S&P 500 tem a maior queda em três meses com preocupações políticas nos EUA

Por: SentiLecto

– As ações dos Estados Unidos recuaram nesta quinta-feira, com o S&P 500 registrando a maior queda percentual diária em três meses, diante de preocupações crescentes com a habilidade do governo do presidente Donald Trump de impulsionar sua agenda econômica tomaram conta dos investidores. O índice Dow Jones caiu 1,24 por cento, a 21.750 pontos. Faz 1 mês, que 500 fechou marcando a primeira vez desde a votação presidencial de 8 de novembro que o índice o recuou mais de 1 por cento em dois dias tão próximos, 500 perdeu 1,54 por cento, a 2.430 pontos, o SeP em o seu nível mais baixo desde 11 de julho com a queda em. O Nasdaq recuou 1,94 por cento, a 6.221 pontos. O índice recuou 1,4 por cento na última quinta-feira, já que a preocupação com um possível conflito entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte atingiu o mercado. As quedas marcam um intervalo no fase de baixa volatilidade. O S&P 500 teve somente quatro quedas de 1 por cento neste ano. Os investidores parecem estar perdendo esperança na habilidade do governo Trump de progredir em sua agenda econômica, declararam alguns estrategistas. Prejudicou-se o mercado também após uma van atropelar dezenas de pessoas em o centro de Barcelona e a mídia de Espanhade Espanha, mencionando fontes policiais, informou que pelo menos 13 pessoas faleceram. As ações começaram a perder terreno no começo da sessão, após a especulação sobre a possível saída do diretor do Conselho Econômico Nacional, Gary Cohn. Um funcionário da Casa Branca declarou mais tarde que a Cohn pretende permanecer na posição. Após um pequeno intervalo, a venda continuou no mercado e a queda agilizou.

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Após pedido de recuperação judicial, juiz quer perícia nos dados do Grupo Bertin

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Brasão

– O juiz Daniel Carnio Costa, da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo, pediu ontem um relatório inteiro sobre a situação financeira e comercial do Grupo Heber, da família Bertin, que na terça-feira passada entrou com pedido de recuperação judicial. Só depois de exibidos estes dados, que incluem resultados acumulados nos últimos anos, demonstrações contábeis e fluxo de caixa, o juiz decidirá aceita ou não o pedido. A expectativa dos advogados de defesa do grupo é que a resolução saia na próxima semana. – O juiz pediu uma perícia dos dados do grupo e entregaremos os documentos entre hoje e segunda. Nossa expectativa é que a resolução sobre o pedido de recuperação judicial saia na semana que vem – declarou ao GLOBO o advogado Bruno Kurzweil, do escritório Thomaz Bastos, Waisberg e Kurzweil que vai assessorar o grupo no processo. As dívidas do grupo ficam suspensas por pelo menos 180 dias, se a Justiça aceitar o pedido de recuperação judicial. Com dívidas que adicionam R$ 7,8 bilhões e em obstáculos financeiros, o pedido de recuperação judicial envolve dez companhias do Grupo Heber, que atuam nos setores de infraestrutura, agropecuária, construção e saneamento básico. Integram o pedido a Heber Participações, Cibe Participações e Empreendimentos, Cibe Investimentos e Participações, Compacto Participações, Comapi Agropecuária, Doreta Emprendimentos e Participações, Infra Bertin Empreendimentos, Concessionária SP Mar, Contern Construções e Comércio Ltda e Águas de Itú Gestão Empresarial. Como a holding controladora do grupo deu garantias aos empréstimos tomados por suas companhias, os advogados decidiram incluir todas as coligadas no pedido de recuperação. Essas garantias atravessadas poderiam levar ao vencimento antecipado de débitos das controladas. Só a Heber Participações tem dívidas de R$ 3 bilhões. A Contern deve mais R$ 2 bilhões e a Infra Bertin Emprendimentos tem dívidas de R$ 500 milhões. Entre os credores estão bancos, como o Fibra, o Banco do Brasil, Bradesco e a Caixa Econômica Federal. Procurados, os bancos não se demonstraram. Se tomou a resolução de entrar com o pedido de recuperação judicial, segundo o advogado Bruno Kurzweil após o banco Fibra entrar, em o mês passado, com pedido de falência de a Contern, por dívidas não pagas. Esse pedido poderia se estendido às demais ecompanhiasdo grupo, já que elas “têm odeveresrrecíprocos. O advogado informou também que a crise econômica que atingiu o país, desde 2014, prejudicou as atividades do grupo, especialmente no área de infraestrutura. Em nota, o grupo alega que o pedido de recuperação é “o melhor percurso” para garantir a “integridade de seus ativos” e renegociar suas dívidas. O texto do pedido de recuperação judicial, que recorda também do preço mais elevado para rolagem de dívidas declara: “Os obstáculos do Grupo Heber iniciaram em 2014 com o agravamento da crise econômica que provocou a estagnação dos investimentos em infraestrutura gerou efeito sobre todas as companhias do grupo”. O pedido de recuperação judicial recorda que as companhias do grupo vinham operando ‘alavancadas’ e sem habilidade efetiva de tomada de crédito. O grupo afirma que fez “investimentos bilionários” para satisfazer os deveres da concessão dos trechos Sul e Leste do Rodoanel Mario Covas, em São Paulo. A SPMAR que pertence a o grupo gerenciar os dois trechos ,. Obras que não constavam no projeto licitado aumentaram os preços acima do calculado, declara a companhia. “Além disso, os trechos acabaram com número de praças de pedágio menor do que o estabelecido por contrato – de seis para quatro praças de pedágio prejudicando suas receitas”. Outro golpe no caixa do grupo foi a cassação da concessão da Águas de Itú, que era responsável pela abastecimento na cidade paulista de Itu. A crise hídrica obrigou a companhia a fazer um plano de contingência, sem que pudesse ampliar a tarifa dos consumidores. Isso redundou num processo de arbitragem entre a companhia e prefeitura, que acabou decretando intervenção na companhia. Este é o segundo tropeço financeiro do Grupo Bertin, que já foi o maior frigorífico do país. Se forçou o grupo em a década passada, em obstáculos financeiros, a fazer uma fusão com o JBS que deu origem em a maior companhia de proteína animal de o mundo,.A Receita Federal avaliou que o negócio não se tratou de fusão, mas sim de aquisição e que os Bertin haviam sonegado pagamento de impostos. O grupo também se aventurou em projetos como Belo Monte, mas saiu do empreendimento. Também entrou na área de energia termoelétrica, mas nenhum projeto de usina saiu do papel.

