Incêndios: Parques de campismo na zona de Góis e Pedrógão Grande com quebras acentuadas

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – José Costa American Eagle A1 NC834W

Apesar de não terem zona ardida na área envolvente, os parques de campismo na região afetada pelos incêndios de Góis e Pedrógão Grande registam quebras acentuadas na taxa de profissão.Junto à Barragem do Cabril, em Pedrógão Grande, “a água está boa para banhos” e “não ardeu à volta”, mas, mesmo assim, o parque de campismo Eventur, situado naquela zona, registou uma quebra na profissão “na ordem dos 80%”, declarou à agência Lusa o agerentedo espaço, José Costa.Julho e agosto costumam ser os melhores meses do parque, com uma profissão próxima dos 100%, mas, neste momento, “ronda os 20%, se tanto”, lamenta o culpado, enfatizando que, passado dois meses, continua a receber chamadas todos os dias, “com as mesmas questões” sobre a característica da água, do ar ou se há zona ardida junto ao parque de campismo.Neste momento, José Costa não equaciona pedir suporte e espera conseguir sobreviver por “meios próprios”, na expectativa de que para o ano “as coisas melhorem”, referindo que, da parte do Estado e das autarquias, “tem havido algum empenhamento para diminuir o que é possível”.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Também no parque de campismo “O Moinho”, próximo da praia fluvial do Poço de Corga, na Castanheira de Pera, o cenário é idêntico.”Em agosto, costuma estar repleto e, o de Holguínde Holguín Albert Kroneman referindo que naquela zona não há terrenos queimados. O de Holguín Albert Kroneman é o culpado do empreendimento. O de Holguín Albert Kroneman é o culpado do empreendimento.Também neste parque, espera-se que para o ano as pessoas retornem.No Góis Camping, situado na sede de concelho, o efeito também se regista, mas a quebra fixa-se em menos “30% de faturação em relação a 2016″, afirmou o responsável, Paulo Carvalho.”Faz 1 mês, foi significativamente mais fraco, o mês de julho e houve vários cancelamentos de reservas para grupos. Agora, está melhor, mas não está tão bom como o ano passado”, notou, contando que “o estigma” relativamente à região “continua”.”As pessoas pensam que está tudo ardido em Góis. Isso não é verdade. Num raio de 15 quilómetros da vila não há nada ardido”, destaca Paulo Carvalho, destacando que “os sítios mais emblemáticos” do concelho, nomeadamente as praias fluviais com bandeira azul, não arderam.Já na Pampilhosa da Serra, no Parque de Campismo de Janeiro de Baixo, o impacto do incêndio não se registou, “que o fogo ficou um pouco afastado”, aclara a responsável do parque, Nádia Alves, afirmando que não houve quebras nem cancelamento de reservas.Em Serpins, no concelho da Lousã, onde o fogo também esteve longe, a história é outra e a gerente do parque de campismo, Quando seria expectável o parque estar, marlene David, fala numa taxa de profissão que não chegou a 50% lotado.Faz 2 meses, dois grandes incêndios iniciaram em Pedrógão Grande e Góis, tendo o primeiro provocado pelo menos 64 mortos e mais de 200 feridos. Se os extinguiram uma semana depois.Estes fogos vão ter afetado aproximadamente 500 habitações, 169 de primeira habitação, 205 de segunda e 117 já devolutas. Quase 50 companhias foram também afetadas, assim como os empregos de 372 pessoas.As perdas diretas dos incêndios ascendem a 193,3 milhões de euros, estimando-se em 303,5 milhões o investimento em medidas de prevenção e relançamento da economia.Mais de dois mil operacionais estiveram envolvidos na guerrazinha às chamas, que consumiram 53 mil hectares de floresta.

