H&M cria posição diretiva para diversidade após polêmica com racismo

Por: SentiLecto

A rede de moda de Suecia Hennes and Mauritz anunciou nesta quarta-feira a criação de uma posição diretiva para promover a inclusão após a polêmica provocada por um moletom da marca com uma frase polêmico e qualificada de racista.

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H&M fecha provisoriamente lojas na África do Sul após protestos por racismo

Por: SentiLecto

A marca de roupas sueca Hennes & Mauritz fechou provisoriamente suas lojas na África do Sul, como consequência dos protestos registrados nesse país contra um agasalho tachado de racista, que a companhia tinha retirado do catálogo após a polêmica suscitada por essa peça.

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H&M cierra sus tiendas en Sudáfrica tras los reclamos por la controversia sudadera calificada de racista

Por: SentiLecto

La cadena de moda de Suecia Hennes and Mauritz cerró temporalmente sus tiendas en Sudáfrica a raíz de los reclamos registrados en contra de una sudadera tachada de racista, que la empresa había retirado de la venta a causa de la controversia que ha generado la prenda. En las acciones de reclamo registradas el sábado no han resultado heridos usados ni clientes, ha apuntado H&M, que a pesar de ello se ha elegido por cerrar temporalmente los comercios por estimar prioritario garantizar la seguridad, a través de su cuenta en Twitter , pero

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H&M elimina de su catálogo la sudadera calificada de racista

Por: SentiLecto

La cadena de moda de Suecia Hennes and Mauritz comunicó hoy que además de retirar de su página web la imagen de una sudadera con una frase controvertida y calificada de racista va a sacar la prenda del inventario tras la controversia causada, por lo que dejará de estar a la venta.

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Pesquisa mostra Cruz quase empatado com Trump na corrida presidencial republicana

Foto: Wikipedia – Bernie Sanders in Des Moines (21145177954)

Por Chris Kahn

NOVA YORK – O suporte dos republicanos ao pré-candidato à presidência dos Estados UjuntadosTed Cruz já é quase igual nacionalmente ao do ainda favorito Donald Trump, de acordo com uma pesquisa Reuters/Ipsos, depois de o senador sair vitorioso da primária partidária do Estado de Wisconsin. A progressão de Cruz, que aparecia cerca de 20 pontos atrás de Trump na pesquisa Reuters/Ipsos, na sondagem marca a primeira vez desde novembro em que um dos oponentes de Trump ameaça sua liderança entre os republicanos na corrida pela indicação do partido para a votação presidencial do dia 8 de novembro. Suas conquistas coincidiram com um momento ruim para o magnata, que na semana passada foi obrigado a se retratar depois de declarar que as mulheres que fazem abortos deveriam ser castigadas se a prática for proibida no país e que provou suporte a seu administrador de campanha depois de este ser acusado de agressão leve por ter pretensamente agarrado uma repórter.

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