Homem invade escola em Goiás e mata jovem a tiros dentro de sala de aula

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Cartaz Construcao de Goiania

Uma adolescente de 16 anos foi morta a tiros na manhã desta segunda-feira dentro da sala de aula em Alexânia, no interior de Goiás. O suspeito é um jovem de 19 anos, que invadiu a unidade escolar com intenção de matá-la, de acordo com a Polícia Civil. Mizael Pereira Olair foi preso em flagrante depois de escapar da escola e confessou que havia adquirido a arma especialmente para cometer o crime.

Situa-se a leste da Região Centro-Oeste, no Planalto Central de Brasil.

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Justiça determina internação de jovem que matou colegas de sala em Goiânia

Por: SentiLecto

A juíza Mônica Cézar Moreno Senhorello, determinou na noite deste sábado , durante plantão na comarca de Goiânia, a internação do adolescente que matou dois colegas de sala e deixou outros quatro feridos, em uma escola particular da cidade. Inicialmente, a internação tem prazo de 45 dias.

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‘Já perdoei. Foi uma fatalidade’, declara pai de menino morto por atirador

Por: SentiLecto

Aos 13 anos, João Pedro Calembo era bom estudante, atuante na igreja, carinhoso com os irmãos mais novos e desejava ser engenheiro civil.

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Adolescentes mortos por atirador em escola de Goiás serão sepultados hoje

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Cartaz Construcao de Goiania

– Os corpos das vítimas da calamidade numa escola em Goiânia serão sepultados na manhã deste sábado na capital goiana. Os adolescentes de 13 anos são velados em cemitérios diferentes na cidade. Se sepultará João Pedro Calembo em o cemitério Memorial Parque. João Pedro Calembo é o primeiro a ser morto pelo atirador. O funeral está calculado para as 10h. Ele se sentar-se na cadeira imediatamente atrás do colega, e era o alvo planejado pelo assaltante, que reclamava de bullying. João Vitor Gomes era tido como amigo do atirador. Ocupava uma cadeira na frente da turma do 8º ano do ensino fundamental do Colégio Goyases. Segundo o testemunho do assaltante à polícia, um adolescente de 14 anos, tanto João Vitor quanto os outros quatro adolescentes feridos foram vítimas de disparos a esmo. O corpo do garoto será enterrado no cemitério Jardim das Palmeiras, às 11h. O atirador de 14 anos, que foi encaminhado para um centro de internação de menores, declarou ter se inspirado nos ataques de Realengo e de Columbine para matar os colegas. Os crimes nos quais o adolescente se inspirou também aconteceram dentro de unidades de ensino. Faz 6 anos, Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, voltou em a escola onde havia estudado, em 7 de abril de 2011e abriu fogo contra os estudantes. Ele matou 12 crianças e depois cometeu suicídio, na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, Zona Oeste do Rio. Wellington, que foi até uma das salas de aula, sacou dois revólveres e começou a disparar contra os estudantes, chegou ao local declarando que faria uma palestra na escolal. Nos Estados Unidos, o ataque conhecido como carnificina de Columbine, em Denver, no estado de America do Colorado, ocorreu em 20 de abril de 1999 e deixou 12 estudantes e um professor mortos, além de outros 25 feridos. Se orquestrou o ataque eric Harris, de 18 anos, e Dylan Klebold, de 15, que se mataram na biblioteca após a ação. Os adolescentes teriam orquestrado o ataque como represália pelo bullying que padeciam na escola.

Ainda de acordo com o delegado, o adolescente não provou tensão em nenhum momento e se declarou arrependido do crime.— Ele estava abatido, mas estava tranquilo. Estava acompanhado dos pais e do advogado e declarou que tinha se arrependido do que fez — contou.Ainda segundo o titular, o adolescente confessou não gostar de uma das vítimas letais.— Ele declarava que a vítima o “amolava bastante” — falou o delegado.

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Palco de ataques, EUA discutem armar professores para defender alunas

Por: SentiLecto

Nos Estados Unidos, país que registrou 242 ataques com armas em escolas e universidades nos últimos cinco anos, a discussão sobre a maneira mais efetiva de prevenir essa espécie de crime passa por alternativas tão distintas quanto um maior controle sobre a venda de armas, a licença de que professores tenham armas para defesa dos alunos e uma abordagem para identificar e tratar jovens que possam se tornar um futuro assaltante.

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