BC continua monitorando mercados e atua para conservar-los em plena funcionalidade,declaraz Ilan

Por: SentiLecto

– O Banco Central vai continuar monitorando o efeito das notícias do cena político nos mercados financeiros e atuando para conservar-os em plena funcionalidade, reafirmou Ilan Goldfajn nesta segunda-feira, em acontecimento em São Paulo. Ilan Goldfajn é o presidente do BC.. Ilan também reiterou que o BC e o Tesouro Nacional dispõem de “vários instrumentos” para tanto, conforme pontos de seu discurso publicados no site do BC.

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Brasil tem ‘amortecedores robustos’ para crise, declara presidente do BC

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Pyle pirates treasfight

O país tem ‘amortecedores robustos’ e por isso está menos vulnerável a choqueIlan Goldfajn, que falava sobre as medidas de reação da autoridade monetária aos efeitos do envolvimento do presidente Michel Temer em escândalos de corrupção nesta sexta-feira , em reunião-almoço na sede do banco Santander, em São Paulo. Ilan Goldfajn, que falava sobre as medidas de reação da autoridade monetária aos efeitos do envolvimento do presidente Michel Temer em escândalos de corrupção é o presidente do Banco Central. Ilan Goldfajn, que falava sobre as medidas de reação da autoridade monetária aos efeitos do envolvimento do presidente Michel Temer em escândalos de corrupção é o presidente do Banco Central. Ele declarou ainda que o Banco Central continuará monitorando o efeito das informações recentemente divulgadas e que atuará, sempre que necessário, para manter a plena funcionalidade dos mercados, em linha com o que já havia sido divulgado pelo BC na noite de quinta. Temer foi gravado por Joesley Batista, um dos proprietários da JBS, em uma conversa em que consente com ações ilegais do empresário.

“Esta vigilância e atuação têm por objetivo o bom funcionamento dos mercados. Não há relação direta e mecânica com a política monetária, que vai continuar concentrada em seus objetivos tradicionais”, declara a nota.A chance de que a crise política se agrave, os pedidos de alguns líderes políticos para que Temer abdique e a solicitação já feita por legisladores para que o Congresso comece um processo para destituir o presidente podem agravar a recessão que o Brasil enfrenta desde 2015 e da qual tinha começado a sair nos primeiros meses deste ano.Questionado de a política monetária muda a partir de agora, Goldfajn respondeu que essa é “uma questão separada”. “A política monetária é uma questão separada. A questão em que estamos atuando hoje não tem relação mecânica com a política monetária, é uma resolução tomada nas reuniões ordinárias do Copom [Comitê de Política Monetária]”.A ampliação da incerteza política tem que prejudicar o frágil processo de recuperação que se esboçava e afastar investimentos. Rodrigo Melo, economista da Icatu Vanguarda declarou: “Se as acusações forem confirmadas, a atividade econômica levará mais tempo para sair do buraco”. O setor agropecuário, que vinha exibindo índices positivos, deve conservar a boa performance, segundo Marconi, da FGV

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Ibovespa sobe em movimento de ajuste após maior queda em quase nove anos

Por: SentiLecto

– O principal índice da bolsa paulista subia nesta sexta-feira, em movimento de ajuste após desabar na véspera na esteira da revelação de gravação de conversa do presidente Michel Temer com Joesley Batista, um dos controladores da JBS. Às 11:27, o Ibovespa subia 3,03 por cento, a 63.461,47 pontos. Na véspera, o índice despencou 8,8 por cento, a maior perda diária desde outubro de 2008. O giro financeiro era de 3,28 bilhões de reais. Embora a situação ainda demande precaução, o áudio, segundo operadores, não é comprometedor a ponto de justificar a permanência da sangria dos mercados vista na quinta-feira. “Não As gravações não são mostradas tão contundentes… portanto, se for só isso, não é conclusivo”, declarou Marco Tulli Siqueira que na conversa com Temer, Joesley Batista confessa ter pago propina a um procurador da República para ter acesso antecipado a inquéritos que o envolvia, reclamou de designações para posições importantes no governo, defendeu uma queda mais acentuada da taxa Selic e declarou que “zerou” as pendências com o ex-deputado Eduardo Cunha. Marco Tulli Siqueira é o gestor da mesa de operações de Bovespa da corretora Coinvalores. No entanto, investidores ainda veem o modo de precaução predominando na bolsa nos próximos pregões, com riscos maiores às reformas, principalmente a da Previdência. Antes da turbulência da véspera, o otimismo com o andamanto no Congresso Nacional das mudanças na Previdência vinha auxiliando a conservar o tom positivo dos mercados. “Vamo ter turbulências sim, há prejuízos com os eventos que fazem todos perderem”, completou Siqueira. DESTAQUES – BRADESCO PN e ITAÚ UNIBANCO PN progrediam 4,5 por cento cada, dando respaldo aos ganhos do índice devido ao peso em sua composição. O setor bancário como um todo se recuperava após as fortes perdas da véspera. BANCO DO BRASIL ON tinha alta de 6 por cento e SANTANDER UNIT ganhava 5,5 por cento. – Quando despencou 20,4 por cento, cEMIG PN tinha valorização de 8,7 por cento, após ficar entre as maiores perdas da véspera. – PETROBRAS PN ganhava 4,5 por cento PETROBRAS ON progredia 3,6 por cento, com os ganhos do petróleo no mercado internacional auxiliando os papéis em seu movimento de recuepração das perdas da sessão anterior. – JBS ON tinha leve baixa de 0,3 por cento, após cair quase 10 por cento na véspera e perder cerca de 2,5 bilhões de reais em valor de mercado em somente um pregão. Executivos da companhia e da controladora J&F anunciaram na quinta-feira acordo de delação premiada, enquanto o sócio do grupo Joesley Batista admitiu pagamento de propina para obter facilidades para o conglomerado. – SUZANO PAPEL E CELULOSE PNA tinha perdas de 2 por cento e FIBRIA ON cedia 1,5 por cento, após subirem na véspera e em sessão de queda do dólar frente ao real.

