Meirelles alega ao FMI que Brasil vai ter ‘recuperação equilibrada’

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Luiz Inácio Lula da Silva, 35.º Presidente do Brasil

Henrique Meirelles alegou neste sábado, em uma declaração entregue ao Comitê Monetário e Financeiro Internacional , na sigla em inglês, do Fundo Monentário Internacional , que a economia de Brasil tem espaço para ter “recuperação equilibrada”. Henrique Meirelles é o ministro da Fazenda. O ministro alegou que emprego e renda ampliaram no país, sustentados pela forte queda da inflação.

– Henrique Meirelles alegou nesta quarta-feira que a Receita Federal está efetuando estudos para avaliar se há necessidade de alguma medida para ampliar tributação para compensar perdas de arrecadação com resolução do Supremo Tribunal Federal de excluir o ICMS da base de cálculo do PIS-Cofins Henrique Meirelles é o ministro da Fazenda., e que tem que tomar uma resolução sobre o assunto até a próxima semana. “Nesse caso, não há nenhuma ampliação de carga tributária. Estaria havendo uma recomposição de base visando termos uma neutralidade tributária em relação a essa resolução “, declarou ele a jornalistas na embaixada brasileira em Washington, nos Estados Unidos. Segundo Meirelles, que está nos EUA em função de reuniões do Fundo Monetário Internacional , a mudança de alíquotas de PIS/Cofins ainda é objeto de estudos técnicos preliminares que se os submeteram ainda não à sua análise direta. “Quando tivermos os estudos prontos, em termos de percentuais e alíquotas e etc, e qual é o instrumento legal que será sugerido ao Congresso nós anunciaremos”, declarou Meirelles. “Esperamos que até o começo da próxima semana nós possamos já ter essa resolução”, completou. Após o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia , ter ameaçado na véspera devolver as medidas provisórias mandadas pelo governo nas quais não estivessem caracterizadas urgência e pertinência, Meirelles declarou também esperar já ter até a próxima semana “estratégia bem definida” em relação ao tema. Declarou: “Vamos obviamente levar em conta essa manifestação do presidente da Câmara, é bastante pertinente”. “E evidentemente que todas as medidas que são tomadas por medidas provisórias podem ser tomadas por projeto de lei.” PREVIDÊNCIA Questionado sobre as flexibilizações possíveis na reforma da Previdência, Meirelles alegou que o estabelecimento de uma idade mínima e de um regime de transição são pontos inegociáveis, reconhecendo ser normal um processo de debate e mudanças no Congresso em relação ao texto já aprovado por delegação especial na Câmara. “Faremos o melhor possível. Estamos fazendo cálculos exatamente em função de cada mudança”, afirmou o ministro, apontando que já teve uma reunião com o relator da proposta na Câmara, Arthur Oliveira Maia , sobre a possibilidade de alterações. De acordo com o ministro, a expectativa segue sendo de uma aprovação da reforma ainda neste ano. Henrique Meirelles alegou na tarde desta sexta-feira, em Washington, que considera normal a ameaça da agência de classificação de risco Standard & Poor’s de rebaixar a nota do Brasil se o país não aprovar a reforma da previdência. Após participar de um seminário Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos, em um acontecimento paralelo à reunião anual do FMI – o ministro da Fazenda aalegouque ele sempre informou daoiprotagonismoda aprovação desta reforma.

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Maior parte do pacote de privatizações será leiloado no segundo semestre

