Resolução de privatizar a Eletrobras é ‘histórica’, declara Rodrigo Maia

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Densidade pop Maia 2011

– O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia , elogiou nesta terça-feira a resolução do governo de privatizar a Eletrobras. Maia classificou a resolução de “histórica” e argumentou que a companhia teve perdas sobretudo nos governos do PT e da ex-presidente Dilma Rousseff, que me dá bastante conforto na resolução de privatizar, que fez críticas à venda da estatal. Para ele, é preciso privatizar várias companhias públicas que são somente “cabides de emprego com má administração”. — Para mim, essa é uma notícia histórica. O Brasil precisa, o governo precisa existir para atender às pessoas que precisam do governo. A resolução de privatizar a Eletrobras vai nesta linha. Não tem nenhuma necessidade de o governo ter o controle, a administração da Eletrobras, porque a gente viu que os últimos anos, principalmente no governo do PT e da presidente Dilma, foram desastrosos. Eu declaro o oposto — declarou Maia, adicionando: — Privatizar a Eletrobras, privatizar mais de 100 companhias públicas que não servem para nada, se ela declara que há um risco para o setor de energia no Brasil. São meros, na sua maioria, cabides de emprego e bastante más na sua administração. Maia recordou que a MP do setor energético, editada no governo petista, provocou perdas ao setor e aos consumidores. — A MP do setor energético quebrou o setor de energia, gerou uma perda de R$ 200 bilhões, mais do que todo o valor necessário para a gente universalizar o saneamento no Brasil. É um bom exemplo do catálogo que estamos coordenando de resoluções catastróficas. Então, ao privatizar a Eletrobras, ao garantir uma melhor administração e garantindo assim a tarifa de energia possa cair, vamo estar atingindo o nosso objetivo. O mais importante não é saber se a administração é pública ou privada, é saber se o cidadão na ponta está sendo atendido — declarou ele. E recordou os problemas enfrentados pela Petrobras, outra grande estatal, na administração do PT. — O caso próprio da Lava-Jato da Petrobras, é um exemplo disso. A Petrobras serviu a poucos e não serviu aos brasileiros — declarou ele.

– A ex-presidente Dilma Rousseff fez duras críticas à proposta do Ministério de Minas e Energia de privatizar a Eletrobras e ddeclarouque a medida pode ameaçar o suprimento de energia elétrica do país e rredundarem “uma conta de luz estratosférica” para os brasileiros. “Vender a Eletrobras é abrir mão da segurança energética. Como aconteceu em 2001, no governo FHC , significa deixar o país sujeito a apagões”, escreveu a ex-presidente em seu perfil no Twitter. “O resultado é um só: o consumidor pagará uma conta de luz estratosférica por uma energia que não vai ter abastecimento garantido”, agrediu. A quando comandou uma reformulação nas normas do setor elétrico que fortaleceu a Eletrobras e o poder do Estado sobre o segmento, ex-presidente, que foi afastada após um processo de impeachment no ano passado, foi ministra de Minas e Energia no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2012, quando já era presidente, Dilma governou uma nova mudança nas normas do setor, com o objetivo de diminuir as tarifas de eletricidade para impulsionar a indústria e o consumo. Mas as medidas redundaram em perdas bilionárias para a Eletrobras, que só voltou a ter lucro no ano passado, além de terem gerado fortes ampliações nas contas de luz nos últimos anos. Os problemas financeiros enfrentados pela Eletrobras após a diminuição tarifária anunciada em 2012 são agora um dos principais argumentos usados pelo governo do presidente Michel Temer para sugeri a diminuição da fatia da União na empresa.

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CCR avalia novas aquisições no exterior

Por: SentiLecto

– A companhia de concessões de infraestrutura CCR estuda fazer novas aquisições de ativos fora do Brasil, declarou nesta terça-feira a coordenadora de relações com investidores da empresa, Flávia Godoy. A executiva durante teleconferência com analistas sobre os resultados do segundo trimestre declarou: “Continuamos avaliando ativos no exterior em nossas áreas de atuação: aeroportos, rodovias e mobilidade urbana”.

