Leitura de acórdão do caso da Universidade Independente calculada para hoje

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Nalanda in 2010 (5348036969)

A leitura do acórdão relativo ao julgamento do caso da Universidade Independente está marcado para hoje no Tribunal Criminal da Comarca da Lisboa, após ter padecido novo deferimento na semana passada.Nas alegações finais do julgamento que iniciou em 2014, o Ministério Público pediu a condenação do antigo vice-reitor da UNI Rui Verde e de Lima de Carvalho, acionista maioritário da Sociedade Independente para o Desenvolvimento do Ensino Superior , da companhia detentora da extinta UNI, por abuso de confiança, adulteração, burla, fraude fiscal e outros crimes.Faz 3 anos, o antigo reitor de a UNI Luís Arouca, que esteve em o banco de os réus no decurso do primeiro julgamento, morreu. O julgamento teve de ser repetido devido à morte da juíza auxiliar Ana Wiborg,, que agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a qcaracterísticaO Jogo, no verão de 2012, obrigando a nova produção de prova em audiência. Faz 8 anos, o MP acusou, em o âmbito de o processo de a Universidade Moderna, 26 arguidos de diversos crimes de natureza económico-financeira, em fevereiro de 2009, e concluiu um pedido de indemnização cível contra cinco arguidos, de soma superior a um milhão de euros.Faz 10 anos, a crise em a UNI iniciou com suspeitas de anormalidades em o funcionamento de a instituição, tendo se verificado sucessivas reviravoltas em o controlo de a instituição e de a companhia SIDES que detinha a universidade,, revelando fações em litígio.concluiu-se a instituição a 31 de outubro de 2007 em a sequência de dois processos : um de caducidade de agradecimento de interesse público e outro de fechamento compulsivo por manifesta degradação pedagógica.

A Universidade da Madeira oferece no ano letivo 2017/2018 sete cursos técnicos superiores profissionais, mais três do que em 2016/2017, revelou hoje o reitor, José Carmo.O culpado enfatizou, na conferência de jornalismo de apresentação do programa da ação formativa para o próximo ano letivo, no Funchal, que a Universidade aguarda ainda o parecer do Ministério da Educação a mais dois cursos técnicos profissionais.Agricultura Biológica; Contabilidade e Fiscalidade; Gestão Energética e Ambiental; Guias da Natureza, Redes e Sistemas Informáticos; Sistemas Eletrónicos e Instalações Elétricas; Tecnologias; e Programação de Sistemas de Informação são os sete cursos que a UMa oferece.Cozinha e Produção Alimentar e Reabilitação Energética e Conservação de Edifícios são os dois cursos que aguardam aprovação do Ministério da Educação.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.A UMa oferece ainda 19 licenciaturas , 15 mestrados , seis doutoramentos e uma pós-graduação .Para o 1º ciclo a academia disponibiliza 593 vagas, menos 12 do que no ano anterior.O Ministério Público acusou uma professora do primeiro ciclo de uma escola de Lisboa de nove crimes de maus-tratos a estudantes entre os sete e os nove anos, mencionou hoje a Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa .A PGDL adianta que a acusada é professora do 2.º ano do primeiro ciclo de uma escola de Lisboa e importunou física e psicologicamente estudantes com idades entre os sete e os nove anos, durante o ano letivo de 2015/2016.Neste sentido, o MP solicitou o julgamento em tribunal coletivo desta arguida pela prática de nove crimes de maus-tratos.O MP solicitou também que a arguida seja suspensa do exercício de funções, proibida de se aproximar do da escola onde lecionava e de contactos, por qualquer meio, com os estudantes identificados nos autos como testemunhas.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.De acordo com a PGDL, foi ainda solicitada a aplicação da pena acessória de interdição de exercício de função ou de suspensão do exercício de função.a sétima secção conduziu a investigação de o Departamento de Investigação e Ação Pena de Lisboa.Reforço do Sporting vai uni-se àocséquitolleoninono estágio que decorre na SuíçaTal como O JOGO aprogrediu Acuña é mesmo reforço do Sporting. O jogador já esteve em Lisboa, tendo embarcado por volta das 8h30 rumo à Suíça para se juniaos novos companheiros de equipa. Ao lado do jogador de Argentina vai o presidente Bruno de Carvalho.o Sporting contratou Acuña a o Racing por um orçamento a rondar os 7,5 milhões de euros. Em 5 anos, o vínculo com o desportista vai ser válido.O jogador, lembre-se, já se tinha despedido dos companheiros e dos adeptos do Racing, através das redes sociais.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.

