Ibovespa cai abaixo dos 76 mil pontos com investidores de olho em política

Por: SentiLecto

– O principal índice da bolsa paulista fechou em queda nesta segunda-feira, e perdeu o platô dos 76 mil pontos, com investidores preferindo precaução diante de uma agenda econômica esvaziada e à espera de novidades no campo político local. O Ibovespa caiu 1,28 por cento, a 75.413 pontos, menor pontuação de encerramento desde 2 de outubro . O giro financeiro adicionou 7,46 bilhões de reais. No campo político, a espera é pela eleição em plenário da Câmara dos Deputados da segunda acusação contra o presidente Michel Temer, calculada para quarta-feira. O mercado aguarda a finalização desta etapa para avaliar qual o capital político que o governo vai ter para progredir sua agenda de reformas, principalmente a da Previdência. “Fica mais claro, depois que sair a dúvida da acusação o cenário e abre espaço para debate das reformas… Se vão ser desidratadas é outro ponto, mas a agenda fica livre para esses debates”, declarou o diretor de administração da Mapfre Investimentos, Carlos Eduardo Eichhorn. No front local, o mercado também espera a divulgação de balanços do terceiro trimestre. Enquanto espera, o cenário internacional também segue favorável aos movimentos mais contidos dos investidores -se a resolução sobre quem será o novo comandante do Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos. DESTAQUES – ESTÁCIO PARTICIPAÇÕES ON caiu 5,01 por cento e KROTON ON perdeu 4,12 por cento, com operadores mencionando receios em relação ao potencial ampliação na concorrência para a tentativa de expansão das duas companhias na área de ensino fundamental. Fortes ganhos acumulados no ano também corroboram movimentos ajuste. Enquanto as da Kroton sobem 38 por cento, mesmo com as quedas do pregão, as ações da Estácio acumulam no ano alta de 87 por cento. – ITAÚ UNIBANCO PN perdeu 0,93 por cento e BRADESCO PN recuou 0,95 por cento. Enquanto SANTANDER UNIT fechou estável, bANCO DO BRASIL ON teve baixa de 3,49 por cento. – VALE ON fechou com baixa de 0,73 por cento, na contramão do movimento dos contratos futuros do minério de ferro na China, que subiram nesta segunda-feira. – COPEL PNB recuou 4,11 por cento, após acumular alta de 3,14 por cento nos dois pregões anteriores. – PETROBRAS PN cedeu 0,12 por cento e PETROBRAS ON perdeu 0,3 por cento. O Brent fechou em queda, leve alta nos Estados Unidos, enquanto a commodity registrou. – OI caiu 5,6 por cento após a Agência Nacional de Telecomunicações negar acordo para conversão de multas da operadora de telefonia em investimentos e após o deferimento da assembleia de credores da empresa que ocorreria nesta segunda para 6 de novembro.

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Desmantelan grupo dedicado al asalto y tráfico de medicinas en Venezuela

Por: SentiLecto

La Policía Nacional Bolivariana de Venezuela ha desmantelado en Caracas un grupo “consagrada al asalto, tráfico y venta” de medicamentos y le ha incautado 400 medicinas apreciadas en 100 millones de bolívares , comunicó el jueves el ministro de Interior, Néstor Reverol.

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Resolução de privatizar a Eletrobras é ‘histórica’, declara Rodrigo Maia