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Jean Dodal Tarot trump 08

– O programa do novo pacote de privatizações anunciado pelo governo federal joga a maioria dos leilões para o segundo semestre de 2018, no fim do governo do presidente Michel Temer e em meio às evotaçõespresidenciais. O governo oficializou nesta quarta-feira a inclusão de 57 projetos no programa de privatizações e estimou em R$ 44 bilhões os investimentos que serão fomentados com as concessões, mas quando esses começarão a ser agitados, não deu prazo de. Entre as novas privatizações, estão aeroportos, portos e a Casa da Moeda. Dos 22 setores listados pelo Programa de Parcerias e Investimentos com empreendimentos para serem concedidos para a iniciativa privada, 12 estão com leilões previstos apenas para o segundo semestre do ano que vem. Na lista das concorrências programadas para o segundo semestre estão os 14 aeroportos que serão privatizados, incluindo Congonhas, em São Paulo. O governo também concederá os terminais de Maceió ; João Pessoa ; Aracaju ; Juazeiro do Norte ; Campina Grande ; Recife ; Várzea Grande ; Rondonópolis ; Sinop ; Alta Floresta ; Barra do Garças ; Vitória e Macaé . A expectativa é arrecadar R$ 8,586 bilhões com essas concessões, segundo o Ministério dos Transportes. A venda da participação da Infraero nos aeroportos brasileiros, Confis , Galeão e Guarulhos também tem que ficar para o segundo semestre de 2018. A companhia pública tem 49% de participação nos consórcios que têm as concessões desses terminais. A expectativa é arrecadar R$ 8 bilhões com a venda. Os recursos têm que ir para o caixa da estatal. Os leilões das duas rodovias também geram incertezas. O governo incluiu na lista a concessão da BR-153, no trecho entre Anápolis a Aliança , que teve concessão anterior cassada da Grupo Galvão. No entanto, não há qualquer previsão de investimentos e de normas para a concessão. A pasta dos Transportes fala em “estudo para licitação” do trecho e programou para os últimos três meses do governo Temer a licitação. A outra rodovia que será concedida, o trecho da BR-364 entre Comodoro e Porto Velho com quase 800 quilômetros de extensão, também está no período de “estudo” e a previsão de leilão é para o fim de 2018. Apesar de já ter anunciado a privatização de companhias como a Casa da Moeda, Ceasaminas, Casemg e Docas do Espírito Santo, o governo não explicou como pretende vender essas estatais. E também programou para o fim do próximo ano a divulgação dos editais e a execução dos leilões. Faz 1 dia, a o anunciar as novas privatizações, Moreira Franco justificou a venda de a Casa da Moeda por conta do progressão de a tecnologia. Moreira Franco é o ministro da Secretaria-Geral da Presidência. A companhia é culpada pela produção de dinheiro e pela confecção de passaportes no país. — Nós aprofundaremos estudos sobre o destino da casa da moeda, que vem tendo perdas sucessivas.A primeira função dela é produzir moeda, papel moeda, e moeda. Ocorre que certamente o consumo de moeda no Brasil caiu. Vocês, nós todos, cada vez mais usamos menos papel moeda, e cada vez mais ainda menos moeda. O que significa que a saúde financeira está altamente debilitada, pela progressão da tecnologia. Faremos um estudo mais aprofundado para definir o futuro — declarou Moreira. Também tem que ficar para o segundo semestre de 2018 os leilões para a concessão dos terminais portuários belemita , Vila do Conde , Paranaguá e Vitória . Além deixar a maior dos leilões para o fim do mandato de Temer e no em meio às evotaçõespara a Presidência, o governo anunciou privatizações e concessões que já estavam pcalculadase nos planos dos investidores. O governo incluiu, por exemplo, a concessão para a usina hidrelétrica de Jaguara, em Minas Gerais. O leilão está marcado para o próximo mês . O leilão é alvo de uma disputa judicial com a Cemig. A Justiça, no entanto, interrompeu a licitação e o governo ainda não recorreu. As quatro rodadas de licitação para exploração de petróleo também já estavam nos planos do setor desde abril deste ano. A venda da Lotex, braço de loterias instantâneas da Caixa Econômica Federal, já estava anunciada pela equipe econômica.

