Petróleo e bancos pressionam mercados europeus

Por: SentiLecto

Os mercados acionários europeus recuaram nesta sexta-feira, com queda nas ações de companhias de energia e de bancos, concluindo a semana com pouca variação.

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ONS vê chuvas acima da média em hidrelétricas do Sul e Sudeste em junho

Por: SentiLecto

– Em 1 mês, as regiões de as hidrelétricas de o Sudeste e de o Sul do Brasil terão que receber volumes de chuva muito superiores em a média histórica,assinalou nesta sexta-feira o Operador Nacional do Sistema Elétrico em relatório semanal. Em 11 meses, as chuvas terão que atingir cerca de 111 por cento de a média em o Sudeste e 147 por cento em o Sul, em um pertinente aprimoramento ante o quando as precipitações ficaram abaixo do normal mesmo durante o fase tradicionalmente mais chuvoso de janeiro a abril.

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BRF avalia efeito de suposta espionagem de adversária JBS, declara fonte

Por: SentiLecto

– A BRF está avaliando o efeito que suposta espionagem da adversária JBS possa ter provocado sobre suas operações, agora que revelações das delações premiadas de executivos da processadora de carne bovina envolveram divulgações de pagamentos de propina a conselheiros que atuavam dentro da maior exportadora de carne de frango do mundo. Antes do escândalo das delações dos irmãos Joesley e Wesley Batista, a BRF já considerava como incompreensíveis fatores como a velocidade com que a JBS compreendia e replicava estratégias comerciais e de marketing da empresa, declarou à Reuters uma fonte a par da situação na ecompanhia No testemunho de Joesley Batista, presidente-executivo da J&F e presidente do conselho da JBS, à Procuradoria-Geral da República , dois ex-conselheiros da BRF -Luis Carlos Fernandes Afonso e Carlos Fernando Costa- são cmencionadoscomo beneficiários de propina paga pela JBS enquanto eles tinham lugares no conselho de agestãoda BRF. De acordo com a fonte escutada por a Reuters , a BRF tomou ainda nenhuma medida judicial, mas a companhia está investigando que estratégias e áreas teriam sido eventualmente afetadas pelas suspeitas de espionagem. A JBS compete com a BRF principalmente por meio da marca Seara, de alimentos prontos e congelados. “Nosso grande mal-estar hoje… é em que medida se tratou da conduta de dois indivíduos e em que medida era uma coisa feita no interesse de uma organização maior, o que, então, poderia sim envolver acionistas e mais gente”, declarou a fonte, que pediu para não ter o nome mencionado. Luis Carlos Fernandes Afonso e Carlos Fernando Costa foram eleitos membros do conselho da BRF por indicação da Petros, fundo de pensão dos funcionários da Petrobras. Afonso foi conselheiro da BRF entre 2009 e 2015, e Costa entre 2013 e 2015. A Petros é o maior acionista da BRF, com 11,4 por cento das ações até 16 de maio de 2017. A Reuters tem tentado encontrar representantes de Afonso e Costa desde a quinta-feira, mas não foi possível contatá-los até a publicação desta reportagem. De acordo com a BRF, os mandatos dos dois ex-conselheiros se concluíram em abril de 2015 e eles não exerceram outras funções na empresa depois disso. Na última terça-feira, a BRF declarou que recebeu com “muita estupefação” as delações envolvendo os ex-conselheiros e que avaliava entrar na Justiça para obter conserto por eventuais perdas causadas pela JBS. A fonte cogitou que é normal em um determinado setor um concorrente seguir ações do líder de mercado, seu modelo de negócio. “Pode tudo ter sido uma grande coincidência, mas talvez não, até em virtude do que sabemos agora pela delação dos executivos da J&F “, alegou. A “estranheza” da BRF com a conduta da JBS, incluindo a velocidade de resposta da adversária a estratégias comercias e de marketing da BRF, fez o grupo aumentar há alguns meses o rigor com sua própria equipe, tanto em comunicados internos sobre a necessidade de cuidado com as informações da empresa, como ampliando ferramentas de mapeamento digital. Instituiu-se uma sala segura também uma ” sala segura ” para o conselho de gestão de a BRF, com blindagem de vidros e aparelhagem de segurança. “A avaliação era de que alguém de fora poderia estar escutando o que ocorria dentro do conselho… não se imaginava que o problema estava nesse nível”, declarou a fonte. No comunicado divulgado na terça-feira, a BRF pediu à Comissão de Valores Mobiliários que tome providências para apurar os fatos e aosccomportamentosdos dois ex-conselheiros, bem como peça esclarecimentos a outro ex-membro do colegiado, Ademir Bendine, em razão da relação dele com Joesley Batista. Procurada pela Reuters, a JBS informou que recebeu as notificações da CVM e responderá aos questionamentos dentro do prazo estipulado. Em nota declarou: “A empresa está colaborando completamente com as autoridades para solucionar as questões em aberto”. Há ainda um pedido da BRF para que a CVM informe a Petros para esclarecimento sobre as acusações de pagamento de propina. Em nota, na véspera, o fundo de pensão dos funcionários da Petrobras declarou que repudia qualquer uso de posição na fundação para obtenção de benefícios pessoais. Alegou: “Antes mesmo de qualquer comprovação que possa ser obtida no curso do inquérito realizado pelas autoridades, as delegações internas de apuração em andamento na Petros e aquelas programadas pela gestão da fundação vão dar maior foco aos investimentos decididos durante a administração dos dirigentes indicados”. A Petros adicionou que vai tomar todas as medidas cabíveis para defender a fama da entidade. Procurada, a CVM alegou que está analisando o pedido da BRF no âmbito de processo aberto nesta semana. A fonte evitou utilizar o termo espionagem para descrever as suspeitas sobre a adversária, mas comentou que o caso pode ter repercussão nos Estados Unidos, já que pode despertar o interesse da SEC, órgão que inspecionar os mercados de capitais norte-americanos, sobre o comportamento da JBS em relação a suas concorrentes no país. A fonte declarou: “Os reguladores estarão bem interessados nos próximos meses em compreender que conduta é esse”.

