Timor-Leste/Eleições: O ‘ó malhão, malhão’ antes do ‘show’ Xanana Gusmão

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Coins 50 Cent Timor-Leste

O mais imprevisto no comício de fechamento da campanha do CNRT para as legislativas de sábado em Timor-Leste foi, antes do ‘show’ Xanana Gusmão, escutar nos pilares em Tasi Tolo, um “ó malhão, malhão” e a voz de Amália.Já se tinham ensaiado os “Vota CNRT”, escutado o “tebe-dai” e outros assuntos cantados por cinco artistas ‘pop’ timorenses – o animador foi o famoso Anito Matos -, mas não o clássico popular português não era esperado a fazer dançar tantos jovens timorenses euforicamente.No palco, um grupo de roda, doze jovens, eles e elas de camisa branca, eles com meias brancas sobre as calças pretas até ao joelho e elas de saia rodada azul – a mesma cor do lenço.Ao seu lado, recordando os guerreiros tradicionais, vários jovens rodavam sobre si próprios, em tronco nu, com um lenço e penas na cabeça e ‘tais’ à cintura, mas com a espada que normalmente trazem na mão, trocada neste caso por bandeiras do Congresso Nacional da Reconstrução Timorense .Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.No público, jovens acompanhavam, a dançar em euforia o “vira” e a voz da fadista mais conhecida de Portugal, com saltos e “CNRT” a compasso.A crescente sofisticação das campanhas em Timor-Leste ressaltava-se no que foi montado em Tasi Tolo: um palco com uma passadeira em maneira de 7 – o número do partido no boletim de voto – dois grandes balões quadrados, um com a fotografia do Xanana e a mensagem “progredir para o futuro com confiança”.No outro, quatro mensagens: paz e estabilidade, desenvolvimento, unidade nacional e economia, e depois sete mais pequenos, azuis, brancos e verdes com a fotografia de Xanana.Estava montado o cenário para a chegada da estrela da tarde, Xanana Gusmão, 71 anos, que com o comício de hoje completou 20 em menos de um mês, percorrendo todos os 13 municípios do país.Rodeado por uma multidão que o acompanhou desde a entrada no recinto, Xanana Gusmão chegou num jipe descapotável, e todas as atenções se voltaram para si, com jornalistas, seguranças e polícias de várias unidades a empurrarem-se mutuamente.À entrada da zona vedada, mais próximo do palco, Xanana Gusmão levanta as mãos enquanto segura uma espada tradicional e depois desce, pedindo serena a todos, beijando e saudando um público maravilhado e em celebração.Depois volta a fazer o mesmo dentro do recinto, sempre cercado por um enxame de jornalistas e seguranças, até à tribuna de honra onde os cumprimentos e abraços mais demorados são para os veteranos, colegas de armas na luta contra a oprofissãoide IndonesiaSobe ao palco pela primeira vez e antes das vocábulos de ordem, depois da oração e dos hinos de Timor-Leste e do partido, Xanana Gusmão pega no microfone e declara que se falará do “futuro que pertence ao povo”.Na véspera do fim da campanha, saúda o ambiente “de liberdade e democracia, sem violência política em que se respeitam as diferenças” com que os timorenses discutem hoje em quem vão votar no sábado.É difícil avaliar exatamente quantos militantes e apoiantes do CNRT estavam em Tasi Tolo. O palco foi montado no centro do recinto da zona – no mesmo espaço onde no dia 20 de maio tomou posse o Presidente da República – e o calor afastou muitos para as sombras das árvores próximas.Na prática era como se o comício se esticasse desde a margem das três lagoas salgadas que dão nome ao local – por trás do palco – até às árvores mais próximas da estrada que permite sair de Díli para oeste e depois, saltando essa via, no descampado junto ao moceanoMuitos dos jovens ficaram em grupos, encostados às motas ou aos carros, ou empoleirados nas ‘angunas’, as camionetas amarelas que se tornam elemento eimprescindívelde qualquer ação de campanha.Uma hora depois de Xanana Gusmão chegar ao local – e duas depois da celebração iniciar e ainda havia uma longa fila de veículos a tentar chegar a Tasi Tolo, com a polícia a tentar controlar as motas que com bandeiras serpenteavam entre o lento tráfego.Veículos que, um pouco por toda a cidade, se tinham visto desde a manhã, passeando em maiores ou menores caravanas antes de se começarem a movimentar para Tasi Tolo.Entre os líderes do CNRT há “confiança moderada”, como comentou um dos culpados que estava na tribuna de honra.Instado a explicar o que quer dizer “confiança moderada”, num cenário em que a maioria absoluta seriam 33 dos 65 lugares, o líder declara enfaticamente: “moderado seriam 35 a 37″.Quando fecham as urnas, os votos contam-se a partir das 15:00 de sábado que iniciaram oito horas antes a receber os votos.