O maior credor do grupo é a Caixa Econômica Federal, com R$ 2,5 bilhões, de acordo com o “Valor Econômico”, mas a lista inclui ainda BNDES, Banco do Brasil, Bradesco e Banco Votorantim.Faz 1 mês, se começou o processo de recuperação judicial apesar dos problemas financeiros já conhecidos, só após o Banco Fibra Caso o processo seguinte adiante, as outras empresas do grupo poderiam ser prejudicadas.

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Em 3 anos, com mudança de as metas fiscais, dívida bruta vai chegar a %81,1

Por: SentiLecto

– O deferimento do ajuste fiscal, com a mudança das metas fiscais para o fase 2017-2020, fará com que a dívida bruta do governo geral conclua 2018 em 78,7% do Produto Interno Bruto e atinja 81,1% em 2020. Os números estão no texto do projeto de lei que foi enviado nesta quinta-feira pelo governo ao Congresso Nacional e que modifica o objetivo fiscal dos próximos anos. Em 4 anos, segundo as novas previsões de a equipe econômica, o país só voltará a ter resultado positivo de as contas públicas. Sem conseguir concretizar uma série de receitas que eram esperadas, o governo quer aumentar a previsão de déficit do governo central desse ano e do próximo, de R$ 139 bilhões e R$ 129 bilhões, respectivamente, para rombos de R$ 159 bilhões em cada ano. Em 2 anos, o resultado esperado subiu de um déficit de R $ 65 bilhões para R $ 139 bilhões, para 2019. Se a modificou e em 2020, a expectativa de superávit de R $ 10 bilhões em um rombo de R $ 65 bilhões. “A mudança decorre do fato de que o cenário econômico nacional continuou a se degenerar no segundo trimestre de 2017 em decorrência da retração da atividade econômica, o que provocou aumentado grau de frustração de receitas públicas e a necessidade de constantes revisões em suas projeções. Se aprovou a verba de 2017 consequentemente, com receitas estimadas cuja arrecadação efetiva não se tem realizado. Ademais, espera-se que parte das projeções de receitas feitas para a elaboração do Projeto de Lei Orçamentária de 2018 também não se vão concretizar”, declara uma mensagem encaminhada em anexo ao projeto de lei, assinada pelo ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira. O texto conserva a previsão de crescimento da economia em 0,5%, conforme já haviam informado os ministros da equipe econômica. Em 1 ano, revisou se a estimativa para o PIB de %2,5 para %2. Em 2019 e 2020, a atividade deve aumentar 2,5% e 2,5%, respectivamente. Nas estimativas do governo, a inflação tem que continuar em nível baixo. A previsão é de que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo fique estável em 4,2% em 2018 e 2019 e caia para 4% em 2020. Diante desse cenário, o governo estima que a taxa básica de juros da economia chegue a 8% ao ano em 2019 e tenha uma pequena ampliação em 2020, para 8,3%. Hoje, a Selic está em 9,25%.