— O governo federal confirmou, nesta quarta-feira, um pacote de 57 projetos que serão incluídos no Programa de Parcerias de Investimentos para serem colocados à venda ou concedidos ao setor privado. Além da privatização da Eletrobras, na tentativa de animar a economia e obter receitas para auxiliar a fechar as contas públicas, estão na lista 14 aeroportos 15 terminais portuários, rodovias, companhias públicas, como Casa da Moeda, Companhias Docas do Espírito Santo, Casemg e CeasaMinas. 14 aeroportos são onze blocos de linhas de transmissão de energia elétrica. O governo confirmou ainda a resolução de privatizar o aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Além disso, vai vender a participação da Infraero nos aeroportos de Brasília, Guarulhos, Galeão e Confins. Neste caso, o dinheiro terá que ficar com a estatal, como uma maneira de compensação pela entrega de Congonhas — o mais rentável da rede. A companhia se tornou deficitária com o processo de concessão do setor aeroportuário. A expectativa é arrecadar cerca de R$ 8 bilhões com a venda. Também estão na lista Vitória , Macaé , Campina Grande , Maceió , João Pessoa , Aracaju , Recife , Juazeiro do Norte , Várzea Grande , Rondonópolis , Alta Floresta , Sinop e Barra do Garça . Ao anunciar as inclusão dos projetos, o governo informou que espera investimentos de pelo menos R$ 44 bilhões, sendo que metade deste valor terá que entrar nos primeiros cinco anos. Outra novidade da carteira de projetos é a licitação de 11 lotes de linhas de transmissão de energia elétrica em nove estados — um investimento estimado em R$ 10 bilhões em cinco anos. O leilão está calculado para dezembro de 2018. O governo também decidiu relicitar a rodovia BR-153, no trecho entre Goiás e Tocantins. Essa rodovia estava nas mãos do Grupo Galvão, da Galvão Engenharia, e teve a concessão cassada. Além disso o governo vai conceder a BR-364, no trecho entre Mato Grosso e Rondônia. Os investimentos nas duas estradas está projetado em R$ 12 bilhões ao longo dos contratos, beneficiando, sobretudo, o setor do agronegócio. Além disso, serão licitados 15 terminais nos portos de Belém, Vila do Conde , Paranaguá e Vitória. O governo também definiu novos parâmetros para a Lotex , da Caixa Econômica Federal. O banco vai ficar de fora do negócio, e será feita uma concessão por um prazo de 30 anos. A estimativa é obter R$ 1 bilhão com a venda. Também serão confirmadas as três rodadas de licitação de petróleo e gás, incluindo pré-sal e campos terrestres — um investimento total de R$ 12 bilhões.- O governo exibe oficialmente, nesta quarta-feira, os projetos que vão fazer parte da nova etapa do Programa de Parcerias de Investimentos . São 57 empreendimentos nos setores de petróleo e gás, energia, portos, rodovias e aeroportos. O governo também pretende vender 49% da participação da Infraero nas concessionárias que hoje gerenciar os aeroportos do Galeão, de Belo Horizonte, de Brasília e de Guarulhos . A ideia é iniciar logo os estudos para a alienação da Infraero de modo que o edital seja publicado no segundo trimestre de 2018 e o leilão no terceiro trimestre do ano que vem. O PPI calcula ainda a concessão de 14 aeroportos, sendo o principal deles o de Congonhas . Também estão na lista Vitória , Macaé , Campina Grande , Maceió , João Pessoa , Aracaju , Recife , Juazeiro do Norte , Várzea Grande , Rondonópolis , Alta Floresta , Sinop e Barra do Garça . A projeção de investimentos para os 14 aeroportos é de R$ 6,5 bilhões e as concessões serão de 30 anos. No caso de Congonhas, por exemplo, o total esperado é de R$ 1,83 bilhão.