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À espera da meta fiscal, dólar opera estável, a R$ 3,20

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Ícone de esboço

– À espera da definição da nova meta fiscal, os investidores operam nos mercados financeiros no Brasil com precaução. O Ibovespa, principal índice de ações da B3, registra alta de 0,57%, aos 68.677 pontos, sob influência da divulgação dos balanços do segundo trimestre. Já o dólar comercial está praticamente estável, com leve recuo de 0,09% ante o real, cotado a R$ 3,20. O principal foco de atenção com a nova meta fiscal, com o governo anunciando um déficit primário para um valor acima dos R$ 139 bilhões da meta atual. Faz 1 dia, o anúncio estava, mas foi protelada. Entre os investidores há o temor de uma ampliação bastante maior do rombo fiscal devido à pressão política por mais gastos públicos com a proximidade das evotaçõesde 2018. “O anúncio com a equipe econômica do governo federal não aconteceu e ainda restam dúvidas, pois vai haver novas negociações ao longo do dia para definir o tamanho do déficit fiscal”, recordaram os analistas da Coinvalores Em meio a esse cenário, as ações mais negociadas e de maior peso na composição do índice operam em queda, mas alguns papeis se realçam após a publicação dos resultados do segundo trimestre. Esse é o caso da BRMalls, que tem alta de 3,73%, a maior entre as ações do Ibovespa. Também opera em alta a JBS, com ganho de 0,58%, também após publicação de seu balanço. Já as preferenciais da Vale caem 0,96% e as ordinárias recuam 1,27%. O minério de ferro caiu mais de 1% na China nessa madrugada.

