Com crise política, dólar salta quase 6% no 2º tri e se firma em R$3,30

Por: SentiLecto

– O dólar fechou esta sexta-feira com leve alta ante o real, com precaução dos investidores, mas a crise política que atingiu em repleto o presidente Michel Temer no mês passado levou a moeda norte-americana a acumular valorização de quase 6 por cento no segundo trimestre, maior salto em três meses desde o final de 2015. O dólar progrediu 0,15 por cento, a 3,3128 reais na venda, concluindo a semana com queda de 0,79 por cento e junho com elevação de 2,36 por cento, segunda alta mensal seguida. O dólar futuro tinha leve alta de 0,05 por cento no final da tarde. Faz 2 anos, a moeda norte-americana acumulou ganhos de 5,80 por cento, maior valorização trimestral desde o fase entre julho e setembro de 2015, em o segundo trimestre. Em 2017 até junho, o dólar ficou 1,94 por cento mais caro. “O dólar já incorpora a aprovação da reforma trabalhista. Pode ir a 3,45 reais”, alegou o CEO do correspondente cambial BeeCâmbio, Fernando Pavani, se não for aprovada antes do recesso parlamentar . A delação O mercado atropelou ele de executivos de o grupo JeF contra Temer que acabou sendo delatado por corrupção passiva , e se o investiga ainda por os crimes de organização criminosa e obstrução de a Justiça. Com isso, ampliou o temor de que as reformas trabalhistas e da Previdência possa não caminhar no Congresso Nacional. Na próxima semana, está calculada a eleição da reforma trabalhista no plenário do Senado. Também vai haver os desdobramentos da tramitação da acusação contra Temer na Câmara dos Deputados. Com isso, a precaução deve continuar sendo a tônica dos mercados no curto prazo, bem como a atuação do Banco Central que, na véspera, deduziu a rolagem integral dos swaps cambiais tradicionais –equivalentes à venda futura de dólares– de julho. Em agosto, vencem outros 6,181 bilhões de dólares e, pelo menos por enquanto, o BC não anunciou novas intervenções. Nesta manhã, Ilan Goldfajn alegou que a autoridade monetária tem mais espaço para atuação no mercado de cotação diante do baixo estoque de swaps, equivalente a cerca de 28 bilhões de dólares. Ilan Goldfajn é o presidente do BC. “Ele deve conservar a atuação que vem fazendo com os swaps. É uma carta na manga que ele tem e é bastante boa”, alegou Pavani.

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Governo fixa metas de inflação menores para 2019 e 2020

Por: SentiLecto

– Como esforço para mostrar a permanência de uma política econômica mais austera, o governo fixou nesta quinta-feira metas de inflação mais baixas para 2019 e 2020, movimento que pode auxiliar a trazer juros menores a longo prazo. Em 2 anos, o Conselho Monetário Nacional fixou o centro de a meta de inflação a 4,25 por cento por o IPCA e, para 2020, a 4 por cento, em os dois casos com tolerância de 1,5 ponto percentual. “Estender o horizonte das metas de inflação diminui incertezas… e assistência na diminuição dos juros”, alegou a jornalistas o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn. Esta quando se a fixou em 4,5 por cento para 2005, foi a primeira mudança no centro da meta desde junho de 2003, mas com banda de 2,5 pontos percentuais. A tolerância de 2 pontos passou a valer para 2006 e caiu a 1,5 ponto para 2017 e 2018. Uma meta mais baixa para 2019 já era amplamente esperada pelo mercado em função do conduta favorável da inflação nos últimos meses e das expectativas abaixo do centro da meta para 2017 e 2018. Em 3 anos, a novidade veio com a resolução, estabelecendo um objetivo também. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles alegou: “O propósito da extensão deste prazo é exatamente porque nós estamos gradualmente começando um processo de convergência para normas internacionais, que tendem a ter horizontes pertinentes mais longos do que o adotado pela política monetária até agora no Brasil”. O governo tem enfrentado intensa crise política após delações de executivos do grupo J&F levarem à dacusaçãocontra o presidente Michel Temer por crime de corrupção passiva, alimentando temores de que a reforma da Previdência possa não ser aprovada no Congresso Nacional. Ilan argumentou ainda que, com metas de inflação mais baixas podem ancorar expectativas para fases mais longos, a política monetária pode “facilmente” acomodar choques que acontecem no curto prazo. O presidente do BC declarou: “A política econômica hoje tem as condições inflacionárias necessárias, a clareza necessária e a credibilidade necessária para se comprometer com essas metas de inflação”. Segundo pesquisa Focus do BC, que escuta uma centena de economistas todas as semanas, as projeções são de alta do IPCA de 4,25 por cento em 2019, 2020 e 2021. Para este ano e o próximo, estavam em 3,48 e 4,30 por cento, respectivamente. Fontes da equipe econômica já vinham reconhecendo que a meta de inflação menor era oportuna mesmo diante da intensa crise política cruzada pelo governo do presidente Michel Temer, já que sinalizaria maior austeridade na condução da política econômica, com preços muito baixos. Em 12 meses até junho, o IPCA-15, prévia da inflação oficial, acumulou alta de 3,52 por cento. E a expectativa para junho, especificamente, é de deflação nos indicadores.