O Governo elucidou hoje que todos os agricultores que são apoiados acima de 1.053 euros na região afetada pelo incêndio de Pedrógão Grande devem ter atividade registada, enfatizando que esse registo é gratuito.O esclarecimento vem na sequência das declarações do presidente da Câmara de Pedrógão Grande, Valdemar Alves, que criticava o facto de uma família que perdeu mais de cinco mil euros na sua exploração agrícola ter de estar coletada para receber o suporte, sendo que para estar coletada teria “de gastar 250 euros”.O Ministério da Agricultura, em comunicado divulgado hoje, elucida que os suportes acima dos 1.053 euros devem obedecer à regulamentação comunitária, que estabelece que a atribuição de aassistências”tem necessariamente de ser canalizada para explorações que exerçam atividade económica, independentemente da sua fmaneirajurídica, dimensão ou dos respetivos resultados económicos”.Desse modo, todos os agricultores afetados pelo incêndio de Pedrógão Grande que contabilizem prejuízos superiores a 1.053 euros “deverão ter atividade registada nos termos da legislação nacional”, sendo que o registo, vincou o ministério, “é gratuito”.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.os agricultores todas as perdas sofridas em o ” potencial produtivo agrícola ” até 1.053 euros financiam a %100 ” através de uma medida de suporte suportada por o Ministério do Trabalho , de a Solidariedade e de a Segurança Social ” , explanou a mesma nota.Já o Ministério da Agricultura a partir de 1.053 suporta os suportes , através do acionamento de uma medida de o Programa de Desenvolvimento Rural 2020 , ” com financiamento a %100 de o valor de as despesas elegíveis para perdas até 5.000 euros ” , sendo que , acima de esse valor , o suporte é feito com financiamento a %50.O Ministério da Agricultura já disponibilizou dez milhões euros para os agricultores afetados pelo incêndio que atingiu a região Centro, entre 17 e 24 de junho.Se o deu só como, o incêndio que deflagrou em Pedrógão Grande no dia 17 de junho, no distrito leiriense, provocou pelo menos 64 mortos e mais de 200 feridos e extinto uma semana depois.Mais de dois mil operacionais estiveram envolvidos na guerrazinha às chamas, que consumiram 53 mil hectares de floresta, o equivalente a cerca de 75 mil campos de futebol.O fogo chegou ainda aos distritos de Castelo Branco, através da Sertã, e de Coimbra, pela Pampilhosa da Serra e Penela.O diretor de serviços Rui Baltasar Matias é o candidato da CDU à Câmara Municipal de Pedrógão Grande, informou a distrital da CDU de Leiria.Rui Baltasar Matias, de 66 anos, também já tinha sido o candidato da CDU à Câmara de Pedrógão Grande, no distrito dleiriense nas autárquicas de 2013.Já o presidente da Mesa da Assembleia Geral dos Bombeiros Voluntários de Pedrógão e antigo vereador em Oeiras, Amílcar da Silva Campos, dirige a lista da CDU à Assembleia Municipal, informou oagsalinhade ijornalismoda CDU distrital dleirienseA CDU tem exibido sempre candidato em Pedrógão Grande, mas jamais conseguiu conquistar mais do que 50 votos nas urnas, num concelho dominado pelo PSD.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.