Incêndios: Liga dos Bombeiros critica novas normas de comunicação da ANPC

Por: SentiLecto

O presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses acusou hoje, em declarações à Lusa, a Autoridade Nacional de Proteção Civil de aplicar a “lei da rolha”, em reação às novas renormase comunicação anunciadas na terça-feira.A ANPC anunciou que fará a partir de quarta-feira dois ‘briefings’ diários, incluindo aos fins de semana, sobre os incêndios no país, um de manhã e outro ao final do dia.Em comunicado mandado à agência Lusa, a ANPC justificou a medida com a necessidade de divulgação de informação completa e atualizada em matéria de incêndios rurais e ddeclaraque a mesma também liberta “os comandantes das operações de sajudinhapara se concentrarem no essencial, que é aoccomportamentodas operações de proteção civil nos vários teatros de operações”.Para Jaime Marta Soares, presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses , esta situação levou-o a declarar que “parece a aplicação da ‘lei da rolha'”, classificando-a como “um atentado ao direito à informação” e aludindo a uma situação de “democracia suspensa na estrutura” da ANPC.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Indicia, insistiu, “e é grave que assim seja, que a ANPC não acredita nos quadros que ela próprio designou. Se não têm proficiências para informar, como podem ter para comandar?”.Marta Soares considerou que “isto é bastante insólito”, uma vez que, justificou, “tem dúvidas sobre a habilidade de informar o que se passa”, apesar de “todas estas pessoas fazerem todos os anos cursos intensivos” de comunicação.”Então, agora proíbe-os de falar?! E retiram a informação do local onde o incêndio está a decorrer? Para ser filtrada através de Lisboa? Um incêndio em Alijó, Mangualde, Valença, Guarda ou Vila Real de Santo António?”, questionou.Para Marta Soares, o novo figurino não lhe parece redundar de uma vontade de deseja informar convenientemente, perguntando: “O que desejam filtrar? O que não se pode declarar?”, deduzindo que “impera a lei da rolha”, o que “não pode admitir-se”.Por outro lado, o presidente da Liga dos Bombeiros destacou que as novidades “não têm efeito nos comandantes dos corpos de bombeiros”, uma vez que “estes têm toda a liberdade — e é como que um alerta à Comunicação Social — no sentido de que qualquer comandante de bombeiros que esteja no teatro de operações está sempre disponível, ninguém lhe pode cercear a liberdade de comunicar”.”Só eles é que podem decidir se desejam falar ou não”, vincou. Por fim, Marta Soares alegou que “não acredita que a ANPC, que explica que visa assim “disponibilizar em ininterrupto informação operacional aos jornalistas, de modo a poderem realizar o seu trabalho com o máximo rigor e eficiência”, deixando implícito que os comandantes das operações de ajudinha não vão disponibilizar informação, não reflita sobre estas questões e não retire esta prática, porque se trata de um cercear do direito à informação e da aplicação da ‘lei da rolha'”. Pelas novas normas da ANPC, os encontros com o jornalismo para fazer um ponto da situação ocorrem às 09:00 e às 19:00, na sua sede, em Carnaxide, e que às terças-feiras o comandante operacional nacional, Rui Esteves, fvai fazerum ponto da situação mais alargado.”Fora destes horários, os jornalistas poderão acompanhar a informação atualizada sobre os incêndios rurais em www.prociv.pt, através de contacto com o Oficial de Operações e Emergências do Comando Nacional de Operações de Socorro ou a assessoria de jornalismo da ANPC”, adianta o comunicado.