- Na tentativa de estimular a economia e obter receitas para ajudar a fechar as contas públicas, o governo anuncia nesta quarta-feira uma carteira de 58 projetos que serão incorporados ao Programa de Parcerias de Investimentos para serem colocados à venda ou concedidos ao setor privado. Esperam-se investimentos de pelo menos R $ 44 bilhões, sendo que metade de este valor terá que entrar em os primeiros cinco anos. Além da privatização da Eletrobras, estão na lista a licitação de 11 blocos de linhas de transmissão de energia, terminais portuários, rodovias, aeroportos, venda ou extinção de outras companhias públicas, como Casa da Moeda, Companhias Docas do Espírito Santo e do Maranhão, Casemg e CeasaMinas e o começo de estudos para a concessão do Parque Olímpico do Rio. Os detalhes serão divulgados depois da reunião do conselho do PPI, marcada para quarta-feira. Em 1 ano, dois de os principais projetos — a privatização de a Eletrobras e de o aeroporto de Congonhas — foram incluídos em a lista recentemente, diante da necessidade de o governo em erguer receitas $ 159 bilhões em 2018. Relicitação de Viracopos A equipe econômica deseja que o ganhador da disputa de Congonhas, cujo arremesse tem que ultrapassar os R$ 6 bilhões, pague o valor da outorga à vista. Com a privatização da Eletrobras, a expectativa é obter R$ 20 bilhões. Outra novidade da carteira de projetos é a licitação de 11 lotes de linhas de transmissão em nove estados — um investimento estimado em R$ 10 bilhões em cinco anos. O leilão está calculado para dezembro de 2018. O governo também decidiu relicitar a rodovia BR-153 , que estava nas mãos do grupo Galvão e teve a concessão cassada, e conceder a BR-364 . Os investimentos nas duas estradas está projetado em R$ 12 bilhões ao longo dos contratos, beneficiando, sobretudo, o setor do agronegócio. Além disso, serão licitados 15 terminais nos portos de Belém, Vila do Conde , Paranaguá e Vitória. O governo também definiu novos parâmetros para a Lotex da Caixa Econômica Federal. O banco vai ficar de fora do negócio, e será feita uma concessão por um prazo de 30 anos. A estimativa é obter R$ 1 bilhão com a venda. A ideia é incluir na lista de projetos a relicitação do aeroporto de Viracopos , que será devolvido à União, e a venda da participação da Infraero em Brasília, Guarulhos, Galeão e Confins. Neste caso, o dinheiro terá que ficar com a estatal, como uma maneira de compensação pela entrega de Congonhas — o mais rentável da rede. A companhia se tornou deficitária com o processo de concessão do setor aeroportuário. A estatal perderá mais dois blocos de aeroportos, um puxado por Recife com mais cinco terminais do Nordeste ; mais Cuiabá, junto com outros terminais do Mato Grosso . A expectativa é obter uma outorga de R$ 1,9 bilhão e investimento total de R$ 3 bilhões. Também serão confirmadas as três rodadas de licitação de petróleo e gás, incluindo pré-sal e campos terrestres — um investimento total de R$ 12 bilhões. Segundo um técnico do governo, a intenção é aproveitar “a janela de chance”, com a melhora no cenário internacional, com ampliação de liquidez e busca dos investidores por ativos de risco como os brasileiros. Isso combinado à sinalização positiva dos indicadores da economia doméstica.