É preciso recuar às autárquicas de 1979 para registar uma veleiçãosuperior a 100 votos, na altura através da caliançaAliança Povo Unido .Para além da CDU, também se candidatam na Câmara de Pedrógão Grande Valdemar Alves eleito pelo PSD Valdemar Alves é o atual presidente da Câmara. mas que concorre pelo PS, e o ex-líder da autarquia, João Marques, pelos sociais democratas.A Proteção Civil registou 12 pedidos de assistência sem resposta durante o incêndio de Pedrógão Grande por falta de meios e 25 por equívocos de comunicação, registando-se vítimas e casas arruinadas em alguns locais onde foi pedido suporte.Numa resposta mandada ao Governo, a Autoridade Nacional da Proteção Civil assinala para a dispersão do equipamento rostito à disseminação de localidades afetadas, para a velocidade das chamas e para aosdobstáculosnas comunicações como fatores que condicionaram a resposta dos operacionais no incêndio de Pedrógão Grande, que provocou, pelo menos, 64 mortos.Se os mesmos são consequência direta da falta de intervenção ou intervenção tardia dos operacionais, no caso dos pedidos de assistência sem resposta por equívocos de comunicação, há situações de feridos, habitações permanentes afetadas e vítimas fatais nas localidades de onde os pedidos foram feitos, não sendo claro, na resposta da Autoridade Nacional da Proteção Civil ao Governo.Por exemplo, em Troviscais, Pedrógão Grande, moradoras pediram assistência “urgente”, mas não foi possível contactar o posto de comando, não se tendo registado vítimas no local, mas Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.O posto de comando também tentou ser advertido da situação em Sarzedas do Vasco, Castanheira de Pera, sem êxito, pelas 21:47, sendo que junto à povoação foram localizadas, às 22:05, quatro vítimas mofataisambém nas localidades onde pedidos de assistência que não foram respondidos por falta de meios, foi possível identificar habitações afetadas, bem como vítimas fatais, não ficando elucidado se as mortes aconteceram antes ou depois dos pedidos de assistência.No documento publicado no Portal do Governo, a ANPC alega que “os obstáculos de comunicações que foram sendo sentidas de maneira gradual ao longo de toda a período mais crítica da operação, comprometeram o Comando e Controlo da mesma, com efeito direto na resposta e com especial incidência na transmissão dos pedidos de ajudinha que foram sendo recebidos via 112″.Proteção Civil deduz: “Nem sempre foi possível” transmitir os pedidos ao posto de comando operacional e deste para o teatro de operações “nos tempos desejáveis”.Apesar de se terem sentido alguns equívocos nas redes de comunicações, no entanto, a ANPC destaca que o Comando Distrital de Operações de Socorro de Leiria “jamais deixou de transmitir a informação ao PCO, deseja através dos telefones do veículo de comunicações no local, deseja através dos operadores ou comandantes no Posto de Comando”.A resposta da ANPC, publicada no Portal do Governo, surge na sequência de um despacho do MAI que dá a conhecer os diversos relatórios e estudos produzidos sobre o incêndio que deflagrou em junho, em Pedrógão Grande, distrito de Leiria.Se o deu só como, o incêndio provocou, pelo menos, 64 mortos e mais de 200 feridos e extinto uma semana depois.Mais de dois mil operacionais estiveram envolvidos na guerrazinha às chamas, que consumiram 53 mil hectares de floresta, o equivalente a cerca de 75 mil campos de futebol.