O BNU, sucursal da CGD em Díli e maior banco em Timor-Leste em depósitos e créditos, lançou este fim de semana os primeiros cartões de débito e crédito do país que podem ser usados em todo o mundo.Ernando Torrão Alves, diretor do BNU no lançamento dos cartões.” xplicou: “É um novo passo em frente numa dinâmica que responde à evolução e ao crescimento de Timor-Leste”,.Referiu, apesar de o mercado ser pequeno, efetuámos investimento bastante expressivo, o que nos permite hoje declarar que em Timor já existem cartões VISA de crédito e de débito”.Até agora, quando um residente de Timor-Leste se deslocava ao exterior, tinha de levar dinheiro ou fazer transferências para contas noutros países para ter acesso aos seus fundos em contas timorenses.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Para já, e por motivos de segurança, os cartões vão ser fabricados em Portugal, antecipando-se que os primeiros possam ser entregues aos clientes dentro de um mês.Torrão Alves explicou que o lançamento dos cartões é mais um passo num ciclo de investimentos que iniciou em 2010 e que, declarou, “tem contribuído para a mudança do mapa bancário de Timor Oriental, modificando de maneira acentuada costumes, processos, e, sobretudo, dotando as estruturas do BNU de instrumentos fundamentais para uma viragem histórica deste caminho”.Entre esses passos realçou a abertura de mais seis agências, com a rede a chegar hoje a 12 dos 13 municípios do país – a de Same abre no próximo – e a modernização das existentes.Instituiu ainda uma rede de canais eletrónicos para garantir a cobertura nacional da rede LOOS24, equivalente ao multibanco português, estando a funcionar cerca de 80 unidades de pagamento por cartão nos principais estabelecimentos comerciais – restaurantes, hotéis, supermercados, hospitais e estações de serviço.Torrão Alves declarou: “Hoje podemos alegar com satisfação que se fazem mais do dobro de transações em ATM e POS do que nos caixas das agências”.Recentemente, o BNU começou a instalar o “primeiro sistema de validação biométrica digital nos processos de levantamento de numerário aos balcões”, tendo já condições para responder a “toda a espécie de necessidades de crédito”.Com um universo de cerca de 70 mil clientes, o BNU tem atualmente 40 caixas de multibanco em Timor-Leste, com presença em 12 dos 13 municípios , empregando 126 funcionários timorenses e sete internacionais .Primeiro banco a instalar-se em Timor-Leste e o banco mais antigo a operar no território, o BNU, que faz parte do Grupo Caixa Geral de Depósitos, abriu a primeira agência em Díli em 1912, na capital timorense, Díli, iniciando três anos depois a circular as primeiras notas privativas para Timor-Leste.Selfies, dois jovens animadores, jogos e até música K-Pop, tudo serviu hoje para tentar persuadi, no único centro comercial de Díli, jovens eleitores a participarem nas votações legislativas de sábado em Díli.A menos de uma semana do voto, o objetivo é promover a participação eleitoral – a abstenção nas presidenciais de 20 de março foi de quase 29% – especialmente dos mais jovens, mais alheados da política e, por isso, potencialmente mais abstencionistas.Quando os timorenses votam para eleger os 65 membros do Parlamento Nacional, “Jovem Vota” é o nome do programa de sensibilização e educação de jovens eleitores para o protagonismo de exercerem o seu direito ao voto no próximo sábado.O programa, que foi gravado no espaço central do Timor Plaza será agora retransmitido pela teleO programa, que foi gravado no espaço central do Timor Plaza será agora retransmitido pela TV de Timor Oriental até ao dia do voto. O programa, que foi gravado no espaço central do Timor Plaza é o único centro comercial de Díli. O programa, que foi gravado no espaço central do Timor Plaza é o único centro comercial de Díli.