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Resolução de privatizar a Eletrobras é ‘histórica’, declara Rodrigo Maia

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Densidade pop Maia 2011

– O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia , elogiou nesta terça-feira a resolução do governo de privatizar a Eletrobras. Maia classificou a resolução de “histórica” e argumentou que a companhia teve perdas sobretudo nos governos do PT e da ex-presidente Dilma Rousseff, que me dá bastante conforto na resolução de privatizar, que fez críticas à venda da estatal. Para ele, é preciso privatizar várias companhias públicas que são somente “cabides de emprego com má administração”. — Para mim, essa é uma notícia histórica. O Brasil precisa, o governo precisa existir para atender às pessoas que precisam do governo. A resolução de privatizar a Eletrobras vai nesta linha. Não tem nenhuma necessidade de o governo ter o controle, a administração da Eletrobras, porque a gente viu que os últimos anos, principalmente no governo do PT e da presidente Dilma, foram desastrosos. Eu declaro o oposto — declarou Maia, adicionando: — Privatizar a Eletrobras, privatizar mais de 100 companhias públicas que não servem para nada, se ela declara que há um risco para o setor de energia no Brasil. São meros, na sua maioria, cabides de emprego e bastante más na sua administração. Maia recordou que a MP do setor energético, editada no governo petista, provocou perdas ao setor e aos consumidores. — A MP do setor energético quebrou o setor de energia, gerou uma perda de R$ 200 bilhões, mais do que todo o valor necessário para a gente universalizar o saneamento no Brasil. É um bom exemplo do catálogo que estamos coordenando de resoluções catastróficas. Então, ao privatizar a Eletrobras, ao garantir uma melhor administração e garantindo assim a tarifa de energia possa cair, vamo estar atingindo o nosso objetivo. O mais importante não é saber se a administração é pública ou privada, é saber se o cidadão na ponta está sendo atendido — declarou ele. E recordou os problemas enfrentados pela Petrobras, outra grande estatal, na administração do PT. — O caso próprio da Lava-Jato da Petrobras, é um exemplo disso. A Petrobras serviu a poucos e não serviu aos brasileiros — declarou ele.

– A ex-presidente Dilma Rousseff fez duras críticas à proposta do Ministério de Minas e Energia de privatizar a Eletrobras e ddeclarouque a medida pode ameaçar o suprimento de energia elétrica do país e rredundarem “uma conta de luz estratosférica” para os brasileiros. “Vender a Eletrobras é abrir mão da segurança energética. Como aconteceu em 2001, no governo FHC , significa deixar o país sujeito a apagões”, escreveu a ex-presidente em seu perfil no Twitter. “O resultado é um só: o consumidor pagará uma conta de luz estratosférica por uma energia que não vai ter abastecimento garantido”, agrediu. A quando comandou uma reformulação nas normas do setor elétrico que fortaleceu a Eletrobras e o poder do Estado sobre o segmento, ex-presidente, que foi afastada após um processo de impeachment no ano passado, foi ministra de Minas e Energia no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2012, quando já era presidente, Dilma governou uma nova mudança nas normas do setor, com o objetivo de diminuir as tarifas de eletricidade para impulsionar a indústria e o consumo. Mas as medidas redundaram em perdas bilionárias para a Eletrobras, que só voltou a ter lucro no ano passado, além de terem gerado fortes ampliações nas contas de luz nos últimos anos. Os problemas financeiros enfrentados pela Eletrobras após a diminuição tarifária anunciada em 2012 são agora um dos principais argumentos usados pelo governo do presidente Michel Temer para sugeri a diminuição da fatia da União na empresa.

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Ex-presidente da Eletrobras declara que prazo de seis meses para privatização é ‘bastante otimista’

