Sem sua estrela, Argentina busca uma luz para retomar frente ao Brasil

Por: SentiLecto

Depois de vencer sem persuadi a Arábia Saudita na última sexta-feira, o Brasil fecha a Data Fifa de outubro com um clássico de muita história e rivalidade diante da Argentina. E os Hermanos vivem um momento de reconstrução total após o vexame em solo de Rusia, se a Seleção Brasileira almeja uma retomada depois da Copa do Mundo abaixo da expectativa. Sem um treinador efetivado, a Albiceleste busca um rumo em meio a debandada, ao menos momentânea, de suas estrelas e uma crise sem fim na direção da Associação de Futebol Argentino .

O treinador alegou: “Brasil e Argentina não tem friendly game [jogo amigável] jamais”. Inclusive, Tite declarou ter sido exagerada a expulsão do goleiro Al-Owais, que defendeu com a mão um chute de fora da área. Ciente de que não vai haver tamanha cordialidade no clássico de Sullana, ele espera que os desportistas não passem do limite.

Na sexta-feira 28 de setembro Nesta sexta-feira, a Argentina havia divulgado a lista de convidados para os próximos amistosos da Albiceleste. O técnico Lionel Scaloni havia relacionado 31 desportistas para os compromissos contra Iraque e Brasil, em outubro.  valia recordar que Lionel Messi continuava de fora e não devia ser convidado outras vezes em 2018. Após a Copa do Mundo da Rússia, o camisa 10 do Barcelona havia resolvido dar um tempo da seleção nacional.

Um ciclo rodeado por falhas, três treinadores questionados, uma classificação para o Mundial conquistada “sob aparelhos”, o constante questionamento sobre Lionel Messi e a falta de habilidade da formação de um time. São muitas as justificações para a manutenção do jejum que ultrapassa os 25 anos sem título, mas a verdade é que há esperança nos pés de uma nova geração, em grande parte preterida por Jorge Sampaoli, mas considerada o centro do trabalho de Lionel Scaloni, que vai ter ao seu lado uma dupla de muito respeito para começar um trabalho que não se sabe ainda se vai ser definitivo, o selecionado. É assim, tentando ajustes com o carro caminhando, que a Argentina começa sua caminhada rumo ao Catar-2022. Junto com os ex-jogadores Walter Samuel e Pablo Aimar, o jovem comandante “ganhou” a responsabilidade de liderar um projeto após negativas dos principais nomes especulados pela AFA, que foram desde os caseiros Marcelo Gallardo e Ricardo Gareca até os renomados Mauricio Pochettino, Diego Simeone e Pep Guardiola.

A crise do comando técnico: Martino, Bauza e Sampaoli, o vilão

Faz 4 anos, o vice-campeonato em pleno Maracanã, deu pistas e indícios de que havia uma base pronta para os quatro anos seguintes. Alejandro Sabella deixou tudo encaminhado, fez de Messi um líder ao menos dentro das quatro linhas, algo que nenhum comandante conseguiu antes dele. E se o camisa 10 era a coluninha do ciclo, nada melhor que um ex-treinador seu em tempos de Barcelona: Gerardo Martino.

Na sua vez, lionel Messi voltou a ser alvo das críticas de Diego Armando Maradona. Nesta sexta-feira, o ex-jogador e atual técnico do Dorados de Sinaloa, da segunda divisão de Mexico, concedeu entrevista à emissora Fox Sports México e questionou a chabilidadedo camisa 10 do Barcelona em exercer a função de líder na seleção da Argentina.Quando a preparação é para jogar clássico, a rotina muda. O técnico Tite adotou essa lógica em os dias que precedem o amistoso com a Argentina – primeiro teste forte de a Seleção Brasileira em este fase pós-Copa de o Mundo. Vai realizar-se o jogo em esta terça-feira, em as 15h, e Jeddah, na Arábia Saudita. A equipe vai ter mudanças em relação àovtriunfode 2 a 0 diante dos árabes na sexta-feira em Riad.

O problema: o entorno. Faz 3 anos, foram dois vice-campeonatos e 2016, um rendimento satisfatório dentro de campo e somente três derrotas em 29 jogos. Mas os bastidores minaram o trabalho. Martino padeceu com salários atrasados e pediu demissão em rota de colisão com a diretoria da AFA. Solução: Edgardo Bauza, que deixou o São Paulo pelo “sonho”. Se o demitiu , entretanto, diferentemente de seu antecessor, não conseguiu nem 10 jogos na posição e.

Antes salvador da pátria, Jorge Sampaoli se mostrou uma aventura com sentido, mas sem êxito. A expectativa acabou se esboçando tão grande quanto a decepção. Mesmo com pouco tempo e precisando colocar a Albiceleste na Copa da Rússia, o argentino não renunciou de suas ideias e foi resgatado por uma atuação de gala de Messi frente ao Equador, na última rodada das Eliminatórias, para garantir a tão chorada vaga.