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Estas ainda que várias instituições e organizações internacionais promovam vários programas, são as primeiras votações legislativas que as autoridades de Timor Oriental coordenam sem assistência técnica internacional, nomeadamente das Nações Unidas , nomeadamente este.A iniciativa é, neste caso, um esforço conjunto do Secretariado Técnico de Assistência Eleitoral e do projeto Learn do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento , com assistência dos governos do Japão e da Coreia.Andrés del Castillo, chefe do projeto de assistência eleitoral da ONU em Timor-Leste, lembrou à Lusa que este é o primeiro voto em que participam jovens que nasceram em 2000 – no país vota-se a partir dos 17.”São os primeiros jovens que votam que nasceram depois da profissão indonésia. Pessoas que não viveram nos combates”, declarou.Os jovens até aos 30 anos encarnam hoje mais de 51% do eleitorado e, por isso, a sua participação é, não só crucial, mas determinante para o resultado do voto de sábado.”Questões, jogos e outras estratégias para explicar aos jovens o que precisam para votar, mas também porque é importante para eles e para o país que votem”, declarou Castillo.Alegou: “Explicamos também o processo de eleição, o escrutínio dos resultados e como decorre o processo”.As urnas para a eleição legislativa de sábado estão abertas entre as 07:00 e as 15:00O Presidente da República timorense apelou hoje aos eleitores para que participem nas legislativas de sábado, congratulando-se pela maneira ordeira como decorreu a campanha, com um grande “sentido de responsabilidade e respeito” demonstrado por todos.Francisco Guterres Lu-Olo, num discurso em Díli declarou: “O ambiente de paz e estabilidade conseguido ao longo da campanha é resultado do esforço de todos”.”O futuro de cada um de nós, de cada família, de todo o povo, pode ser melhorado mas isso dependerá do exercício do nosso direito ao voto”, disse ainda.Lu-Olo falava no arranque de dois dias de discussões entre representantes dos 21 partidos políticos concorrentes às legislativas de sábado, ocoordenadospela Comissão Nacional de Eleições em Díli e transmitidos pela tTVpública .Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Hoje a TV privada timorense GMN TV também transmite um discussão, neste caso moderado pelo ex-Presidente José Ramos-Horta e em que participam quatro dirigentes das principais forças políticas: Congresso Nacional para a Reconstrução de Timor-Leste , Frente Revolucionária de Timor-Leste Independente , Partido Democrático e Partido de Libertação Popular .”Todos nós temos o poder de selecionar os nossos governantes através dos partidos políticos. Este poder é imenso e bastante especial. Os povos de muitos países no mundo não têm o mesmo poder, porque o regime nesses países não o permite”, alegou Lu-Olo.”Por isso cada um de nós deverá fazer uso do seu direito de escolher os líderes do país, um direito que conquistámos quando iniciámos o nosso processo de organização como Estado e assumimos a nossa soberania”, disse ainda.Lu-Olo saudou as duas autoridades eleitorais, o Secretariado Técnico de Assistência Eleitoral e a Comissão Nacional de Eleições pelo “persistência” na organização de um voto “justo e livre”, mostrando-se confiante no Sucesso do sufrágio.Demonstrando satisfação por ver os líderes partidários reunidos em discussão, o chefe de Estado declarou que foi importante durante a campanha as forças políticas darem a conhecer o seu programa e os seus objetivos.Uma resolução, declarou, que aprove o melhor programa “para diminuir a pobreza nos próximos cinco anos e promover o desenvolvimento do país”.”Pedido à vossa participação no ato eleitoral do próximo dia 22 de julho. O vosso voto é crucial. Com o vosso voto conseguiremos aumentar ainda mais a democracia e alcançar as metas de desenvolvimento”, declarou.Alegou: “Vamos auxiliar-nos uns aos outros e trabalhar juntos, empenhados em alcançar um desenvolvimento integrado e sustentável da nossa pátria e para as gerações futuras”.