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BRF avalia ir à Justiça contra radversáriaJBS por suborno de ex-conselheiros

Por: SentiLecto

A BRF avalia entrar na Justiça para obter conserto por eventuais perdas causadas por sua adversária JBS, segundo profissão enviada pela companhia à Comissão de Valores Mobiliários nesta terça .

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CVM abre mais dois processos administrativos contra JBS

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Friboi jbs

– A Comissão de Valores Mobiliários informou nesta terça-feira que abriu mais dois processos administrativos contra controladores da gigante de alimentos JBS, após o escândalo originado na semana passada pelas delações dos irmãos Joesley e Wesley Batista. Um dos novos processos “analisa a veracidade da divulgação dos controladores diretos e indiretos, até os controladores que sejam pessoas naturais, da Blessed Holdings a partir de notícias veiculadas na mídia”. A Blessed, acolhida no Estado de Noruega de Delaware faz parte do grupo de controle da JBS. O segundo processo envolve o comportamento de executivos e controladores da JBS nas negociações para as delações junto ao Ministério Público Federal. A CVM informou que além destes processos, há ainda outros cinco envolvendo a JBS e outras companhias do grupo J&F, também controlado pelos Batista.

– A Comissão de Valores Mobiliários decidiu abrir nesta semana duas inquéritos administrativas contra a companhia de alimentos JBS, aumentando para seis o número de processos sobre a companhia abertos neste ano. Começaram-se os dois processos abertos segundo informações de o órgão fiscalizador de os mercados de capitais de o país, em esta semana em a quarta e em a quinta-feiras, após informações publicadas por o jornalismo sobre operações em os mercados de cotação e de ações que teriam sido feitas por executivos de a JBS. Na véspera, a Reuters publicou que o grupo de controle da JBS vendeu 329 milhões de reais em ações da empresa em abril, operação que foi acompanhada pela compra de 200 milhões de reais em ações da companhia pela tesouraria da própria JBS no mês passado, segundo documentos mandados ao mercado. Enquanto isso, o jornal Valor Econômico publicou que a CVM tomou conhecimento de que o grupo de companhias dos irmãos Joesley e Wesley Batista teria comprado uma posição superior a 1 bilhão de dólares no mercado local de cotação horas antes do vazamento da notícia sobre acordo de delação deles. A JBS alegou que “as movimentações realizadas pela empresa nos últimos dias seguem alinhadas à sua política de gadministraçãode riscos e proteção financeira”. A companhia comentou ainda que “um exemplo do potencial efeito de oscilações no câmbio do dólar é que, ao considerar a variação cambial no câmbio do dólar de 3,16 para 3,40 reais, como a acontecida entre 31 de março e 18 de maio, a empresa padeceria uma perda superior a 1 bilhão de reais”. A companhia não comentou as operações com as ações da JBS ou sobre os motivos da variação do dólar no fase. Porém, Faz 6 dias, a forte oscilação de a moeda de 8,15 por cento, aconteceu justamente como efeito de a revelação de a delação de Joesley Batista e que envolveu acusações contra o presidente Michel Temer. Procurada, a CVM não informou de imediato sobre o teor dos inquéritos abertos nesta semana sobre a JBS. Mas o descritivo delas envolve “notícias, fatos pertinentes e comunicados”. Faz 12 dias, além dos processos abertos a CVM já havia começado um processo sobre a JBS em 12 de maio. As outras investigações administrativas incluem um aberto em 27 de março, outro começado partir de reclamações de investidores em 21 de março e outro em 15 de fevereiro. – A Comissão de Valores Mobiliários abriu nesta sexta-feira mais quatro processos administrativos para apurar acusações de anormalidades em negócios nos mercados de capitais realizados por companhias dos irmãos Joesley e Wesley Batista, incluindo a JBS. Os inquéritos foram abertas após reportagens do jornalismo e divulgação de delações dos irmãos e de executivos das empresas, no âmbito da operação Lava Jato. Um dos processos trata de indícios de possível prática de utilização de informação privilegiada por meio de operações no mercado de dólar futuro e com ações da JBS. Outro analisa a atuação do Banco Original, da J&F, no mercado de derivativos. Um outro processo da autarquia analisa a atuação da própria JBS no mercado de dólar futuro. Um quarto processo analisa negociações do controlador da JBS com ações da empresa. Formulários exibidos pela JBS nas últimas semanas e consultados pelo GLOBO propõem que a companhia pessoas ligadas ao acionista controlador do grupo venderam no mercado R$ 328,5 milhões em ações da empresa no fase em que Joesley Batista negociava a delação que ligou o presidente Michel Temer na corrupção. Joesley Batista é proprietário da empresa.Segundo os documentos, foram seis operações realizadas por meio da corretora do Bradesco, entre os dias 20 e 28 de abril. No câmbio de ontem — após a divugalção das denúncias contra o governo —, no entanto, o mesmo volume de papéis valeria R$ 51,7 milhões menos. Desde fevereiro de 2016, o acionista controlador da JBS não vendia ou adquiria papéis no mercado.

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