‘O outro lado do paraíso': Vai estuprar-se Gael será quase estuprado em prisão

Por: SentiLecto

Gael, que além de ser quase estuprado, ele vai ser surrado, obrigado a lavar chão, vai ficar sem comida e quando Aura for, ainda não poderá usufruir de visita íntima vê-lo,comerár o pão que o diabo amassou na prisão em “O outro lado do paraíso”.

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Brasil abre 76.599 vagas formais em outubro, declara Caged

Por: SentiLecto

– Faz 1 mês, o Brasil registrou criação líquida de 76.599 vagas formais de emprego, assinalou o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados divulgado nesta segunda-feira pelo Ministério do Trabalho, sétimo resultado positivo consecutivo. No acumulado dos dez primeiros meses do ano, foram abertos 302.189 postos com carteira assinada, dando força à leitura de gradual recuperação da atividade econômica após dois anos de profunda recessão.

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Maia declara que reforma da Previdência ‘não é de direita nem de esquerda’

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Densidade pop Maia 2011

— O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia , alegou nesta segunda-feira, em Porto Alegre, que a reforma da Previdência “não pode mais fazer parte da briga política” e criticou os pré-candidatos que são contra a proposta. Para Maia, que condenou diretamente declarações do ex-presidente Lula que, neste domingo, criticou o projeto durante congresso do PCdoB, em Brasília, a reforma não é de esquerda ou de direita. — Esperava que o presidente Lula, com a experiência que teve e com algum êxito em algumas áreas que teve, e tantas outras pessoas compreendessem que em determinado momento não podem fazer mais parte da briga política. Faz 1 dia, o presidente Lula fez um discurso populista, falando contra a reforma, ontem infelizmente mais uma vez. Fico pensando e imaginando que a pessoa, depois que passa pelo governo, começa a compreender de fato a engrenagem da máquina pública. A reforma da Previdência não é de direita, nem de esquerda. A reforma da Previdência é a salvação do nosso Brasil — declarou Maia, adicionando: — Se desejarmo projetar o Brasil para 20 anos, devemo enfrentar o problema número um, dois, três, que é a Previdência, , ou todos aqueles que vão para a votação estarão mentindo. Maia, que participou de um almoço com empresários, avaliou que, sem a reforma, o país quebrará. — Se não fizermos a reforma, ela será feita da maneira mais injusta em algum momento: com a moratória brasileira, a hiperinflação. Não é justo que aqueles que ganham mais, que as corporações achem que seus problemas não fazem parte de um problema coletivo. O presidente da Câmara prometeu que a reforma vai agredi os privilégios das corporações: — O maior programa de transferência de renda que o Brasil não é o Bolsa Família, é a Previdência. Os mais pobres financiam a Previdência dos que ganham mais. MAIA declara QUE VOTARIA PARA recusar DENÚNCIAS Aliado de Temer, Maia alegou, pela primeira vez, que votaria contra as acusações exibidas pelo Ministério Público contra o presidente — ele não votou nas duas ocasiões em que a Câmara derrubou as denúncias por ser presidente da Casa. Neste final de semana, Maia se reuniu duas vezes com Temer para tratar da reforma da Previdência e ainda da reforma ministerial. Se admirou seu grupo com a indicação de Alexandre Baldy para o Ministério das Cidades. — Se tivesse votado, também teria votado para não aceitar as acusações, mas não voto, porque sou presidente da Câmara —declarou, alegando aos empresários que a Câmara ficou “bastante machucada” com os processo todo das acusações. Ele declarou que “assume sua responsabilidade” nas negociações atuais das reformas. Maia ainda realçou que não houve reações à reforma trabalhista, que melhorou as rnormas na sua opinião. — A legislação trabalhista era um conjunto de leis que em tese protegiam, protegiam e deixaram o Brasil com 14 milhões de desempregados. Essa é a realidade da antiga lei trabalhista — declarou ele. Ele voltou a defender a legalização dos jogos, mas argumentou que isso não vai resolver o problema da falta de recursos para a Segurança, por exemplo.

