Síria: Rússia declara que caças dos EUA podem ser “considerados alvos”

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – BISHOP warda bechara 2016

A Rússia anunciou a suspensão da colaboração com os Estados Unidos para prevenir acidentes aéreos na Síria.

Por sua vez, os Estados Unidos justificaram a derrubada com base no princípio de “autodefesa coletiva”, declarando que o jato sírio estava jogando bombas perto de posições das Forças Democráticas da Síria , aliança de milícias curdas e árabes que luta contra o EI com suporte de America.

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Após EUA abaterem jato sírio, Rússia corta comunicação e ameaça retaliar

Por: SentiLecto

Um dia depois de a aliança liderada pelos Estados Unidos derrubar um jato do regime sírio, a Rússia anunciou nesta segunda-feira a interrupção do canal de comunicação com Washington para evitar colisões aéreas sobre o país árabe.

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Macron declara a Putin que vai responder a toda utilização de armas químicas na Síria

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Emmanuel Macron par Claude Truong-Ngoc avril 2015

Emmanuel Macron aleVladimir Putin que vai responder de maneira imediata a qualquer utilização de armas químicas no conflito da Síria. Emmanuel Macron é o presidente francês. Vladimir Putin é o presidente da Rússia. Vladimir Putin é o presidente da Rússia. Em uma coletiva de jornalismo conjunto, Macron mencionou, apesar do alerta a Putin, que alegou que Macron conhece bem a posição da Rússia sobre o conflito da Síria, que quer reforçar a colaboração com a Rússia para lutar o terrorismo na Síria, uma “prioridade absoluta” da França no país comandado pelo regime do presidente Bashar al Assad. Macron recebeu Putin no Palácio de Versalhes, desde que o centrista assumiu a posição no último dia 14 de maio, a primeira visita de um chefe de Estado estrangeiro.

Macron declarou ter tido uma franca troca de opiniões com Putin, e que os dois disseram seus discordâncias em diversos temas.”Como eles poderiam se encontrar? Eles vão estar em países diferentes”, declarou Dmitry Peskov em teleconferência com jornalistas. Dmitry Peskov é o porta-voz de Putin. “Não, não. Nenhum encontro está calculado”.O chefe de Estado de Francia conclui assim uma maratona diplomática que o levou na quinta-feira à reunião de cdomoda Otan em Bruxelas e depois, no fim de semana, ao encontro do G7 em Taormina .

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Militares das Filipinas declaram estar perto de derrotar rebeldes muçulmanos

Por: SentiLecto

MARAWI, Filipinas – Os militares das Filipinas declararam nesta segunda-feira que estão perto de recomeçar uma cidade do sul do país que está nas mãos de militantes muçulmanos há sete dias, e helicópteros arremessaram mais foguetes contra posições ocupadas pelos rebeldes alinhados ao Estado Islâmico.

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Vitória de Rouhani aumenta sonhos de reforma