– O dólar perde força em escala mundial após a divulgação de dados que mostram a economia de America mais fraca que o esperado, o que tem que postergar a alta de juros nos Estados Unidos. O dólar comercial está estável ante o real, cotado a R$ 3,176. Essa queda só não é maior devido àostnervosismossobre a Coreia do Norte. Já o Ibovespa, principal índice de ações da B3 , opera em leve alta de 0,15%, aos 67.096 pontos. Faz 1 mês, o índice de custos a o consumidor de os Estados Unidos ficou em %0,1, abaixo do esperado por o mercado, que era uma alta de os custos de %0,2. Com baixa pressão inflacionária, aumentou a aposta de que o Federal Reserve conservará as taxas atuais até o final do ano. Atualmente, o juro está entre 1% e 1,25% ao ano. A preocupação em relação aos problemas geopolíticos entre Estados Unidos e Coreia do Norte continua. Além disso, os investidores podem buscar proteção no dólar à espera do anúncio das medidas em torno do ajuste fiscal. — O deferimento do anúncio dos novos metas fiscais que era esperado para hoje e ficou para a próxima segunda-feira tem que colocar um viés de proteção em nosso dólar — avaliou Jefferson Luiz Rugik, analista da Correparti Corretora de Câmbio. No exterior, o “dollar index” opera em queda de 0,23%. Já no mercado acionário, as principais ações operam em queda, o que impede a alta do Ibovespa. As ações preferenciais da Petrobras caem 0,98%, cotadas a R$ 13,06, e as ordinárias progridem 1,32%, a R$ 13,44. A estatal anunciou na noite de ontem um lucro de R$ 316 milhões. Analistas da Yield Capital consideraram o resultado bom, mas com os números recorrentes com um desempenho um pouco abaixo do esperado. No exterior, o petróleo do espécie Brent cai 0,71%, a US$ 51,53 o barril. Já os papéis da Vale registram queda de 2,02% nos preferenciais e de 2,53% nos ordinários. Entre as altas, destaque para a performance dos papéis da BRF, que também divulgou seu balanço do segundo trimestre. Os papéis sobem 5,35%. No caso da JBS, a alta é de 4,90%.- O principal índice da bolsa paulista operava em alta nesta segunda-feira, e voltava ao platô dos 68 mil pontos, com a redução de nervosismos geopolíticos internacionais trazendo algum alívio aos negócios. Às 12:33, o Ibovespa subia 1,87 por cento, a 68.615 pontos. O giro financeiro era de 3,1 bilhões de reais. Os receios de um conflito entre Estados Unidos e Coreia do Norte reduziram após o presidente da Coreia do Sul declarar de que é preciso tratar das pretensões nucleares de Pyongyang tranquilamente e autoridades de primeiro escalão dos Estados Unidos diminuírem o risco de um combate iminente com a Coreia do Norte. Ajuste também marca o pregão em as carteiras de os índices , incluindo o Ibovespa , para a saída de as ações preferenciais de a Vale , após a extensa adesão de os acionistas em a conversão em papéis ordinários , como parte de o plano de a mineradora para pulverizar o controle.No front interno, investidores aguardam o anúncio do governo, possivelmente ainda nesta segunda-feira, da nova meta de déficit primário, que deve ser aumentada para 159 bilhões de reais em 2017 e 2018, sem ampliação de impostos, segundo declarou uma fonte à Reuters. DESTAQUES – VALE ON subia 1,95 por cento, após extensa adesão de acionistas para conversão dos papéis preferenciais em ordinários, como parte do processo de pulverização de capital da companhia, e agilizando a listagem de ações ordinárias no segmento Novo Mercado, de mais alto nível de governança corporativa. VALE PNA, que saiu do índice, tinha alta de 1,32 por cento. – COPEL PNB progredia 11,7 por cento, engatando o terceiro pregão de alta e liderando os ganhos do Ibovespa. Somente na sexta-feira, a alta foi superior a 6 por cento, após a companhia divulgar o balanço do segundo trimestre e informar que decidiu não prosseguir com uma oferta subsequente de ações. – PETROBRAS PN subia 1,47 por cento e PETROBRAS ON tinha alta de 0,96 por cento, em sessão de leve alta para os custos do petróleo no mercado internacional. Também no radar estava o processo de desinvestimento da companhia, com o começo do período não vinculante de venda de ativos no Paraguai. – CEMIG PN tinha alta de 1,85 por cento, após divulgar resultado do segundo trimestre, com lucro líquido de 138,11 milhões de reais, baixa de 31,67 por cento ante igual fase do ano passado. Já o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização ampliou 8,75 por cento na mesma comparação, para 739,64 milhões de reais. Segundo analistas da corretora Brasil Plural, a companhia exibiu números operacionais positivos. – SABESP ON caía 3,87 por cento, liderando a ponta negativo do Ibovespa, em reação à divulgação preliminar daofperíodoinicial da segunda revisão tarifária, com indicação de aampliaçãoda tarifa abaixo do esperado por analistas. – AZUL PN, que não faz parte do Ibovespa, subia 1,78 por cento. Faz 1 ano, em o radar estava o resultado de o segundo trimestre de a companhia que mostrou perda líquida de 33,9 milhões de reais,, inferior a a perda de 120 milhões de reais em o mesmo diante do ampliação de 19 por cento de a receita líquida. – O principal índice da bolsa paulista fechou em alta nesta segunda-feira, recomeçando o platô dos 68 mil pontos, com a redução de nervosismos geopolíticos internacionais trazendo alívio aos negócios. O Ibovespa subiu 1,37 por cento, a 68.284 pontos. O giro financeiro do pregão adicionou 7,93 bilhões de reais. Os receios de um conflito entre Estados Unidos e Coreia do Norte reduziram após o presidente da Coreia do Sul declarar de que é preciso tratar a pretensão nuclear de Pyongyang tranquilamente e autoridades de primeiro escalão dos EUA diminuírem o risco de um combate iminente. “Essa sensação de que a situação pode estar mais na retórica de um lado ou de outro… melhorou os mercados lá fora e aqui a gente seguiu o humor”, declarou o economista da Órama Investimentos Alexandre Espirito Santo. Em Wall Street, o S&P 500 fechou em alta de 1 por cento. No entanto, o economista não vê a alta desta segunda-feira como sinalização de tendência e espera volatilidade à frente. “Se o mercado subir ou cair, será com muito solavanco. Não será tranquilo, tanto pela sensação interna, de que as coisas não estão tranquilas como querido, como pela situação externa”, declarou o economista. O ajuste marcou ainda o pregão em as carteiras de os índices , incluindo o Ibovespa , com a saída de a ação preferencial de a Vale , após a extensa adesão de os acionistas em a conversão em papéis ordinários , como parte de o plano de a mineradora para pulverizar o controle.Localmente, o mercado seguiu à espera do anúncio da nova meta fiscal, para acomodar um déficit maior neste ano e no próximo. DESTAQUES – VALE ON subiu 1,62 por cento, após extensa adesão de acionistas para converter ações preferenciais em ordinárias, como parte do processo de pulverização de capital da companhia, e adesão ao Novo Mercado, mais alto nível de governança da bolsa. VALE PNA, que saiu do índice, teve alta de 1,46 por cento. – COPEL PNB progrediu 9,4 por cento, engatando a segunda alta e liderando os ganhos do Ibovespa, após a companhia informar que decidiu não prosseguir com uma oferta subsequente de ações e divulgar o balanço do segundo trimestre. Com isso, o papel acumulou alta de 14,8 em duas sessões. – PETROBRAS PN subiu 1 por cento e PETROBRAS ON teve alta de 0,67 por cento, na contramão dos custos do petróleo no mercado internacional. No radar esteve o processo de desinvestimento da companhia, com o começo do período não vinculante de venda de ativos no Paraguai. – CEMIG PN teve alta de 1,11 por cento, após divulgar resultado do segundo trimestre, com queda de 32 por cento no lucro ante igual fase do ano passado. Já o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização ampliou 8,75 por cento na mesma comparação. A Brasil Plural elogiou os dados operacionais da companhia. – SABESP ON caiu 2,45 por cento, liderando a ponta negativa do Ibovespa, em reação à divulgação preliminar daofperíodoinicial da segunda revisão tarifária, com indicação de aampliaçãoda tarifa abaixo do esperado por analistas. – AZUL PN subiu 1,85 por cento. No radar estava o resultado do segundo trimestre, com perda inferior ao do mesma etapa de 2016, e ampliação da receita líquida.