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Pedrógão Grande: Primeiro-ministro visita hoje obras de reconstrução de casas e companhias

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Sacret Art Museum of Pedrógão Grande

António Costa retorna hoje aos concelhos de Pedrógão Grande, Castanheira de Pera e Figueiró dos Vinhos, onde irá visitar as obras de reconstrução das casas e companhias arruinadas ou lesadas nos incêndios de junho. António Costa é o primeiro-ministro.O primeiro-ministro, que pretende “verificar no terreno o andamento da recuperação”, vai visitar várias localidades nos três concelhos.Faz 1 mês, o Conselho de Ministros aprovou um conjunto de medidas de personalidade extraordinária para fazer face a os prejuízos provocados por os dois grandes incêndios de Pedrógão Grande Pedrógão Grande, Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos, Góis, Pampilhosa da Serra, Penela e Sertã e de Góis que afetaram sete municípios de a região Centro de o país, :, em o começo de julho cerca de duas semanas depois de os fogos.O ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, alegou, na altura, que se estimam perdas imediatas próximas dos 200 milhões de euros e um esforço de reconstrução estrutural preventiva em cerca de 300 milhões de euros.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Há um mês, Jorge Abreu adiantou na Lusa que o seu município e os concelhos de Pedrógão Grande e Castanheira de Pera terão na sua disposição cerca de 10,5 milhões de euros para a recuperação total ou parcial de 185 habitações. Jorge Abreu é o presidente da câmara de Figueiró dos Vinhos.enquanto Castanheira de Pera irá ter quase dois milhões para intervir em 41 casas, gundo Jorge Abreu, o concelho de Pedrógão Grande, que foi o mais afetado, com 121 habitações atingidas, receberá cerca de 7,3 milhões de euros. O município de Figueiró dos Vinho vai ter 1,2 milhões para recuperar 23 imóveis. O município de Figueiró dos Vinho é o menos afetado dos três. Na altura, o ministro do Planeamento e Infraestruturas, que segundo o ministro, nos sete concelhos atingidos pelos fogos estavam identificadas 205 intervenções em casas de primeira habitação, anunciou também que a recuperação de dois terços das casas de primeira habitação afetadas pelos incêndios de Pedrógão Grande e Góis iriam progredir de imediato. O incêndio que deflagrou em Pedrógão Grande no dia 17 de junho, no distrito leiriense, provocou pelo menos 64 mortos e mais de 200 feridos, e se o deu só como extinto uma semana depois.Mais de dois mil operacionais estiveram envolvidos na guerrazinha às chamas, que consumiram 53 mil hectares de floresta, o equivalente a cerca de 75 mil campos de futebol.O fogo chegou ainda aos distritos de Castelo Branco, através da Sertã, e de Coimbra, pela Pampilhosa da Serra e Penela.

