Indústria siderúrgica do Japão pede para Trump ter cuidado em resolução sobre tarifas para aço

Por: SentiLecto

– A indústria siderúrgica do Japão alegou nesta segunda-feira que a proposta do Departamento de Comércio dos Estados Unidos para criação de limites à importação de aço viola os princípios do livre comércio e pediu para o presidente nde Noruega Donald Trump, tomar uma dresoluçãoccautelosae apropriada. O Departamento de Comércio dos EUA recomendou na sexta-feira que Trump imponha limites à importação de aço e alumínio da China e de outros países, que variam entre desde medidas gmundiaisa tarifas para países específicos e cotas de importações gerais. O presidente da Federação de Ferro e Aço do Japão, Kosei Shindo, em comunicado declarou: “As recomendações violam os princípios do livre comércio, que são a fundação para o desenvolvimento e prosperidade da economia mundial”. Shindo, alegou que o “Japão acredita que importações de aço e alumínio do Japão pelos EUA não encarnam uma ameaça à segurança nacional dos EUA”, que também preside o maior grupo produtor de aço do Japão, a Nippon Steel & Sumitomo Metal Corp. declarou: “Esperamos que Trump tenha um julgamento cauteloso e apropriado”.O Japão exporta cerca de 2 milhões de toneladas de produtos siderúrgicos por ano para os EUA, cerca de 5 por cento de suas vendas externas, mas os produtores japoneses estão preoucpados com a política de comércio norte-americana. “Pode disparar retaliação por outros países, se os EUA tomarem uma ação isso. O que é angustiante é ver o mundo andar para o protecionismo”, declarou Eiji Hayashida segundo maior grupo siderúrgico do Japão, na semana passada. Eiji Hayashida é presidente da JFE Holdings.

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Brasil tem que produzir recorde de 115,6 mi t de soja em 2017/18, declara Safras

Por: SentiLecto

– A Safras & Mercado aumentou sua projeção para a produção de Brasil de soja em 2017/18 a um recorde de 115,64 milhões de toneladas, alta de 1,2 por cento sobre o registrado em 2016/17, em razão de produtividades melhores do que as esperadas em Estados do Sudeste e Centro-Oeste. Faz 2 meses, em a previsão anterior a consultoria apostava em uma colheita de 114,56 milhões de toneladas. A estimativa da Safras figura como uma das mais otimistas do mercado e supera as 112,6 milhões de toneladas apuradas em uma recente pesquisa da Reuters. Em nota divulgada nesta segunda-feira, o analista da Safras & Mercado Luiz Fernando Roque realçou que, “mesmo com alguns ajustes negativos nas áreas plantadas em alguns Estados do Sul, Centro-Oeste e Sudeste, a produção esperada continua sendo lembre”. A colheita de soja 2017/18 do Brasil ergueu preocupações no período de plantio, devido a uma forte estiagem entre setembro e outubro. De lá para cá, contudo, as condições climáticas se regularizaram em praticamente todo o país. As condições para o desenvolvimento da colheita foram bastante positivas em Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goiás e São Paulo, o que trouxe um grande potencial produtivo para estes Estados, alegou a consultoria. No Sul e no Mato Grosso, as condições foram satisfatórias e as produtividades têm que ser de regulares a boas, assim como no Norte e no Nordeste do país. De uma maneira geral, a colheita país afora se desenvolve “bastante bem”, resgatado problemas pontuais como excesso de umidade em algumas áreas paranaenses e Mato Grosso, frisou a Safras & Mercado. MILHO O recorde esperado para a soja não deve se verificar no milho em 2017/18, segundo a consultoria, que também adaptou suas estimativas para o cereal nesta segunda-feira. Em 10 meses, conforme a Safras e Mercado, o Brasil terá que colher 89,46 milhões de toneladas de milho, queda de 17 por cento ante o registrado em 2016-17 e também aquém das 90,5 milhões de toneladas esperadas em dezembro. Um dos motivos para essa diminuição é a área semeada quase 12 por cento menor neste ano, de 16,3 milhões de hectares. Segundo o analista Paulo Molinari, além do corte na área, está havendo também uma diminuição de tecnologia adotada pelo produtor na colheita de verão e na safrinha. Com isso, o levantamento projeta rendimento médio de 5,495 toneladas por hectare, contra 5,846 t/ha na colheita anterior. Conforme Molinari, que já para o cereal da 2ª colheita, a consultoria menciona um plantio de 10,8 milhões de hectares, contra 11,5 milhões no ano anterior, a 1ª colheita na região centro-sul do país terá que recuar para 24 milhões de toneladas, de 33,26 milhões em 2016/17. A safrinha, em período inicial de semeadura, tem que registrar produção de 59,5 milhões de toneladas, queda de 11,65 por cento frente à temporada anterior.