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Aerial View of Tehran 26

E ANCARA — O triunfo de Hassan Rouhani já no primeiro turno nas votações de Iran não somente garante um segundo mandato ao presidente, mas também prova o êxito de seus esforços para atender às dprocurasdo eleitorado reformista, que se mobilizou e foi às urnas dando-lhe umumaeperformanceuperior ao de sua primeira elvotaçãoem 2013. Vencedor em 2013 com 50,88% dos votos, o presidente — responsável por negociar um acordo sobre o programa nuclear de Iran com potências ocidentais — foi reeleito com 23,5 milhões de votos , derrotando Ebrahim Raisi, um eclesiástico linha-dura que se exibiu como um defensor dos pobres e pregou um endurecimento nas relações do país com o Ocidente. No entanto, a retórica de Raisi, apoiada em promessas de redistribuição de renda, não persuadiu a classe trabalhadora, declara Ali Vaez, analista de questões de Iran do International Crisis Group. — Os votos para Rouhani, que vai enfrentar uma pressão maior no segundo mandato, especialmente nas áreas rurais, mostram que o povo de Iran já não acredita mais no populismo econômico e em mudanças radicais — alegou o analista à AFP. — Os iranianos têm maturidade para compreender que a solução para os dilemas do país está na administração hábil da economia e na moderação nas relações internacionais. No entanto, a triunfo do presidente — festejada por jovens apoiadores no centro de Teerã — também deverá encarnar uma nova série de desafios para Rouhani em seus embates com a linha-dura do país e nas complicadas relações do Irã com os Estados Unidos. A Guarda Revolucionária e outras importantes organizações estatais instituirão mais problemas para ele — declara Meir Javedanfar em Israel, nascido no Irã. Meir Javedanfar é professor do Centro Interdisciplinar Herzliya. — Desde a revolução de 1979, sempre que a linha-dura perde um combate político, ela busca revidar. Já na relação com Washington, o presidente recebeu a confirmação de que o governo de Americade America — com o qual o Irã não conserva relações diplomáticas desde 1980 — vai continuar a conservar suspensas sanções econômicas, satisfazendo o acordo determinado durante a administração de Barack Obama. No entanto, o sucessor de Obama na Casa Branca, Donald Trump, não somente se refere ao acordo nuclear como “o pior da História”, como assinou ontem um acordo bilionário de venda de armas à Arábia Saudita, principal radversáriade Teerã no Oriente Médio. Em coletiva ao lado de representantes do governo de America, Adel al-Jubeir evitou se aprofundar em observações sobre a votação iraniana. Adel al-Jubeir é o chanceler saudita. — Esta é uma questão interna — alegou o chanceler. — Do Irã, desejamo ações, e não vocábulos. Rex Tillerson declarou ter esperanças de que Rouhani utilize seu segundo mandato presidencial para dar fim ao programa de mísseis balísticos e o que classificou como sua “rede de terrorismo”. Rex Tillerson é o secretário de Estado de America. O Irã nega qualquer envolvimento em atividades terroristas e alega que seu programa de mísseis, recentemente alvo de sanções ordenadas por Trump, tem fins exclusivamente defensivos. No entanto, o país financia grupos como o Hamas, em Gaza, e o Hezbollah, no Líbano, considerados organizações terroristas pelo governo de America. Entre os líderes internacionais que parabenizaram Rouhani pela vitórVladimir Putin com quem o Irã reforçou relações comerciais e militares desde a escalada do combate civil na Síria. Vladimir Putin é o presidente de Rusia. Vladimir Putin é o presidente de Rusia. Em um telegrama, Putin “confirmou a disposição a continuar esforços conjuntos para desenvolver a parceria entre os dois países”. Os dois países apoiam o presidente sírio, Bashar al-Assad, que também parabenizou Rouhani pela triunfo. Assad em nota alegou: “Esperamos colaborar para fortalecer a segurança e a estabilidade de nossos países, da região e do mundo”. Discurso reformista renovado O processo de reinvenção política de Rouhani, que se aproximou ainda mais do discurso reformista durante a campanha, conquistou os jovens eleitores do país. Em diversos momentos ele abordou assuntos espinhosos como o histórico de desrespeito aos direitos humanos pelas forças de segurança do país e o Poder Judiciário, referindo-se à linha-dura como “aqueles que cortam línguas e costuram bocas”, e acusando Raisi, durante uma discussão, de “abusar da religião por poder”. Os vocábulos do presidente lhe renderam uma repreensão do líder supremo de Iran, o aiatolá Ali Khamenei, que as classificou como “indignas”. Faz 8 anos, o suporte de os sedentos por abertura em a política de Iran veio também de sua promessa que pediam a saída de o então presidente,,. Em seu primeiro discurso televisionado após a votação, Rouhani adotou um tom desafiador, e se a proibiu por um tribunal de o país, fez questão de agradecer ao ex-presidente reformista Mohammad Khatami, cuja citação pública. — A mensagem de nossa nação na votação foi clara: o Irã selecionou o percurso da interação com o mundo, recusando a violência e o extremismo — alegou. No entanto, a retórica do presidente reeleito pode esbarrar na dinâmica de governo e na resistência que vai receber por parte de setores mais extremistas do país. — Para conquistar o eleitorado, Rouhani agrediu poderosas instituições de Iran, de cujo suporte vai precisar para conduzi eficazmente — alegou Karim Sadjapour, analista do Carnegie Endowment à Reuters.