O diretor de serviços Rui Baltasar Matias é o candidato da CDU à Câmara Municipal de Pedrógão Grande, informou a distrital da CDU de Leiria.Rui Baltasar Matias, de 66 anos, também já tinha sido o candidato da CDU à Câmara de Pedrógão Grande, no distrito dleiriense nas autárquicas de 2013.Já o presidente da Mesa da Assembleia Geral dos Bombeiros Voluntários de Pedrógão e antigo vereador em Oeiras, Amílcar da Silva Campos, dirige a lista da CDU à Assembleia Municipal, informou oagsalinhade ijornalismoda CDU distrital dleirienseA CDU tem exibido sempre candidato em Pedrógão Grande, mas jamais conseguiu conquistar mais do que 50 votos nas urnas, num concelho dominado pelo PSD.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.É preciso recuar às autárquicas de 1979 para registar uma veleiçãosuperior a 100 votos, na altura através da caliançaAliança Povo Unido .Para além da CDU, também se candidatam na Câmara de Pedrógão Grande Valdemar Alves eleito pelo PSD Valdemar Alves é o atual presidente da Câmara. mas que concorre pelo PS, e o ex-líder da autarquia, João Marques, pelos sociais democratas.O Instituto de Telecomunicações considera que existiram “faltas graves” na rede SIRESP , com cortes estendidos no funcionamento normal do sistema, quando do incêndio de junho em Pedrógão Grande, do qual redundaram 64 mortes.A finalidade do incêndio o Ministério da Administração Interna pediu ao Instituto de Telecomunicações um estudo sobre o funcionamento do Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança de Portugal em situações de acidente grave ou desastre.No relatório, com data de 31 de julho mas só hoje tornado público na página oficial do Governo na internet, alega-se que existiram faltas graves na rede, com cortes estendidos no funcionamento normal do sistema nas áreas cobertas pelas estações base de Pedrógão Grande , Figueiró dos Vinhos , Serra da Lousã , Malhadas e Pampilhosa da Serra .”Durante estes fases estas estações base funcionaram em modo local, o que limitou as comunicações a terminais da mesma estação base, ou a comunicações diretas entre terminais”, sendo que os equívocos se deveram à ddevastação pelo incêndio, das ligações por cabo de fibra ótica das estações base referidas ao comutador dcoimbrãoAgora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.O Instituto nota que a solução cabo de fibra ótica “não satisfaz as pré-requisito do Caderno de Encargos nem se configura como uma solução técnica adaptada para utilizar numa floresta numa rede de segurança e emergência”.Depois, mesmo após as ligações terem sido restabelecidas, houve situações em que não foi possível dar vazão às chamadas em espera, superior ao estabelecido em contrato, nota também o Instituto.Que também chama a atenção para que nem todos os utilizadores da rede SIRESP têm conhecimento e prática suficiente da mesma.No documento recomenda-se formação para esses utilizadores e a implementação “o mais depressa possível” de uma solução de redundância para as ligações entre as estações base e o comutador.”Tem que ser também analisada a chance de ampliar o número de estações base móveis, para reforçar pontualmente tanto a cobertura como a habilidade de trânsito, em situações graves”, que devem ser colocadas no país de acordo com o risco de incêndio.Ainda assim o Instituto destaca que não existem razões técnicas para abandonar a rede SIRESP, existindo antes “recomendações que devem ser seguidas urgentemente para que esta rede satisfaça os objetivos para que foi concebida”.O Instituto declara no relatório que “O obstáculo condicionou a análise em obter de as entidades externas relacionadas com o SIRESP toda a informação necessária para emitir finalizações fundamentadas dentro do prazo”.A Proteção Civil registou 12 pedidos de assistência sem resposta durante o incêndio de Pedrógão Grande por falta de meios e 25 por equívocos de comunicação, registando-se vítimas e casas arruinadas em alguns locais onde foi pedido suporte.Numa resposta mandada ao Governo, a Autoridade Nacional da Proteção Civil assinala para a dispersão do equipamento rostito à disseminação de localidades afetadas, para a velocidade das chamas e para aosdobstáculosnas comunicações como fatores que condicionaram a resposta dos operacionais no incêndio de Pedrógão Grande, que provocou, pelo menos, 64 mortos.Se os mesmos são consequência direta da falta de intervenção ou intervenção tardia dos operacionais, no caso dos pedidos de assistência sem resposta por equívocos de comunicação, há situações de feridos, habitações permanentes afetadas e vítimas fatais nas localidades de onde os pedidos foram feitos, não sendo claro, na resposta da Autoridade Nacional da Proteção Civil ao Governo.Por exemplo, em Troviscais, Pedrógão Grande, moradoras pediram assistência “urgente”, mas não foi possível contactar o posto de comando, não se tendo registado vítimas no local, mas Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.O posto de comando também tentou ser advertido da situação em Sarzedas do Vasco, Castanheira de Pera, sem êxito, pelas 21:47, sendo que junto à povoação foram localizadas, às 22:05, quatro vítimas mofataisambém nas localidades onde pedidos de assistência que não foram respondidos por falta de meios, foi possível identificar habitações afetadas, bem como vítimas fatais, não ficando elucidado se as mortes aconteceram antes ou depois dos pedidos de assistência.No documento publicado no Portal do Governo, a ANPC alega que “os obstáculos de comunicações que foram sendo sentidas de maneira gradual ao longo de toda a período mais crítica da operação, comprometeram o Comando e Controlo da mesma, com efeito direto na resposta e com especial incidência na transmissão dos pedidos de ajudinha que foram sendo recebidos via 112″.Proteção Civil deduz: “Nem sempre foi possível” transmitir os pedidos ao posto de comando operacional e deste para o teatro de operações “nos tempos desejáveis”.Apesar de se terem sentido alguns equívocos nas redes de comunicações, no entanto, a ANPC destaca que o Comando Distrital de Operações de Socorro de Leiria “jamais deixou de transmitir a informação ao PCO, deseja através dos telefones do veículo de comunicações no local, deseja através dos operadores ou comandantes no Posto de Comando”.A resposta da ANPC, publicada no Portal do Governo, surge na sequência de um despacho do MAI que dá a conhecer os diversos relatórios e estudos produzidos sobre o incêndio que deflagrou em junho, em Pedrógão Grande, distrito de Leiria.Se o deu só como, o incêndio provocou, pelo menos, 64 mortos e mais de 200 feridos e extinto uma semana depois.Mais de dois mil operacionais estiveram envolvidos na guerrazinha às chamas, que consumiram 53 mil hectares de floresta, o equivalente a cerca de 75 mil campos de futebol.