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Sindicatos desejam ir à Justiça contra ajuste fiscal

Por: SentiLecto

E BRASÍLIA – Após o governo anunciar uma série de mudanças que afetam as normas do funcionalismo público, sindicatos de servidores começaram a se demonstrar. Já há casos de entidades dispostas a levar a questão à Justiça, como a Federação Nacional dos Policiais Federais , ou mesmo prometer greve e manifestações, como a Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal . As principais críticas são ao deferimento do reajuste salarial e aa ampliação da contribuição previdenciária que, na avaliação da entidade, encarna uma diminuição indireta de salário. Segundo Flavio Werneck, que também já teme pela ampliação prevista para 2019, vice-presidente da Fenapef, a entidade acionou o setor jurídico para estudar as chances de contestar as medidas, assim que elas se concretizarem . A estratégia tem que ser protocolar uma Ação Direta de Inconstitucionalidade junto ao Supremo Tribunal Federal e uma ação em primeira instância, para tentar garantir uma medida liminar, de urgência, que impeça as mudanças. A categoria tinha dois reajustes calculados nos próximos dois anos, ambos de 5%. A medida posterga em um ano o reajuste de 2018, mas — O que mais deixa o policial federal abismado é a situação da redução indireta do salário. Quando se sobe uma alíquota de 11% para 14%. A alíquota de aposentadoria do militar é de 7,5% — realça o sindicalista. A Proifes também criticou as mudanças , federação que encarna os professores de instituições federais de o Ensino Superior e de o Ensino Básico Tecnológico e Técnico. A entidade criticou principalmente a ampliação da alíquota e a reorganização de posições. Segundo o presidente da federação, Eduardo Rolim, não há reajuste calculado para 2018. — Não compreendi por que fomos incluídos nesse anúncio. Acabamos de assinar um acordo no final de 2015, que entra em forcita exatamente hoje. O governo faz toda a negociação conosco. Não compreendo desejar rediscutir carreira agora, na medida em que acabou de ter uma reorganização de carreira — declarou Rolim, que avalia que é cedo para mover ações na Justiça, já que a proposta não foi protocolada ainda. Werneck, do sindicato da PF, também criticou o plano de reorganização, principalmente o que calcula a diminuição de salários iniciais. Ele alegou que a categoria já tinha um plano em análise, que calcula o ingresso único na corporação, o que diminuiria os salários. Hoje, é possível ingressar na PF em posições de chefia, com rendimentos na faixa de R$ 20 mil. A medida defendida pelo sindicato calcula que todos entrem na base, com salários na ordem de R$ 10 mil, em média. — Essa restrição de valores tira a atratividade da carreira de policial federal, sim. Pela proposta, um de Polinesia Francesa federal deveria ingressar com um salário de R$ 5 mil, metade do salário do que recebe na base. Se fosse feito um plano de carreira com meritocracia, de qualquer maneira, acredito que com semelhança às melhores carreiras pde Polinesia Francesamundo afora, isso daria para ser contemporizado — aalegaEm nota, o Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado, que reúne carreiras de administração, como funcionários do Banco Central, e auditores da Receita Federal, também criticou a medida. “Sem desconhecer a séria crise por que passa o Brasil, as entidades que compõem o Fonacate compreendem que a precariedade das contas públicas do Governo de Brasil deve ser atribuída às suas reais justificativas. Ao mesmo tempo em que anuncia o “pacote de maldades” ao funcionalismo público, o Governo trabalha no Congresso Nacional para a aprovação de um perdão de dívidas de cerca de R$ 543 bilhões, por meio do novo Programa de Refinanciamento de Dívidas , a criação de um fundo para financiamento de campanhas eleitorais de R$ 3,7 bilhões e a liberação de bilhões em emendas parlamentares”, alega o documento. A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal também se demonstrou e já promete greves, manifestações e pressão no Congresso Nacional contra as medidas que atingem os funcionários públicos. — Nós não consentimo com essa política, que concentra a renda a alarga a faixa de empobrecimento no país. Nós vamos combater com todos os trabalhadores e categorias juntados. A nossa pressão é no Congresso Nacional, nas ruas, e faremos greve dentro dos órgãos públicos contra as medidas. Essa nossa reação vai misturar todas as atividades. O que couber ação na Justiça, também faremos — declarou o diretor da Condserf, Valter Cezar Dias. Todas as medidas que atingem os servidores públicos precisam passar pelo Congresso Nacional antes de entrar em forcita. O objetivo do governo com o arrocho é enxugar despesas para conter o déficit nas contas públicas, que vai chegar a R$ 159 bilhões em 2017 e 2018. — O governo não conseguiu as receitas que programou, inclusive padecendo derrotas no Congresso, a economia não aumentou na maneira como eles declararam. Agora vem para cima dos servidores, que é a parte mais fraca desse elo. São medidas de desmonte do Estado, que fecharão a porta da gestão pública e partir para cima do servidor. E faz tudo isso na parte mais fraca, que são os servidores do Executivo — alegou Valter Cezar.

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