Venezuela alega que Trump será defendido de ataques” ilegais” de o” imperador”

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Jorge Arreaza 01

Jorge Arreaza delatou nesta segunda-feira perante a ONU as ações “unilaterais e ilegais” do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a quem se referiu como um “imperador global” que ameaça e julga o mundo “como se tivesse poderes ditatoriais”. Jorge Arreaza é o ministro de Relações Exteriores da Venezuela.

A Chancelaria de Venezuelade Venezuela delatou o decreto, alegando que as “ações inamistosas e hostis” dos EUA buscam estigmatizar o país com o “pretexto da luta contra o terrorismo”, deixando de fora da relação outros governos que seriam culpadas por essa “calamidade”.

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Venezuela acusa Escritório de Direitos Humanos da ONU de mentir

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Jorge Arreaza 01

Jorge Arreaza acusou nesta segunda-feira o Escritório das Nações Unidas para os Direitos Humanos de “mentir” e de “ofender seu país” acusando-o de graves Jorge Arreaza acusou nesta segunda-feira o Escritório das Nações Unidas para os Direitos Humanos de “mentir” e de “ofender seu país” acusando-o de graves transgressões “sem ter dados e sem rigor metodológico”. Jorge Arreaza é o ministro de Relações Exteriores da Venezuela. Jorge Arreaza é o ministro de Relações Exteriores da Venezuela.

Jorge Alberto Arreaza Monserrat é um professor e político venezuelano e de 9 de março de 2013 até 6 de janeiro de 2016 foi o Vice-presidente da Venezuela .

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Venezuela: Parlamento agradece medidas de suporte e solidariedade dos 17 países do continente estadunidense

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Mapa Venezuela Topografico

O parlamento de Venezuela, onde a oposição é maioritária, aprovou hoje um acordo apoiando a resolução de 17 países da continente de America, de condenar a rutura da ordem democrática na Venezuela e demonstrando desconhecer os atos da nova Assembleia Constituinte.”Estas nações estão pendentes da Venezuela, para que se satisfaça o respeito pela Constituição e a cidadania. Isto deve dar-nos bastante mais forças para continuar erguendo a pressão na rua”, declarou o presidente da Assembleia Nacional, Júlio Borges.O acordo foi aprovado por unanimidade e agradece “o suporte enérgico” da comunidade internacional, principalmente ao parlamento “como lícito poder legislativo”, reiterando o compromisso da oposição em defender a “consolidação da democracia e dos direitos humanos”.Durante a sessão, Júlio Borges destacou o “reconhecimento de Luísa Ortega Díaz como única Procuradora-Geral da Venezuela” e a possibilidade de que “cada país adote ações individuais” contra os venezuelanos “que violem os direitos humanos e que estejam envolvidos em casos de corrupção ou narcotráfico”.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Declarou: “Como venezuelanos temo que estar orgulhosos deste acordo sem precedentes, em que 17 países adotam medidas tão importantes para a Venezuela, para continuar a pressionar para uma solução democrática no país”.Faz 8 dias, países de o continente de America aprovaram, em Lima, Peru, uma declaração conjunta condenando a rutura de a ordem democrática em a Venezuela e demonstrando desconhecer os atos de a nova Assembleia Constituinte, terça-feira, 17.os ministros foi inicialmente assinada a declaração de Relações Exteriores da Argentina , Brasil , Canadá , Chile , Colômbia , Costa Rica , Guatemala , Honduras , Jamaica , México , Panamá , Paraguai e Peru, e, mais tarde, Santa Lucia, Guiana, Granada e o Uruguai.O encontro limarense visava “abordar a crítica situação na Venezuela e buscar maneiras de contribuir para restauração da sua democracia, através de uma saída pacífica e negociada”.No texto, os ministros condenam “a rutura da ordem democrática na Venezuela”, “a resolução de não reconhecer a Assembleia Constituinte, nem os atos que sejam emanados dela, dado o sua personalidade ilegítima”.Demonstram “o pleno suporte e solidariedade para com a Assembleia Nacional, democraticamente eleita”, vincando que quando se os aprove por este órgão, os atos jurídicos que solicitem autorização do parlamento, só vão ser reconhecidos.Os 17 países condenam “a violação sistemática dos direitos humanos e das liberdades fundamentais, a violência, a repressão e a perseguição política, a existência de presos políticos e a falta de votações livres sob comentário internacional independente” e acusam o regime do Presidente Nicolás Maduro de não satisfazer com as exigências e deveres dos membros do Conselho de Direitos Humanos da ONU, além de disserem “séria preocupação pela crise humanitária” no país.Em consequência, anunciaram a “resolução de não apoiar nenhuma candidatura venezuelana em dispositivos e organizações regionais e internacionais”, e apelam ao fim da “transferência de armas para a Venezuela”.