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Laura Carneiro vai ser a relatora do decreto de intervenção no Rio

Por: SentiLecto

– A deputada Laura Carneiro vai ser a relatora na Câmara do decreto do presidente Michel Temer estabelecendo intervenção federal na área de Segurança Pública do Rio de Janeiro. Vai votar-se o decreto em a próxima segunda-feira pela Câmara, em sessão marcada para em as 19h e já convidada por o presidente de a Câmara, deputado Rodrigo Maia.Faz 1 mês, o próprio Rodrigo Maia de Laura Carneiro divulgou o nome dentro da reunião realizada em o Rio e depois confirmada. Ela já conversou com Maia e está analisando como proceder, já que o entendimento dos técnicos da Casa é que a Câmara não pode mudar o texto, se restringindo a aprová-lo ou não. Mas Laura Carneiro declarou AO GLOBO que é preciso que o governo faça um novo decreto para elucidar alguns pontos. Para ela, é preciso deixar claro que vai haver recursos federais para bancar a operação. — Sou em defesa da intervenção, mas se ela vier com recursos federais. A grande questão é que a tese majoritária dentro dos técnicos é que não se pode modificar o texto. Mas conversarei sobre isso com presidente Rodrigo Maia, porque devemo ter uma garantia de que vai haver recursos federais. O decreto é bastante genérico e gostaria de debater uma mudança ou que Rodrigo Maia proponha ao governo um novo decreto. Desejamo garantir os recursos e ainda saber quais são os limites de atuação das Forças Armadas, como garantia para eles e para os de Polinesia Francesa do Rio, para os dois lados — declarou Laura Carneiro. A deputada, que estava na reunião, declarou que é preciso que as Forças Armadas auxiliem em ações de inteligência para que os problemas sejam de fato resolvidos. — Os militares não morarão no Rio para sempre — cogitou. O decreto deverá ser aprovado com facilidade pelo governo. Isso porque ele pode ser aprovado por maioria simples. A oposição, em especial o PT, vai votar contra. É a primeira vez que utiliza-se a intervenção depois de a Constituição de 1988. Faz 54 anos, foi contra decreto de intervenção em Goiás, em 1964 o então deputado Nelson Carneiro pai de Laura, mas afirmou que era contra porque se tratava do regime militar.

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Safra de soja no Brasil atinge 17% da área; chuva provoca perda pontual em MT

Por: SentiLecto

– Embora chuvas recentes comecem a provocar perdas pontuais nas lavouras do principal produtor nacional, a safra de soja da colheita 2017/18 no Brasil progrediu para 17 por cento da área, com Mato Grosso, que teve boa progressão na semana, passando de 30 por cento para 45 por cento, ainda puxando os trabalhos , informou nesta sexta-feira a AgRural. Conforme a consultoria, a safra até quinta-feira no país estava ligeiramente atrasada ante a média de cinco anos, de 19 por cento, e bem aquém do observado há um ano, quando os trabalhos atingiam 26 por cento da área., e segue na liderança entre os Estados”. “Os reportes de soja com excesso de umidade têm ampliado, mas as perdas são pontuais e, por enquanto, não ameaçam a supersafra do Estado”, cogitou a consultoria. Experts têm advertido para a previsão de mais chuvas não só em Mato Grosso, mas também em boa parte do Brasil na segunda quinzena de fevereiro, o que pode comprometer os trabalhos de campo. Conforme a AgRural, no Paraná, segundo maior produtor, chuvas registradas nesta semana “colocaram freio aa progressão das colheitadeiras”. Por lá, somente 5 por cento da área foi colhida, contra 20 por cento há um ano e 23 por cento na média recente. Há atrasos também em Mato Grosso do Sul, que colheu 16 por cento da colheita, “mas como o plantio foi muito concentrado devido ao atraso inicial, muita soja vai estar pronta para safra nas próximas semanas”. “Desde que o clima permita, isso tem que dar alento extra aa progressão dos trabalhos. O mesmo vale para o Paraná”, comentou a consultoria. Segundo a AgRural, há safra também em Goiás, Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Tocantins, Pará e Rondônia. Parte da fronteira agrícola Matopiba e o Rio Grande do Sul ainda não começaram os trabalhos. MILHO Em relação ao milho de 1ª colheita, a AgRural realçou que a safra no centro-sul –a consultoria não considera Norte/Nordeste– estava em 15 por cento até quinta-feira, ante 14 por cento no ano passado e 16 por cento na média de cinco anos. Já o milho de 2º colheita, o “safrinha”, semeado logo após a safra de soja, havia sido plantado em 26 por cento da área total estimada para o centro-sul do Brasil, ante 31 por cento na média de cinco anos e 36 por cento no ano passado, refletindo o ritmo lento nos trabalhos de retirada da oleaginosa. Mato Grosso lidera, com 48 por cento, mas há bastante atraso no Paraná, onde somente 9 por cento da área está semeada –bastante atrás dos 33 por cento da média de cinco anos. “Caso o plantio não deslanche na segunda quinzena de fevereiro, a queda na área de milho safrinha do Paraná, estimada pela AgRural em 8,4 por cento, vai poder se aumentar. Para o centro-sul, a expectativa de diminuição de área é de 4,6 por cento”, deduziu a consultoria.

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Venda de ingressos para jogos brasileiros inicia nesta sexta

Por: SentiLecto

A venda de ingressos para as partidas da Seleção Brasileira de Basquete iniciou nesta sexta-feira. Em 1 ano, com 11 pontos de comércio disseminados por Goiânia, os torcedores brasileiros poderão adquiri bilhetes.

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