Planalto tenta emplacar relator aliado para analisar acusação

Por: SentiLecto

A base governista intensificou nesta quarta-feira a pressão para que a acusação criminal contra Michel Temer seja relatada por um deputado alinhado ao Palácio do Planalto.

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Proposta que estabelece votações diretas ganha respaldo na Câmara

Por: SentiLecto

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, deputado Rodrigo Pacheco , marcou para a próxima terça-feira a eleição da admissibilidade da PEC que estabelece votações diretas em caso de vacância da posição de presidente em até seis meses do fim do mandato.

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PEC por diretas após impeachment seria apreciada nesta quarta na CCJ

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Red copy of the Russian constitution

Calculando possível revés do governo no julgamento no TSE , o deputado Miro Teixeira formulou uma PEC em que propõe que em caso de vacância da posição de presidente em em até seis meses do fim do mandato, novas votações diretas sejam convidadas no país.

Exerce o 11º mandato de deputado federal e foi Ministro das Comunicações.

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PSB racha em eleição da reforma trabalhista

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Fernando bezerra ex-senador

– A bancada do PSB rachou e não satisfez a orientação do partido, que encaminhou contra a reforma trabalhista. Dos 30 deputados que votaram, 14 votaram em defesa da reforma trabalhista e 16 contra. Fernando Bezerra Filho votou em defesa da reforma. Fernando Bezerra Filho é o ministro da Integração Nacional. Ele recomeçou a vaga de deputado somente para votar a reforma. O PSB tem uma bancada de 34 deputados. O PMDB do presidente Michel Temer, que teve alguns motins e cinco ausências, votou em peso em favor da reforma trabalhista , mas No total, 59 deputados votaram, de uma bancada de 64. Do total de 54 votantes, 52 aprovaram a reforma trabalhista e sete vão votar contra o governo, entre eles o ex-ministro do governo de Dilma Rouseff, Celso Pansera. No DEM, todos votaram em defesa da reforma, num total de 29 votantes. O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia , não vota por força das normas regimentais. No PP, 43 dos 47 deputados da bancada votaram. Do total de 43 votantes, 34 votaram em defesa da reforma e nove votaram contra, entre eles o ex-líder do partido, Eduardo da Fonte , e Esperidião Amin . No PSDB, votaram 44 deputados: 43 a favor e somente um contra, a deputada Geovania de Sá . No PDT, 16 dos 19 deputados da bancada votaram: 15 votaram não e um sim, o deputado Carlos Cadoca. No PR, votaram 35 dos 39 deputados da bancada. No total, 28 votaram a favor e sete não. No PRB, 19 votaram: 15 votaram a favor e quatro não. No PPS, os nove votaram: 6 a favor e três contra a reforma. No SOLIDARIEDADE, 13 deputados votaram: cinco a favor e oito não. No PTB, 17 dos 18 deputados votaram: 13 a favor e quatro não. No PSD, 34 dos 37 deputados da bancada votaram: 29 a favor e cinco contra. Já PT e PCdoB votaram fechados contra a reforma. No PT, de uma bancada de 58 deputados, 56 votaram e todos contra a reforma.

