Cristiane torna-se na maior goleadora da história dos Jogos

Brasil bateu a Suécia por 5-1 no torneio feminino de futebol, totalizando 14 nas várias edições em que participou.A avançada brasileira Cristiane tornou-se no sábado a maior goleadora da história do torneio olímpico feminino de futebol, ao marcar na goleada do Brasil sobre a Suécia, por 5-1, o que lhe permitiu totalizar 14 nesta competição.Beatriz e Marta, ambas com dois golos, foram quem mais contribuiu para esta vitória folgado do Brasil, que colocou as anfitriãs nos quartos de final, mas quando assinalou o terceiro golo contra as suecas, foi Cristiane a entrar para a história.se assinalou o golo histórico a os 24 minutos, depois de uma assistência de Marta, outra de as maiores figuras de a seleção brasileira feminina. Cristiane, que encarna as russas do WFC Rossiyanka, marcou sete golos em Mundiais e chegou ao Rio de Janeiro com 12 marcados em Jogos Olímpicos., que bateu agora o recorde absoluto no torneio feminino, quando também marcou à Suécia,

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Veja os destaques deste domingo na Olimpíada e coordene sua torcida

Preparamos um guia com as modalidades que vão ter disputas neste sábado. Programe-se e veja como torcer para os catarinenses que estão na Olimpíada e saiba como acompanhar seu esporte preferido.

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A mais poderosa equipe dentro da comissão do Brasil é a dos militares

Foto: Wikipedia – Felipe Almeida Wu 2016

A primeira condecoração do Brasil nos Jogos Olímpicos do Rio são o cartão de visitas da mais poderosa equipe dentro da comissão brasileira: a dos militares. Como outros 144 desportistas que estão na Rio-2016, Felipe Wu é desportista das Forças Armadas. Junto dele estão 30% dos esportistas brasileiros na Olimpíada. A esmagadora maioria não é militar de carreira, tem somente o patrocínio de Marinha, Exército ou Aeronáutica. A comissão de farda tem, inclusive, meta de condecorações. Deseja sair do Rio com 10 pódios. O suporte é fruto de um programa de alto rendimento começado em 2008 e que auxilia a fechar a conta de centenas de desportistas. Eles recebem treinamento militar por 45 dias, soldo e vantagens, como usufruir das instalações desportivas das Forças Armadas. Os militares, por sua vez, além de ganharem visibilidade, reforçam suas equipes para as competições de que participam. É um acordo que compraz aos dois lados e tem bastante espaço para aumentar no Brasil por conta das obstáculos que os desportistas têm em conseguir patrocínios. Ou ver modificados em ações que os atinjam os orçamentos obtidas por suas confederações. A prática não é invenção brasileira. Há desportistas de diversos países do mundo que também entram nas Forças Armadas como maneira de conseguir suporte. Ultimamente, esse acordo ergueu polêmica com brasileiras prestando continência no pódio durante o Pan de Toronto, em 2015, prática incentivada pelos militares. A Olimpíada costuma vetar qualquer maneira de manifestação política. O Comitê Olímpico Internacional tem que avaliar caso a caso se aparecerem continências nas entregas de condecorações. Uma manifestação proibida pode ser castigada até com a expulsão dos Jogos. Façam ou não o gesto no pódio, os desportistas militares vão deixar sua marca nos Jogos. Brasileiros na Rio-2016

