Ibovespa renova máxima histórica de encerramento com expectativa de progressão em reformas

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Scale of justice gold

– O principal índice da bolsa paulista renovou máxima histórica de encerramento nesta terça-feira, recuperando o alento após cair nos dois pregões passados, diante da retomada das expectativas por alguma progressão na agenda de reformas do governo. O Ibovespa subiu 1,55 por cento, a 76.897 pontos, após cair pouco mais de 1 por cento nos dois pregões anteriores. O volume financeiro adicionou 9,89 bilhões de reais. Os receios de que o andamento da mais recente acusação contra o presidente Michel Temer possa prejudicar a progressão da agenda de reformas da governo vinha acionando o modo de precaução nos mercados. Faz 11 meses, de que lideranças governistas estariam articulando uma proposta mais enxuta para a reforma de a Previdência, com a intenção de colocar o texto para eleição em novembro estimulou os mercados, no entanto em esta sessão a notícia publicada por o jornal O Estado de S. Paulo. O gestor de renda mutável da Fator Administração de Recursos Obede Rodrigues declarou: “Fazer uma reforma da Previdência ancora as taxas de juros de longo prazo isso é fundamental para o mercado acionário continuar subindo”. Ainda no fronte político, o relator de acusação contra o presidente Michel Temer e dois ministros exibiu parecer recusando as denúncias pouco após o encerramento dos mercados. A visão positiva para o mercado de renda mutável no Brasil tem sido sustentada ainda pela expectativa favorável com relação à recuperação da economia. Corroborando essa visão, nesta manhã, o Fundo Monetário Internacional divulgou suas projeções de crescimento da economia global, incluindo o Brasil, aumentando suas estimativas. Agora, o FMI vê o Produto Interno Bruto de Brasil progredindo 0,7 por cento este ano e 1,5 por cento em 2018, acima das projeções feitas em julho. As estimativas para o crescimento da economia global também melhoraram e o Fundo agora vê expansão de 3,6 por cento em 2017 e de 3,7 por cento no próximo ano. DESTAQUES – SANTANDER UNIT progrediu 3,81 por cento, liderando os ganhos dos bancos no Ibovespa, após a matriz espanhola aumentar sua previsão de lucratividade para o próximo ano, devido a perspectivas de crescimento mais forte em seus principais mercados. – ITAÚ UNIBANCO PN ganhou 2,49 por cento e BRADESCO PN teve alta de 2,12 por cento, auxiliando o tom positivo do índice devido ao peso em sua composição. – KROTON ON progrediu 3,60 por cento, após a Comissão Mista que analisa a Medida Provisória que trata de novas normas para o programa de financiamento do ensino superior privado Fies aprovar relatório com novas normas para o programa. – PETROBRAS PN subiu 1,89 por cento e PETROBRAS ON progrediu 1,46 por cento, em sessão de ganhos para os custos do petróleo no mercado internacional. – EMBRAER ON invalidou as perdas vistas mais cedo e fechou em alta de 0,61 por cento. Quando entraram em leilão, as ações chegaram a cair 6,43 por cento na mínima, e reduziram o ritmo de perdas na sequência, após a companhia divulgar entrega de com 25 jatos comerciais e 20 executivos no terceiro trimestre, concluindo o fase com carteira de pedidos firmes de 18,8 bilhões de dólares, ante 18,5 bilhões ao final do segundo trimestre. A equipe do BTG Pactual destacou que os dados da fabricante de aviões despertaram alguma cautela em relação à possibilidade de o terceiro trimestre ser um pouco mais fraco do que inicialmente esperado, uma vez que embora a aviação comercial siga com margens fortes, os segmentos de defesa e de aviação executiva podem pesar no período. – VALE ON recuou 0,57 por cento, em sessão de perdas para os contratos futuros do minério de ferro na China. – AZUL PN, que não faz parte do Ibovespa, subiu 1,33 por cento. Faz 1 mês, a companhia informou ampliação de 15 por cento em o trânsito de passageiros em comparação a o ano anterior, em meio a uma ampliação de mais de 10 por cento em a habilidade.