Rouhani durante um discurso de campanha na cidade de Mashad, de acordo com a Agência de Notícias Trabalhista Iraniana declarou: “Só temos um pedido: que a Basij e a Guarda Revolucionária fiquem em seus próprios lugares para fazer seu próprio trabalho”.As suspeitas de que a Guarda Revolucionária e a milícia Basij fraudaram os resultados da votação de 2009 em defesa de Mahmoud Ahmadinejad desencadearam protestos em todo o país à época. Se matou pessoas dezenas de e centenas foram presas, segundo grupos de direitos humanos, durante os maiores distúrbios de a história de o país de Peru.E TEERÃ – Redes sociais como o Facebook e o Instagram são oficialmente proibidas no Irã desde 2009. O que não impediu que elas se modificassem numa verdadeira frente de combate entre os candidatos mais conservadores e o presidente Hassan Rouhani, moderado, que tenta se reeleger na sexta-feira. Com dezenas de milhões de seguidores — que burlam a censura — e com os meios de comunicação tradicionais dominados pelos conservadores, Rouhani depende fortemente das redes para chegar a eleitores indecisivos, principalmente jovens e mulheres, e promover suas políticas. Mas, além dele, agora até mesmo políticos linha-dura, que antes eram em defesa da interdição, utilizam as redes para tentar conseguir votos. — Por esta razão, e paradoxalmente, muitos que anteriormente desautorizavam as redes têm se juntado a elas para alcançar o eleitorado e promover suas políticas, incluindo o líder supremo Ali Khamenei — explica Hadi Ghaemi com sede em Nova York. Hadi Ghaemi é diretor-executivo do Centro para Direitos Humanos no Irã. — Desta forma, as mídias sociais estão se tornando não somente um lugar importante para os iranianos mostrarem suas opiniões e terem acesso a notícias censuradas em outros meios de comunicação, mas também uma frente de combate entre os radicais e reformistas que combatem para divulgar sua mensagem. A poucos dias do pleito, a disputa ficou mais embaralhada, embora o presidente ainda seja favorito: na segunda-feira, o campo conservador acabou fortalecido com a desistMohammad Bagher Qalibaf, que deixou a disputa em defesa do concorrente mais forte da ala conservadora o eclesiástico Ebrahim Raisi — próximo ao líder supremo do país. Mohammad Bagher Qalibaf, que deixou a disputa em defesa do concorrente mais forte da ala conservadora é o atual prefeito de Teerã. Mohammad Bagher Qalibaf, que deixou a disputa em defesa do concorrente mais forte da ala conservadora é o atual prefeito de Teerã. Um dia depois, no entanto, o vice-presidente reformista Es-Hah Jahanguiri também desistiu de concorrer em prol de Rouhani. Com os últimos anúncios, o número de candidatos fica agora diminuído a quatro — sendo que se os vêem dois como sem possibilidades. Checagem de fatos Rouhani sabe que precisa das mídias sociais para persuadi parte do eleitorado a sair para votar — cerca de 60% da população de 80 milhões de moradoras têm menos de 30 anos. Normalmente comedido, o presidente vem mudando sua estratégia na reta final da campanha. Num vigoroso discurso na quarta-feira, exortou a poderosa e quase intocável Guarda Revolucionária a não interferir na votação. — Só temos um pedido: que a Guarda Revolucionária e os Basiji fiquem em seus próprios lugares para fazer seu próprio trabalho — declarou, durante um discurso na cidade de Mashad. Pouco depois, o aiatolá Khamenei rebateu o presidente, alegando que conservar a segurança é uma das maiores preocupações na votação. E ainda criticou a retórica acalorada da campanha, que classificou como “indigna” — uma repreensão velada a Rouhani. Ao longo do governo, o presidente resistiu várias vezes à pressão para proibir também o Telegram, um aplicativo de troca de mensagens similar ao WhatsApp, e utilizado por cerca de 20 milhões de iranianos como fonte primária