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Incêndios: Marcelo agradece solidariedade e pede resposta rápida sobre responsabilidades

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Vote2 final

O Presidente da República agradeceu hoje a solidariedade demonstrada pelos portugueses após os incêndios na região Centro e insistiu que é preciso uma “resposta rápida e exaustiva às iindagaçõessobre factos e responsabilidades”.Numa nota colocada no ‘site’ da Presidência da República, quando passa um mês sobre o incêndio de Pedrógão Grande que fez 64 mortos e mais de 250 feridos, Marcelo Rebelo de Sousa “agradece as sugestões, opiniões, vocábulos de solidariedade e votos de afliçãozinha que lhe os Portugueses conduziram eles” e apela ao apuramento rápido de responsabilidades.”Depois de termos vivido uma dor sem medida perante uma calamidade quase sem precedente na história portuense, aguardamos pela resposta rápida e exaustiva às iindagaçõessobre factos e responsabilidades”, lê-se na nota.Mas, ao mesmo tempo, prossegue Marcelo Rebelo de Sousa, deve-se “louvar a almazinha nacional de entreajuda e de reconstrução, que bastante tem contribuído para que seja mais rápida a recuperação das pessoas e comunidades atingidas pela calamidade”, referindo-se aos donativos conseguidos, no valor de 13,3 milhões de euros.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.O Presidente, que se encontra no México em visita de Estado deduziu: “Tudo com a visão nacional, sempre provada pela nossa pátria, ao longo dos séculos, perante as adversidades mais pesadas e complicadas”.Faz 1 mês, os incêndios começados em Pedrógão Grande provocaram 64 mortos e mais de 200 feridos e consumiram mais de 53 mil hectares.Os fogos da região Centro afetaram aproximadamente 500 habitações, quase 50 companhias e os empregos de 372 pessoas.As perdas diretas dos incêndios ascendem a 193,3 milhões de euros, estimando-se em 303,5 milhões o investimento em medidas de prevenção e relançamento da economia.

