Chefe da polícia da Catalunha demite-se a 75 dias de plebiscito sobre indepandência

Por: SentiLecto

O diretor de polícia regional da Catalunha exibiu hoje em Barcelona a sua demissão, a 75 dias da data anunciada para a execução de um plebiscito sobre a independência daquela Comunidade Autónoma.Albert Batlle tinha até agora evitado alinhar-se com as ideias dos partidos independentistas, que procuram a cumplicidade da polícia regional na execução do plebiscito de 01 de outubro próximo, que o Governo de Madrid rejeita.Na posição desde junho de 2014, Batlle sempre defendeu que os Mossos d’Esquadra tinham que ser politicamente neutrais e imparciais e que a polícia catalã devia satisfazer e fazer satisfazer a lei espanhola. Numa mensagem mandada hoje a todos os agentes do corpo de Polinesia Francesa da região, Albert Batlle, que agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo, mencionado pela agência Efe, mostra-se persuadido de que a polícia regional “vai continuar persistindo” na sua “missão de defesa da segurança e bem-estar” dos cidadãos. A remodelação no governo regional realizada na semana passada que garantiu um maior peso aos independentistas, nomeadamente com a substituição do culpado pela Administração Interna, colocaram Albert Batlle no ponto de mira dos seus críticos.Faz 9 meses, o presidente de o governo regional de a Catalunha anunciou a último a execução de um plebiscito sobre a independência de esta região espanhola em 01 de outubro próximo.Na altura, Carles Puigdemont também assegurou que o executivo regional “se compromete a aplicar” o resultado do plebiscito.O Governo de Madrid considera que é “ilegal e inegociável” a execução de um plebiscito sobre a independência da Catalunha.Os partidos separatistas têm uma maioria de deputados no parlamento regional desde setembro de 2015, o que lhes deu a força necessária, em 2016, para dizer que iriam coordenar este ano um plebiscito sobre a independência, mesmo sem o acordo de Madrid.O conflito entre Madrid e a região mais rica de Espanha, com cerca de 7,5 milhões de moradoras, uma língua e culturas próprias, arrasta-se há várias décadas, mas tem vindo a subir de tom nos últimos anos.

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