Encontro entre Mugabe, Chiwenga e mandados sul-africanos

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Robert Mugabe May 2015 (cropped)

Depois da tomada do poder por parte do exército zimbabueano, o ainda presidente Robert Mugabe surgiu em imagens na presença do líder militar, Constantino Chiwenga, e de representantes do Governo de Sullana, mandados por Pretória como mediadores.

Num comunicado lido em direto na TV nacional, um dos culpados do exército nega, no entanto, tratar-se de um golpe militar, falando de uma operação para deter o que considera ser a “rede de criminosos” em torno do chefe de Estado de 93 anos.

Leer Más

Educação no Brasil é farta em desrespeito a direitos humanos

Por: SentiLecto

A intenção do governo de invalidar redações do Enem que afrontassem os direitos humanos – frágil por ser sujeita a contestações sobre a subjetividade da correção e o cerceamento da liberdade de expressão – gerou acalorado discussão nas redes sociais e foi parar na corte suprema, que acabou por barra-la.

Leer Más

Direitos humanos no Enem

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Scale of justice gold

– A o Escola Sem Partido, que acabou inadvertidamente fazendo algo útil simboliza bem a miséria inteleco Escola Sem Partido, que acabou inadvertidamente fazendo algo útil simboliza bem a miséria intelectual do país. O Escola Sem Partido, que acabou inadvertidamente fazendo algo útil é exemplo do MBL. O Escola Sem Partido, que acabou inadvertidamente fazendo algo útil é exemplo do MBL. Ambos os movimentos se valem de raciocínios teóricos típicos de quem jamais se aventurou bastante além de “Reinações de Narizinho”. Ao pedir à Justiça e dela obter uma liminar que sinterrompeo item do edital do Enem que considera nula toda e qualquer redação que “desrespeite os direitos humanos”, o movimento trouxe uumddebateinteressante. Com conseqüência, a atitude do Inep, o órgão do MEC que elabora e corrige a prova, de dar nota zero a essas dissertações sem nem sequer considerar os argumentos que lá estejam é coisa de quem nutre o pensamento religioso —”não vais conspurcar o nome dos direitos humanos”—, não de educadores inquietados em ensinar pela via do convencimento. É decerto mais difícil desenvolver uma argumentação sólida e coerente passando por cima de direitos e prerrogativas reconhecidos como fundamentais, mas não é necessariamente inimaginável fazê-lo. Há, por exemplo, uma rica literatura filosófica em cima do chamado cenário da bomba-relógio, no qual as autoridades têm em mãos um terrorista que é a única pessoa que sabe onde o produto estourará dentro de algumas horas, provocando um número significativo de vítimas inocentes. Vai ser que, nessas condições, torturá-lo para revelar o local do ataque é imoral? Goste-se ou não desse experiência mental, ele é um caso em que a tortura —possivelmente a injúria máxima aos direitos humanos— pode ser defendida com argumentos respeitáveis, sob o guarda-chuva de uma doutrina filosófica coerente e com uma motivação nobre . Pelos critérios do Inep, porém, um autor do calibre de Jeremy Bentham ainda no século 19, levaria nota zero. Um autor do calibre de Jeremy Bentham é o primeiro a erguer essa espécie de questão.

Ele relembra o papel indutor do exame para o conteúdo ensinado às crianças e jovens. “O principal propósito de o Enem pedir uma proposta de intervenção a um problema é recordar as escolas de que é importante formar um cidadão, e que ele seja participante e protagonista.”Além de redação, os inscritos têm que fazer neste domingo as provas de ciências humanas e de linguagens. Em 5 dias, vai ser a vez de matemática e de ciências de a natureza, em o domingo seguinte dia 12.tomou-se a resolução que interrompe o artigo pela 5ª turma de o TRF-1 em 25 de outubro.O item 14.9.4 do edital do Enem 2017 estabelece que vai ser atribuída nota zero à redação “que aexibaimpropérios, dilustraçõese outras fmaneiraspropositais de anulação, bem como que desrespeite os direitos humanos, que será considerada ‘ainvalidada”.

Leer Más

Atividade de acordo impulsiona índices acionários europeus em meio a temporada de resultados

Por: SentiLecto

– Atividades envolvendo acordos entre companhias auxiliaram os principais índices acionários europeus uma vez que o foco se voltou para uma série de resultados corporativos do terceiro trimestre, a progredirem nesta quarta-feira. Enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 ganhou 0,29 por cento, o índice FTSEurofirst 300 subiu 0,3 por cento, a 1.540 pontos , a 392 pontos, perto das máximas em quatro meses. A operadora de pedágio de Espanhade Espanha Abertis atingiu máxima depois que a construtora alemã Hochtief exibiu uma oferta de 20,1 bilhões de dólares, recorde , superando a oferta adversária da italiana Atlantia. Enquanto isso, a Abertis progrediu 7 por cento, liderando entre as altas do STOXX e também levando o índice de Espanha IBEX para território positivo uma vez que compensou as preocupações com a crise da Catalunha. Mariano Rajoy pediu ao líder catalão que “comportar-se com sabedoria” e depois que Madri ameaçou assumir o controle da Catalunha, desista da independência. Mariano Rajoy é o primeiro-ministro espanhol. A Hochtief subiu 1 por cento e sua dona majoritária ACS enquanto a Atlantia recuou 1 por cento, progrediu 5,1 por cento. Os resultados corporativos também eram o foco, com as ações das companhias que não atingiram as expectativas do mercado sendo pressionadas. Entre as maiores quedas do STOXX estavam a Elisa e a Zalando, com perdas de 5,4 e 3,8 por cento respectivamente após dados decepcionantes. Em LONDRES, o índice Financial Times progrediu 0,36 por cento, a 7.542 pontos. Em FRANKFURT, o índice DAX subiu 0,37 por cento, a 13.043 pontos. Em PARIS, o índice CAC-40 ganhou 0,42 por cento, a 5.383 pontos. Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve valorização de 0,08 por cento, a 22.354 pontos. Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou alta de 0,55 por cento, a 10.273 pontos. Em LISBOA, o índice PSI20 valorizou-se 0,19 por cento, a 5.461 pontos.

Leer Más

Nervosismo entre EUA e Irão

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Donald and Ivana Trump

A ameaça de Donald Trump de retirar os Estados Unidos da América do acordo nuclear com o Irão e de impor sanções à Guarda da Revolução da República Islâmica, dominaram as manchetes dos jornais, em Teerão.

Apelida a reportagem de “Fake News”, notícias faltas e ameaçou retirar a permissão do grupo de media.O presidente dos Estados Unidos rejeitou certificar o compromisso internacional impulsionado pela gestão Obama que em 2015 teve a aprovação de China, França, Rússia, Reino Unido, Alemanha e União Europeia depois de 12 anos de negociações.

Leer Más