O luto nas comunidades atingidas por desastres deve ser trabalhado por técnicos com formação específica, que permitam individualizar os cuidados terapêuticos às populações, o que ainda nem sempre aocorre aadvertiuum eexpertda Ordem dos Psicólogos Portugueses.”Infelizmente em Portugal ainda temos bastante pouca atenção a estes fenómenos do luto. Achamos que toda a gente passa por perdas e toda a gente se irá, de uma forma ou de outra, reabilitar, digamos assim, no seu processo de vida futura. E quando leva mais, só ocorre alguma atenção a estes processos de luto do que uma pessoa”, declarou à Lusa Eduardo Carqueja.O psicólogo destacou o protagonismo de em casos como o incêndio que deflagrou em Pedrógão Grande a 17 de junho haver organização e uma “avaliação e monitorização” das comunidades afetadas pela calamidade. O psicólogo é expert em luto. pela calamidade.O também presidente da direção regional do Norte da Ordem dos Psicólogos Portugueses advertiu que o país “carece de técnicos especializados na abordagem do luto”.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.”Se eu não tiver formação específica em intervenção em luto, não chega ser só psicólogo , se eu não tiver formação em luto, não chega ser só psiquiatra”, frisou.O expert admitiu que a Direção Geral de Saúde exiba em breve “linhas orientadoras” para intervenções nesta área, “porque senão podem ser mais prejudiciais na abordagem do que beneficiar a pessoa que está em luto”.Nesse sentido, a OPP tem em curso um plano para colocar 1.000 psicólogos, formados para intervenção em desastre, à disposição das entidades de Proteção Civil.Recuando a março de 2001, à queda do tabuleiro da Ponte Hintze Ribeiro, em Entre-os-Rios, que arrastou para a morte 59 pessoas, a maioria de Castelo de Paiva, o psicólogo explicou ser preciso continuar a trabalhar com familiares das vítimas, incidindo na fmaneirade “contar a história” e na mformade “encontrar uumassignificaçãopara a perda”.O aguaceiro que assolou a Madeira em fevereiro de 2010, provocando 43 mortos, seis desaparecidos, 250 feridos e 600 desalojados, ou os incêndios de 2016 na ilha, em que faleceram três pessoas e foram arruinadas 37 habitações, contribuíram para que os psicólogos insulares tenham mais experiência na resposta a estes fenómenos do que no continente, por aliarem o conhecimento teórico à prática, reconheceu Eduardo Carqueja.Neste caso, notou, o trabalho desenvolvido em meio escolar e em grupos terapêuticos tem que passar por “não deixar dramatizar em excesso” os eventos e procurar fazer compreender que determinados fenómenos decorrem da natureza e que não podem ser controlados pelas pessoas.O que fazer então em relação ao incêndio que, em junho, deflagrou em Pedrógão Grande?”Tudo isto que agora está a acontecer ainda vivemos em momentos de muita intensidade, que seguramente vai precisar de dois, três anos de acompanhamento”, estimou o dirigente da OPP, sublinhando que “as pessoas têm de ser abordadas no seu local”, por se tratar de uma população idosa, com dificuldades de mobilidade.No seu compreender, não basta declarar somente que se pode recorrer a um centro de saúde e será preciso avaliar quem tem ânimo e se consegue deslocar, no pressuposto de que “tem de ser um serviço organizado e coordenado para se ir junto das pessoas”.”É importante também percebermos que será a primeira vez que estas pessoas viverão uma noite de Natal seguramente sem muitas pessoas importantes. Como é que elas vão ser auxiliadas a ultrapassar isto? Elas estão a ser preparadas para isto?”, questionou Eduardo Carqueja.O psicólogo vincou que nos processos de luto as primeiras datas marcantes sem a presença de pessoas próximas são momentos “de grande agonia, de grande efeito emocional”.”No fundo é a primeira vez que eu viverei o Natal, por exemplo, sem a presença da minha mãe ou sem a presença do meu filho, coisa que jamais ocorreu, então é natural que emocionalmente eu esteja mais afetado”, declarou.Perante esta reação individual de ajustamento à realidade, Eduardo Carqueja antecipou que, ppossivelmente no próximo pfasenatalício, Pedrógão Grande evai estarcrepletode pessoas que qdesejamprestar o seu asuporte mas o seguinte “pode ser o primeiro Natal efetivo [em] que as pessoas sentirão a ausência e o vazio”.Faz 1 mês, Catarina Martins responsabilizou o Governo em a distribuição rápida de as assistências, europeia e de solidariedade de os portugueses, em as populações afetadas por os incêndios de junho, em Pedrógão Grande. Catarina Martins é a coordenadora do Bloco de Esquerda.A solidariedade europeia, mas também a de todo o país, deve chegar o mais depressa possível às populações”, aalegouCatarina Martins na apresentação do candidato bloquista à câmara de Odivelas nas autárquicas de 01 de outubro, Paulo Sousa.Na véspera de se indicar um mês sobre o incêndio de Pedrógão Grande, que fez 64 mortos e mais de 250 mortos, a líder bloquista admitiu que “o Estado não pode fazer tudo”.A isse.: “Mas cabe ao Governo a responsabilidade de acelerar, pedir clareza, de falar com as instituições privadas que receberam essa solidariedade de todo o país, para termos a certeza que chega da melhor forma, da forma mais justa às populações afetadas”,.gora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.O Presidente da República falou por telefone com o presidente da Câmara de Alijó, Carlos Magalhães, sobre o incêndio naquele concelho, à chegada à Cidade de México, dideclarou Lusa fonte da Presidência da República.Marcelo Rebelo de Sousa telefonou ao autarca de Alijó no domingo na noite, já hoje de madrugada em Lisboa, antes de jantar com o séquito portuguêsde Portugal que o acompanha na sua visita de Estado ao México. O autarca de Alijó é distrito de Vila Real.sua visita de Estado ao México.Questionado pelos jornalistas sobre eventuais novos equívocos na rede do SIRESP , o chefe de Estado declarou ter como princípio “no estrangeiro não falar de questões internas”, adicionando: “Portanto, não vou falar”.No entanto, o Presidente da República lembrou que nesta segunda-feira “passa um mês” sobre o começo do incêndio que deflagrou em Pedrógão Grande e que depois alastrou a outros concelhos da região centro, provocando 64 mortos e mais de 200 feridos.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Alegou: “Embora distante, tenho no meu pensamento a calamidade que aconteceu, as vítimas da calamidade, os seus familiares, os feridos ainda hospitalizados, os muitos que combateram contra o fogo, os muitíssimos que demonstraram a solidariedade, a necessidade de se fazer aquilo que eu declarou em Portugal que era preciso fazer”.Reiterou: “Mas não me pronunciarei agora sobre matéria de fogos aqui no estrangeiro”.O Presidente da República chegou no domingo ao México para uma visita de Estado de cerca de 48 horas, concentrada na capital de Mexico, com uma forte componente económica. O Presidente da República é marcelo Rebelo de Sousa.