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Bovespa sobe e volta aos 68 mil pontos com alívio em nervosismos no exterior

Por: SentiLecto

– O principal índice da bolsa paulista operava em alta nesta segunda-feira, e voltava ao platô dos 68 mil pontos, com a redução de nervosismos geopolíticos internacionais trazendo algum alívio aos negócios. Às 12:33, o Ibovespa subia 1,87 por cento, a 68.615 pontos. O giro financeiro era de 3,1 bilhões de reais. Os receios de um conflito entre Estados Unidos e Coreia do Norte reduziram após o presidente da Coreia do Sul declarar de que é preciso tratar das pretensões nucleares de Pyongyang tranquilamente e autoridades de primeiro escalão dos Estados Unidos diminuírem o risco de um combate iminente com a Coreia do Norte. Ajuste também marca o pregão em as carteiras de os índices , incluindo o Ibovespa , para a saída de as ações preferenciais de a Vale , após a extensa adesão de os acionistas em a conversão em papéis ordinários , como parte de o plano de a mineradora para pulverizar o controle.No front interno, investidores aguardam o anúncio do governo, possivelmente ainda nesta segunda-feira, da nova meta de déficit primário, que deve ser aumentada para 159 bilhões de reais em 2017 e 2018, sem ampliação de impostos, segundo declarou uma fonte à Reuters. DESTAQUES – VALE ON subia 1,95 por cento, após extensa adesão de acionistas para conversão dos papéis preferenciais em ordinários, como parte do processo de pulverização de capital da companhia, e agilizando a listagem de ações ordinárias no segmento Novo Mercado, de mais alto nível de governança corporativa. VALE PNA, que saiu do índice, tinha alta de 1,32 por cento. – COPEL PNB progredia 11,7 por cento, engatando o terceiro pregão de alta e liderando os ganhos do Ibovespa. Somente na sexta-feira, a alta foi superior a 6 por cento, após a companhia divulgar o balanço do segundo trimestre e informar que decidiu não prosseguir com uma oferta subsequente de ações. – PETROBRAS PN subia 1,47 por cento e PETROBRAS ON tinha alta de 0,96 por cento, em sessão de leve alta para os custos do petróleo no mercado internacional. Também no radar estava o processo de desinvestimento da companhia, com o começo do período não vinculante de venda de ativos no Paraguai. – CEMIG PN tinha alta de 1,85 por cento, após divulgar resultado do segundo trimestre, com lucro líquido de 138,11 milhões de reais, baixa de 31,67 por cento ante igual fase do ano passado. Já o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização ampliou 8,75 por cento na mesma comparação, para 739,64 milhões de reais. Segundo analistas da corretora Brasil Plural, a companhia exibiu números operacionais positivos. – SABESP ON caía 3,87 por cento, liderando a ponta negativo do Ibovespa, em reação à divulgação preliminar daofperíodoinicial da segunda revisão tarifária, com indicação de aampliaçãoda tarifa abaixo do esperado por analistas. – AZUL PN, que não faz parte do Ibovespa, subia 1,78 por cento. Faz 1 ano, em o radar estava o resultado de o segundo trimestre de a companhia que mostrou perda líquida de 33,9 milhões de reais,, inferior a a perda de 120 milhões de reais em o mesmo diante do ampliação de 19 por cento de a receita líquida.