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Incêndios: Quatro fogos conservam-se ativos, mas com aprimoramentos – Proteção Civil

Por: SentiLecto

Apesar de terem registado aprimoramentos durante Miguel Cruz adicionando que não há aldeias evacuadas, nem estradas cortadas, quatro incêndios estavam nas 07:30 de hoje ativos. Miguel Cruz é o adjunto nacional de operações. Miguel Cruz é o adjunto nacional de operações.apesar de terem vindo a registar alguns aprimoramentos no seu desenvolvimento durante a noite com a extinção, este momento conservamo ainda quatro incêndios ativos de algumas das frentes ativas”, declarou.Segundo o adjunto nacional de operações da Autoridade Nacional de Proteção Civil , estava ainda por dominar hoje de manhã o incêndio em Vila Chã, concelho de Alijó, distrito de Vila Real, que mobiliza 685 operacionais, com o suporte de 179 veículos.”Este incêndio ainda está ativo em cerca de 20% do seu perímetro. Depois temos também o fogo em Santiago de Cassurães e Póvoa de Cervães com o suporte de 142 veículos, conservando uma frente ativa Póvoa de Cervães é concelho de Mangualde., mas já com focos com pouca intensidade”, explicou.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Ativo está também, segundo Miguel Cruz, um incêndio no distrito guardense na clientela de Rochoso e Monte Margarida que mobiliza 307 operacionais, com a ajudinha de 103 veículos, conservando cerca de 20 a 30% do perímetro ainda ativo.”Tivemos também um reacendimento em Vila Nova de Foz Coa, localidade de Murça, Freixo de Numão, que está a ser lutado por 39 bombeiros, apoiados por 10 veículos”, declarou.

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Incêndios: Fogo em Oleiros em período de determinação — Proteção Civil

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Brasão de Oleiros

O incêndio que iniciou pelas 15:51 de segunda-feira perto de Cavalinho, na clientela de Mosteiro, Oleiros, está em período de determinação, de acordo com a Autoridade Nacional de Proteção Civil .Na página digital da ANPC, o fogo estava, pelas 04:30, “em determinação”, isto é, “sem perigo de propagação para além do perímetro já atingido”, conservando-se no local 296 operacionais, apoiados por 98 meios terrestres.As chamas fizeram com que, por cautela, tenham sido evacuadas algumas habitações, designadamente das localidades de Roqueirinho e Mosteiro, das quais se as retiraram cerca de duas dezenas de pessoas para a residencial de alunas de a vila de Oleiros, declarou à agência Lusa o presidente da Câmara de Oleiros, Fernando Marques.Pelas 00:00 de hoje, permaneciam “somente três pessoas na residencial”, tendo as restantes sido sediadas por familiares, adiantou o autarca.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Faz 16 dias, a guerrazinha a o fogo mobilizava de segunda-feira, duas centenas de operacionais, 65 viaturas e quatro meios aéreos.De acordo com a página da ANPC, continuam ativos, pelas 05:00, quatro incêndios rurais, em Alijó , em Mangualde , em Rochoso, concelho guardense, e em Freixo de Numão, concelho de Vila Nova de Foz Côa .