– A resolução do PSB de “fechar questão” contra a reforma da Previdência e a reforma trabalhista soa como um primeiro passo para o desembarque do governo. Faz 4 anos, a sigla, que nasceu esquerdista, foi um importante baluarte de os governos petistas, até a ruptura já em a administração Dilma. Ao declarar um não oficial, com direito a penalização para quem desobedecer o partido, o PSB atinge o coração do governo. O presidente Michel Temer intitula seu governo de “reformista” e tem a reforma da Previdência como principal estaca da ponte que tenta levantar para superar a crise econômica. Os avisos de Temer, de que quem votar contra as reformas vai estar votando contra o governo, não intimidaram o PSB. Agora, o presidente deverá decidir retalia com a retirada de posições e orçamentos, como sinalizou, ou parte de os 35 votos de o partido tenta ser salva em a Câmara. O primeiro escalão do Executivo conta com um ministro do PSB: Fernando Coelho Filho, de Minas e Energia. O senador Fernando Bezerra Coelho já declarou que a posição do filho está na disposição O senador Fernando Bezerra Coelho é seu pai. e o próprio começou a provar interesse em mudar de legenda. LEIA MAIS: Reforma trabalhista: governo inicia maratona para aprovação VEJA TAMBÉM: Reforma trabalhista: relator adverte não ceder ‘um milímetro’ em fim do imposto sindical O timing do anúncio do PSB não poderia ser pior para o governo: na véspera do começo das eleições. É a partir desta terça-feira que o jogo inicia, efetivamente, a ser jogado, com a reforma trabalhista sendo votada na delegação especial e em seguida no plenário. A da Previdência parte para um período decisivo de discussões, já em cima do relatório final negociado com o Palácio do Planalto. A rebeldia do aliado pode se espalhar entre outros partidos da base, num momento em que encampar uma pauta polêmica e impopular já não soava tão interessante assim. Especialmente quando a Lava Jato chamusca fortemente a classe política de maneira generalizada. O Planalto passou a se inquietar, de pronto, com a manutenção da lealdade do PSD e do PRB. PTB e PPS também merecem atenção. Na eleição pela urgência da reforma trabalhista, na semana passada, o governo perdeu. Passou o pito nos aliados e menos de 24h depois, numa nova eleição , conseguiu aprovar. O episódio serviu para mostrar que a lealdade maciça, de um suporte propalado pelo Planalto de 88% do Congresso, está em xeque. Amigos de Temer declaram que seu governo é “semiparlamentarista”, já que o chefe do Executivo já presidiu a Câmara e conhece como poucos os meandros do Parlamento. Vai ser preciso mais do que discurso para uni 3/5 da Câmara em torno da nova Previdência.- O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia , declarou nesta quarta-feira que a reforma trabalhista tem mais suporte do que a reforma da Previdência na Câmara e que espera aprovar a proposta ainda hoje. A Câmara já começou debate sobre o tema, com a oposição fazendo obstrução. Antes de começar a sessão, Rodrigo Maia esteve com o presidente Michel Temer. Ele declarou que há uma “convicção” maior na Câmara em favor das mudanças na CLT. — Não vejo muito obstáculo dos deputados. A reforma da Previdência tem mais problemas. Tem a convicção de uma boa maioria de que a CLT precisa ser modernizada — declarou Maia. Ele declarou que é preciso ter presença em plenário para evitar qualquer derrota ao governo. Caso haja acordo de procedimentos entre governo e oposição, maia declarou que a eleição poderá ser nominal. — Com a presença . Faz 1 dia, não tinha quorum aumentado, ontem. Faltaram 30 — declarou ele. Maia declarou que faz parte do grupo de políticos que “fala a verdade”sobre as mudanças que devem ser feitas. — Felizmente, já começa a ter um grupo importante de políticos no Brasil que começa a falar a verdade, e tento estar neste grupo que fala a verdade, que não ilude o servidor ou a sociedade.- , que regressaram em a Câmara em esta quarta-feira, A exoneração antecipada de quatro ministros de o presidente Michel Temer foi dada por um temor de que o PSB impusesse uma derrota a o governo em a eleição de a reforma trabalhista, calculada para ser concluída ainda hoje.Além do ministro Fernando Coelho Filho , que é do PSB, voltaram ao Congresso hoje Bruno Araújo , do PSDB, e Mendonça Filho , do DEM. Os dois últimos têm como suplentes deputados do PSB de Pernambuco – Severino Ninho e Creuza Pereira -, que já vinham demonstrando infidelidade ao governo. Também nesta quarta, recomeçou o mandato de deputado o ministro Ronaldo Nogueira , que tinha como suplente o deputado Assis Melo, do PCdoB do Rio Grande do Sul – legenda notoriamente contra as reformas encampadas pelo governo Temer. Com as trocas de última hora, o governo garante mais quatro votos em defesa da reforma trabalhista e tira de cena parlamentares que poderiam votar opostos ao projeto. Inicialmente, os ministros com mandato de deputado federal só voltariam ao Congresso quando da eleição da reforma da Previdência, calculada para meados de maio. No entanto, no mesmo dia em que Temer decidiu pela exoneração de seus quadros, a direção nacional do PSB fechou questão contra a reforma trabalhista e previdenciária, o que deixou o presidente inquietado. — O governo não deseja brincar com nenhuma reforma. Não é hora de arriscar — declarou um interlocutor palatino. Com as trocas, o governo trabalha com um cenário positivo, de que pode conseguir os votos de ao menos metade da bancada do PSB, algo entre 16 e 17 votos.

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Governo fracassa novamente na tentativa de votar LDO e orçamento para o Fies

Foto: Wikipedia – Vote2 final

Por ausência de deputados da sua própria base de suporte, o governo não conseguiu novamente votar a finalização da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2017 e a liberação de orçamentos para o programa de financiamento estudantil, o Fies.

Sessão do Congresso convidada para a noite desta quarta-feira acabou concluída às 2h40 da madrugada desta quinta-feira devido à falta de quorum.

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