O parlamento de Venezuela, onde a oposição é maioritária, aprovou um acordo a favor da atual Constituição e no qual considerou “nula e inexistente” a destituição da procuradora-geral, decidida pela nova Assembleia Constituinte.De acordo com os deputados, o ato em que a nova Assembleia Constituinte destituiu Luísa Ortega Diaz, procuradora-geral da Venezuela, é “nulo e inexistente”.Para a oposição de Venezuela, “não se trata de defender um nome”, “mas de defender a democracia” e por isso a procuradora-geral continua a ser Luísa Ortega Diaz, o que torna “nula e inexistente” a designação do fornecedor de justiça, Tarek William Saab, para trocar Diaz.”Eles [socialistas] acreditam que afastando a procurador evitarão que se chegue à verdade, que ose cpunamos verdadeiros cresponsáveis aalegouo deputado Gregório Graterol.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Durante a sessão, os parlamentares chegaram a acordo para “delatar a grave violação de direitos humanos” que encarna a instalação da delegação da verdade, instituída pela nova Assembleia Constituinte.o Executivo ” utilizará ” esta delegação ” para perseguir a oposição política ” , enfatizaram em a sessão , durante a qual decidiram também defender o Palácio Federal Legislativo a Assembleia Constituinte . , sede de o parlamento , onde está instalada desde sexta-feira passada , a Assembleia Constituinte.”Pretende [a delegação da verdade] fazer uma síntese ilegal entre a parte acusadora e a de defesa, e trocar a justiça ordinária por aí vão erguer a imunidade parlamentar”, advertiu o ex-presidente do parlamento Ramos Allup.Os deputados alegaram que vão adverti instâncias internacionais, como a Organização de Estados Americanos e a ONU, para as ações da delegação da verdade.Os parlamentares criticaram também general Vladimir Padrino López no ataque ao quartel de Paramacay, acontecido no domingo. General Vladimir Padrino López é a atuação do ministro da Defesa de Venezuela.”Referiu-se a este facto como se tivesse triunfado na Batalha de Carabobo, mas o que deixou a descoberto foi a incompetência das Forças Armadas”, declarou Allup.Nesta sessão parlamentar esteve presente o embaixador brasileiro, Rui Pereira.O Ministério das Relações Exteriores da Venezuela criticou hoje as declarações da representante da União Europeia para a Política Externa sobre a Assembleia Nacional Constituinte e negou que este órgão dificulte o “regresso pacífico à ordem democrática”.Uando na realidade é público e notório, a União Europeia “pretende fazer crer que as resoluções assumidas pela Assembleia Nacional Constituinte diminuem as chances do ‘retorno pacífico à ordem democrática’ no país, q que o efeconseqüênciassas decresoluçõesm sido indiscutivelmente o conopostorefere o Ministério das Relações Exteriores, em comunicado.Federica Mogherini alegou que a recente instalação da Assembleia Constituinte impulsionada pelo Governo de Nicolás Maduro e a destituição da Procuradora-Geral da Venezuela, Luísa Ortega Díaz, dificulta o “retorno pacífico à ordem democrática”.Para o Ministério das Relações Exteriores de Venezuela, os vocábulos de Mogherini “provam uma vez mais a marcada parcialidade” da União Europeia.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.A 02 de agosto, Federica Mogherini, declarou que a União Europeia rejeita reconhecer a Assembleia Constituinte e pediu a suspensão da “instalação efetiva” daquele órgão.A Alta Representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança disse: “A votação da Assembleia Constituinte agravou de maneira duradoura a crise na Venezuela”.”A União Europeia e os seus Estados-membros não podem, portanto, reconhecer a Assembleia Constituinte devido a preocupações com a sua representatividade e legitimidade efetiva”, reforçou a de Italia Federica Mogherini.O Ministério das Relações Exteriores da Venezuela considerou contraditório que a UE fale do “respeito pelas instituições” e ao mesmo tempo omita “a tentativa de roubo ao quartel Paramacay, assim como outros atos violentos” que decorreram domingo no país.A Venezuela exortou a União Europeia e os seus dirigentes a “informa-se objetivamente sobre a situação” do país.Um tribunal militar tailandês condenou hoje um homem a 20 anos de prisão por seis crimes de lesa-majestade, informou um grupo de defesa dos direitos humanos.Faz 2 anos, dividi em a Internet seis vídeos com material considerado de 61 anos,, identificado como Tara, deteve o homem difamatório de a monarquia de Tailandia.O tribunal, que inicialmente o condenou a 30 anos de cadeia, diminuiu a pena, depois de ter aceitado as denúncias durante o processo judicial, escreveu o grupo Thai Lawyer for Human Rights através da rede social Twitter.O artigo 112.º do Código Penal de Tailandia castiga, com entre três e 15 anos de prisão, atos considerados como de lesa-majestade, que incluem “injúrias, calúnias ou ameaças” contra o rei, a rainha, o príncipe herdeiro ou o regente.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Faz 3 anos, após o golpe de Estado o governo colocou os casos de lesa-majestade sob jurisdição de os tribunais militares cujas sentenças são duas vezes mais severas, do que as proferidas por as instâncias judiciais civis, segundo o grupo de defesa de os direitos humanos iLaw.lesa-majestade Desde o golpe de Estado , efetuou mais de 100 detenções elas , um número que multiplica os casos registados em a década passada.O Comité da ONU para os Direitos Humanos disse a sua preocupação pela “prática de condenações extremas” contra os acusados e instou as autoridades de Tailandia a reformar o polêmico artigo 112.º e a respeitar a liberdade de expressão.

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“Síria tem que envergonhar comunidade internacional” garante ex-investigadora da Comissão de Inquérito

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – UN-Sicherheitsrat – UN Security Council – New York City – 2014 01 06

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