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PR/México: Marcelo Rebelo de Sousa chegou à capital mde Mexicopara visita de Estado

Por: SentiLecto

O Presidente da República chegou no domingo ao México para uma visita de Estado de cerca de 48 horas, concentrada na capital de Mexico, com uma forte componente económica. O Presidente da República é marcelo Rebelo de Sousa.Acompanhado pelo ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, o chefe de Estado viajou desde Lisboa em voos comerciais, com escala em Madrid, e aterrou pelas 17:35 locais [23:35 em Lisboa] no Aeroporto Internacional da Cidade do México.Fazem também parte da seu séquito nesta visita a secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e da colaboração, Teresa Ribeiro, o presidente da Agência para o Investimento e o Comércio Externo de Portugal , Luís de Castro Henriques, e os deputados Luís Campos Ferreira, do PSD, Edite Estrela, do PS líder parlamentar do CDS-PP O PS é nuno Magalhães., e Rita Rato, do PCP. O Presidente da República, que só vai ter encontros institucionais na segunda-feira, dia em que será recebido pelo Presidente dos Estados Unidos Mexicanos, Enrique Peña Nieto, no Palácio Nacional, jantará na capital mexicana com o séquito de Portugal , eAgora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.

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Governo de Angola rejeita acordo prévio com União Europeia para observar votações

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – EU Council room

Faz 11 meses, a União Europeia pediu a o Governo de Angola a assinatura de um memorando de entendimento prévio, ambição que foi rejeitada, informou o ministro de as Relações Exteriores de Angola, Georges Chikoti.A União Europeia foi uma das entidades convidadas pela Comissão Nacional Eleitoral , mencionadas pelo Presidente da República, para observar as votações gerais angolanas, tal como, entre outras, a União Africana, Comunidade dos Países de Língua Portuguesa ou Comunidade de Desenvolvimento da África Austral .”O convite é aberto. Mas não queremos quaisquer acordos específicos com cada uma destas organizações. Quem desejar vir, vem e quem não desejar, pode não vir, mas o certo é que o convite é aberto”, declarou Georges Chikoti, mencionado na edição de hoje do Jornal de Angola.O ministro informou que o memorando sugerido pela União Europeia calculava a circulação e visita dos observadores em todo o território nacional, exigindo ainda segurança, elemento com que, declarou Georges Chikoti, o Governo de Angola se comprometeu.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.O ministro, adicionando que as únicas instituições com as quais Angola tem tratados específicos sobre o comentário eleitoral são a União Africana e a SADC alegou: “Mas isso não leva a que devamos assinar um memorando de entendimento com qualquer um dos observadores”.”Fora destas, não temos deveres com outras. É assim que o continente funciona em matéria de votações. E não esperamos que alguém nos vá impor a sua forma de olhar para as votações e nos dar alguma lição, como também não pretendemos dar lições em termos de votações”, declarou.Ainda assim, insistiu que a União Europeia “está convidada, à ssimilaridadede outras organizações”, para observar as evotaçõesangolanas.Os observadores da SADC têm que chegar a Angola duas semanas antes das votações de 23 de agosto, e os representantes da União Africana na semana anterior.Em 1 mês, Angola vai contar com 9.317.294 de eleitores em as votações gerais, segundo os dados oficiais de a CNE.No poder desde 1979, José Eduardo dos Santos não integra qualquer lista candidata nas votações. José Eduardo dos Santos é chefe de Estado de Angola. Constituição angolana aprovada em 2010 prevê a realização de eleições gerais a cada cinco anos, elegendo 130 deputados pelo círculo nacional e mais cinco deputados pelos círculos eleitorais de cada uma das 18 províncias do país .O cabeça-de-lista pelo círculo nacional do partido ou aliança de partidos mais votado é automaticamente eleito Presidente da República e chefe do executivo, conforme define a Constituição, moldes em que já decorreram as votações de 2012.