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Eletrobras

– José Luiz Alqueres declarou nesta terça-feira que a privatização da estatal “foi um anúncio corajoso” José Luiz Alqueres é o ex-presidente da Eletrobras., mas considerou exageradamente otimista o prazo de seis meses estimado pelo ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, para a finalização do processo. Durante participação em um fórum do setor, em São Paulo, Alqueres recordou que antes de uma venda desse porte, entre outros aspectos, é preciso identificar potenciais compradores, trabalho que leva tempo para ser elaborado. — Você precisa exibi as normas do jogo bastante bem, fazer uma equipe e fazer o chamado road show, sair pelo mundo mostrando essa história. E eu sei porque eu já organizei grupos que adquiriram grandes companhias, feito a Light, feito a Embraer. Seis meses meses é um prazo curto para um comprador que sabe as normas, conseguir aprovação do seu conselho, pra gastar alguma coisa acima de R$ 4 bilhões ou R$ 5 bilhões. Como a gente tá falando de protagonismos significativamente maiores , eu acho que é bastante otimismo mesmo – alegou Alqueres. LEIA MAIS: Governo espera arrecadar R$ 20 bilhões com a venda da Eletrobras cheque as principais privatizações no Brasil desde os anos 90 INFOGRÁFICO ESPECIAL: compreenda como vai ser a privatização da Eletrobras Andre Dorf, presidente da CPFL Energia, comemorou a notícia que “assombrou positivamente o mercado”, mas evidenciou que ainda é cedo para comentar qualquer espécie de modelagem considerada para o negócio. — Acho que a Petrobras tem ganhado uma evidência maior , mas a Eletrobras não é menos desafiadora, então, é uma resolução corajosa . Ela tem o cunho fiscal de auxiliar nas contas públicas, mas também de melhorar a administração da companhia e as normas de governança. Muitos desafios ainda vão vir até que isso se materialize, mas é um primeiro passo bastante importante para o setor. Ainda é cedo pra gente falar porque o modelo não está totalmente divulgado e a gente não conhece os detalhes — deduziu Dorf. Para o ex-presidente da Eletrobras, apesar de os chineses serem apontados como principais interessados pelo negócio, os asiáticos devem encontrar concorrência forte na Europa e nos Estados Unidos, que, por outro lado, ainda resistem a alguns negócios do setor no Brasil por causa da fragilidade do sistema regulatório. — O mundo completo vive uma situação de excesso de liquidez e falta de projetos de investimento que ofereçam regressos atrativos. Dos países da comunidade europeia, seis hoje têm juros negativos. Você adquire um título por mais que você receberá dentro de algum tempo. Isso porque eles estão apostando num futuro de deflação. Aqui você terá futura procura. Fora a desigualdade de renda, que você supõe corrigir, eu acho o seguinte: essa liquidez internacional, não se sintetiza à China — pcogitouJosé Luiz Alqueres. Segundo o ex-presidente da Eletrobras, o comunicado do ministério de Minas e Energia em que a pasta projeta “implementar as exigências de governança corporativa” ao decidir pela privatização da companhia, acompanha uma tendência global e assinala para um horizonte onde a clareza nos negócios é um bem fundamental. Na opinião de Eduardo Sattamini, presidente da Engie Brasil Energia, o movimento é uma “democratização, mais do que uma privatização”, que permite ao governo ampliar o seu capital, diluir a soma e adaptabilidade para que a companhia tome resoluções como gente privado. Apesar disso, o executivo tem dúvidas sobre a espécie de investimento que será feito e teme que a modelagem do negócio não privilegie, por exemplo, o crescimento da produção e da oferta de energia. — Acho difícil, no entanto, que isso venha a atrair investidores estratégicos. Bastante mais investidores financeiros, de controle diluído, tem bastante mais cara de uma privatização para agentes financeiros — declarou Sattamini.

