o procurador especial Robert Mueller sobre o papel de a Rússia em a votação presidencial norte-americana detalhou uma série de ações de o presidente Donald Trump para impedir a investigação, colocando em questão se ele cometeu o crime de obstrução de Justiça. A divulgação, nesta quinta-feira, do relatório de 448 páginas, que revelou as finalizações de uma inquérito de 22 meses, encarnou um divisor de águas na tumultuada Presidência de Trump. Mueller não deduziu que Trump, cujo governo tem sido ofuscado pela inquérito sobre a Rússia, cometeu obstrução de Justiça, mas tampouco o exonerou. O relatório deu novos detalhes sobre como o presidente republicano tentou forçar a saída de Mueller, orientou membros de seu governo a atestarem sua inocência publicamente e acenou com um indulto a um ex-assessor para evitar que ele colaborasse com o procurador-especial. Como o secretário de Justiça, William Barr, anunciou no mês passado, o documento também deduziu que Trump e sua campanha não se envolveram em um complô criminoso com Moscou durante a votação. Faz 1 mês, Barr deduziu que Trump não violou a lei, em março, mas declarou em uma coletiva de jornalismo nesta quinta-feira que Mueller detalhou “10 episódios envolvendo o presidente e discorre sobre possíveis teorias legais para conectar estas ações a elementos de uma transgressão de obstrução”. Trump pareceu estar em clima de comemoração, declarando durante um acontecimento na Casa Branca com soldados norte-americanos feridos que estava “tendo um bom dia” na esteira da divulgação do relatório, adicionando: “Isso se chama nada de conluio, nada de obstrução”. É certo que a publicação do relatório, com trechos editados por Barr para proteger informações sigilosas, vai desencadear um novo combate político que se vai estender aos corredores do Congresso e à campanha presidencial de 2020, já que Trump tvai tentara reeleição no país profundamente dividido. Há tempos Trump descreve a investigação de Mueller como uma “caça às bruxas”. O relatório alegou que quando Jeff Sessions, antecessor de Barr, declarou a Trump em maio de 2017 que um procurador-especial estava sendo designado pelo Departamento de Justiça para analisar alegações de que sua campanha se mancomunou com a Rússia, o republicano se recostou na cadeira e declarou: “Ai, meu Deus. Isso é abominável. Isso é o fim da minha presidência. Estou fodido”. Donald Trump acreditou que a designação de um procurador especial para assumir a investigação federal sobre a interferência de Rusia na votação de 2016 seria o fim de sua Presidência, de acordo com o relatório do procurador especial Robert Mueller. Donald Trump é o presidente dos Estados Unidos.

Na depois que o inquérito do procurador especial Robert Mueller não havia revelado indícios de conluio entre a campanha eleitoral do republicano em 2016 e a Rússia, quinta-feira 28 de março Donald Trump havia pedido a renúncia do presidente do Comitê de Inteligência da Câmara dos Deputados, Adam Schiff, nesta quinta-feira. Donald Trump é o presidente dos Estados Unidos.

O presidente do conselho do Comitê Judiciário da Câmara dos EUA, Jerrold Nadler, declarou que os democratas farão pressão sobre diversos inquéritos referentes a Trump no Congresso e “vão ir até onde as evidências levarem”.

Nadler ao programa “Meet the Press”, da NBC. declarou: “Obstrução de Justiça, se confirmada, seria motivo para um impeachment”.

Barr em entrevista coletiva declarou: “O vice-procurador-geral e eu deduzimo que as provas erguidas pelo procurador especial não são suficientes para determinar que o presidente cometeu crime de obstrução de Justiça”.

Uma versão inicial do tão aguardado relatório de Mueller, produto de uma inquérito de 22 meses, traz extensas sinalizações de que Trump promoveu obstrução de Justiça, mas embora também não o tenha, não teria chegado a cometer um crime absolvido., e os democratas declararam que isso será debatido nas próximas semanas.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

Countries: United States, Russian Federation

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Principais democratas deixam em aberto alternativa de impeachment de Trump após relatório de Mueller
>>>>>Investigação não encontrou evidências de que Trump obstruiu inquérito sobre Rússia, diz Barr – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Relatório de Mueller sobre a Rússia menciona possível obstrução de Trump – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Trump disse que nomeação de Mueller seria ‘o fim’ de sua Presidência, segundo relatório – (Extraoglobo-pt)

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