O Governo de Angola criticou hoje a “maneira brusca” como a Emirates concluiu a parceria de administração da TAAG, justificando não designar já um novo conselho de gestão para a transportadora aérea de bandeira devido à proximidade das evotaçõesgerais.se assumiu a posição, em comunicado distribuído em o jornalismo, pelo Ministério dos Transportes de Angola, lembrando que esta parceria, envolvendo um contrato de administração de a TAAG pela Emirates em forcita desde 2015, visava dotar a empresa angolana administração profissional de nível internacional, e eficiência de uma ” libertando a de problemas de efetividade que vinham persistindo há longos anos “.Lamentamos a maneira brusca e menos flexível como a Emirates pôs fim a uma parceria estratégica que vinha gerando bons resultados, e que certamente geraria resultados ainda melhores ultrapassadas os obstáculos conjunturais. Aliás, cabe indicar que a Emirates mesclou indevidamente dois planos distintos que são a sua operação em Angola enquanto companhia de aviação e o acordo de gestão que rubricou com a TAAG”, escreve o ministério liderado por Augusto da Silva Tomás.A transportadora aérea Emirates anunciou na segunda-feira o “fim imediato” do contrato de concessão para administração da empresa de bandeira angolana TAAG, rostito “às dificuldades prolongadas que tem enfrentado no repatriamento das receitas” das vendas em Angola.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Numa declaração mandada à Lusa, a transportadora referia igualmente que está a “tomar medidas no sentido de rdiminuira sua presença em Angola” e que rdiminuiriade cinco para três o número de frequências semanais para Luanda.O próprio ministério reconheceu que, numa carta datada de 09 de julho, conduzida ao ministro Augusto da Silva Tomás, a Emirates informou este desfecho, adicionando que desta resolução unilateral redundou a “retirada imediata” do país dos gerentes que tinha mencionado para o conselho de gestão da TAAG.”Tomámos nota da resolução unilateral da Emirates e, naturalmente, procurámos soluções imediatas para a administração da TAAG. Nesse sentido, o Governo de Angola decidiu pôr fim ao mandato do atual conselho de gestão”, refere o ministério, numa alusão à ndesignação por decreto presidencial, hoje, de uma cdelegaçãode gadministraçãopara a transportadora, liderada por Joaquim Teixeira da Cunha, antigo presidente do conselho de agestãoda cempresaNo entanto, o Governo de Angola insisti que a empresa está a relacionar temas diferentes, como é caso da falta de divisas para repatriar dividendos em Angola, que afeta todas as empresas que operam no país, e o contrato de administração da TAAG.Ainda aquele ministério justifica: “Atendendo ao facto de estarmos a pouco mais de um mês da execução de votações gerais em Angola, de onde redundará uma nova legislatura e um novo Executivo, o Governo de Angola decidiu não designar um novo conselho de gestão para a TAAG e, ao invés, designar uma delegação de administração, que se vai encarregar da administração corrente da companhia”.quatro elementos angolanos de administração vão compor esta delegação , incluindo o seu presidente, e outros três estrangeiros, “exatamente os mesmos três ex-administradores executivos que tinham sido mencionados pela Emirates” e que entraram com o presidente do conselho de gestão agora cessante, o inglês Peter Hill.”Estes executivos estrangeiros aceitaram continuar a servir a TAAG, mas agora contratados diretamente pelo Governo angolano, o que confirma a confiança que têm no Governo de Angola, na TAAG e no seu projeto de reorganização e desenvolvimento”, lê-se no comunicado.O Ministério dos Transportes garante que os objetivos traçados no final de 2014 para a TAAG “conservam-se”, nomeadamente aumentar as normas de operacionalidade e segurança, melhorar o serviço prestado e sanear financeiramente o transportadora, através de um “maior rigor em todos os processos de controlo”, diminuindo os preços de operação da TAAG e ampliando a sua lucratividade.O Ministério dos Transportes sustenta: “Conserva-se também o plano de negócios que foi esboçado”.

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Governo: Líder do Bloco de Esquerda defende que após remodelação é tempo de debater as reformas políticas