– O principal índice da bolsa paulista emendou a segundo pregão no vermelho nesta segunda-feira de noticiário político e agenda econômica mais esvaziados, em dia de feriado nos EUA. O Ibovespa caiu 0,43 por cento, a 75.726 pontos, mas quando perdeu 1,15 por cento, ficou longe da mínima da sessão. Na semana passada, o índice acumulou alta de 2,37 por cento. O giro financeiro da sessão de 6,64 bilhões de reais foi menor da média na semana passada, de 9,42 bilhões de reais. “Isso não é reversão de tendência, é uma execução natural. Esse ajuste precisa ocorrer para dar mais alento ao mercado”, declarou Ari Santos, administrador de renda mutável da H.Commcor. Enquanto aguardam novidades no campo político, sem noticiário pertinente para guiar os negócios, investidores preferiram adaptar posições, após máximas recentes do Ibovespa. A expectativa nesta semana é pela leitura do parecer do deputado Bonifácio de Andrada , relator da acusação contra o presidente Michel Temer, na Comissão de Constituição e Justiça . Na sexta-feira, uma fonte declarou à Reuters que o governo tdeverá fazerum esforço maior para derrubar a segunda dacusaçãocontra o presidente e dois ministros. O cenário econômico segue positivo, impedindo que os ajustes sejam mais fortes, mesmo após os números de inflação na sexta-feira acima do esperado. Nesta manhã, a pesquisa Focus do Banco Central mostrou que o mercado aumentou a projeção para a inflação neste ano, praticamente colocando-a de volta dentro do pausa da meta oficial, mas sem modificar a expectativa pela manutenção dos cortes da taxa básica de juros. DESTAQUES – PETROBRAS PN teve alta de 1,27 por cento e PETROBRAS ON subiu 0,67 por cento, numa sessão volátil para os custos do petróleo no mercado internacional, mas que também fecharam no azul. – VALE ON caiu 1,99 por cento, em sessão de perda para os contratos futuros do minério de ferro na China, na reabertura dos mercados após uma semana de feriado. – USIMINAS PNA teve queda de 1,82 por cento, após alta de mais de 4 por cento na sexta-feira. GERDAU PN cedeu 0,56 por cento e CSN ON caiu de 3,41 por cento, em sessão de queda dos contratos futuros do minério de ferro, apesar da alta para os futuros do aço na China. – ITAÚ UNIBANCO PN recuou 1,19 por cento. BRADESCO PN abandonou as mínimas e fechou com variação negativa de 0,06 por cento. – FIBRIA ON progrediu 2,51 por cento diante de observações positivas de analistas, vendo a manutenção de cenário favorável para os custos da celulose. O BTG Pactual reforçou a recomendação de compra para os papéis e realçou o potencial desalavancagem da companhia. O JP Morgan tinha aumentado o preço-alvo das ações. – SABESP ON subiu 2,07 por cento, após a Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo autorizar reajuste tarifário de 7,8888 por cento, acima do total estimado em revisão preliminar.

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Ibovespa recua 0,43% com movimento de ajuste, em dia de noticiário esvaziado