O incêndio que lavra desde a madrugada em Vila Chã foi já dado como estando “em determinação”, informa a página da InterneO incêndio que lavra desde a madrugada em Vila Chã foi já dado como estando “em determinação”, informa a página da Internet da Autoridade Nacional de Proteção Civil. O incêndio que lavra desde a madrugada em Vila Chã é concelho de Alijó. O incêndio que lavra desde a madrugada em Vila Chã é concelho de Alijó.deu-se o alerta para as chamas em Vila Chã em as 01:55 de hoje e, para o local, foram mobilizados 158 operacionais, com 44 viaturas.egundo a Proteção Civil, para a guerrazinha a este fogo foram ainda acionados quatro meios aéreos, dois helicópteros e dois aeronaves ligeiras.O fogo chegou a progredir em três frentes, mas a meio da manhã somente uma se conservava ativa.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Os acessos complicados, para viaturas e operacionais, e o vento foram os principais obstáculos encontrados na guerrazinha a este fogo que está a queimar uma zona de mato e de pinheiro bravo e de forte declive.Santa Maria da Feira, Aveiro – O incêndio que deflagrou hoje num armazém de cortiça de uma fábrica em Sernancelhe, Argoncilhe, Santa Maria da Feira, entrou já em período de rescaldo, declarou à Lusa fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro de Aveiro.Segundo a mesma fonte, os bombeiros têm que permanecer no local durante, pelo menos, as próximas três horas para trabalho de remoção de material ardido e outro de fácil combustão.se deu o incêndio cujo adverte, em as 13:32, foi lutado por 95 operacionais, em a sua maioria bombeiros, apoiados por 33 veículos.egundo declarou à agência Lusa o comandante José Carlos Pinto, dos Bombeiros de Lourosa, o armazém de cortiça, onde o fogo se icomeçou pertence à corticeira Moderna, tendo as chamas atingido parcialmente umumauoutradconstruçãoocontíguada emcompanhiaGlamour”.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Um incêndio que deflagrou hoje à tarde entre Moura e Alqueva, no Alentejo, tem duas frentes ativas e obrigou ao corte do ttráfegonum troço de uma das estradas de acesso à cidade, segundo fonte dos bombeiros.A fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro de Beja mencionou à agência Lusa que, cerca das 17:00, estava cortada a estrada entre a Ponte do Ardila e oacencruzilhadade S. Miguel, um dos acessos a Moura.se deu o alerta para o incêndio em as 15:00 e as operações de guerrazinha mobilizam 73 operacionais, com o suporte de 23 viaturas e de dois meios aéreos. incêndio está a lavrar numa zona de mato e sobreiros, junto à ponte do Ardila, entre Moura e o paredão da brepresade Alqueva, no distrito de Beja.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.

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Incêndios: Mais de 2.000 operacionais no terreno a lutar as chamas

Por: SentiLecto

Um total de 2.067 operacionais estavam no terreno, à 01:00, a clutar28 incêndios florestais, dos quais 11 estão em curso, dois em rdeterminaçãoe 15 em cfinalização segundo os dados da Autoridade Nacional de Proteção Civil.Nos 11 incêndios florestais em curso, encontravam-se 1.834 operacionais apoiados por 580 meios terrestres, nos dois incêndios em determinação estavam 67 operacionais e 23 viaturas e nos 15 incêndios em finalização havia 166 operacionais e 43 viaturas no terreno.Ao todo, estavam 646 meios terrestres envolvidos.O distrito de Vila Real é onde se encontravam mobilizados mais operacionais e meios terrestres para a guerrazinha a quatro incêndios.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Pelas 22:30, Álvaro Ribeiro revelou que cerca de 120 bombeiros e 40 militares do Exército reforçarão a guerrazinha ao incêndio de Alijó, distrito de Vila Real, que lavra há quase 48 horas. Álvaro Ribeiro é o comandante distrital de operações de ajudinha.

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Incêndios: Fogo de Alijó aproxima-se de mais uma aldeia, retiradas cinco pessoas

Por: SentiLecto

O incêndio em Alijó aproximava-se, pelas 19:40, de mais Franzilhal de onde foram já retiradas cinco pessoas de quatro habitações, incluindo dois acamados que vão ser transportados para a Santa Casa da Misericórdia de Alijó. Franzilhal é uma aldeia.Estas cinco unem-se às 16 pessoas já retiradas durante a tarde de hoje de algumas aldeias do concelho de Alijó, cujo incêndio ptinha pelas 18:00, três frentes ativas, depois de várias reativações.As chamas aproximaram-se e rodearam algumas aldeias durante a tarde, nomeadamente Vila Chã, Francelos, Pegarinhos e Porrais, já no concelho de Murça, e os acessos a estas localidades estão muito condicionados. As estradas municipais entre Vila Chã e Francelos e entre Santa Eugénia e Carlão, que agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo, estiveram também cortadas. O incêndio em Alijó deflagrou na madrugada de domingo e, de acordo com informações disponibilizadas pelas 19:50 na página da Internet da Proteção Civil, estava a ser lutado por oito meios aéreos, 532 operacionais e 159 viaturas.

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