– A ex-presidente Dilma Rousseff fez duras críticas à proposta do Ministério de Minas e Energia de privatizar a Eletrobras e ddeclarouque a medida pode ameaçar o suprimento de energia elétrica do país e rredundarem “uma conta de luz estratosférica” para os brasileiros. “Vender a Eletrobras é abrir mão da segurança energética. Como aconteceu em 2001, no governo FHC , significa deixar o país sujeito a apagões”, escreveu a ex-presidente em seu perfil no Twitter. “O resultado é um só: o consumidor pagará uma conta de luz estratosférica por uma energia que não vai ter abastecimento garantido”, agrediu. A quando comandou uma reformulação nas normas do setor elétrico que fortaleceu a Eletrobras e o poder do Estado sobre o segmento, ex-presidente, que foi afastada após um processo de impeachment no ano passado, foi ministra de Minas e Energia no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2012, quando já era presidente, Dilma governou uma nova mudança nas normas do setor, com o objetivo de diminuir as tarifas de eletricidade para impulsionar a indústria e o consumo. Mas as medidas redundaram em perdas bilionárias para a Eletrobras, que só voltou a ter lucro no ano passado, além de terem gerado fortes ampliações nas contas de luz nos últimos anos. Os problemas financeiros enfrentados pela Eletrobras após a diminuição tarifária anunciada em 2012 são agora um dos principais argumentos usados pelo governo do presidente Michel Temer para sugeri a diminuição da fatia da União na empresa. — O Ministério de Minas e Energia informou nesta segunda-feira que vai sugeri ao Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos — culpada pelo programa de privatizações do governo federal — “a diminuição da participação da União no capital” da Eletrobras. Ou seja, o governo venderá parte das ações da companhia na bolsa de valores e tem que perder o controle da empresa. Os detalhes da operação serão definidos pelo PPI. O ministério argumenta que medida vai trazer maior competitividade e agilidade à ecompanhiapara gdirigisuas operações, “sem as amarras impostas às estatais”. “Esse movimento vai permitir à Eletrobrás implementar oasrexigênciasde governança corporativa exigidos no Novo Mercado, eigualandotodos os acionistas – públicos e privados – com total tclarezaem sua gadministração Adotou-se a resolução de o ministério após profundo diagnóstico sobre o processo em curso de recuperação de a companhia “, declarou o MME, em nota. O ministério recordou que a Eletrobras está endividada e que, mesmo com as mudanças sugeridas pela atual administração, é preciso uma “uma mudança de rota para não comprometer o futuro da companhia”. O texto declara: “Os problemas decorrem de ineficiências acumuladas nos últimos 15 anos, que impactaram a sociedade em cerca de um quarto de trilhão de reais, concorrendo pela utilização de recursos públicos que poderiam ser investidos em segurança, educação e saúde”. O comunicado informa que “não há espaço para elevação de tarifas nem para ampliação de encargos setoriais” . A medida é uma saída para buscar recursos no mercado e atrair novos investidores. A proposta é que o governo permaneça como acionista “recebendo dividendos ao longo do tempo”. O governo também justifica que a medida beneficiará estados e municípios com ampliação de arrecadação de impostos. “A União conservará poder de veto na gestão da empresa, garantindo que conservem-se resoluções estratégicas em o setor , tais como os encargos setoriais de a CDE e o financiamento de projetos de revitalização de o Rio São Francisco. A nova Eletrobrás segue um modelo de Sucesso adotado em diversos países, como Portugal, França e Itália, que modificaram suas estatais de energia elétrica em grandes corporações que atuam no mundo completo e conservam sua identidade nacional”. DESESTATIZAÇÃO Em comunicado ao mercado, a Eletrobras informou que o ministro comunicou ela de Minas e Energia sobre a resolução sugeri a desestatização de a Eletrobras a o PPI e que a finalização da operação depende ainda de outras autorizações. Energia é fernando Coelho Filho. “A empresa elucida ao mercado que a efetivação da operação em referência depende de autorizações governamentais, avaliação das autorizações legais e egulatórias que serão necessárias, avaliação do modelo a ser adotado e observância dos procedimentos específicos, por ser tratar de sociedade de economia mista, de capital aberto, com ações listadas na Bolsa de São Paulo,e Nova York e Madri”, declara texto da estatal.- O governo espera arrecadar R$ 20 bilhões com a privatização da Eletrobras e a expectativa é de que o processo esteja deduzido em seis meses. O Ministério de Minas e Energia anunciou oficialmente nesta segunda-feira vai sugeri ao Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos — culpada pelo programa de privatizações do governo federal — “a diminuição da participação da União no capital” da Eletrobras. Ou seja, o governo venderá parte das ações da companhia na bolsa de valores e tem que perder o controle da empresa. Os detalhes da operação serão definidos pelo PPI.

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Barcelona processará Neymar em 8,5 mi de euros por suposta quebra de contrato

Por: SentiLecto

O Barcelona, que exige que jogador –que assinou sua renovação com o time até 2021 poucos meses antes de ir para o clube parisiense– pague 8,5 milhões de euros por prejuízos e 10 por cento complementares pelo atraso no pagamento, anunciou nesta terça-feira que vai processar Neymar por quebra de contrato, depois que o brasileiro se transferiu para o Paris Saint-Germain por um valor recorde de 222 milhões de euros no começo do mês.

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