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Catarina Martins Twitter

Catarina Martins declarou quinta-feira na noite, em Coimbra, que após a remodelação do Governo, que trocou sete secretarias de Estado e instituiu mais uma, é tempo de debater reformas políticas. Catarina Martins é a coordenadora do Bloco de Esquerda.Está na altura de progredirmo com os dossier difíceis que temos pela frente. Com o Governo recomposto vamos debater política a sério”, enfatizou a líder bloquista, num conferência/debate sobre “Mais Justiça. Mais democracia. O Bloco de Esquerda e a situação política atual”.O Presidente da República designou quinta-feira, por proposta do primeiro-ministro, oito novos secretários de Estado que tomarão posse hoje às 19:30, no Palácio de Belém, segundo uma nota divulgada no portal da Presidência da República.Sem se estender em observações sobre a remodelação feita pelo primeiro-ministro, Catarina Martins declarou que é hora de “tentar passar dos casos para as resoluções difíceis que estão pela frente”, assinalado, entre elas, a área das florestas.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.”Tem sido difícil progredir para resolver os problemas estruturais da floresta, que passam pela ausência do Estado de uma parte importantíssima do território devido à grande pporcentagemde propriedade privada, o minifúndio, a falta de ordenamento e o controlo do eucalipto”, frisou.Catarina Martins criticou a medida do Governo de permitir a criação de entidades financeiras para investir na florestal, defendendo, em contraponto, a chance dos municípios terem habilidade para agrupar produtores e de arrendar as terras abandonadas para dirigi como uma área de floresta maior e ordenada.Sublinhou: “Nós temos a convicção que uma entidade financeira acolhida em Lisboa adquire um terreno em Bragança e outro em Coimbra não vai fazer ordenamento do território e não é a reforma da floresta que Portugal precisa”.A líder bloquista defendeu ainda a inclusão de um pacote financeiro no próximo Orçamento de Estado para intervir nas redes de limpeza da rede primária contra incêndios, de maneira evitar desastres como as acontecidas este ano no incêndio de Pedrógão Grande.

António Costa declarou hoje esperar que os voos diretos Lisboa-Pequim, a partir de 26 de julho, sejam um reforço portuense como “grande ‘hub’ intercontinental” . António Costa é o primeiro-ministro de Portugal.A afirmação de António Costa foi feita hoje de manhã, durante a cerimónia, num hotel de Lisboa, de inauguração dos voos diretos Lisboa-Pequim, com a presença do presidente do parlamento chinês, Zhang Dejiang, de visita a Portugal desde segunda-feira.António Costa realçou que rota vai ser operada pela Beijing Capital Airlines , do grupo Hainan Airlines , que é “hoje indiretamente acionista da TAP”.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Com a abertura desta ligação, “reforça-se a dimensão portuense “como grande ‘hub’ intercontinental”, sendo hoje, segundo o primeiro-ministro, o “grande ‘hub'” dos voos para o Brasil e África.O primeiro-ministro alegou hoje que irá exibi ao Presidente da República, na quinta-feira, os novos secretários de Estado, realçando a autonomização da área da habitação com a criação de uma nova Secretaria de Estado no seu Governo.António Costa falava na abertura da discussão sobre o Estado da Nação, na Assembleia da República, na parte da sua intervenção dedicada aos desafios do Governo na segunda metade da legislatura.António Costa, numa alusão ao processo relacionado com a saída de três secretários de Estado na sequência das viagens que efetuaram ao Euro2016 de França pagos pela Galp disse: “No ajustamento governativo que amanhã exibirei ao Presidente da República [Marcelo Rebelo de Sousa], está calculado precisamente a autonomização da habitação como Secretaria de Estado”.De acordo com António Costa, a habitação deve ser uma nova área prioritária nas políticas públicas, conduzida agora às classes médias e em especial às novas gerações”.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.As novas gerações “não podem ficar condenadas ao endividamento ou ao desamparo do centro das cidades, sendo necessário promover a oferta de habitação para arrendamento acessível”, disse.O Presidente da República alegou hoje que conta receber do primeiro-ministro na audiência desta quinta-feira as propostas de designação de novos secretários de Estado e que a cerimónia de posse “vai ser o mais rápido possível”.No final da inauguração de uma exibição no Panteão Nacional, em Lisboa, questionado Marcelo Rebelo de Sousa respondeu, se já existe data para a posse: “Penso que vai ser o mais rápido possível”.Interrogado se consente com a criação de uma secretaria de Estado da Habitação, Marcelo Rebelo de Sousa escusou-se a tomar posição, mas destacou que eventuais mudanças na orgânica do Governo têm de ser incorporadas num diploma sujeito a promulgação.Quanto aa discussão de hoje na Assembleia da República sobre o estado da nação, o chefe de Estado colocou-se de fora, defendendo que “o Presidente da República está noutro plano”, e “acima” do debate entre Governo e oposição.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.

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