JBS interrompe compras de gado em algumas praças após prisão de presidente, declaram fontes

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Friboi jbs

– A empresa de alimentos JBS interrompeu provisoriamente nesta quarta-feira compras de gado em algumas unidades brasileiras, no dia em que Wesley Batista foi preso em São Paulo como parte da operação Tendão de Aquiles, da Polícia Federal, declararam fontes do setor. Wesley Batista é o presidente-executivo da empresa. A prisão do executivo, integrante da família que é sócia majoritária do maior produtor de proteína animal do mundo, deixou o mercado de gado no Brasil preocupado e em compasso de espera em relação aos desdobramentos do caso. “Tem alguma consternação ocorrendo , alguma aversão a risco, e as plantas da JBS interromperam suas compras”, declarou à Reuters a diretora da consultoria Agrifatto, Lygia Pimentel. Outra fonte declarou à Reuters, na condição de anonimato, que não havia oferta para compra de boi nas unidades da JBS nos municípios de Pontes e Lacerda e Juara, no Mato Grosso. Procurada, a companhia informou que não comentaria o tema. A operação em que Wesley foi preso investiga supostos crimes financeiros que teriam sido cometidos por ele e pelo irmão Joesley, que também teve prisão decretada, mas já se encontra detido por ordem do Supremo Tribunal Federal . Contudo, os custos no mercado de boi gordo em São Paulo, importante praça de negócios, fecharam nesta quarta-feira sem grandes mudanças, segundo a Scot Consultoria e dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada . Faz 1 mês, o mercado vinha sendo sustentado por a oferta mais restrita de animais para abate desde meados, com os custos progredindo quase 10 por cento em este fase, segundo Cepea. Para Felippe Reis , analista de a Scot Consultoria , as notícias relacionadas não pressionaram os custos de o boi em a prisão de Wesley , em esta quarta-feira.Reis notou um recuo de somente 50 centavos por arroba de boi nesta quarta-feira, para cerca de 144 reais/arroba. Segundo ele, a pressão de alta verificada no último mês vem perdendo força, o que pode ser atribuído a uma grande queda na margem de comercialização das indústrias. Já o professor do Cepea Sérgio de Zen declarou que num primeiro momento é difícil avaliar o efeito no mercado da prisão do principal do executivo da maior empresa do setor do Brasil. O professor do Cepea Sérgio de Zen é expert no setor pecuário. “Dificilmente hoje terá algo concreto, o que cria é uma certa desconfiança dos agentes… Hoje está todo mundo esperando mais notícias, isso é natural, a gente terá mais notícias nos próximos três a quatro dias”, alegou Zen. Faz 4 meses, ainda que a JBS ainda não havia voltado a o nível de compras de gado anterior em a divulgação de as gravações de Joesley contra o presidente Michel Temer, o expert recordou.As ações da JBS operam com queda de 0,86% nesta quarta-feira, apesar de a Polícia Federal ter prendido o sócio e diretor-executivo Wesley Batista, irmão de Joesley Batista. A Bolsa, após ter batido seu lembre histórico na segunda-feira e ter registrado nova alta ontem, hoje opera perto da estabilidade, aos 74.512 pontos. Na cotação, o dólar comercial registra alta de 0,25%, cotado a R$ 3,137 para venda.Wesley Batista foi preso no segundo período da Operação Tendão de Aquiles, que apura a utilização de informações privilegiadas para lucrar no mercado financeiro. A operação apura a venda de ações da JBS na Bolsa e a compra de contratos futuros e a termo de dólar antes da divulgação da delação premiada dos sócios da JBS em 17 de maio. A informação provocou fortes oscilações no mercado, das quais os sócios da JBS conseguiram se proteger e lucrar por causa daquelas operações.- O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social , maior acionista individual da JBS, defendeu em nota que um gerente interino seja mencionado pelo Conselho de Administração da companhia, após a prisão do empresário Wesley Batista, presidente da JBS. Segundo analistas escutados pelo GLOBO, a detenção do empresário joga mais gasolina na briga que o banco de fomento vem frear contra a família Batista. O banco em nota declara: “Com a prisão nesta manhã do CEO da JBS, o Conselho de Administração da empresa é a instância adaptada para selecionar um gerente interino nos termos da Lei 6.404/76 “. Para o BNDES, declara o texto divulgado pelo banco, qualquer que seja o desenrolar destes fatos, seria o melhor para o interesse da empresa, e para a sua conservação e sustentação, que houve o começo de uma renovação de seus quadros, inclusive com a abertura de um processo seletivo para a escolha de um novo CEO para a companhia em personalidade definitiva. Procurada, a JBS não comenta o caso. Segundo os analistas escutados pelo GLOBO, em tese, a detenção de Wesley corrobora com a tese do BNDES de que ele deve ser