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Densidade pop Maia 2011

– O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia , elogiou nesta terça-feira a resolução do governo de privatizar a Eletrobras. Maia classificou a resolução de “histórica” e argumentou que a companhia teve perdas sobretudo nos governos do PT e da ex-presidente Dilma Rousseff, que me dá bastante conforto na resolução de privatizar, que fez críticas à venda da estatal. Para ele, é preciso privatizar várias companhias públicas que são somente “cabides de emprego com má administração”. — Para mim, essa é uma notícia histórica. O Brasil precisa, o governo precisa existir para atender às pessoas que precisam do governo. A resolução de privatizar a Eletrobras vai nesta linha. Não tem nenhuma necessidade de o governo ter o controle, a administração da Eletrobras, porque a gente viu que os últimos anos, principalmente no governo do PT e da presidente Dilma, foram desastrosos. Eu declaro o oposto — declarou Maia, adicionando: — Privatizar a Eletrobras, privatizar mais de 100 companhias públicas que não servem para nada, se ela declara que há um risco para o setor de energia no Brasil. São meros, na sua maioria, cabides de emprego e bastante más na sua administração. Maia recordou que a MP do setor energético, editada no governo petista, provocou perdas ao setor e aos consumidores. — A MP do setor energético quebrou o setor de energia, gerou uma perda de R$ 200 bilhões, mais do que todo o valor necessário para a gente universalizar o saneamento no Brasil. É um bom exemplo do catálogo que estamos coordenando de resoluções catastróficas. Então, ao privatizar a Eletrobras, ao garantir uma melhor administração e garantindo assim a tarifa de energia possa cair, vamo estar atingindo o nosso objetivo. O mais importante não é saber se a administração é pública ou privada, é saber se o cidadão na ponta está sendo atendido — declarou ele. E recordou os problemas enfrentados pela Petrobras, outra grande estatal, na administração do PT. — O caso próprio da Lava-Jato da Petrobras, é um exemplo disso. A Petrobras serviu a poucos e não serviu aos brasileiros — declarou ele.

– A ex-presidente Dilma Rousseff fez duras críticas à proposta do Ministério de Minas e Energia de privatizar a Eletrobras e ddeclarouque a medida pode ameaçar o suprimento de energia elétrica do país e rredundarem “uma conta de luz estratosférica” para os brasileiros. “Vender a Eletrobras é abrir mão da segurança energética. Como aconteceu em 2001, no governo FHC , significa deixar o país sujeito a apagões”, escreveu a ex-presidente em seu perfil no Twitter. “O resultado é um só: o consumidor pagará uma conta de luz estratosférica por uma energia que não vai ter abastecimento garantido”, agrediu. A quando comandou uma reformulação nas normas do setor elétrico que fortaleceu a Eletrobras e o poder do Estado sobre o segmento, ex-presidente, que foi afastada após um processo de impeachment no ano passado, foi ministra de Minas e Energia no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2012, quando já era presidente, Dilma governou uma nova mudança nas normas do setor, com o objetivo de diminuir as tarifas de eletricidade para impulsionar a indústria e o consumo. Mas as medidas redundaram em perdas bilionárias para a Eletrobras, que só voltou a ter lucro no ano passado, além de terem gerado fortes ampliações nas contas de luz nos últimos anos. Os problemas financeiros enfrentados pela Eletrobras após a diminuição tarifária anunciada em 2012 são agora um dos principais argumentos usados pelo governo do presidente Michel Temer para sugeri a diminuição da fatia da União na empresa.

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Consumo de energia elétrica no Brasil cai 2,2% em julho, declara CCEE

Por: SentiLecto

– O consumo de energia elétrica no Brasil caiu 2,2 por cento no mês de julho, na comparação com o mesmo fase de 2016, segundo dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica divulgados nesta quarta-feira. Se atende o consumidor em o mercado cativo, em que por as distribuidoras de energia, houve queda de 6,8 por cento em o consumo, com efeito de a migração de clientes para o mercado livre, onde eles podem negociar contratos diretamente com geradores. O mercado livre, por sua vez, exibiu alta de 10 por cento no consumo, resultado desta movimentação de clientes.

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Smiles tem lucro 18% maior no 2º trimestre

Por: SentiLecto

– A gerente de programas de lealdade Smiles anunciou nesta quinta-feira que teve lucro líquido de 146,2 milhões de reais no segundo trimestre, alta de 18,3 por cento ante mesma etapa de 2016. Faz 2 meses, o resultado operacional de a empresa medido por o Ebitda adicionou 172 milhões de reais a junho, progressão de 32,6 por cento sobre um ano antes.

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