Por: SentiLecto

– O principal índice da bolsa paulista emendou a segundo pregão no vermelho nesta segunda-feira de noticiário político e agenda econômica mais esvaziados, em dia de feriado nos EUA. O Ibovespa caiu 0,43 por cento, a 75.726 pontos, mas quando perdeu 1,15 por cento, ficou longe da mínima da sessão. Na semana passada, o índice acumulou alta de 2,37 por cento. O giro financeiro da sessão de 6,64 bilhões de reais foi menor da média na semana passada, de 9,42 bilhões de reais. “Isso não é reversão de tendência, é uma execução natural. Esse ajuste precisa ocorrer para dar mais alento ao mercado”, declarou Ari Santos, administrador de renda mutável da H.Commcor. Enquanto aguardam novidades no campo político, sem noticiário pertinente para guiar os negócios, investidores preferiram adaptar posições, após máximas recentes do Ibovespa. A expectativa nesta semana é pela leitura do parecer do deputado Bonifácio de Andrada , relator da acusação contra o presidente Michel Temer, na Comissão de Constituição e Justiça . Na sexta-feira, uma fonte declarou à Reuters que o governo tdeverá fazerum esforço maior para derrubar a segunda dacusaçãocontra o presidente e dois ministros. O cenário econômico segue positivo, impedindo que os ajustes sejam mais fortes, mesmo após os números de inflação na sexta-feira acima do esperado. Nesta manhã, a pesquisa Focus do Banco Central mostrou que o mercado aumentou a projeção para a inflação neste ano, praticamente colocando-a de volta dentro do pausa da meta oficial, mas sem modificar a expectativa pela manutenção dos cortes da taxa básica de juros. DESTAQUES – PETROBRAS PN teve alta de 1,27 por cento e PETROBRAS ON subiu 0,67 por cento, numa sessão volátil para os custos do petróleo no mercado internacional, mas que também fecharam no azul. – VALE ON caiu 1,99 por cento, em sessão de perda para os contratos futuros do minério de ferro na China, na reabertura dos mercados após uma semana de feriado. – USIMINAS PNA teve queda de 1,82 por cento, após alta de mais de 4 por cento na sexta-feira. GERDAU PN cedeu 0,56 por cento e CSN ON caiu de 3,41 por cento, em sessão de queda dos contratos futuros do minério de ferro, apesar da alta para os futuros do aço na China. – ITAÚ UNIBANCO PN, que bRADESCO PN abandonou as mínimas e fechou com variação negativa de 0,06 por cento, recuou 1,19 por cento. – FIBRIA ON progrediu 2,51 por cento diante de observações positivas de analistas, vendo a manutenção de cenário favorável para os custos da celulose. O BTG Pactual reforçou a recomendação de compra para os papéis e realçou o potencial desalavancagem da companhia. O JP Morgan tinha aumentado o preço-alvo das ações. – SABESP ON subiu 2,07 por cento, após a Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo autorizar reajuste tarifário de 7,8888 por cento, acima do total estimado em revisão preliminar.

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Projeto deseja instituir ‘passaporte’ de fundos de investimentos na América Latina

Por: SentiLecto

JORDÃO, São Paulo – O Brasil está costurando com Argentina, Chile, Colômbia, Peru e México a criação de um dispositivo que permitirá flexibilizar o tráfego de recursos entre eles por meio de fundos de investimentos, declarou nesta sexta-feira à Reuters o presidente da entidade do mercado financeiro Brain, Carlos Takahashi. O instrumento, apelidado de passaporte de fundos, é inspirado em um modelo já existente na Europa e em parte da Ásia , onde integra Malásia, Cingapura e Tailândia, entre outros. “É uma maneira de diversificar os investimentos de maneira mais simples e barata do que das maneiras que temos hoje, declarou Takahashi às margens do 8º Congresso Internacional de Mercados Financeiro e de Capitais. Diferente dos fundos offshore, que exigem uma estrutura mais cara e burocrática, o produto permite que investidores adquiram localmente cotas de fundos acolhidos em qualquer dos países membros da parceria, como se fosse um produto doméstico. Nessa ilustração, um gestor de Brasil poderá vender nos demais países do acordo parte das cotas de um fundo de investimento instituído e distribuído aqui. Os demais investidores de Latinoaméricade Latinoamérica que entrassem no fundo teriam uma espécie de recibo de cota, modelo semelhante ao que já ocorre com os BDRs, os recibos de ações. Os fundos podem ser oferecidos inclusive a investidores de varejo nos demais países. Para isso, esses produtos precisam ser aderentes às rnormaslocais da indústria de fundos, explicou o executivo. Segundo Takahashi, o tema já vem sendo debatido há cerca de três anos com órgãos reguladores do mercado de capitais na América Latina e em breve pode ser assinado um memorando de entendimentos entre eles para que o projeto possa entrar em forcita no prazo de um a dois anos. O projeto tem suporte do Banco Interamericano de Desenvolvimento , por considera-lo um bem público regional. Como não há necessidade de aprovações legislativas prévias dos países membros da parceria, a expectativa é de que a implementação do passaporte de fundos seja rápida, deduziu o executivo. Instituída em 2010 com objetivo principal de tornar o Brasil num hub internacional de investimentos, a Brain é uma entidade apoiada por instituições do mercado financeiro como Anbima e Febraban.

