Santa Clara celebra a aprovação de um segundo PER como um triunfo

Por: SentiLecto

Voltar à I Liga é um objectivo a curto-prazo e “já está a ser preparado para que possa ser eexecutávelnesta época, ou dentro de duas épocas, sem colocar em causa a sustentabilidade financeira”, aalegouo presidente Rui Cordeiro., que segundo o dirigente, a eleição favorável de “99,9% dos credores” menciona que se acredita na recuperação do clube, que, para Rui Cordeiro, “é um dos maiores embaixadores dos Açores”, O presidente do Santa Clara considerou, esta quarta-feira, a aprovação do segundo Plano Especial de Revitalização como “um triunfo de todos os santaclarenses” para assegurar “a permanência” do clube da II Liga.”Este PER é um triunfo de todos os santaclarenses, não somente desta direção. É um triunfo da sobrevivência, é um triunfo da resiliência, é um triunfo do desejar e de jamais diminuir os braços”, alegou Rui Cordeiro numa conferência de jornalismo na sede do clube, em Ponta Delgada.”Foi o culminar de uma negociação dura, longa, difícil, mas que se revelou e é essencial para o futuro e a permanência do Santa Clara. Conseguimos negociar um Plano de Recuperação viável e executável, que vai permitir liquidar a nossa dívida ao Santander em condições manifestamente positivas para que este clube possa continuar”, declarou.O Clara tem um passivo de 8,3 milhões de euros sendo que o maior credor é o Santander Totta, com mais de 50% desse valor, num orçamento aproximado aos cinco milhões de euros, que só vai ser pago na totalidade em 2039, e após dois anos de escassez.Os credores públicos serão os primeiros a receber, nomeadamente a autoridade tributária, a quem o clube deve 1,1 milhão de euros e com quem ainda negociará para conseguir condições de pagamento mais positivas.”Neste momento, o que nós procuramos com o Fisco é instituir pontos de entendimento para que também tenha esta adaptabilidade, que é uma adaptabilidade ainda dentro da lei, para que consigamos um plano de pagamento justo, porque o Santa Clara não é diferente dos outros contribuintes. Se existe uma dívida, tem de a pagar e, se tem de a pagar, precisa de certas e determinadas condições de pagamento e é isso que negociaremos diretamente com a gestão tributária”, enfatizou.O clube da II Liga deseja apostar numa subida à I Liga nos próximos dois anos, tendo o próprio presidente admitido anteriormente que é a única fmaneirade conseguir sresgataro clube.Assumiu: “É um projeto de subida consolidado com racionalidade económica e financeira e é um projeto de subida que já está a ser preparado para que possa ser executável nesta época, ou dentro de duas épocas, sem colocar em causa a sustentabilidade financeira do Santa Clara”.O novo PER do Santa Clara vai ter agora de ser homologado pelo Tribunal de Ponta Delgada, após um prazo de avaliação de dez dias.

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Ibovespa sobe em movimento de ajuste após maior queda em quase nove anos

Por: SentiLecto

– O principal índice da bolsa paulista subia nesta sexta-feira, em movimento de ajuste após desabar na véspera na esteira da revelação de gravação de conversa do presidente Michel Temer com Joesley Batista, um dos controladores da JBS. Às 11:27, o Ibovespa subia 3,03 por cento, a 63.461,47 pontos. Na véspera, o índice despencou 8,8 por cento, a maior perda diária desde outubro de 2008. O giro financeiro era de 3,28 bilhões de reais. Embora a situação ainda demande precaução, o áudio, segundo operadores, não é comprometedor a ponto de justificar a permanência da sangria dos mercados vista na quinta-feira. “Não As gravações não são mostradas tão contundentes… portanto, se for só isso, não é conclusivo”, declarou Marco Tulli Siqueira que na conversa com Temer, Joesley Batista confessa ter pago propina a um procurador da República para ter acesso antecipado a inquéritos que o envolvia, reclamou de designações para posições importantes no governo, defendeu uma queda mais acentuada da taxa Selic e declarou que “zerou” as pendências com o ex-deputado Eduardo Cunha. Marco Tulli Siqueira é o gestor da mesa de operações de Bovespa da corretora Coinvalores. No entanto, investidores ainda veem o modo de precaução predominando na bolsa nos próximos pregões, com riscos maiores às reformas, principalmente a da Previdência. Antes da turbulência da véspera, o otimismo com o andamanto no Congresso Nacional das mudanças na Previdência vinha auxiliando a conservar o tom positivo dos mercados. “Vamo ter turbulências sim, há prejuízos com os eventos que fazem todos perderem”, completou Siqueira. DESTAQUES – BRADESCO PN e ITAÚ UNIBANCO PN progrediam 4,5 por cento cada, dando respaldo aos ganhos do índice devido ao peso em sua composição. O setor bancário como um todo se recuperava após as fortes perdas da véspera. BANCO DO BRASIL ON tinha alta de 6 por cento e SANTANDER UNIT ganhava 5,5 por cento. – Quando despencou 20,4 por cento, cEMIG PN tinha valorização de 8,7 por cento, após ficar entre as maiores perdas da véspera. – PETROBRAS PN ganhava 4,5 por cento PETROBRAS ON progredia 3,6 por cento, com os ganhos do petróleo no mercado internacional auxiliando os papéis em seu movimento de recuepração das perdas da sessão anterior. – JBS ON tinha leve baixa de 0,3 por cento, após cair quase 10 por cento na véspera e perder cerca de 2,5 bilhões de reais em valor de mercado em somente um pregão. Executivos da companhia e da controladora J&F anunciaram na quinta-feira acordo de delação premiada, enquanto o sócio do grupo Joesley Batista admitiu pagamento de propina para obter facilidades para o conglomerado. – SUZANO PAPEL E CELULOSE PNA tinha perdas de 2 por cento e FIBRIA ON cedia 1,5 por cento, após subirem na véspera e em sessão de queda do dólar frente ao real.

