Biotoscana adia precificação de IPO para sexta-feira

Por: SentiLecto

– A Biotoscana, que o deferimento da definição do custo do oferta, inicialmente calculado para esta terça-feira, aconteceu após questionamento da Comissão de Valores Mobiliários sobre a contabilização envolvendo a compra da controlada LKM pela Biotoscana, modificou a data para a precificação de sua oferta inicial de recibos de ações para sexta-feira , com o começo de negociação dos papéis na B3 ficando para o dia 25 de julho. Em comunicado, a companhia declarou que devido ao questionamento da CVM decidiu reapresentar dados financeiros dos dois anos anteriores, além dos referentes ao primeiro trimestre deste ano, e que essas mudanças “têm efeito em certos dados financeiros” divulgados no prospecto preliminar da oferta de BDRs. A procura pela oferta da Biotoscana era equivalente a três vezes o total de ações ofertadas, ao custo médio da faixa indicativa, de 24,50 reais a 28,50 reais, informou mais cedo a Reuters.

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Colegiado da CVM acata recurso da Petrobras e reverte resolução que questionava contabilidade de hedge

Por: SentiLecto

– O colegiado da Comissão de Valores Mobiliários acatou recurso exibido pela Petrobras e reverteu uma resolução da área técnica da autarquia que questionava a prática de contabilidade de hedge pela companhia, segundo fato pertinente. A resolução do colegiado da CVM desobriga a estatal de refazer e republicar as demonstrações financeiras de 2013, 2014, 2015 e 2016 por suposto uso indevido da prática de contabilidade de hedge. [nL2N1GL16B]

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Joesley Batista pede anulação de bloqueio nas suas contas

Por: SentiLecto

O empresário Joesley Batista ingressou com pedido para invalidar o bloqueio de R$ 800 milhões em suas contas, que fora autorizado pela Justiça Federal em SP no final do mês passado.

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Ex-presidente da autarquia declara: ‘A CVM está sobrecarregada’

Por: SentiLecto

– O ex-presidente da Comissão de Valores Mobiliários Ary Oswaldo Mattos Filho declara que quando ele tomou posse no órgão, a falta de recursos e a carência de mão de obra já existiam, em 1989, no governo do presidente Fernando Collor. A autarquia só tinha um computador, da marca Cobra, que era utilizado para fazer a folha de pagamento de 300 funcionários, quando assumiu. Era mais rápido fazer essa tarefa à mão, ddeclarouMattos. Por que os processos na CVM caminham lentamente? A CVM está sobrecarregada. Quando foi instituída, em 1976, só cuidava de ações e debêntures. Hoje, inspecionar certificados, letras, fundos e toda a espécie de valores mobiliários. E tem o problemas da verba, que é pequeno e ainda padece muitos contingenciamentos. Quais são os conseqüência práticos dessa falta de recursos? São vários. A CVM, por exemplo, não consegue treinar seus profissionais em órgãos de fiscalização do mercado no exterior, como a SEC, nos EUA, e os correspondentes na Europa. Hoje, entre os investidores, estão grandes fundos de investimento internacionais. Eles desejam uma legislação cada vez mais internacional e unificada de fiscalização do mercado, já que investem em vários países. Por isso o treinamento é necessário. A MP que ampliou o valor das multas aplicadas pela CVM pode melhorar esse quadro? Pode ser que melhore. A MP é uma luz no fim do túnel. Mas isso, se as multas dos acordos de leniência ficarem na CVM. O risco é que, no Ministério da Fazenda ao qual a CVM está subordinada, leve esses recursos para o Tesouro. O Ministério da Fazenda é um aperto. Quem conhece a gestão pública sabe que isso é possível. O que mais atrapalha? Falta de funcionários. Na CVM, quando o processo chega àofperíodofinal, o julgamento é feito pelo colegiado. Além das múltiplas tarefas que eles têm, precisam ler os processos, fazer uma argumentação bem fundamentada e julgar. Isso leva tempo. No Banco Central, por exemplo, só o diretor de fiscalização julga os processos. Os processos seriam mais rápidos, se o colegiado tivesse auxiliares. É mais adequado que o presidente da CVM seja um advogado? Acho que é. Ali o tempo todo se lida com leis, que já existem ou que o Congresso aprova. Mas o colegiado pode ser diversificado. Minha equipe tinha advogados, auditores e economistas. E eu tive a liberdade de escolher cada um. Hoje, as indicações são todas políticas.

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ANÁLISE: O sonho mundial da JBS está em passeata à ré

Por: SentiLecto

A irlandesa Moy Park, que esteve no centro do plano de internacionalização da JBS, é hoje um dos principais ativos da companhia que estão à venda. Faz 2 anos, a empresa, adquirida de o frigorífico Marfrig por US $ 1,5 bilhão foi o percurso para a JBS aumentar presença em a Europa e era peça-chave de seu plano de reorganização, vetado ano passado por o BNDES.

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