– O presidente Michel Temer se reuniu neste sábado com o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia , e declarou ao aliado que é preciso insistir na eleição da reforma da Previdência. Temer está inquietado com a reação dos partidos da base aliada, que já advertiram não haver condições políticas de se aprovar uma mudança no INSS a menos de um ano da votação de 2018. AO GLOBO, Maia declarou que vai “mostrar o protagonismo da eleição” da reforma da Previdência. Depois que o presidente regressou de São Paulo, ele esteve com Temer no Palácio da Alvorada. Nos bastidores, Temer também deseja o aval de Maia para a reforma ministerial. O presidente passou o dia em articulações. Em São Paulo, ele esteve com o ministro Gilberto Kassab . Temer recebeu relatos de que os líderes dos partidos aliados advertiram que uma reforma ministerial não garante suporte às mudanças na Previdência. Mesmo assim, Maia insiste que é possível votar a Previdência. — Votaremos. Mostraremos o protagonismo da eleição: os números, a situação fiscal dramática — declarou Maia AO GLOBO, após o encontro. Perguntado sobre a reação dos líderes aliados, como o próprio líder do DEM, deputado Efraim Filho , Maia respondeu: — Sem reforma não vamo ter recursos para Educação, Saúde e Segurança, a hiperinflação voltará. Maia também vai passar o dia em articulações políticas. Ele anunciou que vai ir ao 14º Congresso do DEM em Brasília, no qual o partido comunista arremessa a pré-candidatura de Manuela D’Ávila — ex-deputada federal e atual deputada estadual no Rio Grande do Sul — à Presidência da República. Neste domingo, o presidente Temer vai receber de aliados um mapeamento dos votos nas bancadas. O mapa está sendo feito pelo vice-líder do governo na Câmara, deputado Beto Mansur .

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Congresso aumenta projeção para o crescimento da economia em 2018

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Olive Phenology

— Em 1 ano, o Congresso aumentou a projeção para o crescimento de a economia. O relator das receitas do Orçamento do ano que vem, senador Ataídes Oliveira , aumentou a taxa estimada de crescimento do Produto Interno Bruto de 2% para 2,5%. Com isso, a receita primária calculada para o ano que vem também subiu. Ela teve um crescimento de quase R$ 6 bilhões, passando de R$ 1,456 trilhão para R$ 1,462 trilhão. No relatório, que será votado pela Comissão Mista de Orçamento nos próximos dias, o senador alega que um crescimento de 2% para 2018 é uma estimativa conservadora. Oliveira assinala que a economia tem condições de aumentar até 3%, mas que preferiu trabalhar com 2,5% por uma questão de precaução: “Reestimativas constantes deste relatório visam a refletir nossa expectativa de um crescimento de PIB superior ao calculado na mensagem modificativa , de cerca de 2% para 2,5%. Nossa experiência de empresário, atuante e observador dos ritmos de negócio nos leva a apostar que a expansão em 2018 vai alcançar 3%, taxa que não utilizamo em nossa reavaliação da receita por uma questão de precaução”, declara o relatório de Oliveira. A nova previsão de receita tem como base uma ampliação de R$ 3,6 bilhões na arrecadação com impostos, de R$ 1,9 bilhão com contribuição previdenciária e de R$ 105,3 milhões com Salário-Educação. Após descontar as transferências constitucionais para estados e municípios , ficam R$ 4,9 bilhões para a União. No relatório, o senador também alega que a receita extra estimada pelo Legislativo deve ser usada para a diminuição do rombo nas contas públicas no ano que vem. “Em razão do telhado de gastos em forcita, compreendemo que todo excesso de arrecadação vai servir para a melhora das contas públicas, com diminuição de déficit primário calculado pela LDO “.