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Resolução de privatizar a Eletrobras é ‘histórica’, declara Rodrigo Maia

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Densidade pop Maia 2011

– O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia , elogiou nesta terça-feira a resolução do governo de privatizar a Eletrobras. Maia classificou a resolução de “histórica” e argumentou que a companhia teve perdas sobretudo nos governos do PT e da ex-presidente Dilma Rousseff, que me dá bastante conforto na resolução de privatizar, que fez críticas à venda da estatal. Para ele, é preciso privatizar várias companhias públicas que são somente “cabides de emprego com má administração”. — Para mim, essa é uma notícia histórica. O Brasil precisa, o governo precisa existir para atender às pessoas que precisam do governo. A resolução de privatizar a Eletrobras vai nesta linha. Não tem nenhuma necessidade de o governo ter o controle, a administração da Eletrobras, porque a gente viu que os últimos anos, principalmente no governo do PT e da presidente Dilma, foram desastrosos. Eu declaro o oposto — declarou Maia, adicionando: — Privatizar a Eletrobras, privatizar mais de 100 companhias públicas que não servem para nada, se ela declara que há um risco para o setor de energia no Brasil. São meros, na sua maioria, cabides de emprego e bastante más na sua administração. Maia recordou que a MP do setor energético, editada no governo petista, provocou perdas ao setor e aos consumidores. — A MP do setor energético quebrou o setor de energia, gerou uma perda de R$ 200 bilhões, mais do que todo o valor necessário para a gente universalizar o saneamento no Brasil. É um bom exemplo do catálogo que estamos coordenando de resoluções catastróficas. Então, ao privatizar a Eletrobras, ao garantir uma melhor administração e garantindo assim a tarifa de energia possa cair, vamo estar atingindo o nosso objetivo. O mais importante não é saber se a administração é pública ou privada, é saber se o cidadão na ponta está sendo atendido — declarou ele. E recordou os problemas enfrentados pela Petrobras, outra grande estatal, na administração do PT. — O caso próprio da Lava-Jato da Petrobras, é um exemplo disso. A Petrobras serviu a poucos e não serviu aos brasileiros — declarou ele.

– A ex-presidente Dilma Rousseff fez duras críticas à proposta do Ministério de Minas e Energia de privatizar a Eletrobras e ddeclarouque a medida pode ameaçar o suprimento de energia elétrica do país e rredundarem “uma conta de luz estratosférica” para os brasileiros. “Vender a Eletrobras é abrir mão da segurança energética. Como aconteceu em 2001, no governo FHC , significa deixar o país sujeito a apagões”, escreveu a ex-presidente em seu perfil no Twitter. “O resultado é um só: o consumidor pagará uma conta de luz estratosférica por uma energia que não vai ter abastecimento garantido”, agrediu. A quando comandou uma reformulação nas normas do setor elétrico que fortaleceu a Eletrobras e o poder do Estado sobre o segmento, ex-presidente, que foi afastada após um processo de impeachment no ano passado, foi ministra de Minas e Energia no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2012, quando já era presidente, Dilma governou uma nova mudança nas normas do setor, com o objetivo de diminuir as tarifas de eletricidade para impulsionar a indústria e o consumo. Mas as medidas redundaram em perdas bilionárias para a Eletrobras, que só voltou a ter lucro no ano passado, além de terem gerado fortes ampliações nas contas de luz nos últimos anos. Os problemas financeiros enfrentados pela Eletrobras após a diminuição tarifária anunciada em 2012 são agora um dos principais argumentos usados pelo governo do presidente Michel Temer para sugeri a diminuição da fatia da União na empresa.

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CCR avalia novas aquisições no exterior

Por: SentiLecto

– A companhia de concessões de infraestrutura CCR estuda fazer novas aquisições de ativos fora do Brasil, declarou nesta terça-feira a coordenadora de relações com investidores da empresa, Flávia Godoy. A executiva durante teleconferência com analistas sobre os resultados do segundo trimestre declarou: “Continuamos avaliando ativos no exterior em nossas áreas de atuação: aeroportos, rodovias e mobilidade urbana”.

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