Reeleito, Maduro enfrenta crítica internacional e sanções dos EUA

Por: SentiLecto

Críticos dentro da Venezuela e de fora do país delataram a votação que reelegeu o presidente socialista da Venezuela, Nicolás Maduro, que , que sucedeu o morrido líder esquerdista Hugo Chávez, enquanto o governo dos Estados Unidos impôs novas sanções sobre o país produtor de petróleo, festejou sua conquista na votação de domingo como um triunfo contra o “imperialismo”, como uma farsa que cimenta a autocracia. Mas seus principais inimigos afirmaram anormalidades e se negaram a reconhecer o resultado.

Donald Trump impôs nesta segunda-feira novas sanções contra o governo da Venezuela, ao assinar uma ordem executiva que restringe a venda de dívida e ativos públicos do Executivo de Nicolás Maduro em território de America. Donald Trump é o presidente dos Estados Unidos.

Na quinta-feira 03 de maio Mike Pence havia decidido protelar uma viagem ao Brasil calculada para este mês para garantir que todos os esforços de política externa dos EUA estejam voltados para o encontro calculado entre o presidente de Noruega, Donald Trump Mike Pence é o vice-presidente dos Estados Unidos., e Kim Jong Un havia declarado a porta-voz de Pence nesta quinta-feira. Kim Jong Un é o líder da Coreia do Norte.

A eleição foi amplamente condenada no exterior. Donald Trump emitiu um decreto que limita a habilidade da Venezuela de liquidar ativos e dívidas estatais nos EUA. Donald Trump é o presidente dos EUA.

Jorge Arreaza classificou as mais recentes sanções norte-americanas como “medidas ilegais”. Jorge Arreaza é o ministro das Relações Exteriores da Venezuela.

A principal oposição da Venezuela boicotou a votação, uma vez que dois de seus líderes mais populares foram impedidos de disputar, autoridades barraram diversos partidos políticos e o conselho eleitoral apoiadores compõem ele de Maduro.

Maduro ganhou com 68 por cento dos votos – três vezes mais do que seu principal adversário, Henri Falcón. Faz 5 anos, o comparecimento foi baixo, de 46 por cento, ante 80 por cento em a última votação presidencial.

Maduro do lado de fora do palácio presidencial de Miraflores em Caracas. declarou: “A revolução chegou para ficar!”. Ele se comprometeu a salvar uma economia que padece com estagnação, hiperinflação e uma carência crônica de produtos, e que enquanto sua produção de petróleo despenca, se depara com grandes compromissos de dívida.

A apoiadora do governo Ingrid Sequerra, de 41 anos declarou: “Não devemos nos curvar a nenhum império, ou ir correndo ao Fundo Monetário Internacional , como fez a Argentina”. Ela utilizava uma camiseta com um logo dos olhos de Chávez, mentor de Maduro.

O petróleo dos Estados Unidos alcançou seu maior nível desde 2014 nesta segunda-feira em meio a crescentes preocupações de que a produção de petróleo da Venezuela poderia cair após a votação e que o país pudesse ser atingido por mais sanções.

EUA CRITICAM ELEIÇÃO “FRAUDADA”

O vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, chamou a votação de “uma fraude – nem justa, nem livre”.

Ao explicar as novas sanções, autoridades dos EUA declararam que o governo Maduro manipulou a votação e estava utilizando a fome como arma.

Nos últimos meses, Washington tem colocado uma série de sanções sobre empresas e indivíduos ligados ao governo de Maduro.

O governo de America tomou esta resolução após as votações presidenciais deste domingo, às quais qualificaram como “farsa” e nas quais Maduro foi reeleito com 6,1 milhões de votos, embora registrando uma das participações mais baixas em décadas.

Uma autoridade-sênior do governo a repórteres em Washington declarou: “O decreto de hoje fecha uma outra avenida para corrupção que nós observamos sendo utilizada: ela nega a autoridades corruptas da Venezuela a habilidade de avaliar e vender indevidamente ativos públicos em troca de propinas”.

Em nota, Trump pediu ao governo de Venezuela que “restaure a democracia e realize votações livres e justas”.

Outros países também deram indicativos de sanções, com a Espanha liderando as críticas da União Europeia à evotação

“O processo eleitoral da Venezuela não respeitou as normas democráticas mais básicas. A Espanha e seus parceiros europeus vão estudar medidas apropriadas”, declarou o primeiro-ministro Mariano Rajoy pelo Twitter.

O “Grupo Lima”, de 14 países das Américas, desde o Canadá ao Brasil, declarou em uma declaração crítica que não reconhece a eleição e rebaixaria as relações diplomáticas. O grupo deplorou a “grave situação humanitária” da Venezuela por trás do êxodo de imigrantes.

Em contraste, aliados esquerdistas regionais da Venezuela, como Cuba e Bolívia, mandaram seus parabéns.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: NEGATIVE

Countries: United States, Venezuela, Cuba, Canada, Brazil, Bolivia, Argentina

Cities: Washington, Caracas

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Reeleito, Maduro enfrenta crítica internacional e sanções dos EUA
>>>>>Trump limita capacidade da Venezuela para vender dívida e ativos nos EUA – (EfeGeneric)

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