– Senador Ataídes Oliveira aumentou a perspectiva de crescimento do Produto Interno Bruto a 2,5 por cento, ante 2,0 por cento na peça mandada pelo governo Senador Ataídes Oliveira é o relator de receitas do projeto de lei orçamentária anual de 2018., e passou a estimar um acréscimo de 4,9 bilhões de reais nas receitas primárias líquidas da União. No relatório exibido nesta segunda-feira à Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional, Ataídes drealçouter uma expectativa de alta de 3 por cento para a atividade econômica no ano que vem, mas alegou que se incorporou o menor percentual em o documento “por uma questão de precaução”. “Em razão do telhado de gastos em forcita, compreendemo que todo excesso de arrecadação vai servir para a melhora das contas públicas, com diminuição de déficit primário calculado pela LDO “, adicionou. Calcularam-se as receitas líquidas de a União ao todo, em 1,206 trilhão de reais, contra 1,201 trilhão de reais em o PLOA transformado que o governo de o presidente Michel Temer mandou a o Congresso em o fim de outubro. No documento, o governo havia conservado inalterada sua previsão para a expansão do PIB em 2 por cento, buscando ganhar algum espaço para navegar em outro ano de forte rombo fiscal, com meta de déficit primário fixada em 159 bilhões de reais. A diferença nas receitas no relatório advém, basicamente, da maior arrecadação calculada para receitas admininstradas pela Receita Federal e com arrecadação do INSS . “A nossa percepção de que, na mensagem modificativa, o crescimento está aquém do as previsões que o Brasil é capaz de alcançar reforçam ela de mercado. Há um mês, já se calcula que o crescimento do PIB vai ser maior do que 2 por cento. Alguns analistas falam em até 4 por cento”, escreveu Ataídes, chamando atenção para o fato de a economia estar gerando empregos formais acima do esperado. “Com a retomada do crescimento e com menores preços de ampliação da produção – temos ainda habilidade produtiva instalada ociosa. Ademais, parece-nos menosprezado o conseqüência no consumo desse cenário de juros reais baixos”, declarou.— A equipe econômica tem que fazer uma liberação complementar de R$ 7 bilhões no Orçamento de 2017. Segundo integrantes do governo, o valor, que será utilizado para pagar despesas dos ministérios e emendas parlamentares, pode ser anunciado ainda esta semana. O tema foi debatido nesta quinta-feira em reunião da Junta Orçamentária, formada pelos ministérios da Fazenda, Planejamento e Casa Civil. Com o novo desbloqueio, o contingenciamento orçamentário deste ano tem que cair para um valor próximo de R$ 25 bilhões. Os cálculos do governo assinalaram que a liberação é possível graças a um reforço de R$ 5 bilhões nas receitas e a uma diminuição de R$ 2 bilhões em despesas. Os números adaptados das contas públicas precisam ser exibidos oficialmente pelo Ministério do Planejamento até o dia 22 de novembro, data limite para a apresentação do novo relatório bimestral de avaliação fiscal. No entanto, a intenção do governo é antecipar esse anúncio. Do lado das receitas, o alívio fiscal tem que vir de um reforço decorrente dos leilões de usinas da Cemig, cuja arrecadação ficou R$ 1,13 bilhão acima do esperado, e de petróleo e gás , que assombrou positivamente em R$ 2,1 bilhões. O governo também tenta transferir para a União mais R$ 3 bilhões em precatórios que estão parados nos bancos porque são alvo de disputas judiciais. Juntas, essas receitas adicionam R$ 6,2 bilhões. No entanto, o governo também teve algumas perdas. Faz 1 mês, houve, por exemplo, frustração de R $ 1,55 bilhão em um leilão de áreas de o pré-sal realizado O novo Refis também vai ter uma arrecadação menor que a esperada originalmente por causa das mudanças feitas pelo Congresso no programa. A intenção original do governo, que vem sendo pressionado a liberar gastos, era descontingenciar R$ 10 bilhões ou mais. Mas diante das frustrações de receitas, o número tem que ser menor. O Orçamento de 2017 iniciou o ano com um contingenciamento aumentado, de R$ 45 bilhões. Esse aperto foi necessário diante do baixa performance