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Universidade da Madeira com mais três cursos técnicos profissionais

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – PaprikaarrangementSide

A Universidade da Madeira oferece no ano letivo 2017/2018 sete cursos técnicos superiores profissionais, mais três do que em 2016/2017, revelou hoje o reitor, José Carmo.O culpado enfatizou, na conferência de jornalismo de apresentação do programa da ação formativa para o próximo ano letivo, no Funchal, que a Universidade aguarda ainda o parecer do Ministério da Educação a mais dois cursos técnicos profissionais.Agricultura Biológica; Contabilidade e Fiscalidade; Gestão Energética e Ambiental; Guias da Natureza, Redes e Sistemas Informáticos; Sistemas Eletrónicos e Instalações Elétricas; Tecnologias; e Programação de Sistemas de Informação são os sete cursos que a UMa oferece.Cozinha e Produção Alimentar e Reabilitação Energética e Conservação de Edifícios são os dois cursos que aguardam aprovação do Ministério da Educação.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.A UMa oferece ainda 19 licenciaturas , 15 mestrados , seis doutoramentos e uma pós-graduação .Para o 1º ciclo a academia disponibiliza 593 vagas, menos 12 do que no ano anterior.

A porcentagem de positivas na disciplina de Português nas provas da 3.º Ciclo do Ensino Básico na Madeira foi 73,2%, mais 0,6% do que em 2016 , declarou hoje a Secretaria Regional de Educação .No que diz respeito à Matemática, a pporcentagemde positivas foi 51,4%, mais 7,7% do que no ano anterior, refere a SRE, em comunicado.No 3.º Ciclo, a porcentagem de estudantes com classificações de nível 4 e 5, em Português foi de 22,7% , e, na disciplina de Matemática, foi 27,8% .Nas Provas Finais do 3.º Ciclo do Ensino Básico – 1.ª Fase – 2017 participaram 5.136 estudantes de 31 estabelecimentos de ensino da Madeira .Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.se formalizou Douglas Luiz como reforço de os ” citizens ” este sábado.O Manchester City formalizou a contratação da jovem promessa de Brasil Douglas Luiz.O médio de 19 anos troca assim o Vasco da Gama pelos “citizens”, assinando um contrato válido para as próximas cinco temporadas. Desconhecem-se, para já, os valores do negócio.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.Depois de vários progressões e recuos, Tiemoue Bakayoko é reforço dos “blues” para as próximas cinco épocas.Agora sim, é oficial: Tiemoue Bakayoko é reforço do Chelsea para as próximas cinco épocas.O médio de 22 anos troca assim o Mónaco pelos “blues”, num negócio que renderá aos franceses cerca de 42 milhões de euros.Agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo.

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Faleceu a matemática Maryam Mirzakhani, a primeira mulher com a Medalha Fields

Por: SentiLecto

A matemática de Iran Maryam Mirzakhani o mais prestigiado galardão nesta disciplina científica, faleceu aos 40 anos, de cancro, nos Estados Unidos, anunciou hoje o jornalismo de Iran. Maryam Mirzakhani é primeira mulher diferenciada com a Medalha Fields.”Uma luz apagou-se hoje. Partiu-se-me o coração… partiu bastante cedo”, escreveu Firouz Michael Naderi na sua conta nas redes sociais Twitter e Instagram, na madrugada de hoje. Firouz Michael Naderi é cientista americano-iraniano, que fez parte dos quadros da agência espacial norte-americana NASA.”Um génio? Sim, mas também uma filha, uma mãe e uma esposa”, prosseguiu o cientista, que colocou uma foto a preto e branco de Maryam Mirzakhani. Segundo o jornalismo de Iran, Maryam Mirzakhani, que agora pode subscrever gratuitamente as nossas newsletters e receber o melhor da atualidade com a característica O Jogo, faleceu “de cancro numa clínica dos Estados Unidos”. Faz 3 anos, nascida em 1977, Maryam Mirzakhani tornou se a primeira mulher a receber a Medalha Fields, considerado o ” Nobel ” de a disciplina.Professora na Universidade norte-americana de Stanford, expert em geometria de maneiras incomuns, descobriu novas fórmulas de calcular o volume de objetos com superfícies hiperbólicas, como uma sela de cavalo.O Congresso Internacional de Matemáticos quando anunciou a sua distinção. escreveu: “Com um conhecimento profundo de uma gama diversificada de métodos matemáticos e culturas díspares matemáticas, ela domina uma rara combinação de pretensão técnica ousada e uma curiosidade profunda”.Na ocasião, a cientista de Iran alegou que era “uma grande honra” e que ficava “contente”, pois a distinção recebida incentivaria as jovens cientistas e matemáticas”.