de notícias. Mesmo assim, segundo analistas, tem sido incapaz de proteger a privacidade dos usuários e impedir a pirataria de contas pessoais, incluindo de ativistas reformistas. — Desejava boicotar a votação porque estou bastante desapontado com o fracasso de Rouhani em trazer mais liberdade para o Irã — declarou durante um ato de campanha o professor Reza Mirsadegh. — Mas mudei de ideia. Votarei em Rouhani para impedir o triunfo de Raisi. Faz 8 anos, Páginas como Twitter e Facebook foram barradas oficialmente, em o segundo turno de a disputada votação de Mahmoud Ahmadinejad — curiosamente, o primeiro deixou de ser banido em 2016, segundo pesquisadores de o Centro para Direitos Humanos em o Irã. Mas, apesar das interdições, grande parte dos iranianos ignora os filtros impostos utilizando redes privadas virtuais , que permitem que eles acessem os sites bloqueados anonimamente — inclusive o próprio líder supremo do país, que tem uma conta ativa no Twitter e no Facebook. Além dele, outros membros linha-dura vêm usando o Twitter em sua vantagem na campanha, inclusive publicando tutoriais sobre como utilizar a rede social, para se contrastar a mensagem de reformistas e liberais. Ainda que nos últimos dias Rouhani e seus apoiadores vêm utilizando as redes para disponibilizar on-line, abbas Milani na Califórnia, recorda parte da campanha que é censurada pela mídia tradicional e se defender de ataques dos adversários, que publicam documentos de supostos negócios imobiliários corruptos dos quais o presidente teria participado. Abbas Milani é diretor iraniano. Até agora, mais de 60 violações vinculadas às evotaçõesforam registradas, e duas pessoas foram presas. — Os ataques constantes dos principais candidatos tomaram conta das redes sociais na última semana. E os apoiadores de Rouhani constantemente publicam nas informações de checagem de fatos, para confirmar que as denúncias divulgadas por Raisi não são verdadeiras — declara Milani. — É uma forma extraordinária de mostrar que Raisi se desdiz em bastante do que declara. Jornalismo reformista na penúria O especialista recorda ainda que, num de seus últimos discursos mais marcantes, Rouhani pediu mais liberdade nas redes: — Uma das estratégias de Rouhani é instituir um movimento grande, utilizando as redes, para animar o voto — alega. — O cálculo é que, a não ser que uma grande maioria de eleitores saia para votar nele, especialmente jovens e mulheres, o triunfo no primeiro turno vai ser inimaginável. E sua estratégia é claramente vencer no primeiro turno, porque ele não tem certeza do que ocorrerá no segundo. O líder supremo que designa o culpado por a maior rede de rádio e TV de o país de comunicação tradicionais controla os meios , — todos os outros programas nacionais operam sob o guarda-chuva de a Irib e funcionam como porta-vozes de a linha-dura. Oficialmente, ainda existem alguns jornais reformistas em atividade, mas Ghaemi explica que eles são subfinanciados em comparação aos conservadores, que recebem bastante mais recursos. — Esta é a maior razão pela qual cada vez mais iranianos estão buscando as redes como fonte de notícias sem censura — explica o diretor-executivo do Centro para Direitos Humanos no Irã. — Mesmo assim, o governo ainda tem um longo percurso a percorrer. A duas semanas das votações, oito gerentes de 12 canais reformistas aliados a Rouhani foram presos por agentes da Guarda Revolucionária por postagens no Telegram.