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Ilan declara que Banco Central vai continuar a comportar-se de maneira ‘firme e calma’ para bom funcionamento do mercado de cotação

Por: SentiLecto

– Depois da turbulência provocada pela delação do empresário Joesley Batista, a equipe econômica saiu às ruas para reparar os estragos feitos no mercado financeiro. Na manhã desta sexta-feira, Ilan Goldfajn falou num acontecimento do Santander. Ilan Goldfajn é o presidente do Banco Central. Até esta quinta-feira, a divulgação dos seus apontamentos não estava calculada. Se os publicaram no entanto, em o começo de a tarde em o site de a autarquia. Em sinopse, Ilan declara que o BC vai continuar a comportar-se de maneira “firme e calma” para garantir o bom funcionamento no mercado de cotação. E que o Brasil tem “amortecedores robustos” e está menos vulnerável a choques internos ou externos. Segundo o texto, Ilan alegou que houve uma mudança recente do cenário interno e que as incertezas ampliaram por conta de informações advindas do ambiente político. Falou que o Banco Central monitora o efeito dessas informações e tem atuado para conservar a plena funcionalidade dos mercados. “O BC tem atuado, em coordenação com o ministério da Fazenda, para dar liquidez aos mercados, através dos swaps cambiais e dos leilões de recompra de títulos públicos. O BC e o Tesouro Nacional têm vários instrumentos à disposição”, frisou o economista. “ É importante evidenciar que essa atuação firme e calma do BC tem foco no bom funcionamento dos mercados”. Ele ainda voltou a declarar o que falou ontem: não há relação “direta e mecânica” dessa atuação e monitoramento com a política monetária, que continuará a ser definida pelo Comitê de Política Monetária daqui a duas semanas. Segundo ele, essa política segue com foco nos seus objetivos tradicionais. “Em outros vocábulos, as resoluções sobre a taxa básica de juros serão tomadas pelo Copom, no curso de suas reuniões ordinárias, considerando o cenário básico, o balanço de riscos e o extenso conjunto de informações disponíveis”. Falou que a incerteza política chega ao Brasil em momento de estabilização da economia e de recuperação dos fundamentos econômicos. O presidente do BC, que mencionou a melhora das contas externas e a cotação flutuante garantiu: “A despeito desse fator não econômico, o Brasil tem amortecedores robustos e, por isso, está menos vulnerável a choques, internos ou externos”. “Isso não impede o BC de utilizar os instrumentos à sua disposição para garantir o bom funcionamento e suavizar choques no mercado de ccotação. Ele recordou que o Brasil tem reservas internacionais que ultrapassa US$ 370 bilhões, aproximadamente 20% do tamanho da economia de Brasil. Assinalou que esse colchão funciona como um seguro em momentos turbulentos do mercado. Ilan Goldfajn evidenciou que o BC diminuiu o volume de swaps cambiais de U$108 bilhões para cerca de U$ 20 bilhões atualmente. Isso dá espaço para o BC utilizar novamente essa estratégia _ como anunciou desde a divulgação do escândalo pelo GLOBO. Ele ainda declarou que o endividamento externo do setor financeiro da economia de Brasil é pequeno e submetido a constante monitoramento. Quanto ao setor não financeiro, sua dívida externa, excluídas operações intercompanhia, aumentou somente 3% entre dezembro de 2012 e dezembro de 2016, indo de US$102,2 bilhões para US$105,6 bilhões. E nessa soma predominam empréstimos de longo prazo. “A política econômica doméstica mudou de direção há um ano e as reformas implementadas neste curto fase mostraram resultados positivos, por isso o protagonismo de se continuar no percurso correto, a despeito da ampliação da incerteza política”, reforçou o economista.

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Venda de ativos da Petrobras vai incluir refinarias

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Petrobrasbolivia2006

A Petrobras vai recomeçar nas próximas semanas seu programa de venda de ativos, que incluirá refinarias, alegou Pedro Parente em entrevista ontem em Houston, nos EUA. Pedro Parente é presidente da estatal. Com uma lista de perto de 40 ativos avaliados em US$ 42 bilhões, a petroleira conserva a meta de atingir US$ 21 bilhões em desinvestimentos entre 2017 e 2018. Desde 2015, a estatal já ergueu US$ 13,6 bilhões.

Petróleo de Brasil s.a. é uma companhia de capital aberto, cujo acionista majoritário é o governo do brasil, sendo, portanto, uma companhia estatal de economia mista.

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