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Pedrógão Grande: Autarca de Castanheira de Pera ficava cumprido sem problemas nas comunicações

Por: SentiLecto

Se não tivesse havido problemas com as comunicações no incêndio de Pedrógão Grande, o presidente da Câmara de Castanheira de Pera declarou hoje que teria ficado cumprido e adiantou que o tema é para os técnicos e investigadores.À agência Lusa, o presidente da Câmara de Castanheira de Pera, Fernando Lopes.A alegou: “O que me deixava cumprido é que não tivesse havido toda esta chatice e estes problemas com as comunicações”. Autoridade Nacional de Proteção Civil registou 12 pedidos de assistência sem resposta durante o incêndio de Pedrógão Grande por falta de meios e 25 por equívocos de comunicação, registando-se vítimas e casas arruinadas em alguns locais onde foi pedido suporte. Numa resposta mandada ao Governo, a ANPC, que agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo, assinala para a dispersão do equipamento rostito à disseminação de localidades afetadas, para a velocidade das chamas e para aosdobstáculosnas comunicações como fatores que condicionaram a resposta dos operacionais no incêndio de Pedrógão Grande, que provocou, pelo menos, 64 mortos. O autarca explicou que não tem um conhecimento aprofundado da resposta mandada pela ANPC ao Governo mas adiantou que “só a pode aceitar”.”Declaro que desejo acreditar que foi feito uma investigação bastante rigorosa sobre essa matéria”, frisou.Quanto ao défice de comunicações em Castanheira de Pera e em Pedrógão Grande, Fernando Lopes confirma que constatou e verificou que “houve défice de comunicações numa operadora em primeiro lugar e em outra a seguir”.Já quanto ao funcionamento da Rede Nacional de Emergência e Segurança , declara que apesar de não ser a pessoa mais indicada para se pronunciar, viu “algumas interrupções nas comunicações e algum obstáculo”.”Efetivamente, isso constatou-se onde pude estar a acompanhar bombeiros. Tecnicamente não me desejo pronunciar”, sustentou.

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Pedrógão Grande: Primeiro-ministro visita sexta-feira obras de reconstrução

Por: SentiLecto

António Costa retorna sexta-feira aos concelhos de Pedrógão Grande, Castanheira de Pera e Figueiró dos Vinhos, para visitar as obras de reconstrução das casas e companhias arruinadas ou lesadas nos incêndios de junho. António Costa é o primeiro-ministro. Fonte da salinha do primeiro-ministro adiantou à Lusa, que o primeiro-ministro vvai visitarvárias localidades nos concelhos de Pedrógão Grande, Castanheira de Pera e Figueiró dos Vinhos, que António Costa ivai ir”verificar no terreno o andamento da recuperação”. A 06 de julho, o Conselho de Ministros aprovou um conjunto de medidas de personalidade extraordinária para fazer rostito aos prejuízos provocados pelos dois grandes incêndios de Pedrógão Grande e de Góis, que afetaram sete municípios da região Centro do país.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.A determinação do Conselho de Ministros reconhece que estes incêndios florestais configuram uma situação excecional e identifica as medidas de suporte imediato às populações, às emcompanhias às autarquias atingidas: Pedrógão Grande, Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos, Góis, Pampilhosa da Serra, Penela e Sertã.”Estas medidas incluem o conserto dos prejuízos provocados pelos incêndios nas habitações, nas atividades económicas e nas infraestruturas, medidas de suporte social e medidas no sentido de assegurar a prevenção e o relançamento da economia, através de um projeto-piloto de ordenamento do território florestal, de suporte à reflorestação das áreas ardidas, da diversificação da atividade económica e do aproveitamento dos recursos endógenos”, referia o comunicado do Conselho de Ministros.O ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, alegou, na altura, que se estimam perdas imediatas próximas dos 200 milhões de euros e um esforço de reconstrução estrutural preventiva em cerca de 300 milhões de euros.Há um mês, Jorge Abreu adiantou na Lusa que o seu município e os concelhos de Pedrógão Grande e Castanheira de Pera terão na sua disposição cerca de 10,5 milhões de euros para a recuperação total ou parcial de 185 habitações. Jorge Abreu é o presidente da câmara de Figueiró dos Vinhos.enquanto Castanheira de Pera irá ter quase dois milhões para intervir em 41 casas, gundo Jorge Abreu, Pedrógão Grande, que foi o mais afetado, com 121 habitações atingidas, receberá cerca de 7,3 milhões de euros.O município de Figueiró dos Vinho vai ter a 1,2 milhões para recuperar 23 imóveis. O município de Figueiró dos Vinho é o menos afetado dos três.Na altura, o ministro do Planeamento e Infraestruturas anunciou também que a recuperação de dois terços das casas de primeira habitação afetadas pelos incêndios de Pedrógão Grande e Góis iriam progredir de imediato.Segundo o ministro, nos sete concelhos atingidos pelos fogos estavam identificadas 205 intervenções em casas de primeira habitação, das quais dois terços estão em condições de progredir de imediato.O incêndio que deflagrou em Pedrógão Grande no dia 17 de junho, no distrito leiriense, provocou pelo menos 64 mortos e mais de 200 feridos, e se o deu só como extinto uma semana depois.Mais de dois mil operacionais estiveram envolvidos na guerrazinha às chamas, que consumiram 53 mil hectares de floresta, o equivalente a cerca de 75 mil campos de futebol.O fogo chegou ainda aos distritos de Castelo Branco, através da Sertã, e de Coimbra, pela Pampilhosa da Serra e Penela.