Na Copa do Mundo, o fiasco variou entre o campo e os bastidores, desde resoluções questionadas na convocação, como as ausências de Mauro Icardi e Lautaro Martínez, até os relatos de demissão de Sampaoli em plena disputa da competição e um racha inteiro com os líderes do elenco. O resultado disso, um time sem rumo, sem comando e liderado pelos jogadores. Alguns, aliás, que decidiram repensar sua permanência na seleção.

“Em reconstrução”, elenco tem indefinição quanto a permanência de estrelas e Messi

Contra o Brasil, a principal ausência argentina, claro, é a de Lionel Messi, que optou por não ser mais convocado em 2018. Não se sabe, se um dia vai voltar…. A verdade é que o desfalque é somente um entre muitos, alguns que se aposentaram, no caso de Mascherano e Biglia, e outros que seguem fora da lista por alternativa pessoal, casos de Aguero e Di María.

Mais do que uma pífia campanha em solo de Rusia, a resolução de alguns das principais coluninhas de repensar a carreira na seleção encarna uma prova de que a seleção Albiceleste está em reconstrução. Ao que tudo menciona, se aproxima de um fim a geração que instituiu esperanças após o bicampeonato olímpico e o vice na Copa de 2014, mas que jamais conseguiu se concretizar como um grupo realmente ganhador.

Diferentemente do que seria o ideal, o processo de renovação da seleção se mostra necessário e da maneira mais dinâmica e rápida possível. Para isso, foi acionado Scaloni, ex-treinador da seleção sub-20. Na primeira convocação, somente oito desportistas do Mundial de 2018 conservados e, agora, para o duelo diante do time de Tite, mais testes, que serão um vestibular para a resolução tanto da permanência da delegação técnica quanto do rumo que será tomado.

A crise política na AFA, os resquícios no cenário nacional e dentro das quatro linhas

Compreender o momento da Associação de Futebol Argentino solicita, ao mesmo tempo, cuidado e paciência. Apesar de sinais de que a crise atual é somente uma consequência de décadas de má administração, a verdade é que o momento conturbado teve começo na resolução da sucessão do controverso Julio Grondona, que presidiu a entidade entre 1979 e 2014, ano de sua morte.

Primeiro, votações canceladas. Depois, criação de uma Superliga de clubes em maneira de protesto à entidade, seguida de alertas da Fifa quanto a pchancede intervenção e a concretização do ato, disfarçado pelo nome de cdelegaçãonormalizadora. Quatro anos depois, a crise se mostra efetiva no quadro político. Hoje , Cláudio preside a Afa ” Chiqui ” Tapia ligado a o sindicato de os caminhoneiros de Argentina que assumiu a posição em março de 2017 prometendo evolução . e Faz 1 ano, que assumiu a posição prometendo evolução. Tapia é presidente do modesto Club Atlético Barracas Central. Faz 1 ano, que assumiu a posição prometendo evolução.

Nome desconhecido no meio do futebol Sul-Americano, Tapia foi jogador e comanda a federação local com a coalizão e os conselhos de uma organização de peso, rodeada por mandatários. Hugo Moyano, seu sogro e presidente do Independiente, é seu braço direito, com Daniel Angelici sempre ao lado para a tomada de resoluções. Daniel Angelici é mandatário do Boca Juniors. Todos esses, com ótima relação com o presidente do país, Mauricio Macri, nome ligado ao Boca Juniors.

Em sinopse, testes e mais testes a fim de um percurso

A verdade é que os dias que já foram de glória hoje são de busca incessante por um rumo, uma luz, algo que mencione o que deve ser feito. O calvário argentino após o vexame na Copa do Mundo da Rússia parece não ter encontrado, ainda, o fundo do poço, ao mesmo tempo que anda para uma solução caseira, com Scaloni. Sem coluninhas, sem respaldo e sem um projeto definido, a Argentina tenta em meio ainda a uma crise política voltar a erguer um calicezito.

“[O jogo contra a Argentina] tem uma qualidade de rivalidade, mas não pode transcender. A competitividade leal vai ocorrer, o peso das camisas vai ocorrer. São duas equipes que estão se reformulando, mas a Argentina seguramente não abrirá mão de seus principais desportistas, tão pouco nós”, advertiu.

Fonte: gazetaesportiva-pt

Sentiment score: POSITIVE

Countries: Russian Federation, Brazil, Spain, Saudi Arabia, Argentina

Cities: Sao Paulo, Barcelona

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
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>>>>>Brasil descarta clima de amistoso contra Argentina: “É outro jogo” – October 13, 2018 (gazetaesportiva-pt)
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