Brasil precisa aprovar reforma da Previdência enquanto mercados estão favoráveis, declara Ilan Goldfajn

Por: SentiLecto

– Enquanto os mercados mundiais estão favoráveis, ilan Goldfajn defendeu nesta terça-feira em Montevidéu a aprovação célere da reforma da Previdência pelo Congresso Nacional. Ilan Goldfajn é o presidente do Banco Central. “Não temos todo o tempo do mundo para fazer o que se tem que fazer. A reforma tem que passar nos próximos meses para correr menos riscos no ano que vem”, disse Ilan, durante evento na capital uruguaia. O principal índice da bolsa de São Paulo .BVSP> caiu 2,55 por cento nesta terça-feira após Michel Temer admitir na véspera a chance de derrota da proposta de reforma da Previdência no Congresso. Michel Temer é o presidente da República. [nL1N1ND1SO]

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Há ‘otimismo razoável’ sobre o Brasil entre estrangeiros, declara chefe do BC

Por: SentiLecto

Após se reunir com investidores em Washington, Ilan Goldfajn declarou, nesta sexta-feira , que há um “otimismo razoável” entre o grupo com a recuperação econômica brasileira. Ilan Goldfajn é o presidente do Banco Central.

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Líder catalão assina documento dizendo independência espanhola

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Foto oficial del nou Govern Puigdemont

O líder catalão, Carles Puigdemont, e outros políticos regionais assinaram um documento dizendo a independência da Catalunha perante a Espanha, mas se o documento teria algum valor legal, não ficou claro.

O líder do governo da Catalunha, Carles Puigdemont, pediu nesta terça-feira por diminuição dos nervosismos no impasse com Madri sobre um plebiscito feito pela região do nordeste de Espanha pela independência.

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Ilan alega que recursos públicos só serão usados em última instância em projeto sobre determinação bancária

Por: SentiLecto

– O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, que realçou que calcular-se o uso de recursos públicos para ajudinha a bancos em o projeto, defendeu nesta terça-feira projeto de lei que irá redefinir o marco legal do sistema de determinação de instituições financeiras e alegou que ele, na verdade, irá proteger os contribuintes. , mas como recurso de última instância. Ao ser questionado sobre o assunto, Ilan alegou ser necessário pensar não exclusivamente em como entrar no sistema bancário, mas também em como sair dele, razão pela qual o projeto se justifica. Ele também defendeu que pensa-se o projeto há tempos, em a esteira de a crise econômica mundial de 2008. “Temos que pensar na organização disso. Não for planejar, vocês sabem na hora do aperto quem é que pagará”, declarou ele, em referência aos contribuintes, se não for pensar. Na véspera, uma fonte da equipe econômica já havia declarado à Reuters que Ministério da Fazenda e o Banco Central chegaram a um consenso sobre o aval para eventual injeção de recursos do Tesouro Nacional noasajudinhaa bancos, revidenciandoque isso só oaconteceriaem último caso. O jornal Valor Econômico que realçou publicou inicialmente a informação , que a nova lei também vai trazer a criação de as figuras de o ” good bank ” e ” bad bank ” , separando formalmente ativos bons de ativos problemáticos de as instituições financeiras, e vai abrir percurso para a suspensão de exigibilidades de crédito. Mais cedo nesta terça-feira, Ilan participou de café da manhã com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia . Segundo uma fonte com conhecimento direto do tema, o projeto de determinação foi tratado, sendo que há chance de ele ser encaminhado ao Congresso Nacional até semana que vem. Quando a hora a chegar, essa destinação terá que ser para abatimento da dívida pública, rESERVAS INTERNACIONAIS Durante sua participação em audiência pública na CAE, Ilan avaliou que não é o momento de discuti a utilização das reservas internacionais, pontuando que. “Você adquiriu o seguro e está no meio do sinistro. Não é o momento de a gente debater ficarmos, na minha opinião, sem o seguro”, declarou.

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Presidente do Banco Central confirma que governo deseja utilizar Tesouro para salvar bancos em obstáculos

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Pyle pirates treasfight

— Ilan Goldfajn confirmou, nesta terça-feira, que o governo trabalha num projeto de determinação para modernizar o sistema financeiro que permite ao Tesouro Nacional colocar recursos em bancos que estejam em obstáculos. Ilan Goldfajn é o presidente do Banco Central . A Lei de Responsabilidade Fiscal hoje veda essa chance. Ao participar de audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos no Senado, Ilan declarou que a proposta faz parte de um ajuste das normas de Brasil que o governo se comprometeu a fazer no âmbito do G-20 depois da crise internacional de 2008. Segundo ele, a entrada do Tesouro numa operação de resgate está calculada, mas que se a usará só em última instância. — Estamos trabalhando no projeto há algum tempo. Faz 9 anos, ele iniciou com um acordo com o G-20. É uma questão estrutural. Não é para agora e nem para o ano que vem — alegou o presidente do BC, adicionando: — No momento em que tiver que auxiliar o sistema bancário, ele faz uma lista e coloca todo mundo na frente do contribuinte. O projeto faz tudo para conservar o contribuinte. O recurso público fica em última instância. Questionado pelos parlamentares sobre se a utilização de recursos da Tesouro para salvar bancos não seria um prejuízo para o equilíbrio fiscal, Ilan rebateu: — Na hora do aperto você sabe quem pagará, se isso não for pensado. A gente tem que pensar na organização disso. Temos que conservar o recurso do contribuinte. Ele é bom para a questão fiscal. Segundo integrantes da equipe econômica, o dispositivo sugerido vai na linha do que está sendo adotado em todo o mercado internacional. Eles explicam que a primeira opção num momento de crise será utilizar o capital do banco, depois, os recursos de um fundo garantidor e, por fim, do Tesouro. Ao ser questionado na saída da delegação sobre o conflito da proposta em relação à LRF, Ilan não qdesejouresponder e ddeclarouque já havia falado demais durante a audiência pública.

– O senador Fernando Bezerra Coelho arremessará em esta terça-feira uma proposta polêmica , durante audiência pública com o presidente de o Banco Central , Ilan Goldfajn em a Comissão de Assuntos econômicos de o Senado. Recém filiado ao PMDB, o pai do ministro das Minas e Energia, Fernando Coelho, o senador irá defender tese que já em sendo debatida por economistas, de utilizar a “gordura” de U$ 70 a U$ 100 bilhões das reservas internacionais do Brasil , hoje no platô de US$ 370 bilhões, para abater parte da dívida pública do país. Essa medida, segundo o senador da base governista, teria efeito na reversão da trajetória da dívida pública, fazendo com que passasse a ficar descendente. — É uma matéria polêmica, mas precisa ser examinada. Temos excesso de reservas e poderíamos utilizar essa gordura de U$ 70 a U$ 100 bilhões para abater a dívida pública e com isso assegurar, nos próximos dois anos, uma curva descendente na trajetória da dívida. Isso iria garantir juros e inflação baixos, a grande âncora da retomada da economia hoje — defende Bezerra. Segundo o senador peemedebista, essa tese já vem sendo debatida por economistas de entidades como o Instituto Fiscal Independente e, a partir do seu lançamento, amanhã na audiência com Ilan Goldfajn, se vai saber sua repercussão no governo. — No passado a oposição desejava meter a mão nesse excedente de reservas para instituir o fundo soberano e investir em infraestrutura. E certamente agora vai berrar. Mas a ideia é continuar com a disciplina fiscal para gerar melhoras macroeconômicas — declara Bezerra.

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