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Em livro recente, professores rompem silêncio sobre crise financeira da USP

Por: SentiLecto

A melhor universidade de Brasil em rankings internacionais coleciona verbas deficitárias desde o início desta década. Gastos com salários e vantagens aumentaram em ritmo incompatível com a arrecadação. Em livro, estudiosos da casa buscam as raízes do desarranjo contábil e listam sugestões para superá-lo. * A atual crise financeira da USP é como aqueles assuntos espinhosos que provocam maremotos surdos na família. Nos corredores acadêmicos, trata-se dela a meia voz, sem tumulto. O coro de sussurros é uníssono: a melhor universidade de Brasil em rankings internacionais se vê hoje apanhada num caos que ela própria ensejou e cuja superação não se divisa com facilidade. Faz 4 anos, a instituição despendeu só com salários mais do que recebeu de o governo paulista, em 2013. Não espanta que as contas daquele ano tenham sido reprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado. A recomendação legal é que no máximo 75% da verba seja gasto com a folha de pagamentos. Diante do silêncio público de boa parte de seus pares acerca do desarranjo contábil, o professor Jacques Marcovitch convidou oito renomados colegas para dissecar o assunto em alto e bom som. O professor Jacques Marcovitch é ex-reitor da USP., R$ 40]. Se ajustaram os ensaios de uma edição de a ” Revista USP ” de 2015. Naquele ano, discutiu-se em um seminário o que os autores chamam de desequilíbrio financeiro da USP. Essas análises, observações e recomendações agora saem do âmbito rigoroso da universidade. Sendo uma antologia de apontamentos científicos, os capítulos do livro redundam às vezes herméticos para o leitor leigo. Mas a coletânea tem o inestimável valor de arremessar luz sobre um tema sensível. Quando está em crise uma instituição que abriga quase 95 mil alunas, não se pode silenciar. É preciso compreender os motivos desse desequilíbrio e avaliar soluções para ele. MEA-CULPA Alguns dos autores incorrem numa espécie de confissão. Admitem que assistiram confusos a uma sequência de resoluções equivocadas da administração João Grandino Rodas , cujo nome se o indica nem sequer em os artigos scionados. Naquele momento, a USP “via-se incapacitada de dirigi, com êxito, seus próprios recursos orçamentários”, segundo escreve Alexandre Sassaki, cuja tese de doutorado originou a segunda parte do livro. Defendido em 2016, o trabalho acadêmico de Sassaki constitui um raro estudo de Brasil sobre governança universitária . Superados os trechos com a caracterização detalhada da metodologia de pesquisa, o leitor vai encontrar uma compilação de números que não deixam dúvida quanto à afirmação de que a USP gastou mbastantemais dinheiro do que dispunha. Um exemplo é o dos reajustes do valor do vale-refeição pago a servidores. O levantamento é o primeiro a enfatizar a disparidade entre a ampliação da vantagem e a inflação na pausa de 2010 a 2013. Na prática, cada vale equivalia em 2013 a R$ 29, contra R$ 15,90 três anos antes. Nesse fase, a soma gasta anualmente pela USP, adicionados vale-refeição e auxílio-refeição, subiu de cerca de R$ 100 milhões para mais de R$ 300 milhões. Não é o único rostito de uma administração financeira perdulária que Sassaki dá a ver. O pesquisador também mostra que o prêmio pago aos servidores da instituição segundo a posição da universidade em rankings internacionais e outros critérios de característica oscilou significativamente na pausa de um ano, saltando de R$ 3.500 em 2011 para R$ 6.000 em 2012. O bonificações acabaria sendo extinto em 2014. Quando o total multiplica eles de trabalhadores contratados cujo número também ampliou em o fase analisado, o conseqüência desses valores é expressivo ,. Faz 7 anos, havia 5.863 funcionários e 16.185 professores, em 2010; Faz 4 anos, eram 6.009 e 17.448, respectivamente, em 2013. ANO infindável A torneira de gastos foi aberta com mais intensidade em 2011, o ano que não acabou, na expressão dos autores do livro sobre a universidade paulista. Isso porque seu efeito financeiro é sentido até hoje. Foi ali que a curva das despesas desbancou a da arrecadação; a partir de 2012, a verba da instituição passaria a ser deficitário. Os gastos com salários, contratações e obras, no entanto, não recuaram diante do desequilíbrio financeiro que se materializava. Com isso, a poupança da universidade, começada