Análise: Influenciador precisa ser forte no mundo real

Por: SentiLecto

A Adidas escalou Anitta para comandar um treino para seus consumidores, em ação que está atrelada à compra de produtos da marca ade Alemania A iniciativa reforça a nova necessidade dos influenciadores: serem fortes também a ponto de transformar o cotidiano das pessoas. E das marcas.

Tudo pode ser feito pelo site da promoção e é preciso ter mais de 18 anos. Cinco pessoas serão sorteadas e anunciadas no dia 14 de novembro e vão ganhar o direito de participar de um treino lado a lado com a cantora em São Paulo. Se o sorteado for de outro estado, passagem aérea e hospedagem serão bancadas pela Adidas.A Adidas decidiu ativar seu patrocínio à cantora Anitta e, ao mesmo tempo, cinstituiruma experiência para os fãs da marca e também da funkeira. De quebra, ao trazer um das facezinhas mais conhecidos da música do país para o segmento de training, a fabricante de Alemania ainda prova uma atenção cada vez mais especial com o público feminino no Brasil.

Passada a onda de contratar influenciadores a qualquer custo e a qualquer número de seguidores nas redes sociais, as marcas constataram o óbvio. É preciso ir além de um relacionamento virtual com os consumidores. A função do influenciador é exatamente a mesma de qualquer embaixador de marca: vender.

Isso tem que levar a uma onda de novas ações no mundo real de pessoas que têm uma legião de seguidores no mundo virtual. Em o segmento desportivo , a Centauro começou há alguns meses esse movimento , a o instituir experiências para o consumidor via aplicativo. A estratégia, que tinha como foco ampliar vendas, mostrou às marcas que existe um cpercursomais útil para os influenciadores do que só uutilizarum produto que possa interessar às pessoas.

Essa mudança de percepção da função de um influenciador também mostra que as companhias de anúncio terão de se readequar à realidade. Depois de modificarem as redes sociais em plataformas de mídia, inflacionando o mercado e forçando a busca pela audiência para ganhar dinheiro, as agências deverão tentar, finalmente, entregar além da mídia pura e simples.

Hoje, o consumo de informação é passivo. Qualquer um produz conteúdo. E ninguém mais vai atrás da informação. Assim, instituir algo que faça a pessoa se mobilizar em torno de uma marca ou um produto é um grande benefício competitivo. A nova maneira de buscar a força do influenciador mostra claramente essa mudança.

Depois de nos acostumarmos ao modelo consagrado pela TV paga, entramos numa nova era, em que tudo está ao escopo das mãos. O problema, agora, é achar procura para tanta oferta. Ou saber o custo a ser pago para tanto conteúdo. Não há fanático que suporte gastar tanto dinheiro para ver o esporte. Agora, todos desejam ter sua plataforma própria de transmissão. Daqui cinco anos, só sobrarão os mais fortes.

Fonte: maquinadoesporte-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Análise: Influenciador precisa ser forte no mundo real
>>>>>Ativação da Adidas terá treino com Anitta como prêmio – November 08, 2018 (maquinadoesporte-pt)

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