processado e destituído da posição por provocar perdas à ecompanhia – A prisão por crime financeiro vai de encontro ao argumento que o BNDES usa para pedir a saída de Wesley da presidência. Com informações privilegiadas, eles manipularam o mercado, vendendo ações da empresa e adquirindo dólares, trazendo perda aos acionistas – declara uma fonte que acompanha a disputa entre BNDES e a família Batista. O crime está calculado no artigo 27-D da Lei 6.385/76, que regula o mercado de valores mobiliários. A pena calculada é de um a cinco anos de prisão, além de multa de até três vezes do valor que lucraram com as transações. A assembleia extraordinária de acionistas ocorreria no último dia 1 de setembro, mas a Justiça protelou o encontro por 15 dias e determinou que um tribunal de arbitragem decida se a família Batista pode ou não votar no encontro. Os Batista detêm o controle da companhia com 42% do capital e certamente teriam força para se conservar no comando, segundo uma fonte que acompanha a disputa. Junto com a Caixa Econômica Federal, o BNDES teria 26% das ações ordinárias e precisaria aglutinar o voto de outros minoritários. Se a marcou a data de a assembleia ainda não . Na prática, declara uma fonte próxima à ecompanhia o futuro da JBS estava nas mãos de Wesley com a prisão de seu irmão Joesley. Foi ele pessoalmente quem negociou com os bancos a rolagem de R$ 17 bilhões de dívidas de curto prazo da empresa. O empresário deu a garantia aos bancos que parte do dinheiro das vendas seria utilizado para amortizar as dívidas com os credores. Com mandado até 2018, ele teria tempo para deduzi o plano de desinvestimento divulgado pela empresa, que calcula arrecadar R$ 6 bilhões. Sua prisão preventiva atrapalha este plano. – Neste momento, a presença da família no comando da companhia acaba sendo ruim. O efeito para as ações da empresa, no curto prazo, é negativo e gera grande volatilidade – declara Shin Lai, estrategista da Upside Investor. Os analistas preveem mais lances na Justiça. O BNDES informou que recorreu da resolução que protelou a assembleia. Em nota divulgada, o banco avalia que a assembleia deve ocorrer o quanto antes e sem o conflito de interesses que seria caracterizado pelo voto dos controladores. “Dessa maneira, as resoluções poderão ser tomadas na assembleia de acordo com o melhor interesse da empresa, em plena observância do que determina a legislação em forcita. O BNDES conserva integralmente a sua intenção de voto na assembleia .”, declara a nota divulgada pelo banco. O advogado Ricardo Gama declara que os tribunais de arbitragem, onde deverá ser debatido o conflito de acionistas, podem levar até dois anos para dar uma resolução. O advogado Ricardo Gama é sócio da área de determinação de conflitos do Veirano Advogados. Mas o advogado recorda que uma das partes poderia requerer um Juiz de emergência para decidir questões urgentes. — Pode ser requerido um Juiz de emergência para decidir sobre questões mais urgentes. Mas isso precisa estar calculado no regulamento da companhia e, mesmo assim, quando o tribunal for formado, sua resolução pode ser revista — declara Gama.PAULO. O advogado Pierpaolo Cruz Bottini, que defende os controladores da JBS e os encarnou no acordo de delação premiada firmado com a Procuradoria geral da república , classificou como “ilegal e arbitrária” a prisão de Wesley Batista, presidente da companhia, na manhã desta quarta-feira. “O inquérito corre há meses, com plena participação dos investigados. Não há um elemento que sustente essa prisão, que além de ilegal e arbitrária, coloca em descrédito o instituto da cooperação”, declarou o advogado em comunicado divulgado há pouco. Segundo o advogado, ao ser exibido ao juiz nesta quarta-feira, depois de ter sido preso em sua casa, o empresário Wesley Batista teria sido indagado se saberia da razão de sua prisão, ao que ele teria respondido que começava a acreditar que “o único erro que cometeu foi fazer a cooperação premiada”. Baseia-se a prisão segundo o comunicado de a defesa de o empresário, ” em elementos que comprovam a inocência de os acusados e em documentos entregues em a Justiça por os próprios colaboradores, sem qualquer fato novo “.Na sexta-feira 01 de setembro a assembleia de acionistas da JBS, nesta sexta-feira, decidiria os rumos da maior companhia mundial de proteína animal. Minoritários, liderados pelo BNDES, tentavam afastar a família Batista, talento do frigorífico, e assumir o comando da empresa. De um lado da briga estavam Paulo Rabello de Castro e Eliane Lustosa, presidente e diretora de mercado de capitais do banco de fomento, respectivamente. Do outro, estavam os irmãos Joesley e Wesley Batista, que haviam modificado o açougue do pai em um império bilionário.

Jbs S.a. é uma companhia de Brasil de Goiás, fundada em 1953.

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