em 2001 para arcar com as aposentadorias vindouras, encolheu 36%, passando de R$ 3,6 bilhões em 2012 para R$ 2,3 bilhões em 2014, segundo Marcovitch. Uma das fragilidades da obra é tratar a administração de João Grandino Rodas como um corpo isolado, sem lhe oferecer um contexto, uma matricula na cronologia da USP. Se o cita como declarado anteriormente, o nome de o reitor não . Também fica de fora qualquer apresentação das delicadas circunstâncias em que se deu a designação de Rodas aa posição máxima da universidade. O advogado era o segundo nome de uma lista tríplice derivada de consulta interna e encaminhada ao governador. Na época, José Serra preferiu Rodas aGlaucius Oliva engenheiro da USP de São Carlos –que, mais tarde, viria a se tornar presidente do CNPq na administração de Dilma Rousseff . Glaucius Oliva é o mais votado. Faz 36 anos, foi somente a segunda vez que o número dois de a lista assumiu o comando de a USP – a outra havia sido em o governo Paulo Maluf. Rodas, por força desse histórico, enfrentou um clima hostil no início de seu mandato. Traria também a versão de João Grandino Rodas, se fosse um trabalho jornalístico, “Universidade em Movimento”. Em entrevistas àoijornalismoantes de icomeçarsua espécie de exílio autoimposto , Rodas ddeclarou por exemplo, que não tomara dresoluçõesssozinha Procurado para comentar o livro, o ex-reitor alega que nem sabia de sua existência. Antes mesmo de ler a obra, deixa uma crítica: “Acho no mínimo insólito que um reitor da USP escreva sobre a administração de um colega sem ter obtido informações e depoimentos também com o próprio interessado”. SEM CONSULTA O que o material coordenado por Sassaki assinala, entretanto, é que medidas que encarnaram golpes duros nas contas da instituição, como a ampliação do prêmio a servidores e o reajuste do valor do vale-refeição, não passaram pelo escrutínio do Conselho Universitário. Elas simplesmente não constam de atas. Alguns dos principais críticos de Rodas, como o médico Marco Antonio Zago, atual reitor, e o engenheiro Vahan Agopyan, que assina um dos textos do livro, integraram a administração que se sugerem a dissecar. Faz 4 anos, Zago elegeu se internamente fazendo oposição a o chefe, em dezembro de 2013. Quando assumiu, no ano seguinte, suspendeu obras, cortou vantagens e começou um controverso programa de demissão voluntária de servidores. As demissões diminuíram em 8% o número de funcionários técnico-administrativos. O ponto em que os autores convergem de maneira unânime é a oposição a um pedido de ajudinha financeira ao governo do Estado. Isso significaria competir com áreas como educação básica, saúde e transportes por uma fonte restringida de orçamento. A solução para o desarranjo das contas da USP não passa por nenhum “deus ex machina” . O time de colaboradores de “Universidade em Movimento”, todo uspiano, sabe bem disso. O que a coletânea oferece são sugestões, como a do expert em direito à educação Nina Ranieri , que recomenda um esforço para fixar, em até cinco anos, um ttelhadopara os gastos com folha de pagamentos: 85% doaoverba Escreve: “Se a meta não for alcançada, a universidade deverá exibi justificação ao governo do Estado”. Ranieri também sugere que o governador receba anualmente um documento acerca do “estado da arte da universidade”, cujo teor abrangeria as mudanças em curso também na Unicamp e na Unesp, além das da USP. Não existe nada próximo disso atualmente. As universidades estaduais paulistas são autônomas do ponto de vista didático-científico, administrativo, financeiro e patrimonial desde 1989. Ou seja, podem tomar resoluções sobre abertura de cursos e de linhas de pesquisa, vantagens salariais ou compra de terrenos ou edifícios sem autorização do governo. Nenhum dos autores parece questionar esse modelo. No entanto, como escreve Sassaki, enviando àoeexpertem educação Eunice Durham , autonomia é diferente de soberania. Uma universidade autônoma não tem liberdade para desrespeitar as leis. SABINE RIGHETTI, 36, é jornalista, organizadora do RUF – Ranking Universitário Folha e pesquisadora doutora de política científica associada à Unicamp.

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Aos 85 anos, Brasilino Godinho mostra que aprender não tem idade

Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Monumento a los Descubrimientos, Lisboa, Portugal, 2012-05-12, DD 08

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