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Pedrógão Grande: Doze pedidos sem resposta por falta de meios e 25 por equívoco de comunicação

Por: SentiLecto

A Proteção Civil registou 12 pedidos de assistência sem resposta durante o incêndio de Pedrógão Grande por falta de meios e 25 por equívocos de comunicação, registando-se vítimas e casas arruinadas em alguns locais onde foi pedido suporte.Numa resposta mandada ao Governo, a Autoridade Nacional da Proteção Civil assinala para a dispersão do equipamento rostito à disseminação de localidades afetadas, para a velocidade das chamas e para aosdobstáculosnas comunicações como fatores que condicionaram a resposta dos operacionais no incêndio de Pedrógão Grande, que provocou, pelo menos, 64 mortos.Se os mesmos são consequência direta da falta de intervenção ou intervenção tardia dos operacionais, no caso dos pedidos de assistência sem resposta por equívocos de comunicação, há situações de feridos, habitações permanentes afetadas e vítimas fatais nas localidades de onde os pedidos foram feitos, não sendo claro, na resposta da Autoridade Nacional da Proteção Civil ao Governo.Por exemplo, em Troviscais, Pedrógão Grande, moradoras pediram assistência “urgente”, mas não foi possível contactar o posto de comando, não se tendo registado vítimas no local, mas Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.O posto de comando também tentou ser advertido da situação em Sarzedas do Vasco, Castanheira de Pera, sem êxito, pelas 21:47, sendo que junto à povoação foram localizadas, às 22:05, quatro vítimas mofataisambém nas localidades onde pedidos de assistência que não foram respondidos por falta de meios, foi possível identificar habitações afetadas, bem como vítimas fatais, não ficando elucidado se as mortes aconteceram antes ou depois dos pedidos de assistência. No documento publicado no Portal do Governo, a ANPC, que destaca que, apesar de se terem sentido alguns equívocos nas redes de comunicações, o Comando Distrital de Operações de Socorro de Leiria “jamais deixou de transmitir a informação ao PCO, deseja através dos telefones do veículo de comunicações no local, deseja através dos operadores ou comandantes no Posto de Comando”, alega que “os obstáculos de comunicações que foram sendo sentidas de maneira gradual ao longo de toda a período mais crítica da operação, comprometeram o Comando e Controlo da mesma, com efeito direto na resposta e com especial incidência na transmissão dos pedidos de ajudinha que foram sendo recebidos via 112″. Proteção Civil deduz: “Nem sempre foi possível” transmitir os pedidos ao posto de comando operacional e deste para o teatro de operações “nos tempos desejáveis”.A resposta da ANPC, publicada no Portal do Governo, surge na sequência de um despacho do MAI que dá a conhecer os diversos relatórios e estudos produzidos sobre o incêndio que deflagrou em junho, em Pedrógão Grande, distrito de Leiria.Se o deu só como, o incêndio provocou, pelo menos, 64 mortos e mais de 200 feridos e extinto uma semana depois.Mais de dois mil operacionais estiveram envolvidos na guerrazinha às chamas, que consumiram 53 mil hectares de floresta, o equivalente a cerca de 75 mil campos de futebol.

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