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Dados mais fracos nos EUA seguram dólar em R$ 3,176

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Wikcionário

– O dólar perde força em escala mundial após a divulgação de dados que mostram a economia de America mais fraca que o esperado, o que tem que postergar a alta de juros nos Estados Unidos. O dólar comercial está estável ante o real, cotado a R$ 3,176. Essa queda só não é maior devido àostnervosismossobre a Coreia do Norte. Já o Ibovespa, principal índice de ações da B3 , opera em leve alta de 0,15%, aos 67.096 pontos. Faz 1 mês, o índice de custos a o consumidor de os Estados Unidos ficou em %0,1, abaixo do esperado por o mercado, que era uma alta de os custos de %0,2. Com baixa pressão inflacionária, aumentou a aposta de que o Federal Reserve conservará as taxas atuais até o final do ano. Atualmente, o juro está entre 1% e 1,25% ao ano. A preocupação em relação aos problemas geopolíticos entre Estados Unidos e Coreia do Norte continua. Além disso, os investidores podem buscar proteção no dólar à espera do anúncio das medidas em torno do ajuste fiscal. — O deferimento do anúncio dos novos metas fiscais que era esperado para hoje e ficou para a próxima segunda-feira tem que colocar um viés de proteção em nosso dólar — avaliou Jefferson Luiz Rugik, analista da Correparti Corretora de Câmbio. No exterior, o “dollar index” opera em queda de 0,23%. Já no mercado acionário, as principais ações operam em queda, o que impede a alta do Ibovespa. As ações preferenciais da Petrobras caem 0,98%, cotadas a R$ 13,06, e as ordinárias progridem 1,32%, a R$ 13,44. A estatal anunciou na noite de ontem um lucro de R$ 316 milhões. Analistas da Yield Capital consideraram o resultado bom, mas com os números recorrentes com um desempenho um pouco abaixo do esperado. No exterior, o petróleo do espécie Brent cai 0,71%, a US$ 51,53 o barril. Já os papéis da Vale registram queda de 2,02% nos preferenciais e de 2,53% nos ordinários. Entre as altas, destaque para a performance dos papéis da BRF, que também divulgou seu balanço do segundo trimestre. Os papéis sobem 5,35%. No caso da JBS, a alta é de 4,90%.

“É melhor a Coreia do Norte não fazer mais ameaças aos Estados Unidos. Eles vão enfrentar fogo e fúria como o mundo jamais viu”, alegou Trump a repórteres no Trump National Golf Club em Bedminster, Nova Jersey.Donald Trump declarou nesta terça-feira que a Coreia do Norte vai enfrentar “fogo e fúria como o mundo jamais viu” se ameaçar novamente os EUA. Donald Trump é o presidente dos Estados Unidos.As ações dos Estados Unidos acentuaram suas perdas no fim da sessão após o presidente Donald Trump declarar que as advertências que fez mais cedo à Coreia do Norte podem não ter sido duras o suficiente. Ele também declarou que a nação com habilidade nuclear teria que ficar “bastante, bastante nervosa” até mesmo ao pensar em agredi os EUA ou seus aliados.Na semana, o CSI300 e o índice de Xangai acumularam queda de 1,6 por cento.

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