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Exportações de petróleo da Arábia Saudita caem para 7 mi bpd em abril

Por: SentiLecto

As exportações de petróleo da Arábia Saudita caíram em 226 mil barris por dia em abril na comparação com março, e apesar de uma produção estável, mostraram dados oficiais nesta segunda-feira, os estoques do reino caíram.

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Dudley, do Fed, mostra confiança de que inflação nos EUA vai se recuperar com salários

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Dudley Castle

PLATTSBURG, EUA – A inflação nos Estados Unidos está um pouco baixa mas deve subir junto com os salários uma vez que o mercado de trabalho continua a melhorar, afirmou o presidente do Federal Reserve de Nova York, William Dudley, nesta segunda-feira, reforçando a mensagem de que os dados fracos recentes não devem afetar os planos de continuar com o aumento dos juros.

Depois que o banco central dos Estados Unidos ampliou os juros na semana passada diante de uma série de leituras fracas da inflação, as declarações de Dudley, um aliado próximo da chair do Fed, Janet Yellen, estão entre as primeiras.

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Economistas veem deflação em junho e crescimento do PIB e inflação menores

Por: SentiLecto

– Experts consultados na pesquisa Focus do Banco Central passaram a ver deflação em junho, que se confirmada vai ser a primeira em 11 anos, em um ambiente de queda das perspectivas de crescimento e de inflação na economia de Brasil. Ainda que o grupo que mais acerta as previsões aumentou sua visão para a taxa básica de juros este ano, o levantamento, divulgado nesta segunda-feira, mostrou. A expectativa para os custos neste mês agora é de queda de 0,07 por cento, contra estabilidade na semana anterior. Se confirmada, quando houve queda de 0,21 por cento, vai ser a primeira deflação mensal desde junho de 2006 , segundo dados do IBGE. Esse resultado confirma a consolidação da desinflação vista pelo BC, em meio ao cenário de economia fraca e incertezas políticas. No entanto, Ilan Goldfajn já alegou que o provável resultado favorável da inflação em junho deverá encarnar oscilações pontuais devido ao reajuste dos custos gerenciar. Ilan Goldfajn é o presidente da autoridade monetária. Ele realçou que isso “não têm implicação pertinente para a condução da política monetária”. Para a inflação no fim deste ano, os economistas consultados passaram a ver alta de 3,64 por cento do IPCA, contra estimativa anterior de 3,71 por cento. Para 2018, a projeção agora é de 4,33 por cento, de 4,37 por cento antes. Em ambos os casos, os indicadores se distanciaram ainda mais do centro da meta oficial de inflação, de 4,5 por cento, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. As contas para a economia também pioraram, com a expansão do Produto Interno Bruto neste ano caindo em 0,01 ponto percentual, a 0,40 por cento. Em 1 ano, a piora foi ainda mais forte, para 2018, e a estimativa para o crescimento do PIB passou a 2,20 por cento, sobre 2,30 por cento antes. Faz 11 meses, o cenário para a política monetária, por sua vez, não padeceu mudanças, com a perspectiva de corte de 0,75 ponto percentual de a Selic, atualmente em 10,25 por cento, em a reunião de o BC. Permaneceram também as projeções de que a taxa básica de juros concluirá este ano e o próximo a 8,5 por cento. Por sua vez, o Top-5, que reúne aqueles que mais acertam as projeções, aumentou a perspectiva para a Selic este ano a 8,50 por cento, sobre 8,38 por cento na mediana das projeções da semana anterior. Para o ano que vem, permaneceu a expectativa de que a taxa básica de juros conclua a 8 por cento.

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