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Ilan declara que Banco Central vai continuar a comportar-se de maneira ‘firme e calma’ para bom funcionamento do mercado de cotação

Por: SentiLecto

– Depois da turbulência provocada pela delação do empresário Joesley Batista, a equipe econômica saiu às ruas para reparar os estragos feitos no mercado financeiro. Na manhã desta sexta-feira, Ilan Goldfajn falou num acontecimento do Santander. Ilan Goldfajn é o presidente do Banco Central. Até esta quinta-feira, a divulgação dos seus apontamentos não estava calculada. Se os publicaram no entanto, em o começo de a tarde em o site de a autarquia. Em sinopse, Ilan declara que o BC vai continuar a comportar-se de maneira “firme e calma” para garantir o bom funcionamento no mercado de cotação. E que o Brasil tem “amortecedores robustos” e está menos vulnerável a choques internos ou externos. Segundo o texto, Ilan alegou que houve uma mudança recente do cenário interno e que as incertezas ampliaram por conta de informações advindas do ambiente político. Falou que o Banco Central monitora o efeito dessas informações e tem atuado para conservar a plena funcionalidade dos mercados. “O BC tem atuado, em coordenação com o ministério da Fazenda, para dar liquidez aos mercados, através dos swaps cambiais e dos leilões de recompra de títulos públicos. O BC e o Tesouro Nacional têm vários instrumentos à disposição”, frisou o economista. “ É importante evidenciar que essa atuação firme e calma do BC tem foco no bom funcionamento dos mercados”. Ele ainda voltou a declarar o que falou ontem: não há relação “direta e mecânica” dessa atuação e monitoramento com a política monetária, que continuará a ser definida pelo Comitê de Política Monetária daqui a duas semanas. Segundo ele, essa política segue com foco nos seus objetivos tradicionais. “Em outros vocábulos, as resoluções sobre a taxa básica de juros serão tomadas pelo Copom, no curso de suas reuniões ordinárias, considerando o cenário básico, o balanço de riscos e o extenso conjunto de informações disponíveis”. Falou que a incerteza política chega ao Brasil em momento de estabilização da economia e de recuperação dos fundamentos econômicos. O presidente do BC, que mencionou a melhora das contas externas e a cotação flutuante garantiu: “A despeito desse fator não econômico, o Brasil tem amortecedores robustos e, por isso, está menos vulnerável a choques, internos ou externos”. “Isso não impede o BC de utilizar os instrumentos à sua disposição para garantir o bom funcionamento e suavizar choques no mercado de ccotação. Ele recordou que o Brasil tem reservas internacionais que ultrapassa US$ 370 bilhões, aproximadamente 20% do tamanho da economia de Brasil. Assinalou que esse colchão funciona como um seguro em momentos turbulentos do mercado. Ilan Goldfajn evidenciou que o BC diminuiu o volume de swaps cambiais de U$108 bilhões para cerca de U$ 20 bilhões atualmente. Isso dá espaço para o BC utilizar novamente essa estratégia _ como anunciou desde a divulgação do escândalo pelo GLOBO. Ele ainda declarou que o endividamento externo do setor financeiro da economia de Brasil é pequeno e submetido a constante monitoramento. Quanto ao setor não financeiro, sua dívida externa, excluídas operações intercompanhia, aumentou somente 3% entre dezembro de 2012 e dezembro de 2016, indo de US$102,2 bilhões para US$105,6 bilhões. E nessa soma predominam empréstimos de longo prazo. “A política econômica doméstica mudou de direção há um ano e as reformas implementadas neste curto fase mostraram resultados positivos, por isso o protagonismo de se continuar no percurso correto, a despeito da ampliação da incerteza política”, reforçou o economista.

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Presidente do BC tenta aliviar mercado após dólar progredir 8%

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Ilan Goldfajn alegou nesta quinta-feira que, neste momento de crise política, o trabalho do BC deve ser “ininterrupto, calmo e firme”. Ilan Goldfajn é o presidente do Banco Central.

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