Atlanta-1996 foi uma Olimpíada especial para o Brasil. No embalo de Robert Scheidt, Torben Grael, Gustavo Borges e Aurélio Miguel, o país conseguia mais de dez condecorações em uma edição dos Jogos pela primeira vez. A partir de então, o esporte do país resolveu sonhar mais alto. Os resultados, porém, não decolaram como se planejava. Na Rio-2016, com a maior equipe olímpica de sua história, o COB deseja colocar o Brasil pela primeira vez entre os dez primeiros no quadro de condecorações. Para isso, o país terá de conseguir melhorar uma performance que tem sido praticamente o mesmo desde 1996. Em Atlanta, as 15 condecorações do Brasil encarnaram 1,78% do total distribuído nos Jogos. Uando a comissão brasileira voltou para casa com três condecorações , o número foi um salto em relação à Barcelona-1992, q.Entretanto, a performance dos brasileiros não evoluiu desde então. Em Atenas-2004, o Brasil ganhou dez condecorações . Em Pequim-2008, o país equiparou a marca de 1996, com 15 pódios. Quando o país quebrou seu recorde no número absoluto de condecorações, o mesmo ocorreu em Londres-2012. A performance, na verdade, foi praticamente igual ao de Atlanta. Proporcionalmente, as condecorações encarnaram 1,77% do total distribuído. Número de medalhas do Brasil – Em relação ao número total de medalhas distribuídos em cada Olimpíada Para chegar ao top 10 do quadro de medalhas da Rio-2016, não basta que o país avance no número absoluto de conquistas. Para isso, o Brasil conta com uma comissão que aumentou substancialmente durante os últimos ciclos olímpicos. MAIS GENTE Na Rio-2016, a maior comissão olímpica brasileira da história vai ter 465 desportistas, o que encarna 4,14% dos 11.237 competidores que vêm para a cidade maravilhosa. Quando o país levou 277 esportistas para Pequim, o recorde até então havia sido em 2008. O inchaço da equipe brasileira ocorre porque o país acolhe a competição e, com isso, tem direito a inscrever desportistas em quase todas as modalidades, sem a necessidade de atingir o índice olímpico. Com isso, o país vai ter representantes em todos os esportes de uma Olimpíada pela primeira vez. Entretanto, essa tendência de crescimento não é recente. Quando o país começou a competir em uma quantidade maior de modalidades, ela vem desde os anos 70. Apesar do recorde, vale registrar uma curiosidade: se considerarmos o número de brasileiros em relação ao total de competidores, essa não é a maior comissão olímpica da história do país. Nos Jogos de Los Angeles-1932, muitos países europeus, afetados pela crise pós-guerra e intimidados pela distância, mandaram comissões pequenas. Com a Olimpíada diminuída, 4,35% do total de desportistas eram brasileiros. Evolução da delegação brasileira – Tamanho da delegação brasileira em relação ao total de atletas de cada Olimpíada Evolução da delegação brasileira – Número total de esportes e quantos o Brasil disputou em cada Olimpíada MENOS MULHERES Embora as delegações do país estejam se tornando cada vez maiores, o mesmo não é verdade para o número de mulheres. Em Atenas-2004, o Brasil mandou para os Jogos uma comissão composta por número quase igual de homens e mulheres. Eles eram 125; elas, 122. Desde então, porém, as competidoras femininas perderam espaço. O fenômeno contraria uma tendência mundial. No mundo, a participação das mulheres nas comissões olímpicas amplia de maneira constante desde os anos 40. Em o Brasil, só essa mudança foi começada mais tarde, em a década de 1960. Apesar do atraso, nos jogos de Atenas-2004, o país teve mais mulheres na comissão do que a média de toda a competição. A partir daí, entretanto, só regrediu. Na Rio-2016, a representação feminina do Brasil volta a ficar atrás da média do acontecimento. Evolução da comissão brasileira – Composição masculina e feminina na comissão brasileira Maiores comissões da Rio-2016 – Número de desportistas Brasileiros na Rio-2016

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No hipismo CCE, brasileiros disputam medalha contra o próprio técnico

Treinado pelo bicampeão olímpico Mark Todd, a equipe brasileira de CCE chega pela primeira vez a uma Olimpíada com esperança de conseguir alguma medalha. Nessa modalidade do hipismo, em que Todd é uma espécie de lenda, cinco conjuntos competem em provas de adestramento, cross country e salto. Equipe distribui as medalhas e individual. “O Mark é um cara que tem desejo grande de ganhar. E por isso ele, com 60 anos, é um dos favoritos a ganhar mais uma condecoração individual”, declarou Carlos Paro, 37, um dos cavaleiros da equipe brasileira. O time -que inclui ainda Ruy Fonseca, 43; Marcio Carvalho Jorge, 41; Marcio Appel, 37, que e Nilson Moreira, 39- disputa contra o próprio cavaleiro neozelandês as condecorações, no Centro Olímpico de Hipismo, em Deodoro, ; Segundo Ruy Fonseca, 43, um dos principais nomes da equipe, disputar contra o próprio técnico é algo que conversado entre eles e não considerado um problema. “Falamos sobre isso, mas o CCE é uma modalidade com grande almazinha de família. Todos se auxiliam e trocamos muita informação”, declarou Fonseca em 2015. Fonseca é bronze individual no Pan de Toronto. Além de aperfeiçoar a parte técnica, Todd busca instituir nos brasileiros uma “mentalidade de campeão”. “Já disputamos muito. A ideia agora é ficar entre os melhores. Existem seis ou sete países em condições de ficar entre os três melhores, e o Brasil é agora, pela primeira vez, um deles”, declarou Paro. Que esporte é esse? – Olimpíada – Folha de S.Paulo Segundo os brasileiros, a estrutura de baias e da arena do Centro Olímpico, está adaptada para o acontecimento e tem sido elogiada por cavaleiros de outras nacionalidades. O se o construiu local para o Pan, em 2007. Uma das preocupações é com a animação do público, particularmente na prova de adestramento, na qual o silêncio é importante para a concentração dos cavalos, que precisam realizar uma sequência pré-estabelecida de movimentos. O CCE, modalidade do hipismo que engloba adestramento, cross country e saltos, começou a ser disputada neste sábado e conclui na terça . OLHO NELES Segundo a revista estadunidense “Sport Ilustrated”, os favoritos a condecoração são Michael Jung, da Alemanha ; Christopher Burton, da Austrália ; e Sandra Auffarth, da Alemanha . Na disputa por equipes os favoritos são Alemanha , Grã-Bretanha e França . Brasileiros na Rio-2016

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