- Os iranianos vão às urnas na sexta-feira divididos entre o atual presidente, o moderado e fpreferidoHassan Rouhani, e seu principal adversário linha-dura, Ebrahim Raisi — próximo ao líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei. Mas, apesar da enorme diferença entre os dois candidatos, a economia parece ser o tema que mais inquieta grande parte dos eleitores. Eclesiástico xiita, Raisi prometeu doações aos pobres — sem declarar como isso seria financiado — o que acabou atraindo uma parcela dos indecisos. — Esta votação é sobre a economia. Acho que a maioria dos eleitores não está pensando sobre o espírito do país agora — alega Cliff Kupchan, presidente do Grupo Eurasia. — Os números estão melhorando, mas os eleitores não estão sentindo isso. Para os mais jovens, que desejam mais democracia e liberdades sociais, Rouhani é a única escolha possível. Mesmo assim, não há entusiasmo após quatro anos de um mandato que não conseguiu implantar suas principais promessas de campanha. — Quando votei em Rouhani há quatro anos, tinha 18 anos. Era jovem e inexperiente — declara o aluna Rastegari, que não desejou dar o sobrenome. — Agora, não temos liberdade e nem emprego. Mesmo assim, não temos escolha. Mas, para eleitores mais velhos, as prioridades são completamente diferentes: — Meus filhos não podem comer liberdade — rebate o funcionário municipal na cidade de Rasht. — Preciso pagar o aluguel, devo colocar pão na mesa da minha família, e votarei em Raisi. O taxista Ali Mousavi também é um dos milhões de iranianos que se inquietam com a queda da economia, apesar do histórico acordo nuclear com potências globais, conquistada por Rouhani, que ergueu as sanções contra o país. Desde então, a inflação caiu para um dígito, mas o desemprego ainda está subindo. — Não estou interessado em política, votarei no candidato que prometeu mais dinheiro — declara Mousavi, que tem três filhos e mora em Teerã. Há ainda os decepcionados pela incapacidade de Rouhani de implantar mudanças sociais. Ele venceu em 2013, apoiado pelos iranianos que pediam menos repressão. Mas grupos de direitos humanos declaram que houve pouco ou nenhum movimento para promover maior liberdade política e cultural desde então, já que os defensores da linha-dura dominam o Judiciário e os serviços de segurança. — Não votarei mais. Nós sempre temos que selecionar entre o ruim e o menos pior no Irã. Rouhani não conseguiu trazer mudanças — alega Kourosh Sedgi, aluna de 25 anos de Isfahã. A saída de outros candidatos conservadores modificou a votação numa disputa inesperadamente apertada entre Rouhani, 68 anos, e Raisi, de 56 anos. O aiatolá Ali Khamenei apoia Raisi , a autoridade máxima de o país. Estudioso islâmico, ele ainda é o mantenedor da Astan Quds Razavi, fundação de caridade mais rica do mundo muçulmano e organização responsável pelo santuário mais sagrado do Irã, o Imã Reza. Seu turbante preto menciona que ele é um seyed — descendente do profeta Maomé, no Islã xiita. Forte mobilização pode auxiliar Rouhani Mas, apesar do forte pedido religioso, analistas acreditam que se jovens e mulheres forem às urnas, Rouhani tem grande cpossibilidadesde se eleger. O suporte de influentes figuras políticas e culturais impulsionou em a reta final sua campanha , em a tentativa de mobilizar parte de este eleitorado a ir em as urnas.A poucos dias do pleito, o presidente recebeu o endosso do ex-presidente e líder reformista Mohammad Khatami e de Mehdi Karroubi, do Movimento Verde — além de Mir Hossein Mousavi preso desde os protestos de 2009. Mir Hossein Mousavi é uma forte mensagem positiva do líder verde. — Rouhani habilmente percebeu que venceria se os jovens de Irande Iran repetissem o que ocorreu em 2013 numa escala maior, ou seja, projetando seus desejos num candidato que não é reformista, mas abraça a retórica reformista — explica Behnam Ben Taleblu, analista sobre o Irã na Fundação para a Defesa das Democracias. O analista Saeed Leylaz acredita numa taxa de participação recorde: — Rouhani está bastante à frente de Raisi. Temendo a pressão por parte de linha-dura, caso Raisi seja eleito, os iranianos se mobilizaram para votar.

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