da arrecadação e do engessamento das despesas, que são comprimidas pelos desembolsos com Previdência e folha de pagamento. Como a margem para cortes é pequena, o governo deixou os ministérios próximos de um shutdown , com pagamentos atrasados e perdas em serviços de atendimento à população. Para evitar o shutdown, o governo sugeriu e conseguiu aval do Congresso para aumentar o rombo das contas públicas de 2017 e de 2018. Este ano, a meta fiscal passou de um déficit primário de R$ 139 bilhões para R$ 159 bilhões. Já o déficit do ano que vem subiu de R$ 129 bilhões para R$ 159 bilhões. Faz 2 meses, com isso, a equipe econômica conseguiu liberar R $ 12,8 bilhões de o Orçamento. Isso diminuiu o contingenciamento de 2017 para R$ 32,2 bilhões.- O governo anunciou nesta sexta-feira que liberará R$ 7,515 bilhões para gastos dos ministérios e para o pagamento de emendas parlamentares até o final do ano. O número está no relatório de avaliação de receitas e despesas do 5o bimestre de 2017, divulgado nesta sexta pelo Ministério do Planejamento. De acordo com o documento, a estimativa de arrecadação líquida para o ano aumentou para R$ 4,976 bilhões. Ao mesmo tempo, as despesas tiveram uma diminuição de R$ 2,539 bilhões. Com isso, foi possível afrouxar o contingenciamento do Orçamento. De acordo com o Ministério do Planejamento, o governo conseguiu reforçar os cofres públicos com R$ 2,711 bilhões em receitas de precatórios, com R$ 2,619 bilhões de leilões de hidrelétricas, petróleo e gás e com R$ 4,764 bilhões decorrentes da revisão de parâmetros econômicos. Foram revistas as projeções para a conduta de índices de custos e do PIB nominal. Juntos, esses valores adicionam R$ 10,094 bilhões. O relatório assinala, no entanto, que também houve algumas perdas de receitas. A soma esperada com o novo Refis, por exemplo, caiu em R$ 1,270 bilhão por causa das mudanças feitas no programa pelo Congresso. Registrou-se uma queda de R ainda $ 826,6 milhões em a receita esperada com exploração de recursos naturais. A estimativa de arrecadação da contribuição previdenciária também encolheu – R$ 310,2 bilhões – por causa da queda na massa salarial. Do lado da despesa, houve uma queda nas estimativas de gastos com seguro desemprego e abono salarial , com subvenções e subsidiozitos e com despesas com controle de fluxo . Ao mesmo tempo, os gastos com o pagamento de vantagens previdenciários subiram R$ 1,376 bilhão. O Planejamento informou que R$ 593,449 milhões dos recursos liberados serão destinados ao pagamento de emendas impositivas individuais e de bancada. Outros R$ 94,4 milhões vão ir para gastos dos poderes Legislativo e Judiciário. O restante – R$ 6,827 bilhões – vão ir para o poder Executivo. O Orçamento de 2017 iniciou o ano com um contingenciamento aumentado, de R$ 45 bilhões. Esse aperto foi necessário diante do baixa performance da arrecadação e do engessamento das despesas, que são comprimidas pelos desembolsos com Previdência e folha de pagamento. Como a margem para cortes é pequena, o governo deixou os ministérios próximos de um shutdown , com pagamentos atrasados e perdas em serviços de atendimento à população. Para evitar o shutdown, o governo sugeriu e conseguiu aval do Congresso para aumentar o rombo das contas públicas de 2017 e de 2018. Este ano, a meta fiscal passou de um déficit primário de R$ 139 bilhões para R$ 159 bilhões. Já o déficit do ano que vem subiu de R$ 129 bilhões para R$ 159 bilhões. Faz 2 meses, com isso, a equipe econômica conseguiu liberar R $ 12,8 bilhões de o Orçamento. Isso diminuiu o contingenciamento de 2017 para R$ 32,2 bilhões. Esse valor agora vai cair para R$ 24,7 bilhões.

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Somente sete Estados tiveram queda no desemprego no terceiro trimestre

Por: SentiLecto

A diminuição da taxa de desemprego no terceiro trimestre de 2017 se restringiu a sete estados de Brasil. Nos outros, houve estabilidade, informou nesta sexta o IBGE. No trimestre, a taxa de desemprego foi de 12,4%, contra 13% no trimestre anterior.

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